Nível do Rio Poti reduz quase 2 metros e sai de risco de inundação

Em quase 24 horas o nível do rio baixou de 10,93 metros para 8,84 metros. Apesar disso, a alça de aceso à Ponte Wall Ferraz segue interditada

07/04/2019 09:03h - Atualizado em 07/04/2019 17:32h

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As águas do Rio Poti estão começando a baixa e os teresinenses já podem ficar um pouco mais aliviados. Segundo a Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM), o nível do rio reduziu mais de 1 metro, em 12 horas. Até às 19h deste sábado, o monitoramento da companhia registrava nível de 10,93 metros. Às 17h30 deste domingo (07), o volume das águas tinha reduzido para 8,84 metros.

Em 12 horas o nível do Rio Poti baixou mais de 1 metro, saindo da Cota de Inundação para a Cota de Alerta (Foto: Poliana Oliveira/ODIA)

Com a redução do nível das águas, o Rio Poti sai da Cota de Inundação e fica em Cota de Alerta. Apesar da diminuição do volume das águas, o rio segue tendo monitoramento, bem como as áreas sujeitas a inundações e de risco.

Por conta do nível das águas do Rio Poti, a alça de acesso à Avenida Padre Humberto Pietrogrande, pela Ponte Wall Ferraz, segue interditada. A ação foi necessária em virtude de uma fissura que surgiu na pista, que está sendo avaliada por técnicos. Contudo, as demais vias às margens do Rio Poti seguem com o tráfego liberado normalmente.

Em compensação, o nível do Rio Parnaíba teve um leve aumento de ontem para hoje. Às 18h o rio estava com nível de 5,49 metros, e às 7h45 deste domingo já chegou aos 5,65 metros. Às 17h30 o nível chegou a 5,47 metros Com isso, o Rio Parnaíba sai da Cota de Atenção para a Cota de Alerta.

Monitoramento 

Apesar da redução do nível do Rio Poti, a Defesa Civil continua fazendo o monitoramento das águas, já que o que determina o nível do Rio são as chuvas que caem na nascente e nos afluentes.

“Temos informações de que está tendo bastante captação de água nos afluentes, de forma que, quando ela chega à Teresina, requer esse acompanhamento. Até mesmo essas subidas e descidas, para que possamos retirar as famílias das áreas mais baixas, que são os pontos de alagação”, conta Sebastião Domingos, coordenador da Defesa Civil Municipal.

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Por: Isabela Lopes

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