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Notícias MMA / UFC

22 de julho de 2015

Barão rebate provocação de Dillashaw sobre sorriso novo: "Até papagaio fala"

Brasileiro garante que não deixará rivalidade com o adversário influenciar seu desempenho dentro do octógono.

Às vésperas da tão aguardada revanche entre TJ Dillashaw Renan Barão pelo cinturão dos galos do UFC, o clima entre os dois lutadores voltou a esquentar.
Em entrevista ao programa de TV "America's Pregame", o americano foi questionado sobre o novo visual do atleta da Nova União, que fez um tratamento dentário corrigindo o alinhamento dos dentes. A resposta foi repleta de farpas:

- Acho que ele deveria ter esperado um pouco mais para consertar os dentes, porque eles não vão durar muito. Vou chutar a sua cara - provocou o campeão.
Em entrevista aoCombate.com, nesta terça-feira, em Chicago - palco do duelo deste sábado -, Barão garantiu que não liga para as provocações do rival, que têm se tornado constantes desde a primeira vez em que se enfrentaram, em maio do ano passado. Na oportunidade, Dillashaw teve uma performance dominante e quebrou a invencibilidade de 32 vitórias do brasileiro, tomando também o cinturão dos galos do Ultimate.
- Eu não ligo muito para o que ele fala ou deixa de falar. Eu estou focado no meu objetivo, no meu treinamento e no meu trabalho e, no dia 25, vou mostrar tudo lá em cima. O TJ deve estar me acompanhando bastante. Eu estou tranquilão, quem está procurando descobrir as coisas aí é ele, que parece nervoso. Agora quem vai precisar entrar no seminário vai ser ele. Vou colocar o nome dele na lista lá, mas primeiro precisa ver se a galera vai aceitar. Teve essa história do seminário, ele fala bastante, mas falar até papagaio fala - declarou, relembrando também uma brincadeira feita pelo time de Dillashaw,que inseriu o nome de Barão em uma lista de pessoas inscritas para um seminário de muay thai de seu então treinador principal, Duane Ludwig.

Desde que perdeu o título para TJ, Renan se preparou por duas vezes para enfrentar novamente seu algoz. Na primeira, marcada para a luta principal do UFC 177, em agosto do ano passado, o atleta da Nova União teve problemas com o corte de peso e precisou se retirar do card na véspera do evento, sendo substituído por Joe Sotto. Um novo encontro foi remarcado depois, em 25 de abril, na luta principal do UFC 186. Dessa vez, no entanto, foi o americano quem precisou se retirar do card devido a uma lesão na costela.
Faltando quatro dias para o "UFC Chicago", Barão se diz pronto para, finalmente, realizar a tão aguardada revanche. O brasileiro, no entanto, garante que hoje é um atleta completamente diferente do que pisou no octógono contra TJ pela primeira vez.
- Eu mudei bastante, inclusive a parte do meu peso. Tentei fazer esse camp bem mais leve, tive uma boa alimentação, um nutricionista sempre me acompanhando. Hoje, por exemplo, acabei de chegar em Chicago e só tenho cinco quilos para perder até a pesagem. Estou de visual novo, dei um  "tchan" nos dentes, mas não mudei só essa parte. Às vezes, eu comia muita besteira e agora estou tentando me cuidar mais. Acho que essa é a filosofia de um atleta.
Barão diz que estudou muito o jogo do adversário para o duelo deste sábado.  Ele reconhece algumas virtudes de TJ, mas afirma que seu foco está, principalmente, nas falhas indentificadas no jogo do rival. 

- O TJ  nunca mais se apresentou da mesma forma que me venceu. Ele tem uma boa movimentação ali, enquanto eu sou um cara mais parado, que cai para dentro. Porém, nenhuma movimentação é caso para me frustrar. Ele tem muitas brechas em seu jogo e eu estou muito bem treinado e focado. A cabeça está a mil, mas estou muito bem, tranquilo e feliz de poder estar aqui e de ter essa oportunidade de, mais uma vez, reconquistar o meu sonho. Não vou deixar nada do que ele falar tirar a minha concentração lá dentro do octógono.  Esse sábado vai ser só na paraibagem e vamos trazer esse cinturão de volta para o Brasil - prometeu.

UFC: Barão x Dillashaw 2
25 de julho, em Chicago (EUA)

CARD PRINCIPAL- a partir de 21h (horário de Brasília)
Peso-galo: TJ Dillashaw x Renan Barão
Peso-galo: Miesha Tate x Jessica Eye
Peso-leve: Edson Barboza x Paul Felder
Peso-leve: Joe Lauzon x Takanori Gom

CARD PRELIMINAR - a partir de 17h15m (horário de Brasília)
Peso-meio-pesado: Gian Villante x Tom Lawlor
Peso-leve: Jim Miller x Danny Castillo
Peso-meio-médio: Kenny Robertson x Ben Saunders
Peso-galo: Eddie Wineland x Bryan Caraway
Peso-leve: Daron Cruickshank x James Krause
Peso-leve: Ramsey Nijem x Andrew Holbrook
Peso-galo: Jessamyn Duke x Elizabeth Phillips
Peso-meio-médio: Zak Cummings x Dominique Steel

Foto: Reprodução/Globoesporte.com

Campeão do TUF se empolga e pede por Anderson Silva x Fedor no UFC

Anderson Silva não luta desde e janeiro e, ainda na incerteza sobre seu julgamento após ter sido flagrado em dois exames antidoping, segue sem data para retornar ao octógono. Por sua vez, Fedor Emelianenko, que afirmou que pretende voltar a competir,

Anderson Silva não luta desde e janeiro e, ainda na incerteza sobre seu julgamento após ter sido flagrado em dois exames antidoping, segue sem data para retornar ao octógono. Por sua vez, Fedor Emelianenko, que afirmou que pretende voltar a competir, ainda nem sabe onde e quando usará um par de luvas de novo. Empecilhos que não parecem incomodar Diego Sanchez, veterano do maior show de MMA do mundo.

Aos 33 anos, o campeão da primeira temporada do TUF nos EUA não escondeu o desejo de ver a luta entre os dois maiores nomes da história do esporte, mesmo que passado o auge de ambos e que as condições não sejam as mais promissoras no momento.

“Anderson Silva x Fedor seria a luta dos sonhos. Eu pagaria por isso”, afirmou em seu Twitter o casca-grossa que já competiu em três divisão diferentes no octógono e planeja descer para os pesos-penas (66 kg) em busca de recorde histórico.

Embora ainda não haja nenhum posicionamento oficial do UFC ou do Bellator, duas maiores organizações de MMA do mundo, estima-se que as duas companhias estejam em contato direto com os managers do lendário russo, ex-campeão peso-pesado do Pride, para recebê-lo em seu retorno aos cages.

UFC demite cutman que reclamou de acordo com Reebok

A polêmica envolvendo o milionário patrocínio da Rebook ao UFC ganhou mais um capítulo. E desta vez doloroso. Cutman mais famoso da organização, Stitch Duran foi demitido do show na última terça-feira (21), como ele mesmo informou em sua conta em

A polêmica envolvendo o milionário patrocínio da Rebook ao UFC ganhou mais um capítulo. E desta vez doloroso. Cutman mais famoso da organização, Stitch Duran foi demitido do show na última terça-feira (21), como ele mesmo informou em sua conta em redes sociais.

De acordo com o simpático ex-funcionário da organização, o motivo de seu desligamento do show teria sido sua reclamação pública em relação às perdas financeiras que o contrato do Ultimate com a marca de material esportivo gerou não só a ele, mas a todos os responsáveis por cuidar dos cortes e sangramentos dos atletas nos intervalos dos rounds.

“O UFC me deixou porque eu falei sobre o acordo com a Reebok. Agora é procurar por um novo emprego”, afirmou Duran em resposta a um comentário de um fã no Twitter.

No final da semana passada, o o cutman deu início à polêmica afirmando que ele e seus companheiros de trabalho seriam impedidos de expor quaisquer patrocínios pessoais uma vez dentro do octógono, assim como os lutadores. No entanto, apenas os atletas passariam a ser pagos pela Reebok.

Dito isso, Stitch Duran havia previsto que, com o curte brusco em sua receita, ele passaria a prestar mais atenção a novas ofertas no mundo do boxe, onde iniciou e fez carreia (e onde seguia atuando com menos frequência) antes de migrar para o MMA. No entanto, o momento de voltar aos ringues talvez tenha chegado antes do imaginado.

Mãe de Ronda Rousey interfere em cantada que filha recebia de jogador de beisebol

Ronda Rousey parece ser a bola da vez, e não só dentro do octógono ou nas telas de cinema. Depois de ser cantada publicamente pelo jogador de futebol americano universitário Cardale Jones, a judoca foi paparicada por Anthony Giansanti, jogador do Chi

Ronda Rousey parece ser a bola da vez, e não só dentro do octógono ou nas telas de cinema. Depois de ser cantada publicamente pelo jogador de futebol americano universitário Cardale Jones, a judoca foi paparicada por Anthony Giansanti, jogador do Chicago Cubs, time da liga americana de beisebol. Até aí tudo bem, não fosse a interferência da mãe da atleta.

Depois de insistir, também via Twitter (olha que original), em um date com a campeã peso-galo (61 kg) do UFC e mandar quatro mensagens na rede social, inclusive pedindo ajuda dos fãs para que a loira aceitasse seu convite para ir ao casamento do também jogador de beisebol Dustin Geiger, Giansanti só acalmou quando recebeu uma resposta curta e direta da mulher que um dia sonhou chamar de sogra.

“Ela está no meio de todas as suas coisas com o Brasil agora”, afirmou AnnMaria se referindo ao treinamento da filha para a luta contra Bethe Correia agendada para o dia 1º de agosto, na cidade do Rio de Janeiro e válido pelo cinturão da categoria.

Mais contido, mas ainda de olho na lutadora, o rapaz pediu desculpas pelo incômodo durante a preparação para o tão importante duelo, mas desejou que Ronda celebre sua vitória de uma maneira curiosa.

“Minhas desculpas para Ronda. Vá, defenda seu título e então celebre comendo um cachorro-quente e tomando uma cerveja vendo um jogo de beisebol”, finalizou com segundas intenções.

José Aldo lamenta falta de concorrentes de peso ao domínio do UFC

Lutador número um peso-por-peso e campeão dos penas (66 kg) da maior organização de MMA do planeta, José Aldo supostamente não teria do que reclamar. Mas a falta de concorrentes à altura do UFC parece incomodar o manauara, que lamentou a exploraç

Lutador número um peso-por-peso e campeão dos penas (66 kg) da maior organização de MMA do planeta, José Aldo supostamente não teria do que reclamar. Mas a falta de concorrentes à altura do UFC parece incomodar o manauara, que lamentou a exploração a que muitos lutadores são submetidos dentro da organização presidida por Dana White.

Em recente coletiva de imprensa realizada na academia Nova União, no Rio de Janeiro, o brasileiro fez uma avaliação sobre a falta de opções no mercado de MMA e como o ‘monopólio’ do UFC tem afetado diretamente os lutadores.

“Quando eles (UFC) tem um concorrente à altura, eles compram, essa é a realidade. É uma situação difícil e eu não posso fazer nada sobre isso. Os caras trabalharam muito para chegar onde estão e, se eles fazem isso, é porque no começo foi difícil, então eles estão colhendo o que plantaram. Hoje em dia, o principal sonho dos lutadores é chegar no UFC. Então, se você chegar lá e te oferecerem uma mariola, você tem que aceitar, porque ou é isso ou não é”, disse Aldo, que sonha com uma realidade diferente.

“Sou contratado do UFC e tenho que defender o meu evento, mas se tivéssemos um concorrente como foi o Pride ou se o Bellator tivesse do mesmo tamanho, as coisas não seriam assim. É lógico que eu preferia que existisse um evento maior e que as negociações fossem totalmente diferentes, mas não posso fazer nada”, lamentou.

Único campeão na história dos penas do UFC, José Aldo fará a sua oitava defesa de cinturão diante do campeão interino, Conor McGregor, em luta sem data nem local definidos, já que o brasileiro ainda se recupera da lesão na costela que o deixou fora do show de número 189 da organização. Treinador do campeão linear, André Pederneiras garantiu seu pupilo pronto para lutar até o final do ano.

21 de julho de 2015

Pai de McGregor contraria lutador e afasta medo em Zé Aldo

Desde que José Aldo se machucou e cancelou sua apresentação na luta principal do UFC 189, em duelo contra Conor McGregor, o irlandês tomou a dianteira e passou a atacar o campeão linear dos pesos-penas (66 kg), por vezes insinuando que ele estaria co

Desde que José Aldo se machucou e cancelou sua apresentação na luta principal do UFC 189, em duelo contra Conor McGregor, o irlandês tomou a dianteira e passou a atacar o campeão linear dos pesos-penas (66 kg), por vezes insinuando que ele estaria com medo do duelo. Mas nem todos concordam com sua teoria.

Tony McGregor, pai do falastrão, afirmou que não vê o brasileiro com medo de enfrentar o filho, nova grande estrela da organização, mas deu a entender que não acreditou na versão de fratura na costela para o adiamento do confronto.

“Pessoalmente, não acho que ele [Aldo] está com medo dele [Conor]. Apenas não sei porque ele não lutou. […] “Eu odiaria pensar que um campeão tem medo de outro lutador, você sabe? Tenho respeito por todos os lutadores, por qualquer um que pisa dentro do octógono. Não sei porque ele saiu da luta, mas o fato que importa é que ele o fez”, afirmou McGregor pai ao programa MMA Hour.

Questionado sobre a grandiosidade da turnê mundial que envolveu os principais nomes da divisão dos pesos-penas (66 kg) no início do ano e sobre a possibilidade da promoção para o duelo, que desta vez deve sair do papel, superar os recordes quebrados, seu Tony não foi muito otimista.

“Não posso ver a promoção mundial acontecendo de novo. Eu não falaria por eles, mas não imagino o Aldo participando de outra turnê mundial. Acho que ele já teve o bastante”, finalizou.

 

Minotauro comemora volta de Fedor e critica nova geração do MMA

Ex-campeão do Rings, Pride e UFC (interino), Rodrigo ‘Minotauro’ carregava uma aura de imbatível, no final da década de 90 e início do século 21 e,  era considerado o número um dos pesos-pesados no mundo. No entanto, um russo chamado Fedor Emel

Ex-campeão do Rings, Pride e UFC (interino), Rodrigo ‘Minotauro’ carregava uma aura de imbatível, no final da década de 90 e início do século 21 e,  era considerado o número um dos pesos-pesados no mundo. No entanto, um russo chamado Fedor Emelianenko surgiu na história e tomou o seu posto, em março de 2003, quando bateu a o baiano bom de briga na decisão unânime dos juízes e lhe tomou o cinturão do Pride. Os atletas se enfrentariam mais duas vezes, com mais uma vitória de Fedor e um “No Contest”, mas se engana quem pensa que Minotauro não ficou feliz com o retorno de Fedor, que deixou a aposentadoria aos 38 anos de idade.

Caso o UFC contrate o antigo rival do brasileiro, Minotauro revelou, em recente entrevista a jornalistas no Rio de Janeiro, que adoraria fazer a quarta luta com o homem que tomou seu trono de melhor peso-pesado do planeta.

“Ele é um grande ídolo do esporte, se ainda tem saúde e vontade de lutar, o mundo do MMA quer vê-lo lutar. Tem espaço para grandes ídolos. Veja o Tito Ortiz , Quinton Jackson, Cro Cop, o público quer ver os ídolos das antigas lutarem. Vemos também a renovação dos atletas, muitas vezes o garoto ganha um cinturão pela força da idade, mas e o ídolo que você torceu a vida inteira? Vai tirar de lá? Não sei se tem força contratual para o Fedor lutar no UFC, mas eu gostaria de lutar novamente com ele um dia. É um grande lutador”, disse Minotauro.

Aos 39 anos, Minotauro já provou tudo que tinha para provar no esporte, passou por diversas cirurgias, mas nem mesmo o retrospecto negativo em suas últimas lutas o faz pensar em parar. O baiano venceu apenas um de seus últimos quatro combates no Ultimate, mas ainda pensa em vingar antigas derrotas e provar que os “coroas” ainda tem vez no MMA.

“Ainda tem espaço para os “quarentões” lutarem (risos). Toda vez que vejo um lutador de mais idade contra um mais jovem, fico com o coroa (risos). Você vê o Frank Mir aí voltando com duas vitórias, se reinventando… Aliás, ele é outro cara que eu gostaria de enfrentar novamente”, disse Minotauro, criticando o uso excessivo da força no MMA atual.

“Tem uma nova geração chegando,  com golpes novos, mas também com mais força física do que a arte marcial. Jogam muita grade, wrestling, tudo muito em cima do preparo. É bom ver uma galera retornando, indo para a trocação franca, não jogando para botar para baixo, pontuar e enrolar. Atualmente, a luta está muito puxada para o lado da regra”, concluiu.

Rodrigo Minotauro retorna ao octógono do UFC no dia primeiro de agosto, no Rio de Janeiro, quando bate de frente com o gigante holandês Stefan Struve.

Faber revela nova confusão com McGregor nos bastidores do TUF 22

Campeão interino dos penas (66 kg) do Ultimate, Conor McGregor está comandando uma equipe rival a de Urijah Faber, durante as gravações do TUF 22, que começaram essa semana, em Las vegas (EUA), e os lutadores voltaram a se estranhar, dessa vez nos ba

Campeão interino dos penas (66 kg) do Ultimate, Conor McGregor está comandando uma equipe rival a de Urijah Faber, durante as gravações do TUF 22, que começaram essa semana, em Las vegas (EUA), e os lutadores voltaram a se estranhar, dessa vez nos bastidores do programa.

Os pesos-penas se envolveram em um pequeno tumulto minutos antes da pesagem do UFC 189, quando McGregor passou a mão na cabeça do “Garoto da Califórnia”, que reagiu imprensando o irlandês na parede.  Em entrevista ao site “The Underground, Faber revelou que voltou a se atracar com o campeão interino, mas dessa vez de maneira mais intensa.

“Ele gosta desses tumultos até o final, quando ele acaba sendo maltratado. A última foi um pouco violenta, e o amigo dele, Tom Egan, teve que vir e nos separar. Mas acho que é tudo na diversão, na maior parte do tempo. Nós dois gostamos de lutar, é isso que fazemos”, avaliou Faber.

No final do TUF 22, Conor McGregor e Urijah Faber não irão se enfrentar, como acontece na maioria das edições do reality show, já que o irlandês espera a recuperação do campeão linear dos penas, José Aldo, para lutar pela unificação do título da divisão.

 

Aldo confirma Renan Barão em forma para luta com Dillashaw

Campeão dos galos (61 kg) do UFC, TJ Dillashaw irá colocar o seu título em jogo pela segunda vez, neste sábado (25), quando enfrenta o brasileiro Renan Barão, em revanche que acontece na cidade de Chicago (EUA). Como o combate foi adiado duas vezes,

Campeão dos galos (61 kg) do UFC, TJ Dillashaw irá colocar o seu título em jogo pela segunda vez, neste sábado (25), quando enfrenta o brasileiro Renan Barão, em revanche que acontece na cidade de Chicago (EUA). Como o combate foi adiado duas vezes, sendo que na segunda por conta de uma contusão do campeão, Renan Barão teve mais tempo para treinar, o que deixou seu companheiro de treinos e campeão dos penas do (66 kg), José Aldo, confiante.

Barão e Dillashaw deveriam ter se enfrentado no UFC 177, que aconteceu em agosto do ano passado, mas o potiguar passou mal durante o processo de perda de peso e teve que deixar a disputa. Joe Soto aceitou disputar o cinturão em cima da hora e acabou nocauteado pelo campeão no quinto round.

Já Renan Barão, se recuperou da derrota para Dillashaw, em março do ano passado, finalizando Mitch Gagnon, em sua última apresentação pelo UFC em dezembro de 2014.

