Uma trança pra chamar de sua

O diferencial do trançado sem nós é parecer crescer do couro cabeludo, enquanto as box braids é perceptível o nó que une a extensão

20/03/2021 13:05h

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Quem busca praticidade certamente tem nas tranças uma ótima opção. Apesar da demora para realizar o procedimento, a beleza do resultaado final e facilidade de cuidados é um atrativo certo. Uma opção que surge agora com força total são as "knotless braids", ou tranças sem nós. O diferencial do trançado sem nós é parecer crescer do couro cabeludo, enquanto as box braids é perceptível o nó que une a extensão.

Para a trancista Larissa Santos, elas são ideais para cabelos mais finos, porque não exigem tanta tração na raiz. "Elas acabam sendo mais delicadas porque não utilizamos nós, como utilizamos nas box braids, que são um estilo mais comum", explica ela.

Foto: Reprodução/Pessoal


O valor, segundo Larissa, varia de acordo com o tamanho final da trança que a cliente quiser, mas a média é de 200 a 300 reais, e dura de uma a três semanas no máximo.

A escolha pelas "knotless braids" tem aumentado, por que algumas clientes reclamam muito de dor por conta de outras técnica que já usaram e não conseguiram se acostumar. "Outras escolhem esse estilo por um serem tranças mais finas com aspecto mais natural", diz. O mercado de mulheres que estão passando pela transição capilar também é grande. "A grande maioria que atendo estão em transição capilar, e buscam as tranças por não saberem lidar com duas texturas no cabelo e pra esperar o cabelo crescer pra fazer o big chop", afirma Larissa.

Referência quando o assunto são tranças aqui em Teresina, Larissa começou cedo, aprendendo a fazer tranças com a mãe. "Quando tinha uns 18 anos, entrei na universidade, que foi onde tive o meu entendimento como mulher negra e crespa, parei de alisar meu cabelo (após 4 anos alisando e fiz o big chop, e senti uma necessidade de mudar e fazer alguma coisa nele, e vi um vídeo no YouTube de uma menina fazendo dread e já no dia seguinte fui comprar o material pra fazer em mim, e logo em seguida começei fazer na minha irmã tbm, e andando na ruas as pessoas ficavam curiosas e interresadas, aí a divulgação começou assim de boca em boca, começou a crescer mais ainda e em 2018 fiz a página no Instagram", lembra a trancista. 

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