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Estudante baleado após jogo do Flamengo segue respirando por aparelhos

Genicleo Pereira da Silva foi alvejado com um disparo de arma de fogo quando estava dentro do carro com amigos e a namorada. Crime aconteceu no domingo (24).

27/11/2019 12:09h - Atualizado em 27/11/2019 12:12h

Continua internado em estado gravíssimo no Hospital de Urgências de Teresina (HUT) o estudante de Odontologia Genicleo Pereira da Silva, 31 anos, que foi atingido por um tiro na cabeça no último domingo (24), nas proximidades do Supermercado Assaí, região do Morada Nova, zona Sudeste de Teresina. A informação de seu estado foi repassada pela assessoria do HUT. 


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Genicleo passou por cirurgia neurológica no dia em que deu entrada no hospital e desde então encontra-se na UTI, entubado e respirando com a ajuda de aparelhos. Ele foi atingido pelo disparo de arma de fogo na região da nuca

Estudante está internado na UTI do HUT. (Foto: Arquivo O Dia)

Até o momento não se sabe de onde partiu o tiro e nem quem seria seu autor. Em conversa com o Portal O Dia, o delegado titular do 8º Distrito Policial, Ricardo Moura, deu mais detalhes da dinâmica do ocorrido. 

“Havia o motorista, mais três rapazes e três moças no carro. O Genicleo estava sentado ao lado da namorada, quando, na altura do supermercado Assaí, indo em direção ao Morada Nova, eles ouviram um barulho bem forte e pensaram que o pneu teria estourado. Foi então que a namorada do Genicleo viu que ele se escorou para o lado e quando tentou coloca-lo de volta no banco, percebeu a grande quantidade de sangue que havia na cabeça dele e a perfuração do tiro”, relatou o delegado.

Genicleo foi socorrido pelo SAMU e encaminhado ao HUT. A polícia está analisando imagens de câmeras de segurança para tentar identificar de onde partiu o tiro. O que se tem até o momento é que o disparo veio por trás e atravessou o vidro traseiro do carro onde a vítima estava. Questionado sobre se o veículo estaria sendo seguido, o delegado Ricardo Moura pontuou que não há indícios, até agora, que aponte para isso.

“Ouvimos todos os ocupantes do carro e todos eles disseram praticamente a mesma coisa. Todas as histórias batem, não há discrepâncias e todos eles deixaram claro que a vítima não tinha inimigos e nem teria discutido com ninguém na festa onde estavam comemorando o jogo [do Flamengo], que pudesse levar a uma agressão de qualquer tipo”, explicou Ricardo Moura.

A polícia colheu imagens de câmeras de segurança de estabelecimentos próximos ao local do ocorrido para tentar identificação alguma movimentação suspeita ou chegar aos possíveis autores do crime.

Por: Maria Clara Estrêla

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