Eleição para desembargador: Campelo Filho quer uso de tecnologia para celeridade no TJPI

Para ele, a efetividade da Justiça pode ganhar novas perspectivas com a utilização de novas tecnologia e uma gestão arrojada

29/09/2021 15:27h - Atualizado em 29/09/2021 16:39h

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O uso das novas tecnologias para promover maior celeridade no Poder Judiciário é um dos compromissos assumidos pelo advogado Campelo Filho, candidato ao cargo de desembargador do Tribunal de Justiça do Piauí pelo Quinto Constitucional da Advocacia. Ele foi o entrevistado desta quarta-feira (29) do programa O Dia News, da O Dia Tv, que realizada diariamente sabatina com os candidatos.


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Campelo Filho tem 26 anos de atuação na advocacia do Piauí. Assumiu várias funções na seccional da Ordem dos Advogados do Brasil no Piauí, como ouvidor-geral e presidente da Comissão de Direitos Humano. Na área acadêmica, possui mestrado em Direito Público, doutorado e pós-doutorado em tecnologia.

Foto: Jailson Soares / O Dia

“Há uma necessidade de uma Justiça mais célere, mais justa e eficaz. Esse também é um objetivo da advocacia, que haja mais celeridade. O advogado que é representante do Quinto Constitucional ele precisa busca colaborar com o poder Judiciário”, reconheceu sobre a baixa produtividade do Judiciário piauiense apontado pelos números do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). 

Para ele, a efetividade da Justiça pode ganhar novas perspectivas com a utilização de novas tecnologia e uma gestão arrojada. A utilização das novas tecnologias e meu conhecimento de gestão vão contribuir para que o Tribunal de Justiça aprimore seu modelo de gestão e preste uma Justiça mais eficaz. Pretendo colaborar com os pares que lá estão”, afirmou.

Campelo Filho defendeu a escolha de advogados pelo Quinto Constitucional ao enaltecer a advocacia pelo seu contato direto com o público e sua função de questionar direitos. “O advogado é essencial no Quinto pela maturidade profissional adquirida pelo exercício da profissão. A advocacia luta pelos direitos sociais, pela manutenção do estado democrático de direito, justamente porque o advogado é que leva as demandas sociais ao Judiciário quando um direito é violado”, finalizou.  

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