Se o ex-campeão não se apresentou nas melhores condições físicas em sua última luta contra o canadense, agora a situação será diferente. Quem garante é o companheiro de treinos do potiguar, José Aldo, que está confiante de que a Nova União conquistará mais um cinturão, conforme revelou em recente coletiva na Nova União.

“Aposto na vitoria do Barão, não é porque ele é meu amigo, mas não vejo outro resultado. Respeitamos o outro lado, o Dillashaw é um cara duro, mas o pouco que eu vi do treinamento do Barão, pude perceber que ele está muito bem. Espero que ele chegue lá, vença e traga esse cinturão para gente”, disse Aldo.

 

Dillashaw confirma participação no TUF 22 e projeta luta com McGregor

Campeão interino dos penas (66 kg) do UFC, Conor McGregor irá participar do TUF 22, comandando uma equipe rival a de Urijah Faber e, um companheiro de equipe do “Garoto da Califórnia” está de olho em uma possível luta com o irlandês. Trata-se do

Campeão interino dos penas (66 kg) do UFC, Conor McGregor irá participar do TUF 22, comandando uma equipe rival a de Urijah Faber e, um companheiro de equipe do “Garoto da Califórnia” está de olho em uma possível luta com o irlandês. Trata-se do campeão dos galos (61 kg), TJ Dillashaw, que defende o seu título neste sábado (25), diante de Renan Barão, em Chicago (EUA).

McGregor conquistou o título interino no último dia 11, nos EUA, quando nocauteou Chad Mendes no segundo round. Dillashaw está certo de que uma luta sua conta o irlandês seria um sucesso, conforme revelou em entrevista ao site “MMA Junkie”.

“Tenho certeza que todos gostariam de ver essa luta, e eu adoraria lutar com Conor, pois ele venceu meu companheiro de equipe Chad Mendes. Eu adoraria isso. Ele é o campeão interino, não sei quando ele e José Aldo vão se enfrentar, sei que será daqui a pouco, mas eu gostaria de ter a oportunidade de enfrentá-lo também”, declarou Dillashaw.

O TUF 22 começará a ser filmado nesta semana, em Las Vegas (EUA) e, após a luta com Barão, Dillashaw pretende dar uma força a Faber durante o reality show e aproveitar para mapear o jogo de McGregor.

“Depois da minha luta eu provavelmente vou para lá ajudar Urijah por algumas semanas, quero ajudar alguns dos rapazes e motivá-los. Também vai ser bom para ver como é o McGregor. Tenho certeza que ele vai falar muito e será um bom personagem para a TV. Vai ser divertido de ver”, afirmou.

 

Dominick Cruz projeta retorno ao UFC até o final do ano

Ex-campeão dos galos (61kg) do UFC, Dominick Cruz sofreu uma série de lesões que o mantiveram afastado do octógono do maior evento do planeta, que não viu outra solução e destituiu o americano de seu cinturão. Dominick revelou em recente entrevist

Ex-campeão dos galos (61kg) do UFC, Dominick Cruz sofreu uma série de lesões que o mantiveram afastado do octógono do maior evento do planeta, que não viu outra solução e destituiu o americano de seu cinturão. Dominick revelou em recente entrevista ao “Inside MMA” que projeta retornar ao Ultimate no final do ano.

O lutador defendeu o cinturão com sucesso em duas oportunidades antes de sofrer uma grave lesão no joelho. Quase três anos sem lutar, Cruz retornou no UFC 178 e atropelou o japonês Takeya Mizugaki, em setembro do ano passado. No entanto, o americano sofreu outra nova torção no joelho, dessa vez na outra perna. O lutador não vê a hora de disputar o cinturão da categoria e ainda se considera o melhor do mundo.

“Minha meta é estar de volta no final do ano. Tiraram meu título, saí dos rankings, tudo que eu conquistei foi tomado de mim. Quero voltar para a minha próxima luta bem saudável e eu definitivamente quero lutar pelo título, não me importo quem seja o campeão. Acredito que sou o melhor do mundo e nunca perdi essa posição, então não vejo a hora de voltar e buscar o que é meu”, disse Cruz.

A última defesa de cinturão de Dominick Cruz aconteceu em outubro de 2011, quando derrotou o atual campeão dos moscas (57 kg), Demetrious Johnson, na decisão unânime dos juízes.

Barão garante ter aprendido com erros e promete entrar a 'mil por hora' em revanche

Ex-campeão dos pesos-galos (61 kg) do UFC, Renan ‘Barão’ tenta recuperar o cinturão da categoria diante do seu algoz TJ Dillashaw, em luta que acontece neste sábado (25), em Chicago (EUA). Mais de um ano após o fatídico nocaute, o brasileiro dis

Ex-campeão dos pesos-galos (61 kg) do UFC, Renan ‘Barão’ tenta recuperar o cinturão da categoria diante do seu algoz TJ Dillashaw, em luta que acontece neste sábado (25), em Chicago (EUA). Mais de um ano após o fatídico nocaute, o brasileiro disse que aprendeu com os erros da primeira luta, prometeu entrar ligado e garantiu saber os caminhos para a vitória.

O combate, por sinal, foi cancelado em duas oportunidades. Na primeira, Barão passou mal durante o corte de peso e teve que desfalcar o card do UFC 177, que aconteceu em agosto do ano passado, nos EUA. Na ocasião, Dillashaw nocauteou o substituto Joe Soto no round final. Já em abril deste ano, o lutador da Alpha Male cancelou a luta poucas semanas antes do UFC 186, que aconteceu em Montreal (CAN), por conta de uma lesão na costela. Por isso, Barão aproveitou para tirar proveito do tempo que o americano teve que ficar parado.

“A lesão dele teve o lado bom para mim, porque não parei de treinar e de assistir as lutas dele, para mostrar lá dentro que realmente eu aprendi com meus erros. Agora será diferente, porque agora já sei os caminhos para vencer. Estou focado em trazer esse cinturão de volta com um nocaute ou finalização. Quem tem boca fala o que quer, eu prefiro ficar mais concentrado no meu treinamento e responder no octógono”, disse Barão, e entrevista a jornalistas, no Rio de Janeiro.

No primeiro encontro entre os aletas, ficou nítida a maior velocidade do americano, que deixou Barão perdido no octógono, abusando do jogo de pernas para esquivar e desferir seus golpes. Apesar da velocidade do rival, Renan garantiu que não pretende neutralizá-la, pois sua estratégia será outra.

“Não tenho que tentar neutralizar a velocidade dele, apenas fazer o meu jogo, que é finalizar ou nocautear a qualquer momento. Vou entrar bem mais ligado desde o início da luta e cair para dentro. Vou lutar para frente e bem atento. É bom que ele esteja preparado, porque eu estou a 1000 por hora e irei soltar o meu jogo”, concluiu.

Miesha Tate e namorado serão córneres um do outro na mesma noite no UFC

Miesha Tate e Bryan Caraway já chamavam a atenção por formarem o único casal de lutadores (oficialmente falando) a competirem ao mesmo tempo do UFC. E, curiosamente, neste sábado (25) eles alcançarão outra marca, já que, de forma inédita, os pom

Miesha Tate e Bryan Caraway já chamavam a atenção por formarem o único casal de lutadores (oficialmente falando) a competirem ao mesmo tempo do UFC. E, curiosamente, neste sábado (25) eles alcançarão outra marca, já que, de forma inédita, os pombinhos se apresentarão no mesmo e, ainda por cima, serão córneres um do outro.

Em entrevista ao site MMA Junkie, Miesha afirmou que entre as vantagens nessa situação está o fato de que ambos puderam compartilhar o desgaste do camp juntos, inclusive  rígida dieta pré-combate que ambos pesos-galos (61 kg) tiveram que encarar.

“O camp de treinamento vem sendo ótimo porque nós dois temos a mesma agenda, a mesma rotina de dieta. Nós dois comemos de forma saudável e nenhum de nós tem o desejo ou energia para sair ou fazer qualquer coisa. Tem sido ótimo. Eu gostei de fazer o camp juntos, mas na nite da luta, eu não sei. Será interessante”, descreveu, ainda com um ar de dúvida.

Questionada sobre o quanto uma derrota do amado, que luta no card preliminar, atrapalharia seu desempenho no co-main event da noite, uma das grandes musas do UFC, foi categórica ao demonstrar sua confiança.

“Tenho toda a confiança de que ele vai ganhar esta luta. A não ser que ele saia de ambulância inconsciente, aí eu provavelmente entraria em pânico e ficaria: ‘Eu não vou lutar, eu vou ao hospital’. Mas Bryan é tão resistente e tem um queixo maluco, além de muito talentoso. Então, acho que ele vai vencer e ir com uma energia muito positiva para a minha luta”, finalizou

Dos Anjos acusa 'Caubói do UFC' de criar polêmica para apressar luta: "Vai levar surra"

Sempre sorridente e disposto a travar um clima amistoso com os rivais que cruzarão seu caminho no octógono, Donald Cerrone pegou a todos de surpresa ao acusar Rafael dos Anjos de usar esteroides em sua conta no Twitter. O brasileiro, campeão peso-leve

Sempre sorridente e disposto a travar um clima amistoso com os rivais que cruzarão seu caminho no octógono, Donald Cerrone pegou a todos de surpresa ao acusar Rafael dos Anjos de usar esteroides em sua conta no Twitter. O brasileiro, campeão peso-leve (70 kg) do UFC, não demorou a saber da notícia e foi claro ao garantir seu descontentamento com a postura do atleta escalado para ser seu primeiro desafiante ao título.

Em lógica própria, Cerrone afirmou que o campeão estaria usando de sua lesão para se afastar do octógono e limpar seu corpo dos anabolizantes, talvez com receio da rigidez com que a organização passou a usar ao lidar com atletas flagrados nos exames antidoping. Cenário este refutado rapidamente por Dos Anjos em conversa com a reportagem da Ag. Fight.

“Ele é um brincalhão, falou comigo numa boa em Las Vegas. Até estranhei ele ter dito isso, acho que ele quer me apressar para lutar. Mas estou com uma lesão, não posso me adiantar e ficar com algo permanente. Ele falou comigo em Vegas, disse que eu ia acabar forçando ele a pegar outra luta, disse que precisa de grana. Pô, eu também preciso lutar, tenho dois filhos para sustentar. Ninguém quer mais do que eu. Meu conselho é: economiza um dinheiro que a gente luta em dezembro”, narrou o carioca, que foi mais a fundo ao analisar a relação do rival com as artes marciais.

“Ele vai aguardar mesmo tomando a cerveja dele, não tem como acontecer outra coisa. Ele é duro, mas nunca vai ser campeão do UFC, como nunca foi do WEC. Eu treinei a minha vida inteira para ser campeão, é isso o que eu amo, o que eu faço. Pode falar as besteiras que quiser, porque vai tomar outra surra.

Na primeira vez que se encontraram no octógono, em agosto de 2013, Cerrone foi dominado pelo ritmo constante de Dos Anjos, que impôs sua última derrota na carreira até o momento. De lá para cá, o americano soma oito triunfos seguidos, o que lhe rendeu a chance de lutar pelo título. Posto este sempre colocado em risco, uma vez que o ‘Caubói’ do UFC não esconde sua necessidade de fazer mais lutas para ganhar mais dinheiro e poder bancar seu elevado custo de vida.

“Já vi declaração dele dizendo que não gosta de lutar. Ele gosta de treinar, de ter fãs e de ser popular. Mas ele não faz por amor, é um cara que não tem amor pelo que faz, então nunca vai ser o melhor. Eu ganho minha vida assim, é o sustento da minha família. Não posso perder para um cara assim”, provocou.

Na conversa que teriam tido em Las Vegas na semana da Fight Week, Cerrone teria exposto a necessidade de pagar seus impostos ao Governo Americano, e que, pedindo para que o brasileiro voltasse ao octógono o mais rápido possível, levou a conversa em clima amistoso. Bem diferente da postura que adotou nas redes sociais.

“Passo a ver ele de uma forma diferente, sem dúvida. Sempre me tratou de uma forma, agora mostrou um outro lado. Mas não fico chateado, eu não sou amigo dele e nem quero ser. Mostrou ter um caráter duvidoso”, sentenciou o campeão peso-leve do UFC.

Nurmagomedov pede por Fedor no UFC, mas faz alerta ao veterano

Um dos maiores nomes da história do MMA, Fedor Emelianenko anunciou seu retorno ao esporte, aos 38 anos, e o seu compatriota Khabib Nurmagomedov, astro do UFC, demonstrou preocupação com o futuro de seu ídolo. O número 3 na divisão dos pesos-leves (

Um dos maiores nomes da história do MMA, Fedor Emelianenko anunciou seu retorno ao esporte, aos 38 anos, e o seu compatriota Khabib Nurmagomedov, astro do UFC, demonstrou preocupação com o futuro de seu ídolo. O número 3 na divisão dos pesos-leves (70 kg) do maior show de MMA declarou, através de uma rede social, que gostaria muito de ver Fedor retornar, mas que espera que o atleta tenha a noção de que o esporte mudou.

Com um cartel de 34 vitórias e apenas quatro derrotas, Fedor está parado desde 2012, quando atropelou o brasileiro Pedro Rizzo com um nocaute em 81 segundos, pelo M-1 Global, na Rússia. Sem lutar desde então, o veterano recebeu o apoio de Khabib que declarou sonhar em vê-lo assinar com o Ultimate, pois, segundo ele, seu lugar é entre os melhores.

“Cresci assistindo as lutas do Fedor e ninguém quer mais do que eu que ele volte. No entanto, não gostaria de vê-lo no Bellator, pois todos sabem que ele merece lutar no UFC”, disse Nurmagemedov, que já até traçou uma carreira para o ex-campeão do Pride.

“Para começar, ele poderia fazer uma revanche contra o Pezão, seria uma boa luta para o retorno. Depois poderiam botar ele contra o Dan Henderson no evento principal da primeira viagem que o UFC fizer a Rússia. Depois disso, ele poderia lutar pelo título contra o Werdum, se o brasileiro ainda for o campeão”, projetou.

Apesar da empolgação com o retorno da lenda e uma possível contratação pelo Ultimate, Khabib, que propositalmente citou três revanches contra atletas que venceram Fedor, também fez questão de alertar o compatriota de que o esporte mudou muito desde a época em que o peso-pesado era considerado imbatível no extinto evento japonês Pride.

“Espero que o Fedor entenda que o MMA mudou demais nos últimos anos. Mas, de qualquer forma, desejo que ele esteja com a saúde em dia e uma boa sorte”, encerrou.

20 de julho de 2015

Desastre! Seis brasileiros perdem posições no ranking do UFC

A atualização semanal do ranking do UFC, divulgada nesta segunda-feira (20), trouxe um dos piores cenários possíveis para os fãs brasileiros. Após um breve período de oito dias que contou com três edições do show, a dança das cadeiras apareceu

A atualização semanal do ranking do UFC, divulgada nesta segunda-feira (20), trouxe um dos piores cenários possíveis para os fãs brasileiros. Após um breve período de oito dias que contou com três edições do show, a dança das cadeiras apareceu de novo e, das dez categorias em questão, além da lista peso-por-peso, nenhum brasileiro subiu de posição e, ainda por cima, seis deles caíram degraus.

No ranking que mistura todos os nomes independentemente da categoria de peso, destaque para o campeão peso-leve (70 kg) Rafael dos Anjos, que foi superado por Robbie Lawler e agora ocupa a oitava posição, e Anderson Silva, que segue sem competir aguardando o julgamento sobre seu exame antidoping positivo e perdeu dois postos, caindo para a 13ª posição.

Entre os moscas (57 kg), John Lineker, que mesmo com estreia marcada na divisão de cima segue nessa lista, caiu um degrau e agora é o número oito. Já entre os galos (61 kg), o invicto Thomas Almeida, que curtiu o TOP 10 por apenas uma semana, agora é o 11º.

Veterano do octógono, Thiago ‘Pitbull’ também foi lembrado nesta ‘segunda-feira negra’ e passou para a posição de número 14 entre os meio-médios (77 kg), uma abaixo da que ocupava até o final de semana. Por fim, a peso-palha (52 kg) Juliana Lima também desceu um degrau e agora é a 12ª de sua categoria.

Lutador do UFC é pego no doping e amarga gancho de um ano

Quando Dana White anunciou no início do ano a nova postura do evento no combate ao uso de esteroides, o que passou a incluir punições mais severas e aumento no número de exames, a certeza de que muitos atletas seriam pegos foi anunciada. E, passado me

Quando Dana White anunciou no início do ano a nova postura do evento no combate ao uso de esteroides, o que passou a incluir punições mais severas e aumento no número de exames, a certeza de que muitos atletas seriam pegos foi anunciada. E, passado menos de um mês da introdução do novo controle, a segunda ‘vítima’ foi feita.

Aos 30 anos, o meio-médio (77 kg) mexicano Augusto Montano foi flagrado com elevados índices de testosterona após sua luta realizada no UFC 188, no último dia 13 de junho. Na ocasião, para piorar, o atleta acabou derrotado por pontos pelo irlandês Cathal Pendred.

E, como punição, Montano automaticamente ganhou um ano de gancho, a exemplo da pena aplicada no peso-leve (70 kg) Gilbert Melendez, que foi derrotado por pontos Eddie Alvarez no mesmo evento e pego também com índices elevados de testosterona no corpo.

“O UFC tem rígida e consistente política contra o uso de qualquer substância ilegal e/ou drogas para aumento de performance, estimulantes ou substâncias que mascarem agentes em nosso atletas. Como resultado de um teste positivo, Montano aceitou um ano de suspensão, efetivo a partir da data de hoje por violar a política de conduta de um lutador do UFC”, afirmou em comunicado oficial o evento.

Feijão revela antídoto para não ser 'amarrado' por wrestler no UFC Rio

Ex-campeão do Strikeforce, Rafael ‘Feijão’ retorna ao octógono do UFC no dia 1º de agosto, no Rio de Janeiro, quando enfrenta o norte-americano Patrick Cummins pela divisão dos meio-pesados (93 kg), em retorno ao octógono após derrota por pont

Ex-campeão do Strikeforce, Rafael ‘Feijão’ retorna ao octógono do UFC no dia 1º de agosto, no Rio de Janeiro, quando enfrenta o norte-americano Patrick Cummins pela divisão dos meio-pesados (93 kg), em retorno ao octógono após derrota por pontos para Ryan Bader. E, demonstrando confiança no reencontro com a vitória, o atleta da Team Nogueira garantiu que não será ‘amarrado’ por mais um wrestler, em recente entrevista a jornalistas no Rio de Janeiro.

Em sua última luta, em junho do ano passado, o brasileiro acabou derrotado por Bader que, após imprimir o seu jogo de “carrapato”, grudou e não soltou mais Rafael durante os 15 minutos de ação para levar a melhor na decisão unânime dos juízes. Com isso em mente, Feijão revelou ter bolado com seus treinadores um ‘antídoto’ para não deixar o próximo rival trabalhar a luta agarrada.

“Estou mais leve e me sentindo muito bem para enfrentar esse cara que é muito duro. Vou inibir o wrestling dele usando a agressividade, essa será a palavra-chave para essa luta. Fiquei sem reagir diante de um wrestler na minha última luta, mas vou voltar a fazer o que eu fazia antes, que é a antecipação. Minha joelhada é um arma que pode ser usada e o Cummins vai ter que ficar em pé comigo, o que para ele vai ser um problema”, disse o lutador.

Apesar de ser faixa-preta de jiu-jitsu, o paulista conquistou 11 nocautes nas 12 vitórias que possui na carreira e não é a toa que pretende investir em uma trocação variada para confundir Patrick Cummins.

“Se ele quiser fazer aquele jogo de ficar na grade, vai sair todo cortado. Vai chegar um momento que ele não vai querer mais estar ali dentro comigo, pois vou usar as cotoveladas, joelhadas e agredir o tempo inteiro, isso confunde os wrestlers. Acredito muito na minha parte em pé e irei frustrar as quedas dele, imprimindo meu ritmo, trabalhando bastante o ‘dirty boxe'”, encerrou.

