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Osmar Júnior diz que retorno a secretariado depende de cada um

“O governador, desde o início, deixou claro que mantém a plena confiança nos deputados que integraram a equipe até bem pouco tempo", afirmou o secretário de Governo.

22/10/2019 06:54h

O secretário de Governo, Osmar Júnior, confirmou que as conversas para o retorno de deputados para o comando de secretarias da administração estadual estão cada vez mais avançadas. Segundo ele, o governador Wellington Dias (PT) aguarda apenas a manifestação dos parlamentares para assinar os decretos que vão nomeá-los de volta ao comando das pastas. 

“O governador, desde o início, deixou claro que mantém a plena confiança nos deputados que integraram a equipe até bem pouco tempo. A decisão de deixar o governo foi uma decisão pessoal de cada um. O governador, na semana passada, reafirmou essa confiança. Nós, do ponto de vista do governo, achamos que o retorno dependerá da decisão de cada deputado”, disse. 


Leia também: Dias confirma retorno de deputados estaduais para secretarias 


Osmar Júnior também afirmou que os deputados devem retornar para as mesmas pastas que ocupavam anteriormente e negou que as mudanças recentes causaram problemas de descontinuidade nas ações desenvolvidas. 

“Esse ano é um ano de um ajuste muito forte. Um ajuste que permitiu ao governo manter seus compromissos básicos, especialmente com a folha de salários em dia. O segundo é a preparação para os investimentos. Vamos ter no ano que vem um período de grandes investimentos na infraestrutura e, especialmente, na educação. Esses programas não foram prejudicados”, garantiu. 


Osmar Júnior, secretário de Governo - Foto: O Dia

Fundef

O secretário de Governo, Osmar Júnior, também comemorou a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, que autorizou o Piauí a antecipar o crédito proveniente do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef), no valor de R$ 1,5 bilhão

“Foi uma decisão muito importante, primeiro para garantir a separação entre os poderes. O poder executivo tem sua missão, e sua missão está garantida na Constituição. Segundo, é que nós vamos antecipar a aplicação desses recursos em pelo menos um ano. Um ano é um tempo muito significativo na vida das pessoas. Por essa razão o estado comemora a decisão e considera que fez feita a aplicação correta da Constituição”, pontuou.

Por: Natanael Souza, do Jornal O Dia

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