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Nível das águas do Poti e do Parnaíba está diminuindo, aponta CPRM

A expectativa é que diminuição continue nas próximas horas

22/03/2020 18:40h

O nível dos rios Poti e Parnaíba em Teresina diminuiu nas últimas horas, de acordo com o boletim divulgado no final da tarde deste domingo pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM).

De acordo o balanço, o rio Poti, em Teresina, apresentou redução do nível nas últimas 24 horas, regredindo 75 centímetros. A cota atual é de 8,57 metros, portanto 43 centímetros abaixo da cota de alerta. A tendência nas próximas horas é que o rio continue a reduzir seu nível para valores em torno de 8,49 metros às 02h30 desta segunda-feira, caso não sejam verificadas chuvas significativas na bacia nas próximas horas.

Nas cidades de Teresina e Timon o nível atual do rio Parnaíba é de 5,40 metros, 10 centímetros m abaixo da cota de alerta (5,50 m). Nas próximas horas a tendência é de redução do nível, caso não ocorram grandes precipitações no intervalo da previsão.

O rio Poti chegou a atingir recentemente a cota de inundação em Teresina (Foto: Jailson Soares/O Dia)

Já o rio Marathaoan, em Barras, continua a elevar seu nível em resposta as precipitações ocorridas na bacia nas últimas 24 horas. O nível do rio subiu 34 centímetros nas últimas horas. Na estação localizada em Barras foi registrada a cota de 5,45 metros, às 16h45 deste domingo. A previsão é que a elevação do nível continue nas últimas horas.

Em relação ao rio Longá, em Esperantina, a cota atual é de 8,65 metros , 1,25 metros acima da cota de inundação , e devido as precipitações ocorridas na bacia o nível apresenta tendência de continuar se elevando nas próximas horas. A cota esperada esta segunda-feira(23)  é 8,69 metros, devendo ficar com uma lamina de inundação de 1,29 metros.

“As previsões apresentadas no Boletim são baseadas em modelos hidrológicos e estão sujeitas às incertezas inerentes aos mesmos. Os dados hidrológicos utilizados neste Boletim são provenientes da Rede Hidrometeorológica Nacional de responsabilidade da Agência Nacional de Águas (ANA), operada pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM)”, diz o boletim.

Por: Natanael Souza

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