Na luta principal do UFC 190, a campeã dos galos (61 kg), Ronda Rousey, defende o cinturão diante da brasileira Bethe Correia, em um duelo de invictas.

Se deu bem! Lutador do UFC faz acordo com Justiça Americana e passa apenas um dia na prisão

Nick Diaz, sempre ele, foi notícia em novo caso policial. No entanto, ao menos desta vez, o fim da história não foi de todo mal. Julgado nesta semana pelos dois casos em que foi atuado em flagrante dirigindo alcoolizado, o americano entrou em um acordo

Nick Diaz, sempre ele, foi notícia em novo caso policial. No entanto, ao menos desta vez, o fim da história não foi de todo mal. Julgado nesta semana pelos dois casos em que foi atuado em flagrante dirigindo alcoolizado, o americano entrou em um acordo com a Justiça Americana para passar apenas um dia na prisão.

As informações são do site TMZ, que acompanhou o caso e relatou que os advogados do atleta usaram como argumento a confissão de culpa em ambas as histórias e o fato de que ele já havia cumprido uma noite em confinamento quando foi autuado pela última vez, em setembro de 2014.

Aos 31 anos, Diaz também precisará cumprir três anos de liberdade condicional, período este em que ele, além de não poder fazer nada de errado (aguardemos), o lutador terá que avisar a entidade americana sobre toda viagem que for fazer além de depender de aprovação para realizar as mesmas.

Tudo isso somado aos três casos de doping na carreira – todos pelo uso de marijuana – e as constantes polêmicas envolvendo confusões com atletas adversários assim como ausência em eventos obrigatórios do UFC fazem do mais velho dos irmãos Diaz uma senhora dor de cabeça para os patrões.

Em sua última luta no octógono, Nick foi derrotado por pontos por Anderson Silva, em janeiro deste ano. Semanas depois, ambos foram flagrados no exame antidoping.

Técnico promete Barão 'diferente' e se diz confiante na conquista de cinturão do UFC

Ex-campeão dos galos (61kg) do UFC, Renan ‘Barão’ terá a oportunidade de recuperar o cinturão da categoria neste sábado (25), quando encara o seu algoz, TJ Dillashaw, em revanche que acontece em Chicago (EUA) e o treinador do brasileiro André Pe

Ex-campeão dos galos (61kg) do UFC, Renan ‘Barão’ terá a oportunidade de recuperar o cinturão da categoria neste sábado (25), quando encara o seu algoz, TJ Dillashaw, em revanche que acontece em Chicago (EUA) e o treinador do brasileiro André Pederneiras está confiante.

Apesar da vitória, o potiguar não convenceu em sua última luta, realizada em dezembro do ano passado, em Barueri (SP), mostrando ainda estar longe da forma que o consagrou. No entanto, para essa disputa de título contra Dillashaw, o treinador do potiguar garantiu que seu atleta virá com outra postura.

“Ele está completamente diferente de sua última luta contra o Gagnon, o Barão está em um momento muito bom. De todas as lutas que ele fez no UFC, esse treinamento para o Dilashaw está entre os melhores que ele já vi, ele está muito bem preparado. Estou muito confiante para essa luta. O Barão está muito bem. Mas luta é luta. Ele pode tomar uma porrada, perder e dizerem que ele estava pior do que na outra luta. Mas o Barão está muito bem e vou me surpreender se ele não trouxer o cinturão”, disse ‘Dedé’, em recente coletiva no Rio de Janeiro.

A revanche entre os atletas foi adiada em duas oportunidades: na primeira, o potiguar deixou a luta em cima da hora após passar mal durante a perda de peso, enquanto Dillashaw foi obrigado a deixar o combate por conta de uma lesão.

O campeão vem de vitória por nocaute sobre Joe Soto, em agosto do ano passado, enquanto Renan finalizou Mitch Gagnon em sua última apresentação, em dezembro de 2014.

 

 

 

Tibau contraria reclamações de atletas e promete recuperar 10 kg em 24h sem soro: "É psicológico"

A nova imposição da USADA (agência de controle antidopagem dos EUA que assumiu os testes realizados nos atletas do UFC) entrará em vigor apenas em outubro, data em que os competidores serão proibidos de fazerem reposição intravenosa para se reidrat

A nova imposição da USADA (agência de controle antidopagem dos EUA que assumiu os testes realizados nos atletas do UFC) entrará em vigor apenas em outubro, data em que os competidores serão proibidos de fazerem reposição intravenosa para se reidratarem, o que já dá o que falar e levanta polêmicas entre os que mais perdem peso para se apresentarem no octógono. Desde o anúncio oficial da introdução da medida, o clima de incerteza pairou no ar e lutadores das mais diversas categorias passaram a cogitar subirem de divisão, o que, caso confirmado, deve mudar por completo a dinâmica do esporte. Não para o brasileiro Gleison ‘Tibau’, que deu de ombros e tudo isso.

Famoso por ser o lutador que mais perde e recupera peso no MMA mundial em proporção ao seu tamanho – Tibau chega a pesar 88kg em off, bate 70 kg na balança e 24 h depois sobe no octógono com cerca de 82 kg -. o atleta da academia America Top Team se mostrou surpresa com a polêmica e garantiu que, de fato, nada mudará para ele, e que sua rotina será mantida com ou sem reposição intravenosa.

“Achei que a nova regra vai me beneficiar muito. Eu sempre perdi muito peso e na minha recuperação tiveram lutas em que tomei e lutas em que eu não tomei soro. Quando tomava, tinha que controlar e tomar pouco, para não subir muito de peso e ficar pesado. Fiz lutas sem tomar nada em que minhas performances foram boas. Para mim, o soro só ajuda para recuperar o apetite”, surpreendeu o brasileiro com o maior número de combates no UFC em conversa com a reportagem da Ag Fight.

De acordo com o brasileiro, o esforço para perder peso e a calma na hora de recuperar é um processo longo e arduo, e que exige, além de foco e paciência, de preparo mental, ponto que ele garante ser o seu forte.

“Sim, eu recupero bem o peso sem tomar soro, só controlando a dieta. Depois de cinco horas da pesagem eu recupero quase 10 kg apenas bebendo água, isotônico e água de coco. […] É possível, sim, é tudo psicológico. Digo com todas as provas do mundo porque já lutei com soro e sem soro, e meu peso subiu da mesma forma”, narrou.

Ao contrário de Tibau, no entanto, diversos lutadores, dentre eles José Aldo, campeão dos pesos-penas (66 kg), reclamaram da mudança em discursos que aumentam os rumores de uma debandada de competidores rumo às divisões mais pesadas. O que, em teoria, colocaria Tibau em uma situação privilegiada.

“Até este momento eu vou manter, não penso em subir. Vou tentar manter o peso mais próximo do limite, assim como muitos atletas passarão a fazer para evitar problemas. [..] Se os caras de baixo vierem para os leves, seria muito bom para mim, excelente. Eles iam sentir a pressão, a pegada é outra. Digo isso porque treino com a galera de categorias diferentes e muda a pegada mesmo. Sou grande para peso-leve e me acho pequeno para meio-médio. Mas lutar contra os caras do pena seria uma vantagem enorme. Apesar de terem muita movimentação, na hora do quebra-quebra, da trocação e do wrestling, ficaria mais fácil para eu controlar”, analisou, lembrando que dependendo do tamanho da debandada, seu cenário poderia mudar em busca da melhoria da qualidade de vida (leia-se, parar de sofrer para cortar peso).

“Se todo mundo subir [de todas as categorias], posso subir também para não sofrer tanto na perda de peso. Ficaria com a mesma estrutura. Subiria para não sofrer tanto, porque a perda de peso é um desgaste enorme”, explicou, ainda com um tom de duvida no ar.

Incertezas sobre reposição intravenosa à arte, Tibau revelou outra mudança que adotará na gestão de sua carreira. Enquanto competir como peso-leve (70 kg), e estiver intimamente ligado ao desgaste do excessivo corte de peso, o lutador não aceitará duelos em cima da hora. Isso porque, em sua última disputa no octógono, o atleta brasileiro acabou surpependido por Tony Ferguson ainda no primeiro round em apresentação que ficou longe do que esperava para quela noite.

“Gosto de pegar luta em cima da hora, como a última, mas fico sem tempo para treinar. Em três semanas eu só perco o peso, e senti isso na luta. […] Não me arrependi, mas a gente viu que hoje não tem como fazer isso mais. Fiz isso cinco anos atrás, mas o esporte está em outro nível. Não dá mais. Não sei se é a idade, se estou mais velho, mas o peso está saindo mais difícil”, revelou o casca-grossa.

Ex-parceiro de treinos de 'Spider' é nocauteado em estreia no Titan FC

Aos 41 anos de idade, o ex-parceiro de treinos de Anderson Silva, Jose “Pelé” Landi-Jons não foi bem em seu retorno ao mercado internacional de MMA. O veterano acabou derrotado por nocaute técnico, no último sábado (18), no Kansas (EUA), por Zak

Aos 41 anos de idade, o ex-parceiro de treinos de Anderson Silva, Jose “Pelé” Landi-Jons não foi bem em seu retorno ao mercado internacional de MMA. O veterano acabou derrotado por nocaute técnico, no último sábado (18), no Kansas (EUA), por Zak Bucia, após uma sequência de socos no segundo round.

O ex-UFC, Iliarde Santos travou uma guerra contra Tim Elliott, válida pelo título dos moscas (57 kg) da organização, mas acabou derrotado pelo americano na decisão unânime dos juízes, após cinco rounds.

Outro brasileiro presente no card do Titan foi Lucas Rodolfo Rota, que foi derrotado por interrupção médica por Gerald Meerschaert, no terceiro round. Freddy Assunção salvou a pátria brasileira ao finalizar Cody Bollinger com um triângulo, na segunda parcial.

Nas principais disputas, Pat Healy derrotou Marcus Edwards por nocaute técnico no segundo round, conquistando o cinturão dos leves (70 kg), enquanto Andre Harrison bateu Kurt Holobaugh na decisão unânime, pelo título dos penas (66 kg).

Confira abaixo os resultados completos do Titan FC 34:

Pat Healy derrotou Marcus Edwards por nocaute técnico no 2R
Andre Harrison derrotou Kurt Holobaugh por decisão unânime dos jurados
Brett Johns derrotou Anthony Gutierrez por decisão dividida dos jurados
Tim Elliot derrotou Iliarde Santos por decisão unânime dos jurados
Freddy Assuncão finalizou Cody Bollinger com um triângulo no 2R
Zak Bucia derrotou José Pelé Landi por nocaute no 2R
Jason Witt derrotou Isaac Vallie-Flagg por desqualificação (Golpe ilegal)
Gerald Meerschaert derrotou Lucas Rodolfo Rota por nocaute técnico no 3R
Desmond Green derrotou Vincent Eazelle por nocaute no 1R
Dakota Cochrane derrotou Mike Bruno por nocaute técnico no 3R
Andrew Whitney derrotou William Joplin por decisão unânime dos jurados
Cody Peterson finalizou Joseph Fulk com uma chave de braço no 1R

Aldo debocha da proibição de soro intravenoso no UFC: "Vou continuar tomando"

Além de ter aumentado a rigidez no controle antidoping de seus lutadores, o Ultimate anunciou que pretende proibir a  reidratação com soro intravenoso após a pesagem, prática comum no meio. Muito tem se discutido sobre a questão e a possível subi

Além de ter aumentado a rigidez no controle antidoping de seus lutadores, o Ultimate anunciou que pretende proibir a  reidratação com soro intravenoso após a pesagem, prática comum no meio. Muito tem se discutido sobre a questão e a possível subida de peso de alguns atletas, que não teriam condições de se recuperar adequadamente usando o soro via oral. Campeão dos pesos-penas (66 kg) do UFC, José Aldo está acostumado a perder bastante peso e não parece preocupado com o banimento da prática que utiliza há anos para se reidratar.

“É muito difícil você não colocar soro intravenoso por ser a maneira mais fácil de recuperar (o peso). Alguns falaram que via oral era melhor, não sei de onde tiraram isso. Qualquer pessoa debilitada que vai no hospital, a primeira coisa que é feita é tomar soro na veia. Vou continuar tomando na veia, pouco me importa. Falo que vou comer, vou embora e faço. Não vão me tirar da luta. Não estou nem aí para eles. Podem falar o que for. Isso é o melhor, cientificamente comprovado, não tem como falar que não pode. Só se colocarem um segurança 24 horas comigo (risos). Vou para o quarto de um amigo, para a casa de alguém, como vão controlar? Não é doping. Falaram que vão fazer exame, mas como vão saber que botei soro na veia pela minha urina? Só se os caras forem ninjas (risos)”, disse Aldo, em recente coletiva, no Rio de Janeiro.

Treinador do campeão, André Pederneiras tentou botar panos quentes na declaração de seu pupilo e garantiu que seus atletas irão seguir as regras impostas. No entanto, o técnico aponta para a dificuldade de se fiscalizar a utilização do método de reidratação na veia e pede por uma reavaliação da ideia pelo Ultimate.

“Uns vão seguir e outros não, como vão controlar? Pegar a USADA para o controle de doping é ótimo, mas tem que pegar tudo o que eles fazem. Quando o Jeff (Nowitzky, vice-presidente de Saúde e Performance dos Atletas do UFC) esteve aqui para falar de doping, o soro intravenoso estava para ser suspenso a partir de primeiro de julho. Não achava justo fazer isso de forma tão imediata. Não sei se reavaliaram por conta da entrevista que dei ou por outro motivo. O UFC vai olhar essa situação com a USADA e a ABCD (Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem). O que acontece nas Olimpíadas é que é proibido você ter agulha no seu quarto. Independente de como vai usar. Soro na veia é proibido dentro da parte olímpica. Não pode ter nada disso. São as regras da USADA para competições internacionais. Isso em esportes amadores. Mas estamos falando de um esporte profissional. O UFC quer o melhor para todo mundo, mas não pode ser profissional em uma parte e pegar algo amador de outra, é preciso haver uma reavaliação,” encerrou.

Único campeão da história dos penas do UFC, José Aldo deveria ter feito a oitava defesa de cinturão em 11 de julho, diante de McGregor, mas uma lesão na costela tirou o manauara. Chad Mendes entrou no lugar do brasileiro e acabou nocauteado no segundo round pelo irlandês, que conquistou o cinturão interino da categoria.

19 de julho de 2015

Aldo admite que vitória de McGregor é mais lucrativa para ele

Segundo o presidente do UFC, Dana White, a luta entre o campeão dos penas (66 kg), José Aldo e Conor McGregor, que deveria ter acontecido em 11 de julho, em Las Vegas (EUA), foi a que recebeu o maior investimento na história da organização americana.

Segundo o presidente do UFC, Dana White, a luta entre o campeão dos penas (66 kg), José Aldo e Conor McGregor, que deveria ter acontecido em 11 de julho, em Las Vegas (EUA), foi a que recebeu o maior investimento na história da organização americana. E o manauara sabe bem o prejuízo que tomaria caso o irlandês não derrotasse o substituto, em luta que aconteceu pelo título interino.

Infelizmente, Aldo lesionou a costela e teve que deixar a peleja, dando lugar a Chad Mendes, nocauteado pelo irlandês no segundo round, para a felicidade do brasileiro, que admitiu que uma trilogia com o americano não seria o ideal para o seu bolso.

“Seria um prejuízo para mim lutar com Chad de novo. Ele é um cara duríssimo, treinado, mas olhando pelo lado financeiro não é tão bom. Pensamos em lutar como Conor, pedimos um prazo para ver se dava para lutar mesmo machucado”, disse Aldo, em recente entrevista no Rio de Janeiro, avaliando as dificuldades que enfrentou.

“Foi passando o tempo e a melhora não foi a esperada. Ainda sinto um pouco. No tempo que fiquei parado, ficava deitado só de lado no sofá, não me mexia e precisava de ajuda para levantar. Isso atrapalhou bastante. Se tivesse condição, ia, pois estava bem treinado. Mas não deu”, lamentou.

A unificação do cinturão dos penas ainda não tem data definida para acontecer, porém o treinador de José Aldo, André Pederneiras garantiu que o manauara estará pronto para lutar ainda este ano. Quando se recuperar da lesão, o brasileiro deve fazer uma nova turnê mundial para divulgar o confronto com o irlandês e garantiu que de nada vai adiantar a boca grande de McGregor, além de promover mais uma vez o combate.

“Ele pode falar o que for, que não vai mudar nada. As armas que ele tem não chegam aos pés do que eu vou mostrá-lo. McGregor, se prepare que estou chegando”, concluiu Aldo.

José Aldo fez a sua última defesa de cinturão em outubro do ano passado, quando derrotou Chad Mendes na decisão unânime dos juízes, naquela que foi eleita a melhor luta do ano.

 

Algoz de brasileiro revela que quase perdeu a vida antes da luta

O peso-leve (70 kg), Steven Ray ‘atropelou’ o brasileiro Leonardo “Macarrão” no primeiro round do UFC Escócia, que aconteceu no último sábado (18), em Glasgow. Porém a maior batalha do escocês aconteceu fora do octógono, já que o lutador

O peso-leve (70 kg), Steven Ray ‘atropelou’ o brasileiro Leonardo “Macarrão” no primeiro round do UFC Escócia, que aconteceu no último sábado (18), em Glasgow. Porém a maior batalha do escocês aconteceu fora do octógono, já que o lutador sofreu um acidente de moto durante sua preparação para a luta e chegou a pensar que fosse morrer.

“Não esperava sair voando para longe da moto. Bati, estava chovendo e caí da moto a 40 milhas por hora (cerca de 64 km/h). Só me lembro de ter freado de maneira brusca e pensar que fosse morrer. Quando me ergui e vi que estava bem, percebi que poderia ter saído da luta por causa de algo estúpido”, disse Ray, na coletiva de imprensa após o evento.

Steven Ray faturou o bônus de cerca de R$ 158 mil pela “performance da noite” com o nocaute conquistado sobre Macarrão e, após viver um momento delicado, o escocês pretende dar uma guinada em sua vida. “Parece um sonho para mim. Estou surpreso com isso. Nunca tive muito dinheiro e esse bônus vai ajudar bastante a mudar minha vida.”, concluiu.

Na luta principal do UFC Escócia, Michael Bisping derrotou Thales Leites na decisão dividida dos juízes, pela categoria dos pesos médios (84 kg).

Shields promete fazer Toquinho pagar "karma": "Merece ser machucado"

Campeão dos meio-médios (77 kg) do WSOF, Rousimar “Toquinho” fará a sua segunda defesa de cinturão diante do ex-campeão do Strikeforce, Jake Shields, em luta programada para o dia 1º de agosto, em Las Vegas (EUA) e o seu adversário não está

Campeão dos meio-médios (77 kg) do WSOF, Rousimar “Toquinho” fará a sua segunda defesa de cinturão diante do ex-campeão do Strikeforce, Jake Shields, em luta programada para o dia 1º de agosto, em Las Vegas (EUA) e o seu adversário não está para brincadeira.

“Meu foco principal é o cinturão. Vou lutar com um cara que machuca seus adversários, quebra seus joelhos e calcanhares, ele realmente merece ser machucado e vou fazer de tudo para ele pagar esse Karma. Tenho afiado o meu jiu-jitsu na academia do Renzo Gracie e estou muito motivado para lutar com um cara que acha divertido machucar os outros”, disse Shields, em vídeo promocional do evento.

Rousimar Palhares foi demitido do UFC em 2013, após finalizar Mike Pierce com uma chave de calcanhar e demorar para soltar a posição, mesmo após o adversário ter sinalizado a desistência. O lutador já havia sido punido anteriormente pelo Ultimate pelo mesmo motivo.

O mineiro conquistou o cinturão do WSOF em março de 2014, ao finalizar Steve Carl com uma chave de calcanhar no primeiro round. Em sua primeira defesa de cinturão, em dezembro do ano passado, Toquinho finalizou Jon Fitch com uma chave de joelho em 90 segundos.

