Nova Maternidade de Teresina já tem 26% da obra concluída

O prazo de entrega da primeira etapa está mantido para agosto de 2021.

03/08/2020 17:23h

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Apesar da pandemia, o Governo do Estado do Piauí, através da Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) tem dado continuidade às obras da Nova Maternidade de Teresina, localizada na avenida Presidente Kennedy, zona leste da capital. O prazo de entrega da primeira etapa está mantido para agosto de 2021. Pelo menos 26% da obra já foi concluída. A unidade será referência neonatal para o Estado, cuja função é exercida há décadas pela Maternidade Dona Evangelina Rosa. 


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De acordo com o secretário Florentino Neto, a obra já está na última laje, concluindo a parte estrutural. “Depois é a hora de fazer a parte hidráulica e elétrica. Estamos tentando manter o ritmo da obra, mesmo na pandemia e fazendo revezamento do pessoal para manter a segurança de todos os trabalhadores e cumprir os prazos previstos anteriormente. Ao todo, 26% da obra já foi concluída”, afirma o secretário. A Nova Maternidade deve desafogar as atuais maternidades do Piauí, pois a estrutura é especializada para grávidas de médio e alto risco. 

A Nova Maternidade receberá o maior investimento em um equipamento de saúde pública dos últimos 30 anos no Piauí. O orçamento é estimado em R$ 84 milhões. Serão 286 leitos, sendo 115 destinados para a terapia intensiva, com 20 unidades somente em UTI adulta, 30 leitos de UTI neonatal. Além desses, 45 leitos de Cuidados Intermediários e 20 de leitos Intermediários Canguru, que é um espaço para acolhimento de mãe e bebê, permitindo que a mãe fique mais próxima do filho.

Florentino Neto reconhece o importante papel da Maternidade Evangelina Rosa até hoje para o Estado, mas reforça a necessidade de uma estrutura mais moderna. “A Evangelina Rosa tem cumprido sua função de atender às gestantes de todo o Piauí, mas precisamos de uma estrutura que proporcione melhores condições às pacientes. O objetivo é transformar a Nova Maternidade em referência no atendimento neonatal, reduzindo a mortalidade infantil e de gestantes do nosso Estado”, diz o secretário.

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Fonte: Da Redação

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