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Notícias Torquato

26 de junho de 2019

Artista piauiense retrata o que as estruturas sociais apagaram

Artista piauiense retrata o que as estruturas sociais apagaram

Na exposição 'Tons de Invisibilidade', Mickael Viana suscita reflexões sobre o alcance do olhar e a capacidade de 'ver o invisível'

Até onde seu olhar é capaz de ver? Você já se sentiu invisível? O que as estruturas sociais apagaram da sua visão? São esses e outros questionamentos que o artista plástico Mickael Viana leva para o público e, ao mesmo tempo, tenta responder em sua amostra “Tons de Invisibilidade”, que acontece nesta quinta-feira (27) em Teresina. Trabalhando com desenho digital, o artista buscou inspiração nas várias fatias sociais silenciadas e não vistas pela sociedade para criar um ambiente multissensorial.

A exposição propõe um momento de imersão na arte regional e dialoga, também, com áreas como a Psicologia. A amostra contará com a performance Budazesquizô, do psicólogo e performer Luiz Outro, para suscitar reflexões, assim como a arte de Mickael, sobre a invisibilidade de algumas fatias sociais.


Foto: Divulgação

A exposição é dividida em três universos de cores e sobriedade ao mesmo tempo, e conta também com o espaço de vivência multissensorial, chamado “Casulo Aberto”, que vem com a proposta de interação do público com as reflexões instigadas pelo artista e por sua obra.

A programação do coquetel vernissage “Tons de Invisibilidade” terá ainda a participação da Banda Sarmeninas, com o melhor da música regional. A exposição acontece nesta quinta-feira (27), no espaço-galeria da Louvre Tattoo Teresina (Rua Dálias, 1138, Morada do Sol), a partir das 20 horas, com entrada gratuita.

Circuito Itinerante inspira movimento com cores e musicalidade

Circuito Itinerante inspira movimento com cores e musicalidade

Alex Állen busca levar sua produção autoral para diversos ambientes da cidade, de forma descentralizada.

Será aberta nesta quinta-feira (27) a exposição “Elementais” do circuito itinerante de arte solo do artista contemporâneo Alex Állen, em sua segunda etapa. O evento acontece a partir das 19h na Urban Arts, na Avenida Elias João Tajra, 1925, bairro de Fátima. A mostra faz parte de um Circuito de Arte de autoria do próprio artista que busca levar sua produção autoral para diversos ambientes da cidade, de forma descentralizada. 

O artista revela que “cada evento traz uma maneira diferente de apresentar a temática dos elementos da natureza. Nesta segunda etapa do circuito o foco será no elemento ar, como fonte maior de inspiração. Onde é possível explorar a sensibilidade através de diversos detalhes, desde a sutileza da brisa que leva as flores da planta dente-de-leão ao infinito, como o bater das asas dos passarinhos que traz a liberdade e um colorido vibrante de um momento muito singular”. 


Alex Állen expõe  arte contemporânea "Elementais", em sua segunda etapa - Foto: Divulgação

De acordo com Alex Állen a importância de produzir um circuito de arte na cidade envolve algo muito maior. O artista explica que “o objetivo de trazer uma proposta inovadora para o mercado da arte é poder construir uma rotina que favoreça a educação cultural e artistica do público em geral, de modo que seja possível envolver a sociedade através de uma série de exposições e junto a elas possibilitar a contemplação não somente as artes plásticas, mas também o acesso à boa música”. Alex Állen ainda observa que “nesta exposição, em especial, a Camerata Flauta para elementais Circuito Itinerante de Arte Individual inspira movimento com cores e musicalidade.

Todos em parceria com o projeto Música para Todos fará apresentação exclusiva às 17h enquanto eu estarei pintando, ao vivo, algumas telas exclusivas para serem apresentadas oficialmente logo mais à noite e em seguida receberemos o grande público com o músico Phyll Araújo às 19h que trará um repertório distinto com o melhor da música nacional e internacional”.

Artista pede ajuda para participar de exposição no Rio de Janeiro

Artista pede ajuda para participar de exposição no Rio de Janeiro

Edson Pereira foi convidado a expor no Rio de Janeiro; de lá suas peças deverão seguir para o exterior.

Um dos maiores sonhos do artista plástico Edson Pereira dos Santos, conhecido como Essinho Santos (28), sempre foi participar de exposições e mostrar sua arte em diversos lugares do mundo. E esse dia Artista pede ajuda para participar de exposição no RJ artes Plásticas chegou. O piauiense, nascido na cidade de Itaueira, região Sul do Estado, foi convidado para participar de três exposições na cidade do Rio de Janeiro. De lá, suas peças serão expostas em Países como México, Argentina, Portugal e República Dominicana. 

Mas, o sonho de Essinho corre o risco de não se concretizar. Isso porque ele precisa de aproximadamente R$ 9 mil para custear passagens áreas, hospedagem, alimentação, além da inscrição na exposição. Sem condições de arcar com esses valores, ele conta com a colaboração de amigos e da sociedade em geral. 

“Essa será minha primeira exposição fora do Estado. Da primeira vez que recebi um convite tive que recusar, justamente por não ter condições de arcar com esses custos, mas dessa vez eu gostaria muito de ir. Meu maior sonho sempre foi participar de uma exposição e mostrar minha arte, e essa exposição é internacional, é maior, então teria uma importância muito grande”, comenta. 


Foto: Divulgação

A exposição acontece em Camboinhas, na cidade de Niterói, no Rio de Janeiro, de 27 de julho a 10 de agosto. Para o artista plástico autodidata, essa não é somente uma oportunidade de divulgar seu trabalho, mas também de abrir espaço para outros piauienses. 

“Essa exposição não estará abrindo as portas somente para mim. Com ela, eu posso abrir as portas para outros amigos e alunos que também tem talento. Eu nunca imaginei que poderia expor minhas peças em outro lugar além da minha cidade, então não tenho como descrever minha felicidade”, pontua Essinho. 

O artista plástico conta que muitas pessoas estão o ajudando a realizar este sonho e que ficou bastante surpreso com a repercussão da campanha em prol da sua viagem. “Eu achava que as pessoas não conheciam ou valorizavam meu trabalho e talvez por isso não compravam. Mas elas sabem o valor da minha arte. Eu quero vender minhas obras para ajudar minha família”, finaliza.

Dados para ajudar

Edson Pereira dos Santos 

Agência: 3631-5 

Conta poupança: 16.413-5 

Banco do Brasil 

Contato: (89) 98109-6863 @essinho.arts

24 de junho de 2019

Lua de Prata é a grande campeã do Festival Estadual de Quadrilhas Juninas

Lua de Prata é a grande campeã do Festival Estadual de Quadrilhas Juninas

O evento é o único classificatório estadual para o Nordestão, maior competição de quadrilhas do país, e também para o concurso nacional de quadrilhas.

O grupo Lua de Prata foi o grande campeão do Festival Estadual de Quadrilhas Juninas, que foi realizado este ano no Theresina Hall, por meio de uma parceria entre o Grupo O DIA e a Federação Piauiense de Quadrilhas Juninas (Fepiq).

Foto: Assis Fernandes / O DIA


Em sua 10ª edição, o evento é o único classificatório estadual para o Nordestão, maior competição de quadrilhas do país, e também para o concurso nacional de quadrilhas. 

Quem conquistou o segundo lugar foi a quadrilha Explosão Estrelar, e a terceira posição ficou com o grupo Rei do Cangaço.

Como o Nordestão é considerado mais importante até que o concurso nacional, é a primeira colocada Lua de Prata quem vai representar o Piauí na competição regional. Enquanto a segunda, Explosão Estrelar, foi classificada para o torneio nacional.

Na noite deste domingo, o última do Festival O DIA Junino, também foram escolhidos os vendedores de cinco categorias: melhor tema (Lua de Prata), melhor Marcador (Lua de Prata), melhor rei e rainha (Fogo Quente Elegante), melhor noivo e noiva (Explosão Estrelar) e melhor Lampião e Maria Bonita (Lua de Prata).

Oito quadrilhas apresentaram-se na grande final deste domingo. Entre as noites de quinta-feira e de sábado houve a etapa de classificação das finalistas.

Em sua noite de encerramento, o Festival O DIA Junino contou ainda com apresentações do trio Fulô do Sertão e de Jardel do Acordeon.

23 de junho de 2019

O DIA premia talentos do concurso Jovens Escritores

O DIA premia talentos do concurso Jovens Escritores

Este ano, concurso chegou à sua 14ª edição, e teve como tema as festividades juninas do Nordeste. Doze crianças e adolescentes receberam prêmios.