Shields promete fazer Toquinho pagar karma: "Merece ser machucado"

Campeão dos meio-médios (77 kg) do WSOF, Rousimar “Toquinho” fará a sua segunda defesa de cinturão diante do ex-campeão do Strikeforce, Jake Shields, em luta programada para o dia 1º de agosto, em Las Vegas (EUA) e o seu adversário não está

Campeão dos meio-médios (77 kg) do WSOF, Rousimar “Toquinho” fará a sua segunda defesa de cinturão diante do ex-campeão do Strikeforce, Jake Shields, em luta programada para o dia 1º de agosto, em Las Vegas (EUA) e o seu adversário não está para brincadeira.

“Meu foco principal é o cinturão. Vou lutar com um cara que machuca seus adversários, quebra seus joelhos e calcanhares, ele realmente merece ser machucado e vou fazer de tudo para ele pagar esse Karma. Tenho afiado o meu jiu-jitsu na academia do Renzo Gracie e estou muito motivado para lutar com um cara que acha divertido machucar os outros”, disse Shields, em vídeo promocional do evento.

Rousimar Palhares foi demitido do UFC em 2013, após finalizar Mike Pierce com uma chave de calcanhar e demorar para soltar a posição, mesmo após o adversário ter sinalizado a desistência. O lutador já havia sido punido anteriormente pelo Ultimate pelo mesmo motivo.

O mineiro conquistou o cinturão do WSOF em março de 2014, ao finalizar Steve Carl com uma chave de calcanhar no primeiro round. Em sua primeira defesa de cinturão, em dezembro do ano passado, Toquinho finalizou Jon Fitch com uma chave de joelho em 90 segundos.

Thales reconhece superioridade de Bisping e admite erros

Peso médio (84 kg) do UFC, Thales Leites teve uma sequência de cinco vitórias na organização americana interrompida, no último sábado (18), quando acabou derrotado por Michael Bisping na decisão dividida, em evento que aconteceu em Glasgow, na Esc

Peso médio (84 kg) do UFC, Thales Leites teve uma sequência de cinco vitórias na organização americana interrompida, no último sábado (18), quando acabou derrotado por Michael Bisping na decisão dividida, em evento que aconteceu em Glasgow, na Escócia. O brasileiro reconheceu a superioridade do inglês e atribuiu a derrota ao fato de não estar acostumado a lutar cinco rounds.

“Para ser sincero, estou muito decepcionado comigo, cometi vários erros nessa luta. O Bisping lutou muito bem, é um cara que está acostumado a lutar cinco rounds e essa foi a segunda vez que lutei 25 minutos. Ele usou muito bem o espaço dentro do octógono e foi isso que aconteceu, só me resta voltar para a academia, treinar mais e voltar mais forte. Não sofri nenhuma lesão nessa luta, apenas escoriações no rosto”, disse Thales, em coletiva após o evento.

Faixa-preta de jiu-jitsu, Leites tentou derrubar Bisping poucas vezes e foi frustrado pelas defesas de queda do adversário. Quando perguntado sobre o motivo pelo qual não colocou a sua arte suave em prática, o carioca revelou que sua estratégia principal era manter a luta em pé.

“Meu plano de jogo era manter a luta de pé, mas tentei levar ele para o chão algumas vezes e o Bisping defendeu bem minhas entradas de queda. Quando consegui derrubá-lo, ele se levantou rápido e não fui capaz de manter a luta no solo. Não é fácil derrubar o adversário e principalmente mantê-lo no chão, são coisas que acontecem, agora é analisar meus erros e voltar melhor”, concluiu.

Belfort responde Rockhold e relembra chute que nocauteou americano

Faz dois anos que Vitor Belfort é assunto constante nos discursos de Luke Rockhold. Nocauteado pelo brasileiro em 2013, o americano engatou uma sequência de vitórias desde então e  se credenciou para disputar o cinturão dos pesos médios (84 kg) dia

Faz dois anos que Vitor Belfort é assunto constante nos discursos de Luke Rockhold. Nocauteado pelo brasileiro em 2013, o americano engatou uma sequência de vitórias desde então e  se credenciou para disputar o cinturão dos pesos médios (84 kg) diante do campeão Chris Weidman. Mérito este que não é o suficiente para tirar o ‘Fenômeno’ da cabeça.

Em entrevista ao site BJ Penn, o veterano de 38 anos afastou qualquer possibilidade de rivalidade com o ateta que vive o chamando de trapaceiro e dopado, e ironizou sua postura ao relembrar o rápido nocaute anotado comum chute alto ainda no primeiro round, em duelo realizado no Brasil.

“Eu não tenho rivalidade com ninguém, ele que tem. Acho que aquele chute rodado pegou sua cabeça. Não tenho nada contra ninguém. Quero lutar com os melhores caras, como sempre digo, quero finalizar meu legado no esporte lutando com os melhores”, narrou, ao seu estilo.

Sem data para retornar ao octógono, Belfort vem de derrota por nocaute para Weidman em duelo que valeu o cinturão da categoria. Caso vencesse a disputa, o lutador seria o terceiro lutador da história a garantir cinturões em duas divisões diferentes no octógono. Antes dele, Randy Couture e BJ Penn realizaram o feito.

18 de julho de 2015

Bisping perde a linha e xinga Belfort ao pedir revanche com brasileiro: "É um m…"

Se Michael Bisping já costuma falar muito quando está por baixo, imagina após a importante vitória conquistada sobre o brasileiro Thales Leite no UFC Escócia, evento realizado neste sábado (18), na cidade de Glasgow. E, como de costume, seu alvo pre

Se Michael Bisping já costuma falar muito quando está por baixo, imagina após a importante vitória conquistada sobre o brasileiro Thales Leite no UFC Escócia, evento realizado neste sábado (18), na cidade de Glasgow. E, como de costume, seu alvo preferido voltou a ser atacado: o também brasileiro Vitor Belfort.

Vindo de derrota para Chris Weidman em luta válida pelo cinturão dos pesos médios (84 kg), Vitor, que nocauteou Bisping dois anos atrás, foi xingado publicamente durante coletiva de imprensa realizada após o evento.

“Quando ele lutou comigo, ele parecia um helterofilista. Mas quando lutou com o Weidman, ele parecia um senhor de idade que frequenta academia toda semana. São pessoas diferentes, e eu adoraria arrebentar a cara dele e caar sua boca de vez. Nem respeito ele, acho ele um m…”, bradou deixando clara a sua vontade de fazer a revanche contra o ‘Fenômeno’.

Por sinal, outro dos algozes do atleta de 36 anos também foi lembrado na conversa com os jornalistas. Dan Henderson, que assim omo Vitor foi obrigado a fazer o uso de TRT (Terapia de Reposição Hormonal), também foi desafiado para uma revanche pelo polêmico atleta britânico.

“O Dan Henderson era outro que fazia TRT quando nós lutamos. Existe um motivo para terem banido isso. Esses caras diziam que precisavam de TRT para lutar, ms mesmo com isso proibido eles seguem litando. Precisava ou não?Não precisavam, eles estavam trapaceando. Adoraria fazer a revanche com eles”, finalizou.

Apático, Thales Leite lidera desastre brasileiro no UFC Escócia

O UFC Escócia, que aconteceu neste sábado (18) em Glasgow, foi desastroso para o Brasil, que saiu do octógono com três derrotas e nenhuma vitória. Na luta principal da noite, o inglês Michael Bisping dominou Thales Leites usando o seu kickboxing e l

O UFC Escócia, que aconteceu neste sábado (18) em Glasgow, foi desastroso para o Brasil, que saiu do octógono com três derrotas e nenhuma vitória. Na luta principal da noite, o inglês Michael Bisping dominou Thales Leites usando o seu kickboxing e levou a melhor na decisão dividida dos juízes após cinco rounds. Leonardo ‘Macarrão’ foi nocauteado por Stevie Ray e ‘Ivan Batman’ finalizado por Joseph Duffy, irlandês conhecido por ter derrotado McGregor em 38 segundos, ainda em 2010. Confira abaixo os relatos de tudo que aconteceu no UFC Escócia.

Thales apático

No primeiro round, Thales dominou o centro do octógono e chegou a conectar alguns bons golpes, mas lhe faltava uma sequência e, aos poucos, Bisping passou a controlar o cage e desferir jabs limpos na cara do brasileiro, além de bons chutes. Na segunda parcial, a luta permaneceu equilibrada, o brasileiro conseguiu derrubar, mas não foi efetivo e mais uma vez Bisping impôs seu ritmo e jogo de pernas para passear pelo octógono e conectar os melhores golpes.

No terceiro round, Thales voltou mais agressivo e balançou o inglês com uma boa sequência de mãos, além de conseguir uma rápida queda no final da parcial. Mesmo após a vitória no round anterior, o brasileiro seguiu apático para a quarta etapa e fez mais uma vez o jogo que o seu rival queria.

No round decisivo, o brasileiro tentou dar o sprint final, encurralando Bisping com uma sequencia de socos, mas o rival estava mais esperto na luta. Thales acertou menos golpes, no entanto mais pesados, enquanto o inglês conectou muitos jabs na cara do brasileiro, pontuando com clareza, conseguindo uma vitória relativamente tranquila.

Apesar da atuação apática do atleta da academia Nova União, um dos juízes deu a vitória para o brasileiro, que acabou derrotado na decisão dividida dos juízes, interrompendo uma sequência de cinco triunfos. O lutador lamentou a derrota para o veterano, em entrevista ainda dentro do cage.

“Não esperava que ele fosse tão duro, soube usar muito bem o cage. Se os juízes deram a vitória para ele, quem sou eu para ir contra. Ele teve uma boa defesa de quedas, acreditei na minha mão, mas infelizmente não consegui a vitória essa noite”, disse Thales.

Evan Dunhan quase quebra braço de Pearson e vence na estratégia

Peso-leve (70 kg) do UFC, Evan Dunhan jogou de maneira estratégica e conseguiu impor seu jogo diante de Ross Pearson, levando a melhor na decisão unânime dos juízes. No primeiro round, o americano aplicou um arm-lock em Pearson, que teve o seu braço envergado, mas preferiu não bater e escapou da posição na base da raça.

Nos rounds seguintes, Dunhan conseguiu impor novamente o seu “jogo de carrapato” e não deixou o inglês desenvolver o seu ponto forte que é o boxe, passando boa parte das parciais nas costas do campeão do TUF 9. É a segunda vitória seguida de Evan Dunhan na divisão dos leves (70 kg), que tem como campeão o brasileiro Rafael dos Anjos.

Algoz de McGregor finaliza Ivan ‘Batman’ e engata a segunda no UFC

O peso-leve (70 kg) irlandês Joseph Duffy não deu chances para Ivan ‘Batman’, dominando completamente a luta em pé e usando muito bem sua envergadura. No momento em que o brasileiro encurta a distância e tenta aplicar uma queda, o irlandês se aproveita de um descuido de Batman com o braço e já encaixa um justo triângulo, que obriga o faixa-preta de jiu-jitsu a desistir em pouco mais de três minutos de luta.

Aos 27 anos, Joseph Duffy possui um cartel com 14 vitórias e apenas uma derrota. O lutador já derrotou o compatriota Conor McGregor, em 2010, finalizando o atual campeão interino dos penas (66 kg) com um kata-gatame em apenas 38 segundos.

Leonardo ‘Macarrão’ é nocauteado por escocês no primeiro round

O brasileiro Leonardo ‘Macarrão’ abriu o card principal do UFC Escócia, mas não foi bem diante de Stevie Ray. Os pesos-leves (70 kg) começaram o duelo se estudando e o curitibano aplica bons chutes baixos, que foram respondidos com um duro cruzado do escocês. Macarrão saí cambaleando pelo octógono e leva uma dura sequência, que termina com um pesado golpe de direita de Stevie, apagando o atleta de Curitiba, que amarga a segunda derrotas em três lutas no UFC. Já o Escocês conquista a quarta vitória seguida na franquia americana.

Calderwood bate Casey em luta feminina de alto nível

Como sempre, as mulheres não decepcionaram dentro do octógono. As pesos-palhas (52 kg) Joanne Calderwood e Cortney Casey deram um show. Se Casey levou vantagem no primeiro round, usando o seu bom jiu-jitsu, a escocesa mudou o panorama da peleja na segunda etapa, conectando os melhores golpes em pé e amassando a adversária no solo.

No round final, a atleta local comprovou seu melhor preparo físico e castigou Casey, conquistando um knockdown com um chute rodado no corpo da americana, que sobreviveu e vendeu caro a derrota na decisão unânime dos juízes.  Calderwood conquista a décima vitória da carreira, a segunda no peso-palha do UFC.

Na segunda luta do card principal do UFC em Glasgow, Leon Edwards e Pawlak destoaram do ritmo eletrizante do evento e fizeram uma luta morna. O jamaicano de 23 anos levou a melhor em pé, mas ao invés de insistir na trocação, preferia cadenciar a peleja pressionando o polonês contra a grade. Em ritmo de treino, o meio-médio (77 kg) Edwards conquista a segunda vitória consecutiva na categoria.

Confira abaixo os resultados completos do UFC Escócia:

CARD PRINCIPAL
Michael Bisping derrotou Thales Leites na decisão unânime dos juízes
Evan Dunhan derrotou Ross Pearson na decisão unânime dos juízes
Joseph Duffy finalizou Ivan Batman aos 03:05 s do R1
Joanne Calderwood derrotou Cortney Casey na decisão unânime dos juízes
Leon Edwards derrotou Pawel Pawlak na decisão unânime dos juízes
Stevie Ray derrrotou Leonardo Mafra por nocaute técnico aos 2:30 s do R1

CARD PRELIMINAR
Paddy Holohan derrotou Vaughan Lee na decisão unânime dos juízes
Ilir Latifi nocauteou Hans Stringer aos 56 s do R1
Mickael Lebout derrotou Teemu Packalen na decisão unânime dos juízes
Robert Whiteford derrotou Paul Redmond  por nocaute técnico aos 03: 04 s do R1
Jimmie Rivera derrotou Marcus Brimage aos 1:29 s do R1
Daniel Omielanczuk derrotou Chris de la Rocha por nocaute técnico aos 48 s do R1

Show de nocautes marca card preliminar do UFC Escócia

O card preliminar do ‘UFC Escócia’, que aconteceu neste sábado (18), em Glasgow, foi simplesmente espetacular, com quatro das seis lutas terminando em nocaute no primeiro round e duas boas lutas decididas na decisão dos juízes. Destaque para o atl

O card preliminar do ‘UFC Escócia’, que aconteceu neste sábado (18), em Glasgow, foi simplesmente espetacular, com quatro das seis lutas terminando em nocaute no primeiro round e duas boas lutas decididas na decisão dos juízes. Destaque para o atleta local, Robert Whiteford, que nocauteou Paul Redmond e correu para a galera para comemorar, no melhor estilo José Aldo, dando trabalho aos seguranças. Quem brilhou também foi o companheiro de treinos de Alexander Gustafsson, Ilir Latifi que mostrou uma mão muito dura e desconectou Hans Stringer em apenas 56 segundos de luta. Confira abaixo como se desenrolaram os combates do card preliminar do UFC Escócia:

Parceiro de McGregor dá show de jiu-jitsu e leva a melhor na decisão

Na última luta do card preliminar, o parceiro de treinos de Conor McGregor, ‘Paddy’ Holohan passou o round inteiro com Vaughan Lee dentro de sua guarda e logo o irlandês atacou o triângulo, mas o inglês se defendeu como pode, conseguiu sobreviver e no final da parcial escapou da posição, terminando o round nas costas de Paddy.

No segundo round, mais um show de jiu-jitsu de Paddy, que quase conseguiu a finalização, mais uma vez usando sua guarda, dessa vez através de uma chave de braço, bem defendida. Mais um round dominado pelo irlandês no solo. Já na última parcial, os atletas diminuíram o ritmo e a luta passou a ser disputada em pé, com amplo domínio de Patrick, que conquista a segunda vitória consecutiva no peso-galo (61 kg) do UFC.

Ilir Latifi acerta pancada e nocauteia Hans Stringer em 56 segundos

Companheiro de treinos de Alexander Gustafsson, Ilir Latifi ignorou a maior envergadura de seu adversário e, quando Hans Stringer lhe aplicou um chute, o sueco viu a brecha pra conectar um golpe duríssimo de direita, que levou o oponente a knockdown. No chão, Latifi precisou de apenas mais um golpe para apagar Stringer em 56 segundos e conquistar a segunda vitória em quatro lutas pelo Ultimate. Em entrevista ainda dentro do cage, o sueco pediu uma oportunidade para enfrentar enfrentar um top 10 nos meio-pesados (93 kg).

Atleta local atropela e ‘corre pra galera’ no melhor estilo José Aldo

Na terceira luta da noite, mais um nocaute no primeiro round. Atleta local, Robert Whiteford fez bonito diante do seu público e mostrou uma excelente noção de tempo na trocação diante de Paul Redmond, que andava para frente, mas recebia muitos golpes. O peso-pena (66 kg) da ‘casa’ surpreendeu seu adversário, que veio para a trocação com a guarda aberta e levou um curto cruzado, indo a knockdown.

No chão, Whiteford aplicou mais uns golpes e a peleja foi interrompida pelo árbitro central. No melhor estilo José Aldo, o inglês ‘fugiu’ do octógono e se jogou nos braços de seus familiares, presentes na primeira fila da torcida. É a segunda vitória seguida de Whiteford na categoria.

Promessa da ATT atropela Marcus Brimage

Atleta da ATT, Jimmie Rivera estreou com o pé direito no UFC, conquistando a 16ª vitória consecutiva no peso-galo (61 kg). Invicto desde 2009, a promessa da categoria acertou Marcus Brimage com uma bela combinação, que terminou com um upper de direita, decretando o nocaute em menos de um minuto e meio de luta. Aos 26 anos, o americano conquista a vitória de número 17 de sua carreira, em um cartel com apenas uma derrota.

Em luta técnica, francês bate finlandês na decisão 

No primeiro combate decidido por pontos, Packlen e Lebout fizeram um primeiro round muito movimentado, com trocas de posições no chão, mas Packalen terminou montado e levou ligeira vantagem. Grande demonstração de jiu-jitsu. Na segunda parcial, o francês voltou mais inteiro e conectou os melhores golpes, em um combate travado em pé, já que Lebout defendeu bem as tentativas de queda de Packalen, que terminou por cima no final do round, mas não fez o suficiente para virar a parcial. No terceiro round, prevaleceu o condicionamento físico do francês Lebout, que se recupera da derrota para Sérgio Moraes na estreia, levando a melhor na decisão unânime dos juízes.

O card preliminar já começou em grande estilo, com Daniel Omielanczuk mandando o inexperiente Chris de la Rocha à lona em apenas 48 segundos de luta. O polonês fintou a esquerda e jogou um ‘mata-cobra’ de direita, que deixou seu oponente praticamente nocauteado. Com mais uma ‘marretada’, o árbitro foi obrigado a decretar o nocaute técnico a favor de Omielanczuk, que se recupera de duas derrotas seguidas no peso-pesado do UFC.

