Parquímetro: um projeto para solucionar falta de estacionamento em Teresina

O projeto já existe em outras cidades brasileiras. Em parceria com a Prefeitura, Sindlojas quer implantá-lo em Teresina.

07/07/2017 11:49h - Atualizado em 07/07/2017 12:19h

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O Sindicato de Lojas do Piauí (Sindlojas) apresentou a Prefeitura Municipal de Teresina um projeto para solucionar a falta de espaço público para estacionar veículos em Teresina, principalmente no centro da cidade, onde há maior concentração do fluxo de carros. A ideia é a criação de parquímetros para inibir o uso abusivo das vagas públicas.

De acordo com o Sindlojas, consumidores deixam de ir ao centro para evitar transtorno em relação ao trânsito. Como resolução para o problema, o projeto do Parquímetro visa estacionamentos com pontos eletrônicos onde seria definido o horário de entrada e saída dos veículos, possibilitando uma rotatividade de vagas e o melhor acesso das pessoas ao centro de Teresina. 

Na busca por locais para estacionar, diversos carros ocupam todo o espaço das calçadas, o que acaba dificultando a passagem dos pedestres. (Foto: Assis Fernandes/ODIA)

O Presidente do Sindlojas, Tertulino Passos, comenta que esse projeto não sairá do papel se não houver parcerias, e se for implantado na cidade beneficiará a todos os Teresinenses. “ Com a parceira da prefeitura e empresas especialistas em estacionamento podemos não apenas fazer, como também manter esse projeto. Pois sozinhos torna-se inviável”, afirma.

Tertulino ainda diz que essa não é uma conversa nova, que o Sindlojas já se reuniu outras vezes com a prefeitura para falar sobre a ideia. “Com o ponto eletrônico marcando o horário de entrada e saída, não terá “donos de vagas”, todo mundo terá espaço para estacionar”.

Por meio da assessoria, a Prefeitura de Teresina garantiu que o projeto está sendo analisado com cautela, e pode ser resolvido por uma parceria entre o poder público e a iniciativa privada.

Projetos como o Parquímetros já existem em outras capitais brasileiras, como por exemplo: Fortaleza, Recife, São Paulo, Santa Catarina, entre outras.

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Edição: Nayara Felizardo
Por: Geici Mello

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