Doze crianças e adolescentes foram premiados na noite deste domingo (23) por seus trabalhos inscritos no concurso Jovens Escritores, que este ano chegou à sua 14ª edição, e teve como tema as festividades juninas do Nordeste.

O concurso é realizado através de uma parceria entre o Sistema O DIA e a Fundação Quixote, que organiza o Salão do Livro do Piauí.

A premiação foi dividida em quatro categorias - ensino fundamental menor (desenho), ensino fundamental menor (redação), ensino fundamental maior e ensino médio (ambos redação).

Em cada categoria houve a premiação para os três melhores trabalhos. Os primeiros colocados receberam notebooks como prêmio, os que ficaram em segundo ganharam bicicletas e os que conquistaram o terceiro lugar receberam tablets. 

A entrega da premiação ocorreu na abertura da quarta e última noite do Festival O DIA Junino, no Theresina Hall.

Houve, ainda, a premiação de uma professora orientadora, Ianna Ayanna Marques de Abreu Sales Rêgo. 

O presidente da fundação, Kássio Gomes, comemorou o sucesso da parceria com o grupo O DIA, e ressaltou a importância de estimular o gosto das crianças e adolescentes pela leitura e pela escrita. "Para nós é um grande prazer, uma grande honra, poder fazer parte deste projeto, que não é apenas um projeto de estímulo /á inteligência, mas também é um projeto de inclusão social. E todos estão de parabéns - alunos, professores e escolas, os vencedores e também todos os que participaram. Afinal de contas, a inteligência é algo que precisa ser alimentado sempre", afirmou.

A editora-chefe do jornal O DIA, Adriana Magalhães, destacou que o concurso Jovens Escritores tem crescido a cada ano, contribuindo para que mais estudantes tenham despertado o interesse pela leitura e pela produção textual. "É sempre um enorme prazer para o Sistema O DIA realizar este prêmio, e este ano houve uma alegria maior, pois pudemos enaltecer a cultura local, por meio da temática escolhida, que foram as festas juninas", ressaltou a jornalista.

Veja a relação de todos os premiados:

Ensino Fundamental Menor 

1.Laura Lorrana Pereira Silva

2. Henzo Gabriel Rocha da Silva 

3. Yasmin Rocha e Silva


Ensino Fundamental Menor

1. Emilia Yasmin Silva Bacelar

2. Paulo Henrique Amorim de Moraes

3. Erickson Meneses Feitosa Filho


Ensino Fundamental Maior

1. Mayara Pires Messias

2. Camille Maria Ferreira da Silva Santos

3. Luiz Felipe dos Santos Ribeiro


Ensino Médio 

1. Maria Eduarda Soares Frota

2. Ana Clara Rodrigues da Silva

3. Ranyelle Santana Brasil 


Professor orientador 

Ianna Ayanna Marques de Abreu Sales Rêgo

O Dia Junino: nove quadrilhas disputam hoje a final do Festival Piauiense

O Dia Junino: nove quadrilhas disputam hoje a final do Festival Piauiense

O I Festival O Dia Junino chega a seu último dia, com shows da banda Fulô do Sertão e Jardel do Acordeon.

Será conhecida hoje (23) a grande campeã do Festival Piauiense de Quadrilhas Juninas, competição que acontece como parte da programação do I Festival O Dia Junino. Promovido pelo Sistema O Dia de Comunicação, o evento chega a seu último dia neste domingo, com nove quadrilhas disputando a competição e shows de grandes nomes da música regional.

As apresentações das quadrilhas finalistas começam às 19 horas, no Theresina Hall, com a junina Lumiar. Em seguida entram no tablado as juninas Zamumbada, Fogo Quente e Elegante, Balancê, Arrocha o Nó, Rei do Cangaço, Balança Matuto, Lua de Prata e Explosão Estelar. Cada quadrilha terá 25 minutos de apresentação para o público e os jurados.


Nove quadrilhas disputam a grande final do Festival Piauiense de Quadrilhas Juninas - Foto: Poliana Oliveira/O Dia

Além das quadrilhas, o último dia do Festival O Dia Junino terá, também, apresentações musicais no palco montado no estacionamento do Theresina Hall. E neste domingo a trilha sonora fica por conta da banda Fulô do Sertão e de Jardel do Acordeon, levando ao público o melhor do forró pé de serra e a valorização da cultural regional.

“Nossa finalidade é retratar a peculiaridade da cultura nordestina em suas riquezas, com simplicidade e leveza”, é o que diz Adnayane Marins, uma das integrantes da banda Fulô do Sertão. O trio promete embalar o público com canções inspiradas em Luiz Gonzaga, Jacson do Pandeiro e Marinês.

O Dia Junino

O I Festival O Dia Junino nasceu da necessidade de valorizar as festividades do mês de junho no Piauí e levar para o público as manifestações artísticas no Nordeste, através da música, da dança e da culinária. O evento acontece no Theresina Hall (Avenida Raul Lopes), com uma grande estrutura contendo dois palcos, arena de apresentação das quadrilhas e 20 estandes de alimentação. A entrada é gratuita.

22 de junho de 2019

Mara Pavanelly anima multidão no 3º dia do Festival O Dia Junino

Mara Pavanelly anima multidão no 3º dia do Festival O Dia Junino

Cantando os seus maiores sucessos, a cantora pernambucana foi a principal atração deste sábado (22) no Festival O Dia Junino.

A terceira noite do Festival O Dia Junino foi marcada por muito forró e levou ao palco uma das vocalistas de maior destaque da atualidade, a pernambucana Mara Pavanelly. Com a sua voz grave e marcante, a cantora animou os fãs e levou ao palco do Theresina Hall um repertório composto com os seus maiores sucessos. 

Mara Pavanelly anima multidão de fãs no 3º dia do Festival O Dia Junino. (Foto: Elias Fontenele/ODia)

A cantora, que iniciou sua carreira ainda na infância através de shows de calouros em sua cidade de Mirandiba (PE), já passou pelas bandas Cacau com Mel, Forrozão Tropykália, Garota Safada, Banda Furação do Forró e hoje está em carreira solo. Na noite deste sábado, Mara Pavanelly encantou o público com músicas que marcaram a sua carreira, e foi acompanhada durante todo o show pela legião de fãs cantando em uníssono.


Essa não é a primeira vez que a cantora se apresenta em solo teresinense, mas, segundo ela, a receptividade do público da capital piauiense é sempre um espetáculo à parte. "Se eu pudesse passava mais um dia aqui. Teresina nunca decepciona", disse a cantora aos fãs durante ao show.

Mara Pavanelly anima multidão de fãs no 3º dia do Festival O Dia Junino. (Foto: Elias Fontenele/ODia)

Além de Mara Pavanelly, também subiram ao palco o rei da sofrência Paulynho Paixão, na sua segunda apresentação no festival, e as bandas Pegadões do Forró e Leme Alves & Forró da Cumadi, trazendo o melhor da música piauiense e alegrando quem marcou presença na arena do Theresina Hall.


E como uma boa Festa de São João, não poderiam faltar as apresentações das tradicionais quadrilhas juninas. Neste sábado, subiram à arena e abrilhantaram a noite com o melhor da tradição nordestina as quadrilhas Asa Branca do Agreste, Explosão Estrelar, Rei do Cangaço, Mandacaru do Sertão e Lumiar.

10ª edição do Festival Estadual de Quadrilhas Juninas no Festival O Dia Junino. (Foto: Elias Fontenele/ODia)

Com coreografias e figurinos impecáveis, a disputa foi acirrada entre as competidoras do Festival Estadual de Quadrilhas Juninas, cuja final acontece neste domingo (23). Exaltando a cultura nordestina, e em especial a piauiense, as quadrilhas levaram muita criatividade e empolgação para a arena do Theresina Hall. Esta é a 10ª edição do Festival Estadual de Quadrilhas Juninas que é organizado pela Federação Piauiense de Quadrilhas Juninas (Fepiq). 

10ª edição do Festival Estadual de Quadrilhas Juninas no Festival O Dia Junino. (Foto: Elias Fontenele/ODia)

Segundo o diretor de marketing do Sistema O Dia de Comunicação, Alberto Moura, o Festival O Dia Junino vem se consolidando no calendário piauiense e a noite de hoje bateu recorde de público, superando as expectativas da organização do evento. "Quinta-feira vieram muitas famílias com crianças, na sexta-feira tivemos um espaço infantil muito grande, as crianças participaram muito, e hoje é um grande show de forró, então estamos com um grande público jovem e adulto, mas também com crianças. O evento está sendo um sucesso e já estamos programando o do próximo ano", enfatizou.

