Covid-19: trabalhadores da Educação terão oito posto de vacinação drive thru

Nesta quinta (10) podem se vacinar profissionais de 40 a 59 anos. Na sexta (11), é a vez das pessoas que tem 18 a 39 anos,

10/06/2021 10:19h

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Os trabalhadores da Educação que atuam em Teresina com idade entre 40 e 59 anos poderão se vacinar nesta quinta-feira (10) em oito postos drive thru contra Covid-19. Já na sexta-feira (11), poderão ir aos postos aqueles com idade entre 18 e 39 anos. A vacinação em drive thru funciona de 9h às 17h, não necessita agendar e o atendimento é para as pessoas em veículos ou que forem a pé.

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) destaca que o grupo dos trabalhadores da educação engloba professores e também funcionários de instituições de ensino públicas e privadas do ensino básico, médio e superior.

(Foto: Assis Fernandes/ODIA)

A coordenadora da campanha de vacinação Covid, Emanuelle Dias, informa que a vacina é somente para profissionais que atuam na cidade de Teresina. “Se a pessoa morar aqui e trabalhar em outra cidade, a vacina deve ser tomada na cidade onde a pessoa trabalha”, explica.

No dia da vacinação os profissionais devem levar contracheque atualizado ou declaração que presta serviço em instituição de ensino de Teresina, além de documento de identificação com foto, CPF, comprovante de residência e cartão de vacina (se tiver).

Esse público receberá a vacina do laboratório Astrazeneca, produzida em parceria com a Universidade de Oxford e a Fiocruz.

Confira a lista dos pontos de drive thru:

– Terminal do Buenos Aires;
– Terminal Zoobotânico;
– Terminal Bela Vista;
– Terminal Parque Piauí;
– Terminal Livramento;
– Terminal Itararé;
– ADUFPI;
– Teresina Shopping.

Trabalhadores da Educação criticam restrições na campanha em Teresina

Muitos trabalhadores da Educação questionaram as restrições na campanha de vacinação da categoria, ao destacar que somente podem ser imunizados em Teresina os profissionais que atuam na capital. Caso a pessoa trabalhe em outra cidade, ela deve tomar a vacina no município onde trabalha.

Nas redes sociais, muitos internautas criticaram essa exigência. Um deles chegou a destacar que essa recomendação não está prevista no Plano Nacional de Imunização (PNI), que, segundo ele, exige apenas que o profissional seja trabalhador da Educação e não faz restrição quanto ao local de trabalho e moradia. E destaca que as pessoas que perderam o emprego, e que não têm vínculo com instituições, precisam ser incluídas no cronograma.

“Em outros estados e municípios não estão com essa burocracia. A Fundação Municipal alega que as vacinas estão sendo enviadas conforme a estimativa feita pelo PNI, mas esse plano é mais para organização. Quantas pessoas não foram demitidas ou contratadas depois da elaboração desse plano? Inclusive, vários portais já divulgaram listas com nomes de várias pessoas da Semec que foram demitidas. Além do que já essa exigência fere com o nosso Direito Constitucional”, disse um internauta. 

Contraponto

Segundo previsto no Plano Nacional de Imunização contra Covid-19, página 90, no que se refere aos trabalhadores da Educação, que inclui professores e funcionários das escolas públicas e privadas: “Nessa estratégia será solicitado documento que comprove a vinculação ativa do profissional com a escola ou apresentação de declaração emitida pela escola”, diz o plano.

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Fonte: Com informações da FMS

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