Confira abaixo os resultados completos do UFC Escócia:

CARD PRELIMINAR
Paddy Holohan derrotou Vaughan Lee na decisão unânime dos juízes
Ilir Latifi nocauteou Hans Stringer aos 56 s do R1
Mickael Lebout derrotou Teemu Packalen na decisão unânime dos juízes
Robert Whiteford derrotou Paul Redmond  por nocaute técnico aos 03: 04 s do R1
Jimmie Rivera derrotou Marcus Brimage aos 1:29 s do R1
Daniel Omielanczuk derrotou Chris de la Rocha por nocaute técnico aos 48 s do R1

Show de nocautes marcam card preliminar do UFC Escócia

O card preliminar do ‘UFC Escócia’, que aconteceu neste sábado (18), em Glasgow, foi simplesmente espetacular, com quatro das seis lutas terminando em nocaute no primeiro round e duas boas lutas decididas na decisão dos juízes. Destaque para o atl

O card preliminar do ‘UFC Escócia’, que aconteceu neste sábado (18), em Glasgow, foi simplesmente espetacular, com quatro das seis lutas terminando em nocaute no primeiro round e duas boas lutas decididas na decisão dos juízes. Destaque para o atleta local, Robert Whiteford, que nocauteou Paul Redmond e correu para a galera para comemorar, no melhor estilo José Aldo, dando trabalho aos seguranças. Quem brilhou também foi o companheiro de treinos de Alexander Gustafsson, Ilir Latifi que mostrou uma mão muito duro e desconectou Hans Stringer em apenas 56 segundos de luta. Confira abaixo como se desenrolaram os combates do card preliminar do UFC Escócia:

Parceiro de McGregor dá show de jiu-jitsu e leva a melhor na decisão

Na última luta do card preliminar, o parceiro de treinos de Conor McGregor, ‘Paddy’ Holohan passou o round inteiro com Vaughan Lee dentro de sua guarda e logo o irlandês atacou o triângulo, mas o inglês se defendeu como pode, conseguiu sobreviver e no final da parcial escapou da posição, terminando o round nas costas de Paddy. No segundo round, mais um show de jiu-jitsu de Paddy, que quase conseguiu a finalização, mais uma vez usando sua guarda, dessa vez através de uma chave de braço, bem defendida. Mais um round dominado pelo irlandês no solo. Já na última parcial, os atletas diminuíram o ritmo e a luta passou a ser disputada em pé, com amplo domínio de Patrick, que conquista a segunda vitória consecutiva no peso-galo (61 kg) do UFC.

Ilir Latifi acerta pancada e nocauteia Hans Stringer em 56 segundos

Companheiro de treinos de Alexander Gustafsson, Ilir Latifi ignorou a maior envergadura de seu adversário e, quando Hans Stringer lhe aplicou um chute, o sueco viu a brecha pra conectar um golpe duríssimo de direita, que levou o oponente a knockdown. No chão, Latifi precisou de apenas mais um golpe para apagar Stringer em 56 segundos e conquistar a segunda vitória em quatro lutas pelo Ultimate. Em entrevista ainda dentro do cage, o sueco pediu uma oportunidade para enfrentar enfrentar um top 10 nos meio-pesados (93kg).

Lutador da casa nocauteia e comemora no melhor estilo Aldo

O card preliminar já começou em grande estilo, com Daniel Omielanczuk mandando o inexperiente Chris de la Rocha à lona em apenas 48 segundos de luta. O polonês fintou a esquerda e jogou um ‘mata-cobra’ de direita, que deixou seu oponente praticamente nocauteado. Com mais uma ‘marretada’, o árbitro foi obrigado a intervir e decretar o nocaute técnico a favor de Omielanczuk, que se recupera de duas derrotas seguidas no peso-pesado do UFC.

Promessa da ATT atropela Marcus Brimage

Atleta da ATT, Jimmie Rivera estreou com o pé direito no UFC, conquistando a 16ª vitória consecutiva no peso-galo (61kg). Invicto desde 2009, a promessa da categoria acertou Marcus Brimage com uma bela combinação, que terminou com um upper de direita, decretando o nocaute em menos de um minuto e meio de luta. Aos 26 anos, o americano conquista a vitória de número 17 de sua carreira, em um cartel com apenas uma derrota.

Atleta local atropela e ‘corre pra galera’ no melhor estilo José Aldo

Na terceira luta da noite, mais um nocaute no primeiro round. Atleta local, Robert Whiteford fez bonito diante do seu público e mostrou uma excelente noção de tempo na trocação diante de Paul Redmond, que andava para frente, mas recebia muitos golpes. O peso-pena (66kg) da ‘casa’ surpreendeu seu adversário, que veio para a trocação com a guarda aberta e levou um curto cruzado, indo a knockdown.

No chão, Whiteford aplicou mais uns golpes e a peleja foi interrompida pelo árbitro central. No melhor estilo José Aldo, o inglês ‘fugiu’ do octógono e se jogou nos braços de seus familiares, presentes na primeira fila da torcida. É a segunda vitória seguida de Whiteford na categoria.

Em luta técnica, francês bate finlandês na decisão 

No primeiro combate decidido por pontos, Packlen e Lebout fizeram um round muito movimentado com trocas de posições no chão, mas Packalen terminou montado e levou ligeira vantagem. Grande demonstração de jiu-jitsu. Na segunda parcial, o francês voltou mais inteiro e conectou os melhores golpes, em um combate travado em pé, já que Lebout defendeu bem as tentativas de queda de Packalen , que terminou por cima no final do round, mas não fez o suficiente para virar a parcial. No terceiro round, prevaleceu o condicionamento físico do francês Lebout, que se recupera da derrota para Sérgio Moraes na estreia, levando a melhor na decisão unânime dos juízes.

Confira abaixo os resultados completos do UFC Escócia:

CARD PRELIMINAR
Paddy Holohan derrotou Vaughan Lee na decisão unânime dos juízes
Ilir Latifi nocauteou Hans Stringer aos 56 s do R1
Mickael Lebout derrotou Teemu Packalen na decisão unânime dos juízes
Robert Whiteford derrotou Paul Redmond  por nocaute técnico aos 03: 04 s do R1
Jimmie Rivera derrotou Marcus Brimage aos 1:29 s do R1
Daniel Omielanczuk derrotou Chris de la Rocha por nocaute técnico aos 48 s do R1

Minotauro descarta 'marmelada' entre Mendes e McGregor: "Não existe isso no UFC"

Brasileiro tem mania de conspiração, e não é de hoje. Bastou Conor McGregor derrotar o rival Chad Mendes, e faturar o cinturão interino dos pesos-penas (66 kg) do UFC, para pipocarem nas redes sociais opiniões de que o americano teria vendido o comb

Brasileiro tem mania de conspiração, e não é de hoje. Bastou Conor McGregor derrotar o rival Chad Mendes, e faturar o cinturão interino dos pesos-penas (66 kg) do UFC, para pipocarem nas redes sociais opiniões de que o americano teria vendido o combate para facilitar a disputa entre o irlandês e o campeão linear José Aldo, que se lesionou e teve que deixar o combate.

Até mesmo o ex-campeão do Pride e ex-lutador do UFC, Wanderlei Silva, levantou essa suspeita, que foi totalmente descredibilizada por Rodrigo ‘Minotauro’, veterano de 39 anos que tem retorno ao octógono marcado para o dia 1º de agosto.

“Não existe entregar ou vender uma luta. O que aconteceu, na minha opinião, é que ele recebeu a notícia de que ia lutar três semanas antes. Nenhum atleta consegue treinar nesse tempo. Ele poderia estar até meio treinado, mas a perda de peso, o psicológico… Ele não estava tão forte. Ele não conseguiu acompanhar o McGregor, que conseguiu atingir um golpe na lateral do Chad, quando ele estava de lado”, disse Minotauro, em encontro com fãs e imprensa, na quinta-feira (16), no Rio de Janeiro, emendando.

“Não tem isso de comprar a luta, o UFC é seríssimo, a gente não está lidando com WWE (liga de telecatch). Vocês vêem atletas quebrando o braço lá dentro, saindo nocauteado. A gente tem muito orgulho quando pisa no octógono. Com certeza o nosso esporte não sofre isso. Aquilo foi falta de tempo para se preparar. Parabéns ao Chad Mendes por ter aceitado uma luta de cinturão três semanas antes”, concluiu.

Rodrigo Minotauro retorna ao cage do UFC no dia 1º de agosto, no Rio de Janeiro, diante do gigante Stefan Struve, em duelo que acontece na categoria dos pesos-pesados. Na luta principal do evento, a americana Ronda Rousey defende o cinturão dos galos (61kg), diante da potiguar Bethe Correia, em duelo de invictas.

 

Thales Leite releva provocações de Bisping: "Pode até cantar"

Thales Leite vem embalado por cinco vitórias seguidas no UFC e pela primeira vez desde o duelo contra Anderson Silva – válido pelo cinturão dos pesos médios (84 kg), em 2009 – fará o main event de um card do show. O confronto diante de Michael Bi

Thales Leite vem embalado por cinco vitórias seguidas no UFC e pela primeira vez desde o duelo contra Anderson Silva – válido pelo cinturão dos pesos médios (84 kg), em 2009 – fará o main event de um card do show. O confronto diante de Michael Bisping, agendado para este sábado (18) em Glasgow, na Escócia, ganhou repercussão com as provocações e xingamentos proferidos pelo britânico, comportamento ignorado pelo brasileiro.

Em conversa exclusiva com a reportagem da Ag. Fight direto da Escócia, Thales, parceiro de treino de José Aldo, garantiu que a postura do rival não afeta sua preparação mental para a luta e não o coloca em situação de maior pressão para a disputa.

“Nem provocação e nem trash talk, isso não adianta de nada. Vamos entrar no octógono eu, ele e o juiz. E vamos fazer [a luta] da mesma maneira, falando bem ou mal, ele pode até cantar. Não faz diferença”, ironizou o número 10 do ranking.

Por sua vez, Bisping, veterano do cage e que esteve próximo de disputa o cinturão em duas oportunidades na carreira, se encontra uma colocação à frente na seleta lista, o que garante ao embate notoriedade para credenciar o vencedor a voos mais altos na divisão.

“Venho de cinco vitorias, mas meu foco é a luta com o Bisping. Não penso onde isso pode me levar, é uma dia após o outro, um passo de cada vez”, minimizou o carioca que em sua última luta saiu do estilo habitual e travou trocação franca com Tim Boetsch, o que colocou seu triunfo em risco algumas vezes.

“Não acho que saí da estrategia com o Tim. É o jeito de lutar para frente com que eu vou lutar sempre, independentemente do resultado. É mais ou menos o mesmo que vocês viram contra o Boetsch que eu vou fazer agora”, prometeu.

Thales Leites releva provocações de Bisping: "Pode até cantar"

Thales Leite vem embalado por cinco vitórias seguidas no UFC e pela primeira vez desde o duelo contra Anderson Silva – válido pelo cinturão dos pesos médios (84 kg), em 2009 – fará o main event de um card do show. O confronto diante de Michael Bi

Thales Leite vem embalado por cinco vitórias seguidas no UFC e pela primeira vez desde o duelo contra Anderson Silva – válido pelo cinturão dos pesos médios (84 kg), em 2009 – fará o main event de um card do show. O confronto diante de Michael Bisping, agendado para este sábado (18) em Glasgow, na Escócia, ganhou repercussão com as provocações e xingamentos proferidos pelo britânico, comportamento ignorado pelo brasileiro.

Em conversa exclusiva com a reportagem da Ag. Fight direto da Escócia, Thales, parceiro de treino de José Aldo, garantiu que a postura do rival não afeta sua preparação mental para a luta e não o coloca em situação de maior pressão para a disputa.

“Nem provocação e nem trash talk, isso não adianta de nada. Vamos entrar no octógono eu, ele e o juiz. E vamos fazer [a luta] da mesma maneira, falando bem ou mal, ele pode até cantar. Não faz diferença”, ironizou o número 10 do ranking.

Por sua vez, Bisping, veterano do cage e que esteve próximo de disputa o cinturão em duas oportunidades na carreira, se encontra uma colocação à frente na seleta lista, o que garante ao embate notoriedade para credenciar o vencedor a voos mais altos na divisão.

“Venho de cinco vitorias, mas meu foco é a luta com o Bisping. Não penso onde isso pode me levar, é uma dia após o outro, um passo de cada vez”, minimizou o carioca que em sua última luta saiu do estilo habitual e travou trocação franca com Tim Boetsch, o que colocou seu triunfo em risco algumas vezes.

“Não acho que saí da estrategia com o Tim. É o jeito de lutar para frente com que eu vou lutar sempre, independentemente do resultado. É mais ou menos o mesmo que vocês viram contra o Boetsch que eu vou fazer agora”, prometeu.

17 de julho de 2015

Russo joga no limite das regras, anula Douglas Limas e conquista cinturão do Bellator

Depois de acumular cinco vitórias seguidas por nocaute no Bellator, o brasileiro Douglas Lima deu adeus ao cinturão dos meio-médios (77 kg) depois de ser dominado durante cinco rounds pelo russo Andrey Koreshkov nesta sexta-feira (17), em Connecticut

Depois de acumular cinco vitórias seguidas por nocaute no Bellator, o brasileiro Douglas Lima deu adeus ao cinturão dos meio-médios (77 kg) depois de ser dominado durante cinco rounds pelo russo Andrey Koreshkov nesta sexta-feira (17), em Connecticut (EUA).

Favorito para a disputa, Douglas foi superado por uma estratégia consistente o rival baseada no jogo de wrestling, na força e no preparo físico, assim como na paciência. Durante os cinco assalto, Andrey mais pareceu um carrapato e sempre andando para frente, apenas deferiu jabs em pé esperando o momento certo de grudar no brasileiro e levá-lo para a grade.

De lá, trocando pegadas na esgrima para cansar os braços do campeão nocauteador, o russo partia para quedas sistemáticas e, uma vez no chão, a prioridade era conquistar posições, administrar o resultado e bater apenas para manter atividade suficiente para impedir o árbitro de voltar o combate e para garantir a vitória parcial nas papeletas.

Ao fim da disputa, triunfo fácil, e chato, do desafiante por decisão unânime. Ele agora acumula 18 vitórias e apenas uma derrota como profissional, enquanto que Douglas Lima, representante da academia America Top Team (ATT), anotou seu sexto revés, em cartel que conta com impressionantes 26 êxitos (sendo 12 por nocaute e 11 por finalização).

Werdum aprova retorno de Fedor e sugere campanha de fãs para contratação pelo UFC

Sete anos atrás, quando estava próximo de disputar o cinturão do UFC, Fabrício Werdum foi nocauteado pelo então estreante Junior ‘Cigano’ e, envolto em discordâncias contratuais, se desligou do maior show do MMA, o que permitiu que seu caminho s

Sete anos atrás, quando estava próximo de disputar o cinturão do UFC, Fabrício Werdum foi nocauteado pelo então estreante Junior ‘Cigano’ e, envolto em discordâncias contratuais, se desligou do maior show do MMA, o que permitiu que seu caminho se cruzasse com o temido Fedor Emelianenko duas temporadas depois. A vitória, a primeira imposta ao russo em uma década, garantiu notoriedade, dinheiro e confiança ao gaúcho, que depois de uma série de coquistas garantiu o título peso-pesado do maior evento de lutas do mundo.

Agora no topo do esporte, Werdum vê o cenário completamente diferente. Enquanto ele, aos 37 anos, se encontra no ápice da carreira, o russo, uma primavera mais velho e que se aposentou em 2012, anunciou que pretende retornar aos cages de MMA, o que imediatamente criou uma fila de pretendentes para tentar a sorte diante da artilharia do ex-campeão do Pride.

Sem descartar um reencontro, o ‘Vai Cavalo’ foi além e sugeriu que os fãs ajudem a convencer a organização do UFC a investir para contratar Fedor, um reforço de peso não apenas para a divisão, mas para todo o esporte.

“A revanche, todo mundo falou na época. Agora estou em outra situação, sou campeão e ele não está no evento em que eu estou, no UFC. Se ele lutasse aqui, acho que ele faria uma ou duas lutas antes do cinturão. Mas seria legal essa revanche, muita gente gostaria de ver. Depende só do UFC e acho que o público poderia pedir para ele entrar no UFC, fazer um tipo de uma campanha ou algo assim”, apontou o algoz de Cain Velasquez em conversa exclusiva com a reportagem da Ag. Fight.

Com três anos de inatividade, Fedor, em tese, teria dificuldade de se adaptar ao ritmo de constante evolução do esporte, mas Werdum foi categórico ao mencionar que o respeito pelo legado do atleta deve ser o grande foco, e que o russo não precisa provar mais nada a ninguém.

“Claro que acho a volta dele excelente pelo fato dele ter ficado na história do MMA, merece essa oportunidade de novo. Acho que ele precisava desse tempo para descansar, como vários já fizeram. Não gostei quando ganhei dele e ele perdeu mais algumas e teve gente que esqueceu tudo o que ele tinha feito. O cara foi um mito das artes marciais, imagina, dez anos sem perder e a galera caiu em cima. Seria legal ele voltar e ele merece muito assinar com o UFC”, garantiu.

Chael Sonnen questiona lesão de Aldo e sugere que luta com McGregor não sairá do papel

Único campeão da história dos pesos-penas (66 kg) do UFC, José Aldo se recupera da lesão na costela que o retirou do card do UFC 189 e, segundo seu treinador, André Pederneiras, o manauara estará pronto para enfrentar o campeão interino, Conor McG

Único campeão da história dos pesos-penas (66 kg) do UFC, José Aldo se recupera da lesão na costela que o retirou do card do UFC 189 e, segundo seu treinador, André Pederneiras, o manauara estará pronto para enfrentar o campeão interino, Conor McGregor, no final deste ano. Mas há quem duvide. É o caso do ex-desafiante do UFC em três oportunidades, o aposentado Chael Sonnen.

“Bem, nosso presidente Dana White é um jogador. Acho que ele vai colocar muito dinheiro na mesa para tentar colocá-los juntos novamente. Mas não, eu não imagino [que a luta vá acontecer]… Eu não sei porque eles iriam lutar. Isso não vai ser maior do que já foi no UFC 189. E, mesmo sendo tão grande, o José simplesmente não apareceu”, disparou Sonnen, em entrevista ao “TSN’s Off the Record”.

José Aldo ainda não retornou aos treinamentos na academia Nova União, no Rio de Janeiro, por conta de sua lesão, comprovada por raio-x, mas o ‘Gângster Americano’ não perdeu a oportunidade de dar uma cutucada.

“Quero ser responsável com as minhas palavras, porque a saúde de um indivíduo vem em primeiro lugar, mas essa história é extremamente duvidosa. Dois raios-x diferentes foram feitos. Cinco histórias diferentes surgiram. Seu treinador diz que não quer treiná-lo mais. José disse que não quer ser mais da categoria de peso dele, e seu próprio companheiro de equipe, depois que ele se machucou, veio à mídia dizer a todos como ele fez isso. Isso foi um negócio estranho”, encerrou Chael.

José Aldo defendeu o cinturão pelo última vez em outubro do ano passado, quando derrotou Chad Mendes na decisão unânime dos juízes, naquela que foi eleita a melhor luta de 2014.

Vice-campeão do TUF promete ganhar bônus de 50 mil doláres no UFC Rio

Finalista do TUF Brasil 3 Vitor Miranda terá pela frente outro veterano do reality show do Ultimate: Clint Hester, ex-participante da versão norte-americana do programa, em 1º de agosto, no Rio de Janeiro. O Brasileiro já tem um objetivo fixo em sua

Finalista do TUF Brasil 3 Vitor Miranda terá pela frente outro veterano do reality show do Ultimate: Clint Hester, ex-participante da versão norte-americana do programa, em 1º de agosto, no Rio de Janeiro. O Brasileiro já tem um objetivo fixo em sua mente, que é repetir o feito de sua estreia no UFC, em dezembro do ano passado, quando nocauteou Jake Collier e, de quebra, faturou o bônus de U$$ 50 mil.

“O cheque do bônus pela performance já está lá em casa, pendurado no espelho e todo o dia eu olho para ele. Vou em busca desse bônus através de um nocaute ou finalização. Não quero que seja nem pela melhor luta, porque significa que meu adversário também terá resistido bem as minhas investidas, quero pela minha performance”, disse Vitor, em entrevista a jornalistas, na última quinta-feira (16), no Rio de Janeiro.

Adversário de Miranda, Clint Hester possuiu cinco lutas pelo Ultimate e apenas uma derrota em sua última apresentação, em novembro do ano passado, quando acabou nocauteado por Robert Whittaker. Oriundo do muay thai, o catarinense prometeu se mostrar um lutador mais completo no UFC 190 e garantiu ter ‘mapeado’ o jogo do adversário.

