Na CPI, PGM afirma que estuda possibilidade de romper contrato com empresas de ônibus

Ideia, segundo o procurador adjunto, é fazer uma readequação dos contratos para que eles se tornem exequíveis.

22/06/2021 12:53h - Atualizado em 22/06/2021 12:58h

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Além dos motoristas e cobradores de ônibus que depuseram nesta manhã (22), a CPI do Transporte Coletivo ouviu também os representantes da Procuradoria Geral do Município (PGM). Segundo informou o procurador adjunto, Ricardo Almeida, o órgão está estudando a possibilidade de rompimento do contrato do ente público com as prestadoras do serviço .

“A atual gestão pediu à PGM um estudo para a possibilidade de rompimento. Estamos com um grupo de estudo dentro da Procuradoria e estamos analisando as diversas possibilidades”, afirmou. Ricardo explica que, se for o caso, pode ser que os contratos caduquem, ou seja, se tornem insuficientes para atenderem às demandas atuais, o que leva à uma necessidade de revisá-los.

“A ideia é fazer uma readequação dos contratos para que eles se tornem exequíveis daqui para frente”, finaliza Ricardo.


Foto: O Dia

Quem também depôs à CPI do Transporte Coletivo nesta manhã (22) foi o procurador-geral do Município, Raimundo Eugênio. Em sua fala, ele disse que não vê possibilidade de o transporte coletivo de Teresina quebrar e que isso nunca foi cogitado em gestões anteriores. “Minha sugestão como servidor do quadro jurídico do município há mais de 30 anos ouvir técnicos em contabilidade e os atuários, que é quem vai indicar melhor os preços, as despesas, os custos do serviço”, afirmou.

Para o procurador-geral do Município, é preciso que a questão do transporte coletivo de Teresina seja discutida com “calma e tranquilidade”.

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