19 de junho de 2019

Orquestra Sanfônica abre programação do I Festival O DIA Junino

Orquestra Sanfônica abre programação do I Festival O DIA Junino

O Theresina Hall será transformado em um grande arraial: quadrilhas, forró, shows, comidas típicas.

Acontece nesta quinta-feira (20) a primeira noite de programação do I Festival O DIA Junino, no Theresina Hall. Com estrutura de um verdadeiro arraial: com comidas típicas, quadrilha, alegria e muito forró, o I Festival ODIA Junino animar as noites da capital, como nunca visto. Na primeira noite do festival a animação fica por conta da Orquestra Sanfônica Seu Dominguinhos e as bandas Minamora e Gonzaga LuA festa vai até domingo (23), com uma ampla programação para a família. A entrada é GRATUITA.

Criada em 2013 por Lázaro do Piauí, e sob regência do maestro Ivan Silva, a Orquestra Sanfônica Seu Dominguinhos conta com acordeonistas, percussionistas e baixista que dão vida a arranjos musicais que homenageiam compositores da região nordeste, mesclando com elementos da música erudita. A orquestra é um projeto da Prefeitura de Teresina, desenvolvido através da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMCMCO) e é uma homenagem a um dos maiores acordeonistas do País: José Domingos de Moraes, mais conhecido como Dominguinhos. Atualmente a orquestra se apresenta em diversas regiões do Nordeste, participa e organiza festivais de música e tem se tornado destaque no cenário musical.

Além da Orquestra, também se apresentam na noite desta quinta as bandas Gonzaga Lu e Minamora. Com mais de 30 anos de carreira, Gonzaga Lu tem como inspiração o Rei do Baião. O forrozeiro iniciou sua carreira em Campo Maior, na banda Spacial. Logo depois, se mudou para Fortaleza- CE, trabalhou na Explosão Som, retornando ao Piauí, ingressou em bandas como Ônix, Sagaz e Beijo de Mulher, até decidir seguir carreira solo. Gonzaga Lu consagrou-se com o trio Asa Branca, onde grandes sucessos de seu ídolo foram regravados, e suas músicas autorais ficaram conhecidas no Piauí, como o verdadeiro forró pé de serra. 

Com mais de 12 anos no mercado, a banda Minamora se destaca no Norte e Nordeste pelo seu ritmo envolvente. Segundo a produtora musical da banda, Rejane Meneses, “o show fica na companhia de Cleison Vieira e Manu Pissoloto, que tem a técnica e a sensibilidade como o forte da dupla. Os hits vão desde modões a brega, para emocionar e animar o público”, descreve. A sexta-feira, 21, a noite será contagiada pela energia das bandas Forró do Barão, Cesinha Garcia e Paulinho Paixão. 

 I Festival O DIA Junino

A preservação da cultura nordestina fica por conta das apresentações das melhores quadrilhas juninas do estado. Nos palcos, teremos desde talentos mirins: Cesinha Garcia e Guiguiba, passando por grandes atrações locais: Fulô do Sertão, Forró do Barão, Banda Minamora, Jardel do Arcodeon, Lene Alves e Forró da Cumadi. E ainda algumas revelações do forró: Gonzaga Lu, Paulinho Paixão e Mara Pavenelly. 


Foto: Jailson Soares/O Dia

Competição de quadrilheiros 

A 10ª edição do Festival Estadual de Quadrilhas Juninas, vai escolher o melhor grupo para representar o Estado. Em cada noite de festa se apresentam sete quadrilhas, dessas, apenas nove chegam à grande final que acontece no domingo (23), encerramento do evento. 

O time vencedor representará o Piauí no Nordestão, que é o maior festival de quadrilhas da região, e o segundo colocado se classifica para o Concurso Nacional de Quadrilhas, em Brasília. 

Confira as outras atrações

Com entrada totalmente gratuita O I Festival ODIA I Festival O DIA Junino Diversão para toda a família Junino inicia as 19h na quinta-feira, 20, com Orquestra Sinfônica de Teresina, logo em seguido teremos Guiguiba, Gonzaga Lú e Forró Minamora. 

Guiguiba 

Francisco Guilherme Santos Cavalcante, mais conhecido como Guiguiba Show, começou a cantar quando na infância, aos 6 anos, participou de vários programas em canais de Tv Nacionais. E conquistou a todos com sua inocência, carisma e um bom forrónejo. O jovem ficou popular nas redes sociais por publicar vídeos cantando com grandes estrelas como Weslley Safadão e Luan Santana, o seu sonho foi tomando forma e sim assim ele conseguiu participar de grandes festas pelo país. 

Cesinha Garcia

Outro grande talento que estará presente no I Festival ODIA Junino é o sanfoneiro mirim Cesinha Garcia. “A banda Cesinha Garcia com apenas 2 anos de existência e já é destaque entre as melhores Bandas do Nordeste. Com um repertório que agrada a gregos e troianos vem arrochando o nó nas festas de vaquejada”, diz a produtora Cassia Santos. 


Cesinha Garcia é uma das grandes atrações do evento - Foto: Divulgação

Natural de Campo Maior, o vocalista Cesar Garcia Ribeiro Filho tem apenas 13 anos e sua paixão pela sanfona impressiona: seu pai o apresentou ao instrumento ainda na infância, desde esta época o menino nunca parou de estudar música e ainda compõe com o irmão. O repertório agrada a todos e principalmente a toda Vaqueirama do Brasil, pois ele canta Forró e Vaquejada. 

Paulinho Paixão 

Com composições românticas, o cantor conquistou o Nordeste e fez parcerias com artistas nacionais. Paulinho Paixão, tem composições gravadas por Léo Magalhães, Luan Santana, Guilherme e Santiago, Bonde do Brasil, Gusttavo Lima, Aviões do Forró, As Coleguinhas e Joelma. 

Sábado é dia de curtição e ao som de Mara Pavanelly, Lene Alves e o Forro da Cumadi e Pegadões do Forró, a noite fica melhor.

Cultura nordestina em alta

Outras atrações darão maior brilho ao grande arraial no Theresina Hall: Mara Pavanelly, uma as maiores cantoras de forró começou a cantar na infância em shows de calouros. Natural de Mirandiba (PE), a nordestina ingressou de vez na música após um convite da banda Cacau com Mel, onde passou três anos cantando. Na adolescência, Mara recebeu um convite para integrar a banda Forrozão Tropikalia. Embalou grandes sucessos na Banda Garota Safada e entre os seus hits mais conhecidos estão “Quem perde é você”, “Eu largo tudo”, “Pode parar” com a banda Furacão do Forró. 

Lene Alves 

Maranhense de nascença, e teresinense de coração. Esta é Lene Alves, vocalista da banda Forró da Cumadi. O grupo atualmente é procurado para tocar em casamentos e shows na cidade, seu repertorio variado agrada a todos os públicos. “A banda tem em seu repertório músicas ecléticas, que variam desde axés antigos e atuais, forró das antigas e sertanejas’, diz a cantora. 

O grupo já fez parte de diversos festivais importantes no Estado, como o Festival do Peixe em Esperantina, Festival dos Cocais em São João do Arraial, Festival da Uva em São João do Piauí e Festival da Rabeca em Bom Jesus, além de carnavais nos quatro cantos do Piauí. No Festival Junino O dia o grupo se apresenta no sábado, 22. 

E para encerrar o melhor festival, no domingo (23) além da grande final das quadrilhas, as 20h teremos As Fulô do Sertão e Jardel do Acordeon. 

As Fulô do Sertão 

As protagonistas da banda são: Adnayane Marins (Triângulo e vocal), Écore Nascimento (Violão/Acordeon e Voz) e Tauana Queiroz (Zabumba e vocal), elas são a representação da memória viva do forró pé de serra. O grupo tem raiz em 2014, quando a paixão pelo Nordeste uniu essas três mulheres. Como relata Adnayane Marins, “o projeto é cultural e musical a fim de retratar a peculiaridade nordestina em suas riquezas. É nas canções de Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Jackson do Pandeiro e Marinês, que a banda encontra inspiração para tocar, mas também trabalha com música autoral”. A simplicidade e leveza ao cantar levou As Fulô do Sertão a shows beneficentes, a teatro etc.


