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No Piauí, Allyne Conrado tem carreira vitoriosa depois do The Voice Kids

Depois de ser eliminada na fase de audições às cegas do programa, ela montou sua própria banda e hoje tem agenda lotada em bares e restaurantes de Teresina e no Maranhão.

05/02/2020 09:39h - Atualizado em 05/02/2020 11:55h

Allyne Conrado, de 16 anos, foi a primeira piauiense a se apresentar no palco do The Voices Kids, em 2018. Dois anos se passaram e a cantora continua investindo em sua carreira após experiência no reality. Depois de ser eliminada na fase de audições às cegas do programa, ela montou sua própria banda e hoje tem agenda lotada em bares e restaurantes de Teresina e no Maranhão.

Natural de Teresina, Allyne conta que começou a cantar em um coral infantil de uma igreja da Capital. Adotada pelos tios, a jovem foi incentivada a participar de festivais regionais, tocando o que mais gosta: MPB. Logo depois, surgiu a oportunidade de fazer a inscrição na competição nacional.

“Eu não tenho ninguém na família que é músico. Comecei a cantar na igreja e depois fui incentivada pelo meu tio, Sérgio Conrado, a cantar em festivais regionais, e super deu certo. Logo depois, surgiu a oportunidade de participar do The Voice Kids. Minha família deu muito apoio, mas confesso que, no começo, não queria muito. Consegui chegar até a saudações às cegas”, conta.

A teresinense surpreendeu o Brasil ao cantar “Esse tal de Roque Enrow”, sucesso da artista Rita Lee, mas não conseguiu fazer com que, os até então, jurados - Carlinhos Brown, Claudia Leite e a dupla Simone & Simaria - virassem suas cadeiras e assim se mantivesse na competição. Para subir ao palco, a cantora explicou as etapas exigidas pelo programa para chegar à fase de apresentação.

“São várias etapas para poder gravar com os jurados. Tem confirmação de e-mail entre mais de 100 mil vozes do Brasil todo. Além disso, temos uma audição antes em uma cidade que eles pedem (produtores do programa) pra confirmar no e-mail. Viajamos no final de novembro pra Recife, e, entre cerca 60 pessoas, passei dessa etapa. Mandei no e-mail a música que eu quis cantar, e tinha um músico para acompanhar. Depois disso, fui para Rio de Janeiro, sede da emissora, passei por mais ensaios, escolha de músicas com os produtores. Só depois cheguei às audições às cegas”, conta.

Para Alyne, ter chegado à fase de audições foi uma grande conquista que ficará marcado para sempre na memória“Às vezes não sei como explicar, foi uma sensação incrível que jamais vou esquecer. Uma sensação de dever cumprido. Então com essa descoberta da música dentro da igreja, do incentivo do meu tio, minha família, e também o The Voice Kids, a gente conseguiu chegar onde estamos hoje”, ressalta.

Por: Jorge Machado

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