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Campo Maior: sexto suspeito de roubo é preso com identidade falsa

Segundo a polícia, o homem estava armado com um fuzil e fez uma família refém enquanto tentava fugir para o Ceará.

07/05/2019 07:47h - Atualizado em 07/05/2019 08:14h

A polícia prendeu na noite desta segunda-feira (06), o sexto suspeito de envolvimento no assalto as agências bancárias do município de Campo Maior, que ocorreu na última terça-feira (30). O homem foi identificado como Pedro Henrique Oliveira Moura, que no momento da abordagem estava usando uma identidade falsa de nome Silas Teixeira. Ele foi localizado na divisa entre os estados do Piauí e Ceará.

De acordo com a Secretária de Segurança do Piauí (SSP), o suspeito que é natural de Minas Gerais, estava em posse de um fuzil e fez uma família refém enquanto tentava fugir para o estado cearense. Na operação policial, até o momento, oito pessoas morreram e seis foram presas suspeitos de assaltar o Bradesco, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica no município do Campo Maior, localizado a 83 km da capital.

Além deste, outras cinco pessoas foram presas por envolvimento no crime, um deles foi reconhecido como Hassan Rufino Borges Prado Aguiar, filho de um ex-coronel e ex-comandante da Polícia Militar do Piauí. Junto com ele estavam, Dyego Harmando Cardoso Rocha, Emerson Souza da Silva, Vinícius Pereira da Silva Júnior e Josenverton dos Santos Sousa.  Os presos foram pegos no município maranhense de Chapadinha.

Os outros seis suspeitos foram mortos durante a operação policial  nas proximidades de Cocal dos Alves, município que fica no norte do Estado, na madrugada deste domingo (05).  As outras duas mortes só foram confirmadas na manha desta segunda-feira (06). Na manhã desta terça-feira, a Secretária de Segurança do Piauí (SSP) retificou a informação anterior de que nove pessoas teriam sido mortas durante a operação policial. A SSP confirmou oito mortes até o momento. 

Ataque a outros bancos

De acordo com o coronel Márcio Oliveira, a suspeita de que os criminosos tinham outro ataque a banco em mente,  que se confirmou pela quantidade de explosivos que o grupo tinha montada e preparada para ser usada. “Haviam pelo menos oito explosivos prontos para serem detonados, tinha também dinamites com metalon, geralmente usados em caixas eletrônicos, e explosivos com ímãs, que são usados para explodir cofre fortes.  Eles estavam também fortemente armados, todos com coletes balísticos e fuzis”, explica o coronel.

Márcio Oliveira se refere ao grupo que foi desarticulado na região de Barras e Batalha. Com eles, a polícia apreendeu dois fuzis, sendo um AK47 Russo e um MK Americano, além de seis pistolas, sendo cinco nove milímetros e uma Ponto 40 e armas que disparavam automaticamente. O possível ataque que eles fariam em cidades próximas a Piracuruca foi frustrado pela ação da polícia ainda no final de semana. 


Edição: Adriana Magalhães
Por: Geici Mello

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