Tem mulheres brilhando no forró: "As Fulô do Sertão" - Foto: Divulgação

Um festival junino para crianças e adultos

O primeiro Festival ODIA Junino nasce da necessidade de valorizar as festividades do mês de junho, como explica o Diretor de Marketing do Sistema ODIA de Comunicação, Alberto Moura. “A gente quer trazer para a sociedade teresinense todo o ícone da cultura da festa junina. A festa junina tem uma simbologia forte no Nordeste. Nós, enquanto jornal, temos uma responsabilidade muito grande com a parte cultural, por isso temos um caderno cultural que é tão bem lido aqui em Teresina”, relata.

Este é primeiro ano que o Sistema ODIA conta com as quatro plataformas de comunicação: rádio, tv, portal e jornal impresso. Tendo ainda no grupo o Theresina Hall, pensou-se em agregá-los para trazer diversão à população. Para o festival, a equipe firmou parceria com Fundação Otávio Miranda e a Fepique, Federação Piauiense de Quadrilha Junina. 

Para a criançada teremos brinquedos, doces, bolos e tudo com estrada gratuita. O evento conta com 20 estandes de alimentação e bebidas, mais 

6 estandes para bolos e doces, arquibancada para 3 mil pessoas, 2 palcos  uma para as quadrilhas e o outros para shows e além do estacionamento. 

Alberto Moura ressalta a relevância do encontro para a empresa. “É extrema importância promover um evento que é gratuito. Vamos ter apresentações das principais quadrilhas do estado, além de shows de forró. Essa é a possibilidade de levar seu filho e sua família para comemorar esse período festivo para todo Brasil”, conclui.

18 de junho de 2019

Oito quadrilhas juninas recebem recursos da Prefeitura de Teresina

Oito quadrilhas juninas recebem recursos da Prefeitura de Teresina

De acordo com o edital, serão distribuídos R$ 89.000,00 (oitenta e nove mil reais) entre os grupos

Para que possam desenvolver suas atividades culturais, oito grupos de quadrilhas juninas foram contemplados e receberão apoio da Prefeitura de Teresina. A triagem aconteceu através do Edital de Chamamento para a Seleção de Quadrilhas Juninas de Teresina, instrumento que prevê apoio financeiro para o desenvolvimento das ações das agremiações.

Criar mecanismos para estimular a organização desses grupos que trabalham com a cultura popular é o objetivo do edital, bem como o incentivo a projetos de apresentações e dar suporte para a produção de Quadrilhas Juninas, fomentando a Cultura Popular, especificamente em Teresina. “É uma forma que encontramos de valorizar o trabalho desses grupos que levam a nossa identidade cultural para vários cantos do país”, destaca o presidente da Fundação Monsenhor Chaves, Luis Carlos Alves.

De acordo com o edital, serão distribuídos R$ 89.000,00 (oitenta e nove mil reais) entre os grupos. Serão R$ 10 mil para cinco agremiações com mais de quatro anos de atividades; além de R$ 7 mil para três grupos com mais de dois anos e menos de quatro anos de atividades realizadas.

O gerente de promoção cultural da Fundação Monsenhor Chaves, Paulo Dantas, destaca que a seleção foi feita com base no portfólio e itens do edital e que é notável a qualidade e organização dos grupos. “A gente percebe que eles estão se movimentando desde cedo, com ações de arrecadação de fundos, seja nas comunidades ou até nos sinais da cidade. Eles estão correndo atrás”, finaliza. 

1. Explosão Estrelar (2015) – Dirceu II – R$ 10.000,00.

2. Chapadão do Corisco (2004) –

Parque Alvorada - R$ 10.000,00.

3. Luar do São João (2012) – Memorare - R$ 10.000,00.

4. Asa Branca do Agrestre (2008) – Monte Castelo - R$ 10.000,00.

5. Balanço Matuto (2007) –  Itararé – R$ 10.000,00.

6. Junina Puxa o Fole  (2016) – Monte Alegre – R$ 7.000,00.

7. Estrela Matutina (2017) – Vila Meio Norte, Pedra Mole – R$ 7.000,00.

8. Fole da Sanfona (2018) – Dirceu I – R$ 7.000,00.

Espetáculo de dança

Espetáculo de dança "Tumbeiro" estreia no Teatro Torquato Neto

O espetáculo provoca reflexão e tematização a respeito da escravidão no Brasil e o que da época ainda reverbera.

O espetáculo de Dança “Tumbeiro” estreia nesta terça feira, 18 de junho, às 19 h, no palco do Teatro “Torquato Neto”, do Club dos Diários. O espetáculo de Dança Contemporânea, que imerge na identidade social brasileira de cor, pele, memórias e história, também repercute a vida e obra em arte de Dancar do intérprete-criador Felipe Oliveira.

Ator, bailarino, coreógrafo e street dancers, é também de uma geração que cultivou a reinvenção da Dança de Rua e levou-a, ainda, à câmara e, nessa perspectiva, foi premiado em festivais de Dança local e também em passos de Dança além-Piauí. O artista, atualmente, compõe o Núcleo Piauiense de Danças Urbanas.

O espetáculo provoca reflexão e tematização a respeito da escravidão no Brasil e o que da época ainda reverbera. Uma linguagem cênica que toma forma nas fronteiras da Dança, Teatro, música e instalações de vídeos. Narrado por um intérprete branco, onde investiga uma cultura que lhe atravessa para além da pele, é sobre miscigenação, exaustão, forças da natureza, memórias afetivas, ancestralidade, relações humanas e assemelhações. É menos sobre segregação e mais sobre união. É menos, também, sobre resolver um problema e mais sobre contar uma história que não deve ser repetida, e tampouco esquecida, mas que nunca acabou. Ela é contada por meio da Dança, da tradução no corpo, de interpretações, sons, fala e escrita. 

Ficha técnica

Criação e interpretação: Felipe Oliveira; 

Direção teatral e dramatúrgica: Chiquinho Pereira; 

Direção corporal: Marcio Felipe Gomes; 

Música: Ícaro Sousa; 

Produção: Maykon Kawabe; 

Foto: Geirlys Silva; 

Produção audiovisual: Robinson Levy; 

Cabelo e maquiagem: Tércio Manoel; 

Iluminação: Felipe Oliveira; 

Assessoria de marketing: Samuel Lima; 

Apoio: Escola de Teatro José Gomes Campos/Theatro 4 de Setembro.

17 de junho de 2019

Entreletras -  Amar, Viver, Escrever - Maria das Graças Targino

Entreletras - Amar, Viver, Escrever - Maria das Graças Targino

"Amar, Viver, Escrever", embora não seja um diário de viagens, é uma coletânea de crônicas que abrange assuntos do dia a dia

Sempre tive grande apreço pelo texto da professora e escritora Maria das Graças Targino, notadamente quando sua pena desliza pelas viagens maravilhosas que vivencia. Maravilhosas, porque ela se nega a se portar como o turista que conhecemos nas redes sociais: aquele que vai para os pontos turísticos mais batidos e se deixa fotografar como se estivesse num estúdio, simplesmente para mostrar aos outros o poder de sair do cotidiano, como se galgasse um degrau a mais na sua tola existência. Graça Targino tem a visão do viajante: aquele que sai pelo mundo em busca de mais conhecimento, mergulhando em culturas diversas e emergindo com os olhos e a mente enriquecidos pela agregação de novos valores.

"Amar, Viver, Escrever", embora não seja um diário de viagens, é uma coletânea de crônicas que abrange assuntos do dia a dia, mostrando o quanto Gracinha é plural, o que não deixa de ser uma viagem por momentos da vida que, para muitos, passam despercebidos. Em cada crônica, um olhar diferente que proporciona aos leitores um texto bem escrito, limpo, deixando claro que "Amar, Viver, Escrever" não é direcionado para um público alvo, mas para todos que gostam de desfrutar de uma boa leitura, de um livro feito para ler na calmaria, recostado, confortavelmente, sem pressa.

As crônicas de "Amar, Viver, Escrever" - tão bem ilustradas por Jota A- não são apenas para ser lidas e/ou apreciadas, mas também são um convite à discussão de assuntos que, de uma forma ou de outra, nos atingem dentro dessa realidade tão conturbada que ora nos apresenta. A autora consegue desfiar um rosário eclético que vai da sua passagem por uma Cuba, que me parece bem pouco conhecida dos que cultuam o ditador Fidel Castro, à leveza do sentimento que exala ao  escrever sobre a mensagem extraordinária que o filme "Mamma Mia" transmite ao telespectador que se deixa envolver pela magia da música, pelas ondas de alegria e pelo convite à uma vida plena imbuídos nas notas desse notável enredo.

