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"Destinerário" é o mais novo trabalho do poeta Adriano Lobão Aragão

Uma mesclagem de poesia e fotografias que ressaltam a identidade de várias cidades da Região Nordeste.

18/03/2020 12:37h

"Destinerário" é o mais novo trabalho do poeta Adriano Lobão Aragão é resultado de uma jornada que envolve poesia. Cada poema, desenvolvido na própria cidade que tematiza, é acompanhado de fotografia, num trabalho de criação e execução que levou mais de três anos para ser desenvolvido. Dentre seus próximos projetos literários, encontra-se o DESTINERÁRIO, que consiste numa jornada envolvendo poesia e fotografias que tematizam diversas cidades nordestinas. Cada poema, desenvolvido na própria cidade que tematiza, é acompanhado de fotografia, num trabalho de criação e execução que levou mais de três anos para ser desenvolvido. Dentre as cidades visitadas, fotografadas e que serviram de inspiração para cada um dos poemas, temos: Cocal, Campo Maior, Cocal de Telha, Cocal dos Alves, Caraúbas, Caxingó, Quixadá, Bom Princípio, Fortim, São João da Fronteira, Murici dos Portelas, Buriti dos Lopes, Icapuí, Inhuma, Elesbão Veloso, Picos, Uruçuí, Domingos Mourão, Piracuruca, Bom Jesus, Cajueiro da Praia, Nossa Senhora de Nazaré, São José do Divino, Ilha Grande de Santa Isabel, Pedro II, Brasileira, Capitão de Campos, Barro Duro, São Miguel da Baixa Grande, São João do Arraial, Paramoti, Itapipoca, Aracati, Esperantina, Araioses, Batalha, Alto Longá, União, Ubajara, Quixeramobim, Fortaleza, Viçosa do Ceará, Aracaju, Maceió, Boqueirão, São Pedro do Piauí, Barroquinha, Cahval, Piripiri, Nazária, Timon, Santo Antônio dos Milagres, Curralinhos, Pau D’Arco, Caxias, Floriano, Demerval Lobão, Coivaras, Jatobá do Piauí, Altos, São Benedito, Acaraú, Lagoa do Piauí, Oeiras e Cabeceiras do Piauí, entre outras. Além de cidades estruturalmente desenvolvidas, como Fortaleza, Maceió e Aracaju, o projeto voltou-se principalmente para pequenas cidades mais interioranas, muitas delas de ambientação tipicamente rural. Nesse sentido, procurou-se através da arte da poesia e da fotografia colaborar com a autoestima, valorização da cultural local e dialogar com os aspectos geográficos, históricos e humanos das localidades retratadas em imagem e poesia. O projeto encontra-se em captação de recursos para publicação através do Catarse.

Seu primeiro livro, Uns poemas, foi publicado em 1999, pela Prefeitura de Teresina, através da Fundação Cultural Monsenhor Chaves, como premiação pelo Concurso Novos Autores, Prêmio Cidade de Teresina, 1998. Entrega a própria lança na rude batalha em que morra foi publicado pela Fundação Cultural do Piauí, Fundac, em 2005, num volume que incluía também os livros Balé de pedras, de Wanderson Lima, e Fractais semióticos, de Demetrios Galvão. Pouco depois, foi publicado separadamente, em edição artesanal, de restrita circulação, contando com cerca de 100 exemplares apenas.

Yone de Safo foi premiado, assim como o livro anterior, em concurso literário promovido pela Fundac, mas o Governo do Estado do Piauí não publicou as obras vencedoras daquele ano de 2006, sendo que o compromisso público firmado via edital terminou por cair no esquecimento ao longo das sucessivas gestões do governo e da Fundação Cultural do Piauí. O livro seguinte, As cinzas as palavras, foi publicado em duas edições. A primeira, em 2009, apresentando somente 70 exemplares, e uma segunda, em 2014, contando com tiragem bem mais ampla e obtendo uma circulação bem menos restrita.

Para Os tempos e a forma, o volume Ave Eva, que havia sido publicado somente em e-book, em 2011, foi reestruturado e passou a compor, juntamente com diversos poemas inéditos, a obra Entre áridos anseios dispersos, constituindo assim sua forma definitiva. Adriano Lobão Aragão nasceu no ano de 1977, em Teresina, Piauí. Mestre em Letras pela Universidade Estadual do Piauí. Professor de língua portuguesa do Instituto Federal do Piauí. Além de poeta, o autor também publicou, em 2012, o romance Os intrépidos andarilhos e outras margens. Atualmente, é um dos editores da revista eletrônica dEsEnrEdoS.

Por: Marco Antônio Vilarinho

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