“Deu para mapear bem o padrão de luta dele e estamos precavidos ao ponto forte dele que é a mão e os cruzados. Ele é um cara que sabe usar bem a envergadura para jogar os cruzados e é algo que tomarei cuidado. Na luta agarrada, ele faz muito força e tem um antijogo bom, então não adianta eu gastar força à toa para tentar finalizar, já que nem o Braga Neto conseguiu. Podem esperar um lutador mais completo”, disse Vitor, que promete vir ainda mais à vontade do que em seu debute no UFC. 

“Acredito que vou me soltar um pouco mais nessa luta, sem medo de ser derrubado. Caso aconteça, vou trabalhar o meu chão, ou levantar. Minha ideia é manter a luta em pé e se eu tive uma brecha, conseguir uma queda, variar meu jogo. O peso da estreia já passou, agora é seguir em frente”, concluiu.

Na luta principal do UFC 190, a campeã dos galos (61kg) Ronda Rousey defende o cinturão diante da desafiante brasileira Bethe Correia, em duelo de invictas.

 

Treinador garante Aldo pronto para defender cinturão do UFC em 2015

Único campeão dos penas (66kg) da história do UFC, José Aldo deveria ter defendido o seu título diante de Conor McGregor em 11 de julho, em Las Vegas (EUA), mas uma lesão na costela impediu o manauara de seguir na disputa. Chad Mendes entrou em seu

Único campeão dos penas (66kg) da história do UFC, José Aldo deveria ter defendido o seu título diante de Conor McGregor em 11 de julho, em Las Vegas (EUA), mas uma lesão na costela impediu o manauara de seguir na disputa. Chad Mendes entrou em seu lugar e acabou nocauteado pelo irlandês, que conquistou o cinturão interino. Em entrevista à jornalistas, na última quinta-feira (16), no Rio de Janeiro, o treinador de José Aldo garantiu que seu atleta ainda defende o cinturão em 2015.

“A gente tem um novo exame para ser feito para ver como está a fratura e as condições dele antes de fazer qualquer coisa. Não acredito que o Frankie Edgar lute com o McGregor antes do Aldo, porque com certeza até o final do ano ele estará apto. Eu já dei uma entrevista falando que ele conseguiria completar a oitava luta em quatro anos, colocando o cinturão em jogo duas vezes por ano. Novembro ou dezembro ele estará pronto. Mas é aquilo, eu não sou médico. Não posso botar o carro na frente dos bois. O Aldo vai voltar quando os médicos falarem que ele está apto e não corre risco de fraturar o mesmo lugar”, disse André Pederneiras.

Invicto no Ultimate com sete vitórias consecutivas e considerado o melhor lutador peso por peso da organização americana, José Aldo fez pouco caso com relação a criação de um cinturão interino e o seu treinador, de certa forma, até agradeceu.

“O UFC realmente viu pelo lado do business, a gente entende, sabemos que é um negócio. Tendo o cinturão interino, continuaria promovendo a luta que não houve. Graças à Deus o McGregor ganhou e teremos a unificação desse título que será algo muito maior do que qualquer coisa que já aconteceu no UFC. Então, pelo business a gente agradece ao McGregor, porque o Aldo vai ganhar um bom dinheiro batendo nele”, encerrou.

José Aldo defendeu o seu título pelo última vez em outubro do ano passado, no Rio de Janeiro, quando derrotou Chad Mendes na decisão unânime dos juízes, naquela que foi considerada a melhor luta de 2014.

Após três cirurgias no joelho, Douglas Lima promete soltar chute em retorno

Brasileiro faz nesta sexta-feira sua primeira defesa de cinturão no Bellator, contra Andrey Koreshkov e admite: temeu que repetidas lesões encerrassem carreira

Ao derrotar Rick Hawn com um dos nocautes mais bonitos do ano, o brasileiro Douglas Lima realizou um sonho antigo em 18 de abril de 2014: conquistar o cinturão do Bellator. O feito memorável, porém, foi seguido de uma longa ausência da arena circular, incluindo uma defesa de título cancelada em fevereiro passado. O campeão peso-meio-médio enfim faz seu retorno nesta sexta-feira, no evento principal do Bellator 140, em Uncasville (EUA), contra o russo Andrey Koreshkov. Repetidas lesões no joelho forçaram-no a 15 meses sem lutar e ameaçaram o prosseguimento de sua carreira.

Lima rompeu o menisco nos treinos e precisou operar a região. Isso se repetiu três vezes; numa delas, o goiano sofreu uma infecção que atrasou ainda mais sua recuperação. O campeão chegou a pensar que seria forçado a abandonar o esporte.

- Isso me preocupou muito. No ano passado, eu só pensava isso. Até para andar era ruim, de muleta, a perna enfraqueceu, perdi muito osso na perna. Fiz muita reabilitação e voltei a ter a perna normal, os músculos estão de volta. Agora, passou. Agora, só penso em esquecer essa lesão e voltar a 100% - contou Lima, em entrevista por telefone ao Combate.com.

O lutador trabalhou bastante a parte mental no ínterim e promete ser o mesmo lutador de sempre, sem medo de soltar os chutes, com a memória da lesão no joelho superada.

- Entrando lá dentro, vou esquecer tudo e lutar como se nada tivesse acontecido. O negócio agora é a cabeça, o mental é o mais importante, porque estou sarado, o joelho está bom. Estou pronto e vou soltar esse chute de qualquer jeito. É uma das minhas armas principais e não vou ter medo, não. Vou entrar para lutar.

O que "facilita" para Douglas Lima é que Koreshkov também está retornando de uma lesão. O russo, que tem 17 vitórias e só uma derrota na carreira, passou por uma cirurgia no ombro antes do confronto com o brasileiro.

- Ele é um cara duro, novo, tem 24 anos, é muito talentoso, bom striker. Esses russos são "tudo duro" (sic), mas ele também está vindo de uma cirurgia no ombro, e está parado há um tempão. É bom isso, porque estou vindo de cirurgia, ele também está, nossos estilos são parecidos. Acho que meu jogo casa muito bem com o dele, mas acho que vou ser mais forte e tenho mais potência nos golpes que ele. É um cara duro, mas treinei muito e estou muito confiante na vitória.


Foto: Reprodução/Globoesporte.com

Thales Leites e Bisping trocam ameaças na pesagem do UFC Glasgow

Na pesagem do “UFC Glasgow”, que aconteceu nessa sexta-feira (17), na Escócia, o clima esquentou entre o inglês Michael Bisping e o brasileiro Thales Leites, que competirão no sábado (18), pela divisão dos médios (84kg).

Na pesagem do “UFC Glasgow”, que aconteceu nessa sexta-feira (17), na Escócia, o clima esquentou entre o inglês Michael Bisping e o brasileiro Thales Leites, que competirão no sábado (18), pela divisão dos médios (84kg).

Conhecido como um dos maiores “trash talkers” do Ultimate, Bisping deixou Leites nervoso quando se aproximou do brasileiro soltando várias provocações. Thales demonstrou se desconcertou quando o inglês lhe tocou e o atleta de Niterói trocou ameaças com Michael Bisping, deixando o clima fervendo entre os atletas.

O matchmaker do UFC precisou afastar os lutadores e, durante rápida entrevista após a pesagem, o brasileiro, que vem de cinco vitórias seguidas no UFC, exibiu toda sua confiança. “Estou muito mais confiante, treinei muito forte e com certeza vou vencê-lo”, garantiu Thales, que pesou 83.9kg, o mesmo que o inglês.

Já Michael Bisping fez questão de convocar toda a torcida para assistir a sua vitória dentro do octógono. “Escoceses, tratem de estar aqui amanhã. Estou feliz por representar o Reino Unido aqui em Glasgow. Esse cara está se achando, pensa que eu estou acabado, mas vou dar a vocês o que vocês pagaram para ver: a minha vitória”, disse Bisping.

As mulheres mais uma vez roubaram a cena em uma pesagem do UFC, chegando a encostar os narizes. A peso-palha (52kg) Joanne Calderwood perdeu a cabeça com a americana Cortney Casey durante a encarada, já que a rival encostou a testa na sua. As lutadoras tiveram que ser contidas, já que os ânimos ficaram bastante acirrados.

Os pesos-leves (70kg) Leonardo ‘Macarrão’ e Ivan ‘Batman’ pesaram 70.3kg e 69.9kg, respectivamente, e confirmaram suas presenças no card do UFC Glasgow. Todos atletas derrotaram a balança e os combates estão de pé para sábado.

Confira abaixo os resultados oficiais da pesagem:

CARD PRINCIPAL 
Michael Bisping (83,9kg) x Thales Leites (83,9kg)
Ross Pearson (70,3kg) x Evan Dunham (70,8kg)
Joseph Duffy (70,3kg) x Ivan Batman (69,9kg)
Joanne Calderwood (52,2kg) x Cortney Casey (51,7kg)
Leon Edwards (76,7kg) x Pawel Pawlak (77,1kg)
Stevie Ray (70,3kg) x Leonardo Macarrão (70,3kg)

CARD PRELIMINAR
Paddy Holohan (57,2kg) x Vaughan Lee (57,2kg)
Ilir Latifi (93,4kg) x Hans Stringer (93kg)
Mickael Lebout (70,3kg) x Teemu Packalen (70,3kg)
Robert Whiteford (66,2kg) x Paul Redmond (65,8kg)
Marcus Brimage (61,7kg) x Jimmie Rivera (61,2kg)
Daniel Omielanczuk (109,8kg) x Chris de la Rocha (111,1kg)

José Aldo detona uniformes do UFC: "Ficaram uma m…"

O acordo entre o UFC e a Reebok entrou em vigor no começo desse mês e está dividindo opiniões. Enquanto boa parte dos atletas ficou insatisfeito com a padronização dos uniformes e com o valor pago pela empresa aos atletas, os campeões não tiveram

O acordo entre o UFC e a Reebok entrou em vigor no começo desse mês e está dividindo opiniões. Enquanto boa parte dos atletas ficou insatisfeito com a padronização dos uniformes e com o valor pago pela empresa aos atletas, os campeões não tiveram do que reclamar, pois possuem um contrato privilegiado com a patrocinadora, além de um equipamento com design diferenciado. Com exceção do campeão dos penas (66kg), José Aldo.

Em entrevista à jornalistas, na última quinta-feira (16), na sede da academia Nova União, no Rio de Janeiro, José Aldo mostrou que não tem papas na língua e soltou o verbo quando questionado sobre o que achava da padronização dos uniformes, feito pela Reebok.

“O que eu achei? Achei que ficaram uma m***. Mas fazer o que? Sabemos que é uma empresa privada, todos tem contrato e são eles que decidem. Não tem como falar que eu achei bonito, pois cada lutador tem o seu estilo próprio. Infelizmente não posso fazer nada, apenas falar. Temos de aceitar, fazer o que? Somos os Power Rangers agora (risos). Vamos ver. Quando eu colocar, eu te falo melhor, mas aparentemente não está legal né?”, disse o campeão.

Único campeão da história dos penas do UFC, José Aldo irá fazer a sua oitava defesa de cinturão, diante do irlandês Conor McGregor, em combate ainda sem data nem local definidos, já que o manauara ainda não retornou aos treinos após sofrer uma lesão na costela.

Último algoz de McGregor no MMA descarta busca por revanche

Embora não vá nem um pouco com a cara de Conor McGregor, o próprio José Aldo, único campeão linear da história dos pesos-penas (66 kg) do UFC, reconheceu que enfrentar o irlandês pode lhe render muito dinheiro, tamanha a visibilidade que o polêmi

Embora não vá nem um pouco com a cara de Conor McGregor, o próprio José Aldo, único campeão linear da história dos pesos-penas (66 kg) do UFC, reconheceu que enfrentar o irlandês pode lhe render muito dinheiro, tamanha a visibilidade que o polêmico lutador alcançou de um ano para cá. No entanto, nem mesmo o rio de dinheiro que acompanha ‘The Notorius’ parece mexer com a cabeça de Joseph Duffy.

Peso-leve (70 kg) da organização e escalado para enfrentar o brasileiro Ivan ‘Batman’ neste sábado (18), Duffy, também irlandês, foi o último atleta a vencer Conor, em duelo que durou apenas 38 segundos, em novembro de 2010. Seria lógico, então, ir em busca de uma nova disputa e garantir um belo cheque na conta bancária, certo? Não para ele.

“Estou concentrado apenas na minha própria carreira. Venho lutando por toda a minha vida e isso é tudo que eu quero fazer. Quando deixei a faculdade eu sabia que eu iria me tornar um profissional e que essa seria a minha carreira. Eu não estou pensando em ninguém mais do que em mim mesmo”, garantiu em conversa com o site MMA Junkie.

Além da preocupação voltada apenas para seu próprio desempenho e a fuga de rivalidades (estilo bem diferente do compatriota), Joseph também teria um obstáculo a mais, já que vem se presentando uma categoria acima da qual Conor afivelou o cinturão interino.

“Mesmo bater os 70 kg não é como caminhar no parque. Eu tenho que treinar e fazer uma dieta dura, e bater 66 kg seria um processo de um ano. Descer para 66 kg seria bem difícil, então veremos. Se eu aceitasse uma luta e tivesse que descer de peso, talvez eu não fosse forte o suficiente, coisa que eu nunca senti antes”, finalizou.

'Minotouro' afirma que TUF com 'Shogun' reacendeu rivalidade BTT x Chute Boxe

O doping de Anderson Silva, e seu consequente afastamento do TUF Brasil 4, abriu a vaga de treinador que foi preenchida pelos irmãos Nogueira, casamento que caiu como uma luva para a organização do show. Sem pensar duas vezes, o duelo entre ‘Minotour

O doping de Anderson Silva, e seu consequente afastamento do TUF Brasil 4, abriu a vaga de treinador que foi preenchida pelos irmãos Nogueira, casamento que caiu como uma luva para a organização do show. Sem pensar duas vezes, o duelo entre ‘Minotouro’ e Maurício ‘Shogun’, líder do time rival, foi encaminhado como co-evento principal do show agendado para o dia 1º de agosto, na cidade do Rio de Janeiro, em combinação perfeita para os amantes mais antigos do MMA.

Isso porque, além da reedição da melhor luta do ano de 2005, o reencontro dos veteranos do extinto evento japonês Pride reacendeu, como o próprio meio-pesado (93 kg) da Team Nogueira disse, a rivalidade entre Brazilian Top Team (BTT) e Chute Boxe, academias que dominaram o cenário mundial do esporte na década passada.

“O TUF serviu para reativar essa rivalidade que a gente tinha na época da BTT e Chute Boxe. Tivemos logo no começo [do programa] várias derrotas, e senti que eles ficaram, com todo respeito, animados e rolou meio que sem querer aquela provocação, o clima de ‘já ganhou'”, narrou Minotouro em conversa com jornalistas nesta quinta-feira, na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro.

No entanto, com o decorrer do programa, o time que iniciou o reality show comandado pelo Spider conseguiu se reencontrar na competição e qualificou, com apenas três triunfos em embates diretos, metade finalistas para a grande final. Enquanto Dileno Lopes (Team Shogun) e Reginaldo Vieira (Team Nogueira) medem forças na final dos galos (61 kg), Fernando Bruno (Team Nogueira) e Glaico França (Team Shogun) duelam entre os leves (70 kg).

“No finalzinho, fomos recuperando e chegamos ao número igual na final do TUF. E ficou a rivalidade de não querer perder de jeito nenhum”, afirmou o lutador de 39 anos que vem de derrota por nocaute para Anthony Johnson, em julho de 2014.

Na luta principal do UFC 190, a campeã dos galos (61kg), Ronda Rousey defende o cinturão diante da brasileira Bethe Correia em duelo de invictas.

Joice conquista primeiro ouro do Brasil na história da luta no Pan

Quem acompanha MMA acostumou-se a ouvir que os brasileiros são bons no jiu-jítsu e os norte-americanos no wrestling.

Quem acompanha MMA acostumou-se a ouvir que os brasileiros são bons no jiu-jítsu e os norte-americanos no wrestling. À medida que os Jogos Olímpicos do Rio se aproximam, entretanto, a luta (que agora é chamada de "wrestling" pela confederação brasileira) chega a um novo patamar. Nesta quinta-feira, conquistou pela primeira vez uma medalha de ouro em Jogos Pan-Americanos.

A responsável pelo feito é Joice Silva, atleta da categoria até 55kg, que garantiu o ouro na última disputa do dia em Toronto. A brasileira subiu ao lugar mais alto do pódio após vencer a cubana Yakelin Estornell, por 6 a 5, em uma final emocionante. Foi a terceira vitória da carioca na competição.

Descoberta em um projeto social no bairro de Quintino, na zona Norte do Rio, Joice é uma das maiores desbravadoras da luta feminina do Brasil, posto que ocupa ao lado de Aline Ferreira, atual vice-campeã mundial.

Joice foi a única brasileira a disputar os Jogos Olímpicos de Londres-2012 e também primeira atleta do País a vencer o Campeonato Pan-Americano, feito obtido em abril, em Santiago (Chile). Agora, em Toronto, só confirmou o que já havia mostrado na competição passada, desta vez para um público maior.

No Pan, estreou com uma vitória difícil contra a mexicana Alejandra Romero, que travou toda a luta e perdeu apenas por 2 a 1. Na semifinal, fez 5 a 3 na peruana Yanet Sovero, num confronto um pouco menos complicado.

Já a final foi acirradíssima. A cubana rapidamente marcou cinco pontos, por tirar a brasileira da área de combate (um ponto) e por conseguir uma queda alta (quatro). Joice não demorou a reagir. Conseguiu duas quedas baixas (dois pontos cada), empatou com um giro que tirou a cubana da área de combate e virou graças a uma punição. Depois, evitou o golpe da rival.

A medalha foi a segunda conquistada pelo Brasil nas competições de luta nesta quinta-feira em Toronto. Mais cedo, na categoria até 98kg da luta greco-romana, Davi Albino faturou o bronze. Estreou vencendo um canadense, perdeu de um cubano, mas ganhou o terceiro lugar contra a Colômbia.

Diferente da luta livre feminina, em que o Brasil evoluiu em nível internacional, na greco-romana o País ainda vai mal das pernas, ainda que ganhe algumas medalhas em Jogos Pan-Americanos. Nunca um brasileiro venceu uma luta sequer em Campeonatos Mundiais adultos, que são realizados anualmente.

Tanto que Davi, vice-campeão do Campeonato Pan-Americano, é o único representante do País na modalidade no Pan. Entre as mulheres, o Brasil competiu com outras duas atletas nesta quinta-feira. Mas tanto Giullia Penalber (irmã do lutador de judô) quanto Kamila Barbosa perderam na primeira luta. Giullia (até 53kg) levou 5 a 4 de uma equatoriana. Kamila foi arrasada por uma cubana, por 15 a 4.

Na sexta-feira é a vez de Aline Ferreira lutar, na categoria até 75kg. A vice-campeã mundial, entretanto, deu um azar enorme no sorteio e vai estrear justamente contra a norte-americana Adeline Gray, que lhe venceu na final do Mundial do ano passado. Gray foi ao pódio do Mundial nos últimos quatro anos. Maior chance tem Gilda Oliveira (até 69kg), que estreia nas quartas de final contra uma argentina.

16 de julho de 2015

Zé Aldo promete se aposentar após quebrar recorde de Anderson Silva

Ex-campeão do extinto evento WEC, dono absoluto do cinturão dos pesos-penas (66 kg) do UFC e invicto há dez anos no MMA, em cartel que conta com 25 triunfos e apenas com um revés. Esse é José Aldo que, com apenas 28 anos, parece não ter muitos moti

Ex-campeão do extinto evento WEC, dono absoluto do cinturão dos pesos-penas (66 kg) do UFC e invicto há dez anos no MMA, em cartel que conta com 25 triunfos e apenas com um revés. Esse é José Aldo que, com apenas 28 anos, parece não ter muitos motivos para continuar seguindo a extenuante rotina de treinos, corte de peso, spaarings e lutas. Mas, ao menos antes de se aposentar, uma meta está traçada.