“Desta vez, excluímos, quase que por completo, crônicas de viagem, que serão mais adiante editadas à parte, e incluímos, em seções específicas, resenhas leves sobre livros e filmes, embora, alguns dos livros também tenham se transformado em filmes. São elementos que integram meu viver, até porque, como reitero a cada oportunidade que surge, não sou crítica “de carteirinha”, mas tão somente amante compulsiva da literatura e do cinema”, disse Graça Targino, em entrevista. Vamos cobrar as crônicas de viagem: conheço vários de seus textos sobre essas impressões. Com ela vamos viajar por um mundo de contradições, por labirintos que nos mostram a diversidade de culturas e de sentimentos.

Forró de Mara Pavanelly invade Festival ODIA Junino

Forró de Mara Pavanelly invade Festival ODIA Junino

Considerada uma das maiores cantoras de forró da atualidade, Mara Pavanelly promete um grande show.

Um dos principais nomes do forró da atualidade promete agitar o I Festival ODIA Junino. A cantora Mara Pavanelly é uma das atrações que irá movimentar o Theresina Hall entre os dias 20 a 23 junho, em grande movimentação. Em parceria com a Federação Piauiense de Quadrilhas Juninas - Fepiq, será o palco oficial da maior celebração da cultura regional no Piauí. Mara Pavanelly acumula anos de sucesso no meio musical. 

Forró de Mara Pavanelly invade Festival ODIA Junino. (Foto: Divulgação)

A cantora começou a carreira artística ainda criança cantando em shows de calouros na cidade de Mirandiba (PE). Estava sempre participando dos festejos que tinham na cidade e frequentemente fazia participações em shows de bandas de forró que se apresentavam no município, sempre com grande êxito. Uma dessas participações lhe rendeu o ponta pé inicial para a carreira profissional. Depois de subir no palco da banda Cacau com Mel, foi convidada a participar do grupo, onde passou três anos cantando sob aplausos do grande público.

Aos quatorze anos, recebeu um convite para integrar a banda Forrozão Tropikalia, emplacando grandes sucessos com sua voz. Mara Pavanelly também já passou pela banda Garota Safada, onde cantou por dois anos emplacando sucessos. Emplacou ainda os hits “Quem perde é você”, “Eu largo tudo”, “Pode parar” com a banda Furacão do Forró. 

Forró de Mara Pavanelly invade Festival ODIA Junino. (Foto: Divulgação)

O evento A programação do I Festival ODIA Junino inclui apresentações artísticas e ainda uma competição de quadrilheiros na 10ª edição do Festival Estadual de Quadrilhas Juninas. Na primeira classificatória, sete quadrilhas se apresentam em cada uma das três primeiras noites. Destas, apenas nove chegarão a grande final, que acontece no dia 23 de junho, no encerramento do evento. O grupo que levar o título representará o Piauí no Nordestão, o maior festival regional de quadrilhas, enquanto o segundo colocado se classifica para o Concurso Nacional de Quadrilhas, em Brasília. 

Levando um pouco da magia desse período para o Piauí, todo o evento será acompanhado e transmitido pelas plataformas que integram o Sistema ODIA. “É o evento oficial da competição de quadrilhas, é o que está credenciado junto à Fepip. O festival inteiro será levado para as quatro plataformas do Sistema ODIA. Teremos flashs ao vivo na TV, na FM ODIA, além de um material especial no Jornal ODIA e no Portal ODIA”, comenta Alberto Moura, diretor de marketing do Sistema ODIA.

16 de junho de 2019

Orquestra Sanfônica Seu Dominguinhos abre o Festival ODIA Junino

Orquestra Sanfônica Seu Dominguinhos abre o Festival ODIA Junino

Evento contará com apresentações artísticas e ainda uma competição de quadrilheiros na 10ª edição do Festival Estadual de Quadrilhas Juninas

Theresina Hall vai se transformar no palco oficial da maior celebração da cultura regional do Piauí. Na próxima quinta-feira, dia 20, tem início o I Festival ODIA Junino. O evento, resultado de uma parceria entre o Sistema ODIA de Comunicação e a Federação Piauiense de Quadrilhas Juninas - Fepiq, contará com apresentações artísticas e ainda uma competição de quadrilheiros na 10ª edição do Festival Estadual de Quadrilhas Juninas.

A abertura do I Festival ODIA Junino acontece com uma apresentação da Orquestra Sanfônica Seu Dominguinhos, um projeto da Prefeitura de Teresina, desenvolvido através da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMCMC). O grupo é uma homenagem a um dos maiores acordeonistas do País: José Domingos de Moraes, mais conhecido como Dominguinhos.

Criada em 2013 por Lázaro do Piauí, e sob regência do maestro Ivan Silva, a Orquestra Sanfônica Seu Dominguinhos conta com acordeonistas, percussionistas e baixista que dão vida a arranjos musicais que homenageiam compositores da região nordeste, mesclando com elementos da música erudita. Atualmente a orquestra se apresenta em diversas regiões do Nordeste, participa e organiza festivais de música e tem se tornado destaque no cenário musical.

“O objetivo da orquestra é manter a cultura nordestina através da safona que é um ícone da cultura brasileira no Nordeste. O ideal, quando criamos a orquestra, é que ela fosse formada a partir de uma base técnica, que tivessem aulas para então formar o grupo. Mas como a gente tinha pressa, reunimos os sanfoneiros já veteranos da cidade para a orquestra. Depois disso já tiveram início as aulas, levando a formação de uma nova geração de sanfoneiros”, comenta o maestro Ivan Silva.

Ao todo 20 músicos, entre sanfoneiros de Teresina, Campo Maior e União, formam a Orquestra Sanfônica Seu Dominguinhos. Ivan conta que a agenda de apresentações segue uma rotina de eventos promovidos pela prefeitura. Nesse período junino, o número de shows aumenta consideravelmente. “A gente recebe bastante solicitação nesse período. O repertório é todo baseado nesse gênero musical regional, como o forró de Luiz Gonzaga”, acrescenta o maestro.

O festival

Depois da abertura, a festa continua, no ODIA Junino, ao longo dos próximos dias. Com uma super estrutura, o evento recebe apresentações de quadrilhas, expositores e ainda praça de alimentação, oferecendo uma variedade de comidas típicas. Toda a magia junina levada para o festival será transmitida para o público pelas plataformas que integram o Sistema ODIA: portal, rádio, TV e jornal.

“É o evento oficial da competição de quadrilhas, é o que está credenciado junto à Fepip. Serão quatro dias que serão levados para as quatro plataformas do Sistema ODIA. Teremos flashs ao vivo na TV, na FM ODIA, além de um material especial no Jornal ODIA e no Portal ODIA”, explica Alberto Moura, diretor de marketing do Sistema ODIA.

As apresentações dos quadrilheiros no evento integram a 10ª edição do Festival Estadual de Quadrilhas Juninas. A competição acontece ao longo dos dias de realização do ODIA Junino. Na primeira classificatória, sete quadrilhas se apresentam em cada uma das três primeiras noites. Destas, apenas nove chegarão a grande final, que acontece no dia 23 de junho, no encerramento do evento.

A Federação Piauiense de Quadrilhas Juninas conta com mais de 100 quadrilhas filiadas. Para o festival, a expectativa é que cerca de 40 grupos se apresentem ao público. O grupo que levar o título representará o Piauí no Nordestão, o maior festival regional de quadrilhas, enquanto o segundo colocado se classifica para o Concurso Nacional de Quadrilhas, em Brasília.

14 de junho de 2019

O DIA Junino: O som da alegria em 3 noites de festival

O DIA Junino: O som da alegria em 3 noites de festival

As Fulô do Sertão, Lene Alves e Cesinha Garcia, algumas atrações da grande festa.

É comum encontrar a tradição nordestina nas vestimentas floridas, com cores vivas, chapéu e chinelo de couro. E essas são as principais características da banda “As Fulô do Sertão”, as três protagonistas: Adnayane Marins (Triângulo e vocal), Écore Nascimento (Violão/Acordeon e Voz) e Tauana Queiroz (Zabumba e vocal), são a representação da memória viva do forró pé de serra. 

O grupo tem raiz em 2014, quando a paixão pelo Nordeste uniu essas três mulheres. Como relata Adnayane Marins, “o projeto é cultural e musical a fim de retratar a peculiaridade nordestina em suas riquezas diversas. É nas canções de Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Jackson do Pandeiro e Marinês, que a banda encontra inspiração para tocar, embora também trabalhem com músicas autorais”, descreve. 

