Ônibus em Teresina: CPI deve apresentar sugestão de contrato emergencial

A solução, de acordo com informações extra-oficiais, deve ser a proposição de um contrato emergencial para solucionar momentaneamente a grave crise

18/08/2021 10:27h - Atualizado em 18/08/2021 10:36h

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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Transporte Público, na Câmara Municipal de Teresina, deve concluir o seu relatório na próxima semana, a confirmação é do presidente da CPI, o vereador Dudu (PT). Com o relatório preliminar já pronto a comissão deve apontar várias denúncias de negligências do Sindicato das Empresas de Transportes Urbanos de Passageiros de Teresina (SETUT). 

A solução, de acordo com informações extra-oficiais, deve ser a proposição de um contrato emergencial para solucionar momentaneamente a grave crise que dura desde março de 2020. 

Dudu afirmou que empresas do setor teriam "rasgado" a licitação ao não cumprir as exigências básicas descritas na descrição da Licitação. De acordo com o parlamentar, a próxima semana poderá ser decisiva. 

(Foto: Tárcio Cruz/ODIA)

"Estamos em fase de conclusão da CPI, estamos com o relatório praticamente concluído e iremos fazer os últimos ajustes. Vamos agora nos reunir com a comissão para que a gente possa sanar qualquer tipo de divergência e na próxima semana concluir o relatório final da CPI. Nosso objetivo é apresentar um relatório que atenda a missão dada a população para nós. Concluímos  que ao longo dos cinco anos de execução a licitação foi rasgada pelos empresários e vamos buscar os meios jurídicos para que essa negligência seja reparada" afirmou. 

Ao PortalODia, o SETUT informou que por conta do descumprimento inicial da Prefeitura, algumas questões relacionadas à operação tornam-se difíceis de se manter.

Confira a nota na íntegra: 

O Sindicato das Empresas de Transportes Urbanos de Passageiros de Teresina (SETUT) esclarece que devido ao descumprimento inicial da Prefeitura, certas questões relacionadas à operação tornam-se difíceis de se manter. Os erros praticados pela gestão municipal comprometeram o funcionamento do sistema e implicaram no desequilíbrio financeiro das empresas.

A entidade informa ainda que a licitação de transporte realizada em 2015 prevê e deixa claro que o contrato define o financiamento do sistema tarifário, com contrapartida da Prefeitura, assim como a política de subsídios como o preço da passagem, para que seja possível manter o equilíbrio econômico do sistema.

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