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Suplente revela desânimo com possibilidade de retorno à Alepi

“Não sei nem se quero voltar”, afirmou o deputado Warton Lacerda. Ele nega qualquer conversa no sentido de reassumir o mandato.

30/10/2019 07:07h

A indefinição quanto a situação dos suplentes de deputados estaduais, que deixaram a Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi), parece ter desanimado Warton Lacerda, segundo suplente da coligação governista. Ele esteve na Casa na última terça-feira (29) para tratar apenas de questões administrativas.

Warton nega qualquer conversa no sentido de reassumir o mandato, tanto com os parlamentares titulares quanto com o governador Wellington Dias (PT). Apesar de avaliar como normal toda essa situação, ele demonstrou um certo desconforto em relação ‘a uma série de assuntos’ que não quis mencionar.


Leia também: Dias confirma retorno de deputados estaduais para secretarias 


“Estou vendo e assistindo, na hora que os deputados eleitos, que são os donos do mandato, entenderem que é a hora de voltar para as secretarias, estamos aqui [...] Não sei nem se quero voltar, estou cuidado das minhas coisas. Se for para voltar, a gente volta, mas não estou pensando nisso e nem com vontade”, afirmou Lacerda.


Warton Lacerda - Foto: O Dia

Apesar de ressaltar sua atividade parlamentar ao longo dos meses em que esteve ocupando um assento na Alepi, Lacerda revelou que, neste momento, sua prioridade é dar continuidade aos seus projetos pessoais, por exemplo, em questões ligadas a Associação Atlética de Altos, time de futebol presidido por ele.

“Gosto de trabalhar e de administrar empresa. Estou resolvendo minhas coisas e a política para mim, na verdade, foi um chamado que fiz. Fui bem votado mesmo sem nunca ter exercido mandato, nos meses que passei na Assembleia acredito que fiz um bom trabalho, aprovei vários requerimentos”, argumentou o petista.

A expectativa era a de que os suplentes retornassem ao parlamento estadual após a votação das operações de crédito do governo do Estado, aprovadas no último mês de setembro, o que não se confirmou. Agora, a tendência é que o regresso só ocorra em 2020. 

Por: Breno Cavalcante, do Jornal O Dia

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