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Barão de Itararé e Salve Rainha marcam domingo de carnaval em Teresina

De um lado da cidade, o Barão de Itararé ocupa a avenida principal do Dirceu. Do outro, o Salve Rainha estreia seu bloco de carnaval.

11/02/2018 19:34h - Atualizado em 11/02/2018 19:55h

De um lado da cidade, o Barão de Itararé ocupa a avenida principal do Dirceu, na zona Sudeste, e se consagra como o bloco mais tradicional de Teresina, com 29 anos de existência. Já no centro da capital, o Salve Rainha estreia seu bloco e ocupa o espaço cultural Francisco da Chagas Araújo Júnior, localizado embaixo da ponte Juscelino Kubitschek.

Foram estes os principais eventos que marcaram o domingo de carnaval em Teresina e fizeram os foliões saírem de casa no final da tarde.

Barão de Itararé


De acordo com o diretor Antônio Araújo, pelo menos 3 mil pessoas são esperadas todo ano no Barão de Itararé, que tem como marca os sambas enredo que tratam sobre as questões sociais e políticas do Brasil. Neste carnaval, o tema foi a violência contra a mulher.

O bloco já se transformou em uma associação e planeja iniciar, no próximo ano, uma escola de percussionistas para 100 jovens carentes da comunidade. “Os instrutores serão os atuais integrantes da bateria do Barão de Itararé”, anuncia Antônio.

Para concretizar a meta, a diretoria espera conseguir recursos públicos. “Queremos comprar instrumentos e garantir uma estrutura para a escola. Nosso objetivo é ocupar o tempo dos jovens com uma coisa boa”, diz o diretor.

Salve Rainha

Música com DJ, público alternativo e exposições artísticas marcaram a estreia do bloco Rainha do Carnaval, formado pelo Coletivo Salve Rainha.

Segundo Jader Damasceno, a atividade mostra que o movimento resiste e serve não apenas como uma festividade, mas também é um momento de militância. “O que mata nossos jovens são os olhares discriminatórios. E nesse espaço, todos podem simplesmente ser”, afirma.

Para Viviane Alves, o que diferencia o carnaval do Salve Rainha dos demais é o tipo de música e a inclusão da arte através das exposições. “O som é diferente e atende ao gosto de um público específico, que não tem muito espaço nessa época”, conclui a jovem.


Por: Nayara Felizardo

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