O forró pé de serra no talento das Fulô do Sertão. (Foto: Divulgação)

A simplicidade e leveza ao cantar já levou As Fulô do Sertão a shows beneficentes, teatro e Tvs nacionais. A próxima parada dessas meninas será no Festival Junino O Dia, no domingo, 23. “Já participamos de vários festivais pelo Piauí. E participar do I Festival Junino O Dia, irá nos alegrar bastante, pois além de ser no melhor mês do ano, é em nossa amada cidade”, conclui a vocalista Adnayane.

Todo o material da banda está disponível nas redes sociais como: As Fulô do Sertão. Recentemente elas lançaram seu primeiro CD, intitulado como “Balanço do novo amor”. Lene Alves Maranhense de nascença, e teresinense de coração. Esta é Lene Alves, vocalista da banda Forró da Cumadi. O grupo atualmente é procurado para tocar em casamentos e shows na cidade, seu repertorio variado agrada a todos os públicos. “A banda tem em seu repertório músicas ecléticas, que variam desde axés antigos e atuais, forró das antigas e sertanejas’, diz a cantora. 

O grupo já fez parte de diversos festivais importantes no Estado, como o Festival do Peixe em Esperantina, Festival dos Cocais em São João do Arraial, Festival da Uva em São João do Piauí e Festival da Rabeca em Bom Jesus, além de carnavais nos quatro cantos do Piauí. No Festival Junino O dia o grupo se apresenta no sábado, 22. Cesinha Garcia Outro grande talento que estará presente na festa do O Dia é o sanfoneiro mirim Cesinha Garcia.

“A banda Cesinha Garcia com apenas dois anos de existência e já é destaque entre as melhores Bandas do Nordeste. Com um repertório que agrada a Gregos e Troianos vem arrochando o nó nas festas de vaquejada”, diz a produtora Cassia Santos. Natural de Campo Maior, o vocalista Cesar Garcia Ribeiro Filho tem apenas 13 anos e sua paixão pela sanfona é  algo de herança. 

Seu pai o apresentou ao instrumento ainda na infância, desde esta época o menino nunca parou de estudar música e ainda compõe com o irmão. Cesinha já fez várias participações com artistas renomados entre eles Wesley Safadão, Toca do Vale, Luan Estilizado, JM Puxado, Banda A Loba e outras. O repertório agrada a todos e principalmente a toda Vaqueirama do Brasil, pois ele canta Forró e Vaquejada.

13 de junho de 2019

"MIB: Homens de Preto" volta à telona dos Cinemas Teresina

Por décadas a agência Homens de Preto protegeu a Terra da escória do universo, mas precisa lidar com a maior das ameaças.

“MIB: Homens de Preto” volta às telas do cinema essa semana. Por décadas a agência Homens de Preto protegeu a Terra da escória do universo, mas precisa lidar com a maior das ameaças: um traidor, justo quando a agência torna-se internacional. É neste contexto que Em (Tessa Thompson) tenta se tornar agente, já que teve uma experiência extraterrestre quando jovem e não teve sua memória apagada. Quem irá auxiliá-la nesta jornada é o atrapalhado agente H (Chris Hemsworth). 

O suspense “Obsessão” é outra novidade dessa semana nos Cinemas Teresina. No filme, Frances (Chloë Grace Moretz) é uma jovem mulher cuja mãe acaba de falecer. Recém-chegada em Manhattan e cheia de problemas com o pai, ela divide apartamento com a amiga Erica (Maika Monroe) e trabalha como garçonete de um luxuoso restaurante. 

Um dia, voltando para casa, Frances encontra uma bolsa abandonada em um dos assentos do metrô, e, ao devolvê-la, acaba iniciando uma amizade improvável com a dona do acessório, uma senhora viúva chamada Greta (Isabelle Huppert). Os problemas começam a surgir quando Frances percebe que a necessidade de atenção de Greta é muito mais perigosa do que ela imaginava. 

A comédia “Fora de Série” também estreia. Duas grandes amigas conhecidas por serem os maiores prodígios da escola estão prestes a terminar o ensino médio. Faltando poucos dias para o grande momento, elas percebem que estão arrependidas por terem estudado tanto e se divertido tão pouco. Determinadas a não passarem por todo esse tempo sem nenhuma diversão, elas decidem correr atrás dos 4 anos perdidos em apenas uma noite.

Documentário e drama nas pré-estreias da semana no cinema

Documentário e drama nas pré-estreias da semana no cinema

"Os Papéis de Aspern" e "Tunga, O Esquecimento das Paixões" são cartazes da Cinesemana.

Uma cinesemana com muitas opções nos Cinemas Teresina, no Teresina Shopping: “Os Papéis de Aspern” e “Tunga, O Esquecimento das Paixões” são as pré-estreias da semana nos Cinemas Teresina. Os lançamentos nacionais “MIB: Homens de Preto Internacional”, “Obsessão” e “Fora de Série” completam a programação. 

No sábado, às 11h, o drama “Os Papéis de Aspern” será exibido. O enredo é baseado na obra de Henry James, publicada em 1888, o filme se passa no final do século 19 e narra a história de um ambicioso editor norte-americano obcecado pelo poeta romântico Jeffrey Aspern.

No sábado, às 11h, o drama “Os Papéis de Aspern” será exibido.  (Foto: Divulgação)

 Determinado a conseguir as cartas que Aspern escreveu a Juliana, sua amante, anos antes, o editor viaja a Veneza e conhece uma misteriosa idosa e sua sobrinha. Assumindo falsa identidade e mascarando as reais intensões, o visitante seduz a sobrinha da dona da casa, convencendo a moça a ajudá-lo em na busca pelas cartas. Quando a mulher descobre o que se passa, decide manter a ajuda, mas sob condições que o editor não pode aceitar. Com isso, o futuro das cartas – e o mistério por trás do conteúdo – está em jogo.

 O documentário “Tunga, O Esquecimento das Paixões” terá pré-estreia domingo, 16, às 10h30. O diretor Miguel de Almeida constrói a vida e a obra de Tunga, registrando o universo criativo e afetivo do escultor, desenhista e artista performático, a partir de fragmentos de obras, instalações e performances. O filme apresenta farto material, incluindo instalação na pirâmide do Louvre, do artista que foi o único a expor arte contemporânea nesse museu.

12 de junho de 2019

Gonzaga Lu e Minamora: Grande show junino, imperdível!

Gonzaga Lu e Minamora: Grande show junino, imperdível!

Festival O DIA Junino, de 20 a 23 de junho, no Theresina Hall

O mês de junho chegou, e com ele a alegria folclórica que toma conta da cidade. Para alguns, esta é a melhor época do ano, pois além da diversão a festa representa a resistência da cultura nordestina, com suas especificidades, cores e alegria regionais. 

O Festival O DIA Junino vem justamente para animar ainda mais as noites na capital piauiense. Umas das grandes atrações que carrega mais de 30 anos de carreira e a inspiração do Rei do Baião, é Gonzaga Lu.

Gonzaga Lu, mais de 30 anos de carreira com o melhor do forró. (Foto: Divulgação)

O forrozeiro iniciou sua carreira em Campo Maior, na banda Spacial. Logo depois, se mudou para Fortaleza- CE, trabalhou na Explosão Som, retornando ao Piauí, ingressou em bandas como Ônix, Sagaz e Beijo de Mulher, até decidir seguir carreira solo. Gonzaga Lu consagrou-se com o trio Asa Branca onde grandes sucessos de seu ídolo foram regravados, e suas músicas autorais ficaram conhecidas no Piauí, como o verdadeiro forró pé de serra. 

O cantor manda um recado para a população teresinense, para cantar e dançar no dia 20, “passando para convidar vocês para o grande Festival O DIA Junino. Vá lá, leve sua família, os amigos, vão lá!”, convida. 

Banda Minamora 

Outra atração já confirmada também para a quinta-feira, 20, é a banda Minamora. Com mais de 12 anos no mercado, o grupo se destaca no Norte e Nordeste pelo seu ritmo envolvente. 

Segundo a produtora musical da banda, Rejane Meneses, “o show fica na companhia de Cleison Vieira e Manu Pissoloto, que tem a técnica e a sensibilidade como o forte da dupla. Os hits vão desde modões a brega, para emocionar e animar o público”, assinala.

