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Mulher usava identidades falsas para aplicar golpes pela internet

Evitha Kelly da Silva Benício teria feito mais de 15 vítimas só aqui em Teresina. Ela aplicava os golpes por meio do Facebook e do site OLX

26/11/2019 08:59h

Foi presa nesta segunda-feira (25) em Teresina uma mulher identificada como Evitha Kelly da Silva Benício, acusada de aplicar golpes pela internet utilizando identidades falsas de médicos e odontologistas em Teresina. Segundo apontam as investigações da polícia, ela teria feito pelo menos 15 vítimas só aqui na Capital piauiense. 


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O inquérito que culminou em sua prisão foi presidido pela Delegacia de Repressão a Crimes de Informática. De acordo com o titular da Divisão, delegado José Anchieta, Evitha comprava produtos eletrônicos de alto valor, como smart TVs, smartphones e até ouro em sites de transações online como OLX e pelo Facebook. No entanto, ela não fazia os pagamentos e enviava aos vendedores comprovantes de transferência falsos.

“Eram comprovantes produzidos em programas do Windows usando nomes e falsos. Ela apresentava o documento, recebia o produto, mas depois que o vendedor percebia que o dinheiro não havia caído em sua conta, é que se dava conta de que havia sido vítima de um golpe. Nesse modus operandi, ela fez ao menos umas 15 vítimas em Teresina, mas esse número deve ser maior, porque mais pessoas devem aparecer a partir de agora”, explicou o delegado.


Foto: Divulgação/Polícia Civil

Evitha foi presa na tarde de ontem após receber mais uma mercadoria adquirida por meio de golpe. Com ela a polícia apreendeu uma quantidade de ouro. Na manhã de hoje (26), ela foi apresentada pela Secretaria de Justiça (Sejus) para audiência de custódia no Fórum Criminal de Teresina, onde o juiz deliberará sobre a manutenção ou não de sua prisão.

No entanto, o delegado José Anchieta lembra que a prisão de Evitha foi em caráter preventivo, por força de mandado judicial. “A justiça já havia expedido um mandado de prisão contra a ela há uns três dias, então acredito que ela dificilmente seja liberada”, finalizou o titular da Delegacia de Crimes de Informática.

Por: Maria Clara Estrêla

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