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Sem empresas, licitação do Centro de Convenções é adiada

A licitação do Centro de Convenções estava marcada para esta segunda-feira (23). Contudo, nenhuma empresa compareceu à sessão.

23/09/2019 12:31h - Atualizado em 23/09/2019 16:57h

A licitação para concesso de uso do Centro de Convenções foi adiada. Isso porque nenhuma empresa compareceu à sessão de licitação marcada para acontecer nesta segunda-feira (23). De acordo com a superintendente de parcerias e concessões do Estado, Viviane Moura, os estudos serão reavaliados e o edital será relançado na quarta-feira (25) com maior flexibilidade para a iniciativa privada. Vale lembrar que o  local está fechado há uma década.



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Segundo a gestora, a parceria com o setor privado tem como objetivo principal fazer com que o Centro de Convenções volte a funcionar, transformando o equipamento em uma referência na promoção de eventos. Ainda de acordo com Viviane, os primeiros estudos apresentados ao mercado consideraram o projeto de engenharia da Secretaria de Estado do Turismo com um investimento inicial de R$ 12 milhões.

Reforma do Centro de Convenções. (Foto: Arquivo O Dia)

“Na nossa avaliação, o que fez com que a iniciativa privada não tenha manifestado interesse foi o fato de os estudos terem utilizado como base o Capex de investimento em obras e equipamentos de um projeto que existia na Secretaria de Turismo. Agora nós iremos adequar os valores do estudo técnico ao princípio de uma concessão de uso, dando liberdade para que o privado possa planejar os investimentos conforme o seu capital”, frisou a superintendente.

Viviane Moura pontuou que o projeto, a partir de agora, levará em consideração, principalmente, o funcionamento do equipamento, dando maior flexibilidade ao privado quanto à previsão de investimento inicial.

“É muito mais proveitoso e benéfico para o Estado reavaliar e lançar novamente, do que contratar com risco. Testamos o mercado com um projeto que existia e vimos que ele se posicionou contrário. Precisamos ser mais flexíveis para que o privado tenha liberdade para fazer com que o equipamento efetivamente funcione e que ele, através do seu capital, faça as obras e adquira os equipamentos necessários para que isso aconteça. Só assim a parceria irá produzir os resultados que o Governo espera, que é que o Centro de Convenções funcione”, finalizou Viviane Moura.

Por: Nathalia Amaral

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