Em conversa com jornalistas nesta quinta-feira (16) na zona sul da cidade do Rio de Janeiro, o atleta da academia Nova União afirmou que, ao contrário da tendência do mundo esportivo quanto atletas de alto rendimento lutam contra o próprio corpo para tentar prolongar suas carreiras, seu plano é de se aposentar jovem. Mas precisamente quando ele quebrar um recorde histórico no evento.

“Penso sim em me aposentar, mas não vai ser depois dessa luta [contra Conor McGegor] pelo fato de que não quebrei meu recorde ainda. Lógico, respeito todo mundo, mas quero quebrar o recorde de defesa de cinturão e depois sim, se eu sentir que fiz o que queria, eu paro”, afirmou, dando de ombros ao hype criado em torno de seu embate contra o marrento irlandês e à montanha de dinheiro que será gerada quando o confronto ocorrer.

O recorde em questão pertence a Anderson Silva que, com 11 defesas seguidas do título dos pesos médios (84 kg), cravou seu nome na história do evento, ainda mais após a aposentadoria do canadense Georges St-Pierre, ex-número um dos meio-médios (77 kg)  que pendurou as luvas com nove triunfos seguidos durante sua manutenção do posto de melhor do mundo.

Zé Aldo, por sua vez, soma sete vitórias em linha, marca que o deixaria a apenas cinco lutas da aposentadoria, período que a julgar pela sua média de apresentações no UFC representa mais dois anos de atividade. Ou seja, faz sentido explorar ao máximo sua visibilidade, a exemplo da turnê feita para a divulgação da luta que acabou não acontecendo contra Conogr McGregor.

“[Turnê] Isso é chato para caramba. Ficar viajando e fazendo toda essa p… O negócio é chato, mas acho que faremos tudo diferente, até mesmo ele [Conor]. […] A gente manteve mais a calma, e pretendo ser um pouco mais agressivo. Já sabemos qual é a dele”, analisou.

Ainda sem data definida, o retorno de Aldo, que se recupera de uma fratura na costela, está prevista para o final de 2015 ou início da temporada seguinte, quando terá pela frente o rival irlandês, desta vez em um duelo válido pela unificação dos títulos de sua categoria.

“[Esse título interino] Não significa nada. Lógico que esse interino não era para estar agora, acabei de defender meu título, mas foi uma decisão de negócios. Porque ele lutaria a principal e tinha que ter cinturão. Mas, para mim, interino ou não, não me importa, não estou nem aí para ele”, finalizou.

Ex-campeão do UFC frustra fãs e se oferece para lutar apenas no fim do ano

Foram duas batalhas de cinco rounds cada contra Robbie Lawler e mais três assaltos diante do incansável Matt Brown, tudo isso em menos de 18 meses, período em que uma cirurgia no bíceps e a troca de seu preparador físico lhe exigiram ainda mais ene

Foram duas batalhas de cinco rounds cada contra Robbie Lawler e mais três assaltos diante do incansável Matt Brown, tudo isso em menos de 18 meses, período em que uma cirurgia no bíceps e a troca de seu preparador físico lhe exigiram ainda mais energia do lado de fora do octógono. Por isso, o ex-campeão meio-médio (77 kg) Johny Hendricks pediu um tempo.

Desde março, o atleta se dedica aos treinos em sua academia em busca do aprimoramento técnico, mas sem o extenuante processo de corte de peso e degaste físico que um camp completo exige. E, sabendo de suas reais condições no momento, o americano pediu para lutar apenas no final do ano.

“Não tenho preferência para enfrentar ninguém, quero lutar contra todo mundo da divisão. Estou voltando a fazer coisas que não fazia, cortando peso mais tranquilamente, estou ganhando mais confiança novamente. […] Meu treinador sabe que eu tenho a técnica, mas existia uma lacuna a ser preenchida e é isso que estou fazendo agora, trabalhando muito duro. Estou totalmente em forma, o Dana pode me chamar para lutar em novembro ou dezembro e eu estarei pronto”, garantiu o lutador que enfrentou Georges St-Pierre em sua última luta.

Número um do ranking, atrás apenas do campeão Robbie Lawler, que defendeu seu título no último sábado (11) diante do canadense Rory MacDonald, Johny prometeu durante conversa com jornalistas em Las Vegas que é questão de tempo até ele cruzar com o rival de novo e, assim, cumprir a meta de reaver o posto de melhor lutador do mundo.

“Sou o desafiante número um e quero aquele cinturão. Vou ficar muito feliz em encarar quem estiver com ele. Aquele cinturão é meu”, bradou ao seu estilo.

Companheiro de Belfort treina com Spider e rasga seda para o brasileiro

Rashad Evans foi campeão da segunda temporada do TUF e, mais tarde, afivelou o titulo dos meio-pesados (93 kg) do UFC, evento pelo qual atua desde 2005. Com quase dez anos completos de casa, o que não faltam ao americano são histórias de bastidores, o

Rashad Evans foi campeão da segunda temporada do TUF e, mais tarde, afivelou o titulo dos meio-pesados (93 kg) do UFC, evento pelo qual atua desde 2005. Com quase dez anos completos de casa, o que não faltam ao americano são histórias de bastidores, os chamados ‘causos’, inclusive com participação de Anderson Silva.

Através de sua conta em redes sociais, Evans revelou que treinou com o Spider recentemente na academia do brasileiro em Los Angeles (EUA), e aproveitou para rasgar seda sobre sua admiração ao talento do ex-número um dos pesos médios (84 kg). Mas, claro, não sem antes contar como conheceu Anderson.

“Quando Anderson Silva estava para estrear no UFC, ele estava no mesmo camarim que o meu. Aqueci muito para minha luta com Stephen Bonnar e olhei para ele, que dormia pacientemente. Lembro de ter pensado que esse cara iria ser morto. Quando ele levantou e aqueceu por cinco minutos e destruiu Chris Leben, eu percebi que ele era diferente. Ter a chance de treinar com ele é uma honra, um sonho se tornando realidade”, narrou ‘Sugar.

Curiosamente, Rashad treina com Vitor Belfort, a quem Anderson já nocauteou no octógono, na academia Blackzilians, no estado da Florida. Por sua vez, o Spider faz parte da academia Black House, em Los Angeles.

Frank Mir brinca após vitória no UFC e pede por fim de perguntas sobre aposentadoria

Vitória por nocaute no primeiro round, bônus de performance de noite e recolocar seu nome em boa situação no UFC. Essa foi a noite de Frank Mir na última quarta-feira (15), em San Diego (EUA), que para ficar completa precisou de um pedido do ex-campe

Vitória por nocaute no primeiro round, bônus de performance de noite e recolocar seu nome em boa situação no UFC. Essa foi a noite de Frank Mir na última quarta-feira (15), em San Diego (EUA), que para ficar completa precisou de um pedido do ex-campeão peso-pesado: chegar de falar sobre aposentadoria.

Agora com dois triunfos seguidos no octógono, o americano afirmou em coletiva de imprensa que segue com o espírito de competidor aflorado, e que questões sobre a hora de pendurar as luvas não fazem mais sentido por enquanto.

“Espero não responder mais sobre aposentadoria, vim fazendo isso por um tempo [risos]. Eu luto pelo mesmo motivo que lutei pela primeira vez 14 anos atrás. Sou um artistas marcial e eu quero me testar. Eu quero algo mais do que ir à academia e treinar. Alguns caras gostam disso, mas eu não fico satisfeito assim”, narrou em lógica própria o visivelmente aliviado peso-pesado.

Ex-campeão da categoria em suas oportunidade, Mir bateu Antônio ‘Pezão’ em sua última aparição, no Brasil, em duelo onde, a exemplo do main event do UFC Fight Night 71 contra Todd Duffee, era azarão nas bolsas de apostas.

“Lutar aqui contra atletas profissionais é assustador, é uma montanha de nervos, mas testa quem eu sou, me força a quebrar minha mente e minhas emoções. Se eu ganho ou perco, no dia seguinte na academia eu posso olhar o que pode me tornar uma pessoa melhor, dentro e fora do octógono”, finalizou com um largo sorriso no rosto.

Pettis revela segredo para bater Dos Anjos em revanche

O apelido de ‘ShowTime’ não veio por acaso. Aos 28 anos e com inúmeras vitórias colecionadas a base do puro talento e imprevisibilidade no octógono, o americano Anthony Pettis foi surpreendido pelo brasileiro Rafael dos Anjos que impôs um verdade

O apelido de ‘ShowTime’ não veio por acaso. Aos 28 anos e com inúmeras vitórias colecionadas a base do puro talento e imprevisibilidade no octógono, o americano Anthony Pettis foi surpreendido pelo brasileiro Rafael dos Anjos que impôs um verdadeiro atropelo por cinco rounds antes de lhe roubar o cinturão dos pesos-leves (70 kg). E, desde então, revanche é uma palavra que não sai da cabeça do americano.

Em conversa com jornalistas na cidade de Las Vegas (EUA), o americano afirmou que não pensa em outra coisa a não ser bater o brasileiro e reaver o título que já foi seu. E, para isso, o segredo a ser colocado em jogo é, na teoria, simples, como ele mesmo disse.

“O que eu faria de diferente para vencer o Dos Anjos? Ser eu mesmo. Não era eu naquela luta, me senti sem punch, fraco. Talvez eu deva focar mais na preparação, ter mais tempo entre as lutas. Lutei em dezembro, depois em março, então tenho que descobrir o que mudar, meu desejo é lutar no final do ano. Quando o Rafael me deu o primeiro soco e eu não consegui enxergar, percebi que seria uma longa noite, pois sabia que ele não me nocautearia ou finalizaria, então eu teria que aturar os cinco rounds”, narrou o peso-leve.

Ainda em recuperação da lesão no olho causada pelos fortes golpes aplicados pelo carioca, ‘ShowTime’ afirmou que deve voltar a treinar apenas em agosto, o que lhe daria tempo hábil para se apresentar em alto nível mais uma vez na temporada 2015. E, a julgar pela situação da categoria no momento, lutar pelo cinturão imediatamente é algo virtualmente impossível.

“Devo voltar a treinar em umas três semanas e espero retornar ao octógono ainda esse ano. Quero lutar contra alguém que me credencie para disputar o cinturão novamente. Poderia ser o Cowboy [Cerrone], faria sentido, mas ele vai disputar o título. Nate Diaz também seria um bom nome para o meu retorno. O Cowboy é maluco [risos], vamos ver se ele vai conseguir esperar pela recuperação do Rafael”, afirmou, antes de explicar o motivo da inesperada rivalidade com o irmão mais novo da família Diaz, também conhecido pelo estilo polêmico e provocador.

“Minha vontade de enfrentar o Nate é porque ele andou dizendo algumas coisas na Cidade do México. Então é uma luta que pode acontecer, será dinheiro fácil. Ele é bom, mas sou muito mais qualificado que o Nate em todos sentidos”, finalizou confiante.

 

UFC anuncia cinturão dos moscas como atração principal para setembro; Lineker estreia nos galos

O UFC anunciou na última quarta-feira (15) o que todos esperavam: Demetrious Johnson fará o duelo principal da edição 191 do show, evento marcado para setembro na cidade de Las Vegas. Campeão peso-mosca (57 kg) da organização, ‘Mighty Mouse’ fa

O UFC anunciou na última quarta-feira (15) o que todos esperavam: Demetrious Johnson fará o duelo principal da edição 191 do show, evento marcado para setembro na cidade de Las Vegas. Campeão peso-mosca (57 kg) da organização, ‘Mighty Mouse’ fará a revanche contra John Dodson, rival a quem bateu em janeiro de 2013, e liderará mais uma vez uma edição numerada do torneio.

Embalado por oito vitórias seguidas no octógono mais famoso do mundo, Demetrious segue supremo na categoria e, aos 28 anos, tem tudo para se firmar como um dos grandes nomes do evento. Pesam contra para isso o seu estilo pouco vendável (tanto de luta como fora do octógono) e pelo fato dele atuar na divisão mais leve entre os homens, ou seja, a que conta com menos nocautes entre todas.

Na mesma noite em questão, o brasileiro John Lineker fará sua estreia como peso-galo (61 kg), divisão em que foi obrigado a atuar após seguidas tentativas frustradas de bater o peso da categoria de baixo. Seu rival será o número 12 do ranking oficial Francisco Riveras, que vem embalado por nocaute relâmpago sobre Alex Caceres em junho.

Aos 25 anos, Lineker venceu seis das oito lutas que travou no evento e por duas vezes só não avançou para uma disputa de título porque seu retrospecto negativo diante da balança fez com que os promotores do UFC o deixassem de lado na hora de escolher o próximo desafiante.

Por fim, a organização do show confirmou, também para o UFC 191, os duelos entre Anthony Johnson vs Jan Blachowicz, válido pela divisão dos meio-pesados (93 kg) e Paige VanZant vs Alex Chambers, pertencente à categoria dos pesos-palhas (52 kg).

15 de julho de 2015

Frank Mir quebra a banca no UFC e nocauteia no 1º round

Depois de um UFC 189, evento realizado no último sábado (11), em que o número de combates que terminaram em finalização ou nocaute encheram de alegria os fãs e promotores do evento, o show desta quarta-feira (15), realizado na cidade de San Diego (E

Depois de um UFC 189, evento realizado no último sábado (11), em que o número de combates que terminaram em finalização ou nocaute encheram de alegria os fãs e promotores do evento, o show desta quarta-feira (15), realizado na cidade de San Diego (EUA), foi marcado por muitas decisões dos jurados. Ao todo, das 12 lutas disputadas, apenas três não foram parar nas papeletas dos árbitros laterais.

No combate principal da noite, Frank Mir, ex-campeão dos pesos-pesados em duas oportunidades, quebrou a banca mais uma vez e nocauteou o mais jovem Todd Duffee ainda no primeiro round após uma verdadeira briga de bar travada no octógono.

Explosivos e sempre dispostos a partirem para o tudo ou nada, os americanos se jogaram de cabeça em uma trocação franca desde os primeiros instantes, e melhor para o mais experiente lutador que soube conter o ímpeto do oponente nos momentos em que esteve em desvantagem e aproveitar o “excesso de vontade” do atleta da ATT (algo próximo ao bom e velho descuido técnico).

Com o nocaute, que deixou o rival estatelado no chão, Mir quebrou a banca mais uma vez – o ex-campeão era azarão nas bolsas de apostas, assim como contra o brasileiro Antônio ‘Pezão’ no Brasil, que também beijou a lona no assalto inicial. Com mais este triunfo, o veterano de 36 anos afasta mais uma vez os rumores de aposentadoria e segue firme rumo, quem sabe, ao top 5 da divisão (não agora, claro).

Promessas triunfam

As duas lutas que antecederam o main event da noite contaram com duas grandes promessas do octógono em ação. E elas cumpriram seu papel. Enquanto a ex-campeã mundial de boxe Holly Holm anotou mais um triunfo no evento e ampliou sua invencibilidade no MMA para nove combates ao bater Marion Reneau, o campeão do TUF 13 Tony Ferguson venceu Josh Thomson e garantiu o sexto triunfo seguido no show.

Melhor em pé e com golpes precisos na longa distância, Holm fez o necessário sem se expor, e sem empolgar de novo, diante de Reneau. No entanto, desta vez sua superioridade foi mais clara e, aos poucos, seu nome começa a fazer jus ao hype criado em torno de suas habilidades no ringue de boxe. Que venha o próximo desafio, mas com calma, porque ela mostrou que ainda precisa evoluir como artista marcial.

Em situação completamente diferente, Ferguson empatou com o russo Khabib Nurmagomedov como o sgeundo peso-leve (70 kg) com mais triunfos seguidos no UFC. Ambos, com seis vitórias em linha, ficam atrás apenas do ‘Caubói’ Donald Cerrone, que acumula oito.

E para chegar a esta marca, o ex-TUF deu mais um show de movimentação constante e alternou golpes em linha reta, socos na saída do clinche, quedas e blitz no chão. Um prato cheio para os fãs de MMA que adoram combates com muita ação (leia-se porrada e sangue) e pouco amarração (entenda-se por estratégia cuidadosa). Ao fim dos três assaltos, os três jurados não tiveram dúvida em garantir mais um degrau para Ferguson rumo ao cinturão. Top 10 para o menino já!

Confira os resultados completos do UFC Fight Night 71:

Card Principal:
Frank Mir nocauteou Todd Duffee no 1º round;
Tony Ferguson venceu Josh Thomson por decisão unânime;
Holly Holm venceu Marion Reneau por decisão unanime;
Manny Gamburyan venceu Scott Jorgensen por decisão unânime;
Kevin Lee finalizou James no 1º round;
Alan Jouban venceu Matt Dwyer por decisão unânime;

Card preliminar:
Sam Sicilia venceu Yaotzin Meza por decisão unânime;
Jéssica ‘Bate Estaca’ venceu Sarah Moras por decisão unânime;
Rani Yahya venceu Masanori Kanehara por decisão dividida;
Sean Strickland venceu Igor Araújo por decisão unânime;
Kevin Casey venceu Ildemar ‘Marajo’ por decisão unânime;
Lyman Good nocauteou Andrew Craig no 2º round.

Jéssica 'Bate-Estaca' dá show e salva Brasil no card preliminar do UFC Fight Night

O UFC realiza nesta quarta-feira (15) sua terceira edição em apenas cinco dias e, como no podia deixar de ser, não são poucos os brasileiros presentes no card do evento realizado em San Diego (EUA). E o destaque dentre as primeiras lutas da noite fico

O UFC realiza nesta quarta-feira (15) sua terceira edição em apenas cinco dias e, como no podia deixar de ser, não são poucos os brasileiros presentes no card do evento realizado em San Diego (EUA). E o destaque dentre as primeiras lutas da noite ficou por conta da brasileira Jéssica ‘Bate-Estaca’, que deu show e impôs a apresentação de maior destaque até então.

Durante três rounds de pura pressão, Jéssica foi melhor em pé, defendeu todas as tentativas de quedas da rival, puniu no ground and pound e derrubou quando quis. O passeio foi tamanho que, na metade do terceiro assalto, a canadense Sarah Moras pareceu se entregar e deitou no chão após receber um chute na barriga e ter nova tentativa de queda anulada.

Mas a resistência e perseverança de Sarah quase se fez valer nos segundos finais quando, ao aproveitar uma tentativa de queda da brasileira, a lutadora se posicionou nas costas da atleta da equipe Parana Vale Tudo e encaixou um mata-leão, posição na qual a disputa terminou. Nada, porém, que impedisse o inevitável 30 x 27 nas papeletas dos jurados.

Brasil decepciona

No início da noite, Ildemar ‘Marajó’ e Igor Araújo não renderam o esperado e acabaram superados por decisão unânime pelos rivais Kevin Casey e Sean Strickland, respectivamente. Em duelo marcados pela superioridade física dos americanos, os brasileiros, representantes da Grag Jackson’s MMA, sofreram com as quedas e golpes precisos dos adversários. E, curiosamente, ambos agora ficam em situação delicada na organização ao acumularem apresentações ruins e resultados abaixo da média.

Foi por pouco

Aos 30 anos, Rani Yahya segue com as mesmas qualidades e deficiências apresentadas desde que estreou no UFC, ainda em 2011. Previsível em busca do afiado jogo de chão, o brasiliense mais uma vez sofreu com a falta de habilidade em pé e, a partir da metade da luta, com a falta de gás, grande parte em decorrência das excessivas tentativas de quedas.

No entanto, ao final do combate, que por vezes chegou a ser vaiado pela torcida que lotou o ginásio Valley View Casino Center, dois juízes apontaram para o seu triunfo, contra um que viu superioridade do japonês Masanori Kanehara, e lhe garantiram nova vitória por decisão dividida.

Confira os resultados do card preliminar do UFC Fight Night 71:

Sam Sicilia venceu Yaotzin Meza por decisão unânime;
Jessica ‘Bate Estaca’venceu Sarah Moras por decisão unânime;
Rani Yahya venceu Masanori Kanehara por decisão dividida;
Sean Strickland venceu Igor Araujo por decisão unânime;
Kevin Casey venceu Ildemar ‘Marajo’ por decisão unânime;
Lyman Good nocauteou Andrew Craig no 2º round.

