Flávio Nogueira cobra ‘pressa’ do Governo e diz que ‘reformas precisam avançar’

Parlamentar piauiense acredita que se as mudanças tivessem sido aprovadas no passado, o país estaria hoje em outro patamar de desenvolvimento

27/08/2020 13:31h - Atualizado em 27/08/2020 13:50h

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Único parlamentar piauiense na Frente Mista que discute a reforma Administrativa, o deputado federal Flávio Nogueira (PDT) afirma que é preciso aproveitar o momento, propício em sua avaliação, para aprovar esta e outras mudanças no regramento brasileiro.

“As reformas tributárias e administrativa são fundamentais para a retomada do crescimento econômico do país. Precisamos focar na agenda das reformas que o Brasil precisa, tendo em vista que este é o Congresso Nacional mais reformista da história", observa o congressista. 

Flávio Nogueira (Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados)

Ele lembra que, no passado, muitos presidentes prometeram e até começaram a pautar algumas reformas, o que não se efetivou. Ele teme que com Jair Bolsonaro aconteça o mesmo. “Apesar do discurso reformista, há uma demora no envio de projetos relevantes”, pontua.

Nogueira entende que se as principais reformas tivessem sido aprovadas de forma ampla em outro momento, o país estaria hoje em outro patamar de desenvolvimento. Neste sentido, entende que as “crises políticas” tem prejudicado as discussões e emperrado a aprovação dessas pautas.


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Para ele, é necessário que exista um bom diálogo, não só entre Poderes, senadores e deputados. “Todo aquele parlamentar que deseja um Brasil reformado acompanha, portanto, o projeto dessas reformas, independente de qualquer sigla partidária. Importante é que o Brasil faça, de fato, as suas reformas”, observa. 

Apesar da previsão otimista para aprovação de um novo sistema tributário ainda este ano,  a reforma administrativa proposta pelo Governo Federal deve começar a ser discutida em 2021. “Pedimos pressa pois nós, parlamentares, não temos o poder de começar a reforma, a não ser que sejamos provocados pelo Poder Executivo”, finaliza.

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Por: Breno Cavalcante

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