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Maria Bethânia revela capa do álbum em que exalta a Mangueira

A cantora publicou nove fotos que, reunidas, formam a imagem da capa do disco

04/12/2019 11:13h - Atualizado em 04/12/2019 11:22h

Cantora que somente aderiu às redes sociais neste ano de 2019, Maria Bethânia usou o perfil de recém-aberta conta no Instagram para revelar a capa do álbum em que exalta a escola de samba Mangueira. A cantora publicou nove fotos que, reunidas, formam a imagem da capa do disco. Pela ausência de legenda, pode se tratar tanto da capa interna do encarte da edição em CD como da capa propriamente dita do álbum.

Com lançamento programado pela gravadora Biscoito Fino para sexta-feira, 6 de dezembro, o álbum Mangueira – A menina dos meus olhos é a retribuição da artista à homenagem que lhe foi prestada pela tradicional agremiação carnavalesca da cidade do Rio de Janeiro (RJ) em 2016, ano em que a Mangueira foi campeã com o enredo Maria Bethânia – A menina dos olhos de Oyá, idealizado pelo carnavalesco Leandro Vieira.

No disco Mangueira – A menina dos meus olhos, produzido e arranjado pelo maestro baiano Letieres Leite, Bethânia dá voz a sambas como A flor e o espinho (Nelson Cavaquinho, Guilherme de Brito e Alcides Caminha, 1957), Sei lá, Mangueira (Paulinho da Viola e Hermínio Bello de Carvalho, 1968), A Mangueira é lá no céu (Maurício Tapajós e Hermínio Bello de Carvalho, 1970) e Mangueira (Assis Valente e Zequinha Abreu, 1935).

O repertório inclui o já antológico samba-enredo História pra ninar gente grande (Tomaz Miranda, Deivid Domênico, Luiz Carlos Máximo, Mama, Márcio Bola, Ronie Oliveira, Danilo Firmino e Manu da Cuíca, 2018), com o qual a escola verde-e-rosa se (con)sagrou campeã no Carnaval carioca deste ano de 2019.

E por falar em samba-enredo, o cantor Tantinho da Mangueira interpreta, como solista convidado do álbum, o samba que compôs com Alípio Carmo, André Braga, Guilherme Sá, Jansen Carvalho e Marcos Tulio com base no enredo Maria Bethânia – A menina dos olhos de Oyá. O samba de Tantinho perdeu a disputa e não foi para a avenida, mas ficou na memória e no disco de Maria Bethânia.


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