Ring girl do UFC admite "processo de adaptação" em relação ao assédio dos fãs

Em novembro do ano passado, os fãs brasileiros de MMA amargaram uma das derrotas mais frustrantes da história recente do esporte. Atração principal do UFC Uberlândia, Maurício ‘Shogun’ foi nocauteado em 34 segundos por Ovince St Preux e proporc

Em novembro do ano passado, os fãs brasileiros de MMA amargaram uma das derrotas mais frustrantes da história recente do esporte. Atração principal do UFC Uberlândia, Maurício ‘Shogun’ foi nocauteado em 34 segundos por Ovince St Preux e proporcionou um banho de água fria que por pouco não fez passa desapercebida a estreia de Luciana Andrade como ring girl do evento.

A curitibana formada em direito, no entanto, garantiu seu espaço na organização e, embalada pela boa recepção por parte dos fãs, atuou em dois estrelados eventos do show neste ano na cidade de Las Vegas (EUA), capital mundial das lutas. Mudança repentina que parece ainda surpreender a nova musa do cage.

“Ainda me considero em processo de adaptação. Isso porque estou trabalhando com algo completamente diferente do que já fiz. Para mim, ainda é estranho receber toda essa atenção, mas os fãs do UFC são, sem dúvida, a melhor parte de tudo isso. Eles são respeitosos e fazem com que todas se sintam especiais. As coisas mudaram porque viajo mais a trabalho e sou reconhecida pelas pessoas, mas sinto que não mudei como pessoa e continuo levando uma vida normal”, afirmou em conversa com a reportagem da Ag. Fight.

Com “jornada dupla” no último fim de semana, Luciana atuou ao lado do octógono no sábado e no domingo. Na primeira delas, dividiu as atenções com todas as ring girls fixas da organização durante o card do UFC 189, evento que contou com Conor McGregor x Chad Mendes como atração principal. Já no dia seguinte, coube à brasileira atuar ao lado da americana Chrissy Blair durante o TUF Finale 21.

“No ano passado, o UFC teve a iniciativa de convidar todas as octagon girls para participar dos eventos que ocorrem durante a International Fight Week e, diante do sucesso, eles resolveram trazer todas de volta, inclusve as que começaram recentemente, como eu e a mexicana Jamillette Gaxiola. Fiquei surpresa, mas extremamente feliz com o convite”, afirmou a modelo de 28 anos.

Com pouco tempo de casa mas com muita história para contar, Luciana apontou para uma diferença de logística entre as edições do maior evento do MMA do mundo realizadas no Brasil e no MMA.

“A diferença é pequena. Os fãs, brasileiros ou não, possuem a paixão pelo MMA em comum. Os eventos no Brasil estão melhorando cada vez mais, mas em termos de estrutura, as arenas norte-americanas oferecem tudo o que precisamos. Sem contar que existe a comodidade de sermos hospedados no hotel onde acontecem os eventos. Então, se existe diferença, ela é mais estrutural”, narrou Luciana.

Faber admite que confusão com McGregor não foi como uma "briga real"

No último sábado (11), em Las Vegas (EUA), Conor McGregor conquistou o cinturão interino dos penas (66kg), ao nocautear Chad Mendes no segundo round e demonstrou respeito ao americano após o combate. No entanto, o companheiro de equipe de Mendes, Uri

No último sábado (11), em Las Vegas (EUA), Conor McGregor conquistou o cinturão interino dos penas (66kg), ao nocautear Chad Mendes no segundo round e demonstrou respeito ao americano após o combate. No entanto, o companheiro de equipe de Mendes, Urijah Faber se envolveu em um tumulto com o irlandês, nos bastidores, minutos antes da pesagem do UFC 189.

O “Garoto da Califórnia” explicou a confusão com McGregor na porta do vestiário, em entrevista ao programa “MMA Hour”. “Eu estava lavando minhas mãos, quando alguém chegou tentando abrir a porta para o Conor e acabamos ficando nariz com nariz. Foi algo super aleatório, não havia ninguém, ficamos frente a frente e ele parecia que ia morrer, foi insano. Ele chegou e disse: ‘E aí menininho?” e passou a mão na minha cabeça”, disse Faber, emendando.

“Agarrei o estômago dele e senti as costelas magricelas do Conor. Pensei na hora: ‘Você vai sobreviver?’. Ele fez um movimento e eu tive o instinto de usar um pouco de wrestling para segurar as duas mãos dele, porque não sei o que ele estava pensando.Ele seguiu e entrou no banheiro e eu também fui embora também. Foi um tanto quanto confuso. Não foi como uma confusão real, não acredito que ele ia tentar me derrubar minutos antes da pesagem.  Não sei bem como as coisas esquentaram entre a gente”, concluiu.

McGregor e Faber terão bastante tempo para se desentender, já que foram escalados para serem os próximos treinadores do TUF 22, que começa a ser filmado amanhã (16), em Las Vegas (EUA).

Ex-campeão do UFC aponta treinos com os filhos como segredo para vitalidade

Aos 36 anos e com dois cinturões dos pesos-pesados do UFC na carreira, Frank Mir voltou a vencer no octógono o início do ano após amargar a pior fase da carreira, o que lhe deu ânimo novo e, de acordo com o próprio lutador, provou que ele se encontr

Aos 36 anos e com dois cinturões dos pesos-pesados do UFC na carreira, Frank Mir voltou a vencer no octógono o início do ano após amargar a pior fase da carreira, o que lhe deu ânimo novo e, de acordo com o próprio lutador, provou que ele se encontra na melhor forma física da vida. E o segredo para tal ele mesmo revelou.

Em conversa com jornalistas em Las Vegas durante a semana que antecedeu o evento encabeçado pelo duelo entre Conor McGregor e Chad Mendes, Mir afirmou que a motivação de ir para a academia com os filhos e poder acompanhá-los no tatame lhe garante energia de sobra para seguir trocando golpes em sua profissão.

“Não tenho planos para parar ainda. As vezes brinco com minha mulher que quero completar 20 anos de UFC. Por exemplo, ontem eu estava praticando wrestling e minha filha resolveu me acompanhar, meu filho também está se envolvendo com a luta. Eles me acompanham até a academia, então não tem como eu parar agora. Minha filha está com 12 anos e é uma besta, o foco que eu tinha com 20 anos, ele tem atualmente”, narrou o peso-pesado.

Com a parte psicológica e física em dia, nada mais juto do que pensar também em gerar dividendos para fazer um bom pé de meia. Afinal, vida útil de lutador não dura muito, e com duas crianças para alimentar, Mir sabe muito bem que cada luta feita no UFC é uma garantia a mais para o futuro dos filhos.

“Enquanto me mantenho em atividade, posso garantir uma boa educação para os meus filhos, colocá-los em uma escola particular. Se eu fosse um pai que trabalhasse o dia inteiro e não visse minhas crianças crescerem, seria um fator para me fazer pensar em aposentadoria”, analisou o pai-coruja.

“Fico muito feliz de ainda poder competir em alto nível em uma organização como o UFC. Uma vantagem que eu tenho na minha carreira é que já estive no topo e em baixo várias vezes e quando você tem essas adversidades, fica mais focado e com a mente mais forte”, finalizou o lutador que encara Todd Duffee nesta quarta-feira no combate principal do show a ser realizado em San Diego (EUA).

Fedor Emelianenko deixa aposentadoria e anuncia retorno ao MMA

Considerado por muitos, como o maior peso-pesado da história do MMA, Fedor Emelianenko confirmou que deixará a aposentadoria. O Russo enviou um comunicado ao site “Union MMA”, traduzido pelo “Bloody Elbow”, onde confirma o seu retorno.

Considerado por muitos, como o maior peso-pesado da história do MMA, Fedor Emelianenko confirmou que deixará a aposentadoria. O Russo enviou um comunicado ao site “Union MMA”, traduzido pelo “Bloody Elbow”, onde confirma o seu retorno.

Fedor não luta desde junho de 2012, quando atropelou o brasileiro Pedro Rizzo ainda no primeiro round, no evento “M-1 Global”, realizado na Rússia. O lutador, que chegou a ficar quase nove anos invicto, justificou a volta aos cages, aos 38 anos de idade.

“Ajudei a desenvolver o esporte, trabalhei junto aos presidentes de federações, identifiquei os problemas e tentei resolvê-los dentro do possível. Agora, sinto que é hora de voltar ao ringue. Pude me recuperar e curar antigas lesões. Nos últimos três anos, mantive a forma física em um nível que não é o suficiente para lutar, então, recentemente, comecei a treinar intensamente. Juntamos técnicos e atletas versáteis para me ajudar. Ainda tenho muito trabalho a fazer para entrar no ringue. Negociações com eventos estão em andamento. Quando os acordos acontecerem, teremos informações sobre data e adversário”, avisa, Emelianenko.

Fedor construiu um impressionante cartel com 34 vitórias, um “No Contest” e apenas quatro derrotas ao longo de sua gloriosa carreira, sagrando-se campeão do “Rings” e do “Pride”. O russo e seus agentes chegaram a negociar com o UFC, mas o contrato nunca foi assinado, já que o lutador e a organização americana nunca chegaram a um acordo.

 

Ex-campeã de boxe admite nervosismo em estreia no UFC e promete mostrar potencial em retorno

Holly Holm venceu tudo o que podia e imaginava no boxe e iniciou sua transição para o MMA quatro anos atrás, onde mostrou potencial e acumulou, de lá para cá, oito triunfos e nenhuma derrota nos octógonos. No entanto, em sua última apresentação,

Holly Holm venceu tudo o que podia e imaginava no boxe e iniciou sua transição para o MMA quatro anos atrás, onde mostrou potencial e acumulou, de lá para cá, oito triunfos e nenhuma derrota nos octógonos. No entanto, em sua última apresentação, logo no debute no UFC, a loira boa de briga não rendeu o esperado e colocou uma belo sinal de interrogação sobre seu potencial ao ser testada diante das maiores lutadoras do mundo.

Prestes a retornar ao UFC, em duelo contra Marion Reneau agendado para esta quarta-feira (15), em San Diego (EUA), a ex-campeã mundial de boxe afirmou ao sie MMA Junkie que reconhece que o nervosismo e as lesões atrapalharam seu rendimento em fevereiro deste ano, mas que a história será diferente a partir de agora.

“Havia muito mais fatores naquela luta. Uma lesão grave, uma segunda lesão ruim, adiamento de luta, toda a antecipação e expectativa… Finalmente só para chegar lá e fazer o co-main event já foi o maior evento na vida. Mas não acho que vou sentir as emoções que senti naquela luta. Há coisas que tirei de lá e que eu aprendi a fazer melhor. […] Sei que tenho muito mais potencial do que eu mostrei”, afirmou sem rodeios.

Aos 33 anos e mais do que gabaritada a lutar em pé, Holm já foi apontada por Ronda Rousey como um de seus grandes desafios na categoria dos pesos-galos (61 kg) do UFC. É esperar para ver.

Pronto para encarar Viscardi Andrade, Macaco afasta rivalidade: "Morreu um pouco de mim com o Ryan"

Aos 42 anos, Jorge ‘Macaco’ Patino segue na ativa, tanto no MMA como no submission, terreno onde voltará a se apresentar na próxima edição do ADCC, em São Paulo diante do atleta do UFC Viscardi Andrade. No entanto, para os fãs mais atentos, o em

Aos 42 anos, Jorge ‘Macaco’ Patino segue na ativa, tanto no MMA como no submission, terreno onde voltará a se apresentar na próxima edição do ADCC, em São Paulo diante do atleta do UFC Viscardi Andrade. No entanto, para os fãs mais atentos, o embate representa nova confronto entre as academias paulistas de Ryan Gracie e a do próprio veterano. Mas, desta vez, sem rivalidade.

Em conversa com a reportagem da Ag. Fight em Las Vegas (EUA) onde acompanhava Thomas Almeida no UFC 189, Macaco pregou discurso mais ameno e declarou não carregar para o tatame nenhum sentimento a mais pelo fato do oponente representar o nome do falecido mestre Ryan, com quem travou anos de polêmicas e desavenças que, por vezes, chegaram às vias de fato.

“O mestre Ryan Gracie sempre me deu muita publicidade. Tivemos nossas desavenças, e a cada conflito nosso na semana seguinte tinham 30 alunos novos na minha academia e na dele. O mundo falava das nossas bagunças, mas isso faz muitos anos. Já estou com 42 anos, tudo muda. Infelizmente ele faleceu e quando isso aconteceu um pedaço do Macaco faleceu com ele também. Ele me dava inspiração para estar sempre no shape treinando. Fez grandes discípulos que representam seu nome e tenho muito respeito por ele”, afirmou.

Para o duelo contra Viscardi, o veterano ter´pela frente um adversário que, além de mais jovem, é mais alto, pesado e forte. Fatores estes que, de acordo com o experiente lutador, não devem mudar nada em sua preparação

“Já venci três representantes da academia Gracie. Não tenho rivalidade ou problema nenhum com o Viscardi, mas no tatame pode esperar que vou entrar para vencer. É meu nome em jogo, e vou lotar e tremer o Ginásio. Meus quatro graus na faixa preta não são enfeite. […] Ele é mais novo, forte e pesado, mas a luta é até 80 kg e eu tenho 23 anos de jiu-jitsu e 15 de faixa preta. Minha vantagem é o meu poder, gosto disso, vou jogar para cima e vou pegar”, garantiu confiante.

Daniel Cormier revela estratégia para bater Gustafsson em defesa de título

Campeão dos meio-pesados (93kg) do UFC, Daniel Cormier não esconde de ninguém qual será a sua estratégia para a primeira defesa de cinturão diante de Alexander Gustafsson, que ainda não tem data definida, já que “DC” se recupera de uma lesão

Campeão dos meio-pesados (93kg) do UFC, Daniel Cormier não esconde de ninguém qual será a sua estratégia para a primeira defesa de cinturão diante de Alexander Gustafsson, que ainda não tem data definida, já que “DC” se recupera de uma lesão no joelho.

Em conversa com os jornalistas em Las Vegas (EUA) durante a semana que antecedeu a luta entre Conor McGregor e Chad Mendes, o americano afirmou que, embora existam diferenças entre seu próximo oponente e Anthony Johnson, a quem venceu para afivelar o cinturão, sua estratégia não mudará em muita coisa.

“Não mudarei muita coisa na minha preparação com relação a última luta que fiz com o Johnson. Não existe segredo, a maneira como posso bater Johnson serve para qualquer lutador que me enfrentar. Vou sempre em busca de usar meu wrestling”, disse o campeão.

Cormier conquistou o cinturão da categoria em maio desse ano, ao finalizar Anthony Johnson no terceiro round do UFC 187, com um mata-leão. O lutador da “American Kickboxing Academy” prometeu dar atenção especial aos jabs do sueco, que tem uma maior envergadura.

“Tento sempre impor o meu jogo e aplicar minhas quedas com segurança para deixar os caras preocupados. Se eu não conseguir fazer isso, terei problemas, porque não sou um striker, muito menos um boxeador, sou um wrestler e meu objetivo é sempre pressionar os caras com um ritmo alto. Moverei bastante a cabeça para fugir dos jabs do sueco e poder entrar no momento certo para aplicar a queda”, disse Daniel.

Após a última edição do TUF americano, que inovou no formato, colocando as academias ATT e Blackzilians para duelar, muito tem se falado em um novo programa com um possível desafio entre a AKA vs. Kings MMA. No entanto, como os confrontos acontecem dentro das academias, a distância complicaria uma possível edição entre os times citados, mas Cormier deu uma sugestão.

“Kings MMA vs. AKA poderia ser a próxima temporada do TUF. Você tem o Werdum e o Velasquez, que provavelmente podem fazer uma revanche no final do reality, você tem Khabib vs. Dos Anjos, Eu e Luke podemos bagunçar a casa (risos). Seria legal ter mais uma versão de academia vs. academia, mas um time fica no sul e o outro no norte, então talvez devêssemos fazer o reality em Las Vegas (EUA)”, concluiu.

14 de julho de 2015

Técnico revela que McGregor se lesionou nos treinos para o UFC 189

Campeão interino dos penas (66 kg) do UFC, Conor McGregor não fez nenhum treino de sparring ou wrestling durante sua preparação para enfrentar Chad Mendes, americano que substituiu José Aldo que saiu do card às vésperas do UFC 189 por conta de uma

Campeão interino dos penas (66 kg) do UFC, Conor McGregor não fez nenhum treino de sparring ou wrestling durante sua preparação para enfrentar Chad Mendes, americano que substituiu José Aldo que saiu do card às vésperas do UFC 189 por conta de uma lesão na costela. A polêmica afirmação foi feita pelo treinador do irlandês, John Kavanagh, ao programa ‘MMA Hour’, quando revelou que seu atleta machucou o joelho durante os treinos para o show.

Talvez por conta disso, McGregor acabou levando algumas quedas de Chad Mendes nos dois primeiros rounds, com certa facilidade, antes de virar a luta no final da segunda parcial e conseguir o nocaute técnico que lhe garantiu o título interino no último sábado (11), em Las Vegas (EUA). Kavanagh confessou que ficou um pouco apreensivo com a ausência dos treinos específicos para enfrentar um wrestler do calibre do americano.

“Tenho que ser honesto, quando nós estávamos indo para essa luta, passou pela minha cabeça que nós não tínhamos treinado nenhum round de wrestling. Eu arregalei minhas sobrancelhas e pensei: ‘Vamos ver o que acontece’”, disse o treinador antes de afirmar que, apesar do pouco treino, o joelho de Conor ficou bom até a luta.

“Ele teve condições de lidar com algumas posições, existiu bastante wrestling na luta e não aconteceu nada de errado. Então, estamos 100% confiantes de que o joelho dele está perfeito agora”, comemorou.

Kavanagh afirmou que chegou a conversar com McGregor sobre a possibilidade de deixar o combate, mas o isso nem passou pela cabeça do irlandês, segundo o técnico. “Quando conversei com o Conor e vi sua confiança inabalável, vi que tomamos a decisão certa de lutar. Por tudo que ele passou e por ter aceitado a mudança de adversário em cima da hora, Conor mostrou sua mentalidade de competição”, concluiu.

Miocic se oferece para esperar retorno de Werdum e lutar pelo cinturão do UFC

Recém-empossado campeão peso-pesado do UFC, Fabrício Werdum já vê uma fila de pretendentes se colocarem à disposição para medirem forças com o gaúcho, que declarou aos jornalistas presentes em Las Vegas na última semana que deve defender seu t

Recém-empossado campeão peso-pesado do UFC, Fabrício Werdum já vê uma fila de pretendentes se colocarem à disposição para medirem forças com o gaúcho, que declarou aos jornalistas presentes em Las Vegas na última semana que deve defender seu titulo apenas em 2016. Tempo de espera que, ao menos por enquanto, foi aceito por Stipe Miocic.

Número três do ranking, atrás apenas de Junior ‘Cigano’ e Cain Velasquez, além do campeão Werdum, o americano descendente de croatas afirmou que pode esperar sem problemas pela próxima temporada e se colocou à disposição do evento para garantir a tão sonhada oportunidade de lutar pelo cinturão.

“Sim, estou bem com isso. [em esperar]. Me parece a melhor escolha. Estou bem, não sou de gastar muito o meu dinheiro [risos], estou bem com isso”, afirmou ao site MMA Fighting.

Sem confirmação por parte do evento sobre seu próximo destino, Miocic, ao menos, foi escalado para uma série de compromissos ao redor do mundo em eventos de divulgação do show. Berlim, Toronto e Las Vegas foram as cidades mais recentes em sua agenda.

“Continuo fazendo o que eu tenho que fazer: treino todos os dias, trabalho como bombeiro, vivo a vida e me divirto, e espero que me ofereçam a luta pelo título. Sou o próximo da linha, vou estar nesse octógono. […] Estou tentando, estou ficando melhor com a minha fala, e isso é uma coisa boa [risos]”, afirmou o peso-pesado ao reconhecer que seu estilo pouco midiático pode ter atrapalhado sua caminhada até aqui.