 

Banda Minamora, ritmo envolvente e sucesso garantido. (Foto: Divulgação)

Festival O DIA Junino 

O primeiro Festival O DIA Junino nasce da necessidade de valorizar as festividades do mês de junho, como explica o Diretor de Marketing do Sistema O DIA, Alberto Moura. 

“A gente quer trazer para a sociedade teresinense todo o ícone da cultura da festa junina. A festa junina tem uma simbologia muito forte no Nordeste. Nós, enquanto jornal, temos uma responsabilidade muito grande com a parte cultural, por isso temos um caderno cultural que é tão bem lido, aqui em Teresina”, relata. 

Este é primeiro ano que o Sistema O DIA de Comunicação conta com as quatro plataformas de comunicação: rádio, tv, portal e jornal impresso. Tendo ainda no grupo o Theresina Hall, pensou-se em agregá-los para trazer diversão à população. Para o festival, a equipe firmou parceria com Fundação Otávio Miranda e a Fepique, Federação Piauiense de Quadrilha Junina. 

No evento vai acontecer também o “X Festival Estadual de Quadrilha Junina”, que é de onde sairá a quadrilha campeã que participará do Nordestão e dos eventos de quadrilha junina nacional. Alberto Moura ainda ressalta a relevância do encontro para a empresa.

“Pra gente do Sistema O DIA é de extrema importância promover um evento que é gratuito. Vamos ter apresentações das principais quadrilhas do nosso estado, além de apresentações com shows de forró. Essa é a possibilidade de levar seu filho e sua família para comemorar esse período festivo para todo Brasil”, conclui. 

Programação O Festival O DIA Junino acontece de 20 a 23 de junho no Theresina Hall, entrada gratuita, com animação de 11 bandas, 21 quadrilhas e barraquinhas de comidas típicas. Além da Banda Minamora e Gonzaga Lu, se apresentam no evento também Paulinho Paixão, Forró do Barão, Jardel do Arcodeon e Cesinha Garcia, Lene Alves e Forró da Cumadi, Fulô do Sertão, entre outras.

11 de junho de 2019

Salão do Livro do Piauí 2020 fará homenagem à poeta Graça Vilhena

Salão do Livro do Piauí 2020 fará homenagem à poeta Graça Vilhena

A honraria se deve à importância da poeta para a literatura, de acordo com Kássio Gomes

Após o sucesso da 17ª edição do Salão do Livro do Piauí – Salipi , o evento encerrou com o anúncio da personalidade que será homenageada em 2020: Graça Vilhena. Considerado um dos maiores eventos literários do Piauí e um dos maiores do país, o Salão esse ano contou com grandes nomes, como Bráulio Bessa, Djamilla Ribeiro, Paula Pimenta e show de encerramento de Geraldo Azevedo. 

“É sempre importante homenagearmos alguém significante para a literatura, e a Graça Vilhena tem um trabalho muito importante. Achamos justo celebrar o trabalho de uma mulher tão forte na poesia”, explicou Kássio Gomes, presidente da Fundação Quixote, entidade organizadora do Salipi juntamente com a Universidade Federal do Piauí. 

Como em anos anteriores, o Salão do Livro do Piauí busca atrair um público de todas as idades. “Esse ano podemos dizer que a programação foi a mais diversificada. Buscamos trazer palestrantes para todos os públicos, especialistas nas áreas mais diferentes, e vimos que o retorno das pessoas está sendo muito bom. Ficamos felizes em ver que a cada ano que passa o público abraça cada vez mais o Salão”, disse Kássio. 

O evento recebeu quase 200 mil pessoas durante dez dias em que foram realizadas palestras, apresentações musicais e de dança, além do lançamento de livros e bate-papos. Uma das novidades deste ano foram as aulas de preparatório para o ENEM, realizadas no Cine Teatro durante o período da tarde.


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O narcisismo no humor cai no gosto de cartunistas internacionais

O narcisismo no humor cai no gosto de cartunistas internacionais

Neste ano, as inscrições de outros países, segundo a organização, já superam o número de inscritos brasileiros.

Seguem abertas até o próximo dia 18 de junho as inscrições para o 11º Salão Medplan de Humor . Consolidado entre cartunistas e desenhistas, a iniciativa anualmente recebe trabalhos nacionais e internacionais. Neste ano, as inscrições de outros países, segundo a organização, já superam o número de inscritos brasileiros. São charges, cartuns, caricaturas e tirinhas enviados de lugares como Inglaterra, Itália, Rússia, Índia, China, Ucrânia e também dos Estados Unidos.

A expectativa, segundo o cartunista Jota A, curador do Salão, é que nesse ano o número de trabalhos inscritos supere o do ano passado. O tema, de acordo com ele, foi pensado para instigar a criatividade dos artistas. Para essa edição, os participantes devem enviar criações a partir da temática “Narcisismo”. 

Cartum do indiano Ethiraaji Kagithakara. (Foto: Reprodução)

“Ano passado recebemos 1.111 trabalhos, queremos receber no mínimo 1.500 trabalhos. Já estamos tendo uma boa repercussão, porque o tema é interessante, mistura o narcisismo com as redes sociais. As redes sociais potencializam esse lado narcisista de cada um e os artistas estão brincando com essas possibilidades. Cada participante poderá se inscrever com o máximo de 5 (cinco) trabalhos no formato 30X40 cm utilizando qualquer técnica".

Os trabalhos devem ser de autoria própria e não podem ter sido premiados até a data de encerramento das inscrições. As modalidades são: cartum/charge, caricatura e história em quadrinhos/tirinhas. Ao todo, são R$15 mil reais em prêmios aos vencedores. O Salão traz ainda premiações voltadas para as categorias de caricaturas e quadrinhos/tirinhas com tema livre. A mostra itinerante com os melhores trabalhos e o anúncio dos vencedores tem início no dia 28 de julho (sábado), às 18h, no piso superior do Teresina Shopping. 

O público infantil também poderá participar no Salão. Em paralelo as categorias destinados aos adultos, acontece o 2º Salãozinho Medplan de Humor, que traz como tema "Minha brincadeira Preferida". Crianças de 06 a 12 anos podem pedir para os responsáveis para participar do evento enviando seus trabalhos. Os dois melhores trabalhos terão direito à premiação 

Para participar do evento, é só acessar o site www.medplan.com.br e fazer a inscrição. Na página está disponível ainda o regulamento. Os originais dos trabalhos também podem ser enviados para o endereço: 11º Salão Medplan de Humor. Rua Coelho Rodrigues, 1921 – Centro. Cep: 64000-080. Teresina, Piauí. 

Cantora Elza Soares é a primeira atração do Seis e Meia

Cantora Elza Soares é a primeira atração do Seis e Meia

"A Carne", "Mulher do Fim do Mundo" e "O Tempo não Para" são hits do repertório da intérprete.

Elza Soares está confirmada para o primeiro show da temporada 2019 do Projeto Seis e Meia. A cantora sobe ao palco do Theatro 4 de Setembro no próximo dia 18 de junho. Em Teresina, ela deve apresentar uma nova versão do show "A Voz e a Máquina”, acompanhada por dois músicos da cena eletrônica e um guitarrista. 

A apresentação segue mesma ideia que a cantora faz há anos: de reinventar sua voz ao lado dos DJs Ricardo Muralha e Bruno Queiroz, e do guitarrista Caesar Barbosa (o trio também assina a produção musical e arranjos). O show também deve trazer traz canções de outras fases da carreira de Elza Soares, bem como releituras surpreendentes. 

Cantora Elza Soares é a primeira atração do Seis e Meia . (Foto: Reprodução)

No repertório, clássicos e hits se encontram como: “Computadores Fazem Arte” “A Carne” “Mulher do Fim do Mundo” “O Tempo Não Para”  e outros sucessos da música popular brasileira. O show também ganha um tom de protesto quando Elza Soares entoa em verso e prosa as mazelas da sociedade, em músicas como “Não Recomendado”  e “Milagres” 

Os arranjos eletrônicos do "A Voz e a Máquina”  dão forma a uma voz processada, desconstruída e reconstruída. Para acompanhar Elza Soares, uma sequência em vídeo mapping (técnica que consiste na projeção de vídeo em objetos ou superfícies irregulares) cria projeções em um cenário em branco. 

O Projeto Seis e Meia é uma realização do Governo do Estado , por meio da Secretaria de Estado da Cultura do Piauí (Secult). Os ingressos começam a ser vendidos nesta quinta-feira (13), na bilheteria Theatro 4 de Setembro, a partir das 9 horas, no valor de R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia).

