Transformar cidades mais inclusivas para mulheres vira debate entre especialistas

"œCidades: Substantivo Feminino" deve debater os desafios da equidade de gênero no mercado de trabalho da Arquitetura.

26/10/2021 16:02h - Atualizado em 26/10/2021 16:28h

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Os desafios para tornar os ambientes urbanos em espaços mais inclusivos para as mulheres é o tema do evento “Cidades: Substantivo Feminino”, organizado pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Piauí. O evento acontece nesta quarta-feira (27) e tem o objetivo de promover discussões sobre a equidade de gênero no mercado de trabalho da Arquitetura, o empreendedorismo feminino da profissão e a apresentação de artigos científicos. 

Segundo a arquiteta Sheyla Nogueira, uma das organizadoras do evento, o momento é voltado para a o debate dos problemas da cidade e como eles podem ser pensados pelo olhar da profissional de arquitetura. 

“Queremos discutir as dificuldades de projetar cidades com olhar voltado para o futuro, mas pensado pelas mulheres. A intenção é influenciar para que as profissionais da área possam observar os desafios de tornar as cidades em locais mais inclusivos, com melhores condições de disponibilizar espaços de bem-estar e com mais qualidade de vida”, explicou a arquiteta.


Foto: Assis Fernandes / O Dia 

O evento é voltado para profissionais e estudantes de Arquitetura e Urbanismo, mas as inscrições também serão abertas para quem estuda ou atua em outras áreas. Ao longo do dia, duas mesas redonda serão compostas por profissionais que se destacam na área, com a vice-presidente do CAU/BR, Daniela Sarmento, professora universitária e mestre em Arquitetura e Urbanismo, Thiscianne Pessoa, além de profissionais como Ana Márcia Moura, Laline Mendes, Hannah Rossi, Carla Cléia, dentre outras.

Para Sheyla Nogueira, essa é a oportunidade de se levantar questões que são problemas que envolvem políticas públicas. “São muitas as dificuldades de ir e vir nos ambientes urbanos, e é necessário que haja o debate em torno das áreas coletivas. Esse debate deve ser feito também pelas mulheres que tem condições de questionar por melhores condições”, pontua. 

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