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W. Dias minimiza áudios e diz que trabalha para manter a base unida

Bem ao seu estilo, o governador evitou polemizar e disse que entrega tudo "nas mãos de Deus". Ciro Nogueira, até o momento, nega a veracidade de áudios.

03/12/2019 07:03h - Atualizado em 03/12/2019 15:31h

O governador Wellington Dias (PT) minimizou o impacto da recente divulgação de áudios atribuídos ao senador Ciro Nogueira (Progressistas), com prognósticos sobre o processo eleitoral de 2022. Para o chefe do Executivo estadual, o episódio não causará impactos no relacionamento entre os membros de sua base aliada. 


Leia também: Ciro Nogueira nega veracidade de áudio sobre Eleições 2022 


“Da minha parte, não [atrapalha a relação]. Vamos continuar buscando trabalhar com todas as pessoas que querem ajudar e contribuir nesse proposito de desenvolver cada vez mais o estado do Piauí. 2020 vamos tratar em 2020. 2022 vamos tratar em 2022. Eu acredito que Deus é quem comanda tudo, então sempre entrego nas mãos de Deus, para que a gente possa trabalhar sempre para o bem do Piauí”, disse. 

Wellington Dias também afirmou que pretende chegar ao final do seu quarto mandato em sintonia com todas as forças políticas que participaram da aliança que o reelegeu em 2018. “O que eu quero é seguir trabalhando. Eu tenho todo um carinho e agradecimento a todo time que esteve comigo na campanha de 2018, todo o meu esforço é para que a gente possa tocar o projeto que ali atrás aprovamos”, declarou. 


Wellington comentou pela primeira vez a divulgação de áudios em que aliado faz previsões políticas - Foto: Ccom

O áudio 

No áudio que circulou amplamente nas redes sociais, nos últimos dias, o senador Ciro Nogueira revela estratégias para o pleito de 2022, inclusive confirmando a realização de pesquisas para analisar os nomes de possíveis candidatos ao governo do Estado e ao Senado, deixando claro que deve estar em um palanque oposto ao do governador Wellington Dias.

A divulgação da mensagem gerou reação, principalmente, entre os membros do Partido dos Trabalhadores, que teriam ficado incomodados com a visível antecipação do processo eleitoral de 2022. 

Por: Natanael Souza, do Jornal O Dia

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