09 de junho de 2019

Grupos artísticos abrem 3º Festival de Bonecos do Piauí

Grupos artísticos abrem 3º Festival de Bonecos do Piauí

O desfile cênico que abre o evento, partirá da Praça Pedro II, às 8h, até a Casa da Cultura, onde haverá o primeiro espetáculo.

Nesta segunda-feira (10), às 8h, acontece a abertura do 3º Festival Internacional de Bonecos do Piauí, com um desfile cênico que partirá da Praça Pedro II até a Casa da Cultura. Este ano o evento que vai até o dia 15 de junho, homenageia o bonequeiro Afonso Miguel e apresentará espetáculos gratuitos, com grupos do Chile, Argentina e Portugal, além de grupos brasileiros, do Piauí, Distrito Federal, Maranhão e Paraná.

Nesta segunda-feira, bonecos gigantes e pernas de pau farão o percurso saindo da Praça Pedro II e passando pelas Praças João Luís, Rio Branco, descem pelo calçadão da Simplício Mendes em direção a Praça Saraiva e encerram na Casa da Cultura, onde haverá o primeiro espetáculo com o grupo Mamulengo Fantochito, que será apresentado pela filha do bonequeiro Afonso Miguel, Mariana Acioli.

Alguns dos bonecos que estarão no desfile foram produzidos pelos estudantes de arte da disciplina de Teatro de formas animadas, da Universidade Federal do Piauí durante oficinas realizadas pelo organizador do evento, Chagas Vale e a professora Lúcia de Fátima Couto. Foram 8 aulas com carga horária de 20 horas e contou com 35 alunos.


A professora Lúcia contou que além das oficinas com os alunos de Teatro de forma animada, os alunos do Fundamentos da Expressão e comunicação humana, também irão participar do desfile cênico com apresentação de dança.

"Duas disciplinas do curso de Artes receberam as oficinas promovidas pelo Festival de Bonecos, cada oficina teve 20 horas de duração, foram produzidos 12 bonecos gigantes e 20 alunos vão dançar "flor do mamulengo". O resultado de todo o trabalho será apresentado durante o desfile", explicou. 

Chagas Vale ressalta a importância da parceria com a Universidade para a arte dos bonecos, levando "Na UFPI já existe uma disciplina voltada para esse segmento da arte e além de levarmos para eles a experiência do fazeres do teatro de boneco durante as oficinas com a construção de bonecos, haverá também os bate papos com a participação dos grupos, tanto os que vem de outros países como também os grupos regionais".


O 3º Festival Internacional de Bonecos do Piauí terá espetáculos diários na Casa da Cultura, CEU Jacinta Andrade e CEU Portal da Alegria e também no Riverside Shopping, Além dos espetáculos, o Festival terá uma exposição fotográfica "História do Teatro de Bonecos Popular do Nordeste Brasileiro" e 16 escolas públicas receberão espetáculos durante a semana do evento.

O festival uma realização da Cia Calunga de Teatro e Centro Aroeira e conta com apoio do Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura, via patrocínio do SIEC.


08 de junho de 2019

Os 40 anos de Niède no Piauí mostrados no cinema

Os 40 anos de Niède no Piauí mostrados no cinema

Niède inaugurou um novo ciclo na Serra da Capivara, até então esquecida por muitos, que já dura mais de 40 anos.

Nesta semana foi exibido pela primeira vez no Piauí o documentário NIÈDE . A produção audiovisual, resultado de uma coprodução entre as produtoras B&T Audiovisual, do Piauí, e Lente Viva Filmes, de São Paulo, conta a história da arqueóloga brasileira Niède Guidon.

A arqueóloga Niède Guidon 

O filme foi apresentado durante a programação do aniversário de 40 anos do Parque Nacional da Serra da Capivara. Niéde Guidon, em 1970, deixou Paris, onde lecionava na École des Hautes Études em Sciences Sociales, para imergir na caatinga do sudeste do Piauí.

O objetivo era revelar ao mundo as milhares de pinturas rupestres espalhadas pela região e lutar pela criação do Parque Nacional da Serra da Capivara, Patrimônio Cultural da Humanidade (Unesco) e um verdadeiro museu a céu aberto. 


Foto: Assis Fernandes/O Dia

Ao longo de 135 minutos, o espectador mergulha na vida de Niède. Referência local, a presença dela, hoje com 86 anos, impactou, e ainda impacta, a vida das pessoas região. 

Como pontuam historiadores locais, Niède inaugurou um novo ciclo na Serra da Capivara, até então esquecida por muitos, que já dura mais de 40 anos. 

O filme tem a direção assinada por Tiago Tambelli, que esteve em Teresina e conversou com O DIA para a entrevista a seguir. 

Ele estudou cinematografia na Escola Internacional de Cinema e TV, de Cuba e, em 2013, recebeu o prêmio de “Melhor Autor em Cinema” pelo filme “das Almas”, no Baikal International Film Festival, Rússia. Nesse mesmo ano, ganhou o prêmio “Coup de Couer” no Festival Sunny Side of The Doc com o projeto “Muito Além do Nosso Eu – A História do Projeto Walk Again”. 

Como você chegou até a história da Niède? Já conhecia sua relação com o Parque da Serra da Capivara?

 Eu devo isso ao meu pai que 1999 veio de carro de São Paulo para cá e voltou cheio de histórias para contar. Em 2002 eu repeti essa viagem, vindo de carro de São Paulo, e conheci essa história e também o parque. Desde então sempre mantive esse desejo, esse sonho de fazer esse filme. Mas demorou porque nesse período eu realizei outros filmes, tenho uma carreira também como diretor de fotografia e atuei em outros filmes como fotógrafo. A oportunidade apareceu quando eu voltei no Piauí, em 2017, quando conhecia a B&T, uma produtora audiovisual daqui de Teresina, e apresentei para eles a história e o meu desejo de fazer um filme sobre a Niède e o parque. Isso reverberou no estado a gente conseguiu o apoio do Governo e o apoio da Secretaria de Cultura, naquele momento dirigida pelo deputado Fábio Novo.

Então o processo de produção foi todo feito em conjunto com a produtora local? 

O filme é uma produção da B&T audiovisual e a minha produtora, que tem uma sede em São Paulo. É um filme feito em coprodução, com uma produção regional, entre uma produtora de São Paulo e a produtora do Piauí. Eu tinha como objetivo, naquele momento que idealizei, que esse filme fosse produzido por uma empresa audiovisual do Estado do Piauí, justamente para promover o intercambio cultural relacionado ao cinema. Então eu trouxe a minha experiência e juntei com a experiência local e montamos uma produção cinematográfica mostrando que é possível sim fazer cinema no Piauí, cinema com qualidade, cinema que pode alcançar todos os territórios. 

Como foi dividido o processo de produção? Quanto tempo vocês precisaram passar na região para realizar as filmagens? 

A gente fez uma primeira viagem de pesquisa de uma semana para poder escrever o projeto e a proposta. Depois de financiada, a gente fez uma pesquisa mais profunda de três meses, já conectados a um processo de pré-produção, onde foi feita a preparação das filmagens. As filmagens foram divididas em três etapas. A primeira de três semanas com uma equipe mais completa, depois uma segunda etapa como equipe reduzida, para filmar a época das chuvas, e por fim terminando com uma outra etapa de três semanas para finalizar as imagens. Foram um total de oito semanas de filmagens e uma dedicação profunda. Esse filme não poderia ser gravado de maneira superficial, sem a dedicação de um tempo considerável para as filmagens, juntamente por precisava abarcar esses 40 anos de trabalho da Niède e conseguir absorver as belezas naturais, podendo filmar isso com o cuidado que se exige o cinema. 

Quais os frutos dessa imersão? 

Eu acho que o ponto principal de descoberta é de que esse filme precisaria unir o conhecimento popular, que Niède sabe muito bem valorizar, que é o conhecimento dos mateiros, das mulheres, o conhecimento dos jovens locais, dos trabalhadores que ajudaram a construir a sua história, juntamente com o conhecimento científico. Essa não é uma descoberta específica, mas é uma descoberta estética onde você tem que saber valorizar os saberes tanto aqueles valores dados e construídos na academia com aqueles que são envolvidos na própria vida popular entre os habitantes da região da Serra da capivara. E acho que como descoberta específica a gente teve os materiais que expressam e documentam as primeiras expedições da Niède, que é de um valor imensurável para o filme porque a gente consegue ilustrar com imagens de época o que foram as primeiras expedições e quais os os desafios que Niède enfrentou. 


A íntegra da entrevista você confere na edição deste fim de semana do Jornal O DIA.