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Notícias Tecnologia

02 de abril de 2018

31 de março de 2018

Empresa quer que consumidores façam compras a partir da câmera do celular

Companhia vem desenvolvendo o aplicativo SupermARket, capaz de reconhecer produtos fotografados, dar informações a respeito deles e vender a partir da internet.

 A Onlayers quer que consumidores passem a fazer compras de supermercado tirando fotos com seus celulares.

A companhia vem desenvolvendo o aplicativo SupermARket, capaz de reconhecer produtos fotografados, dar informações a respeito deles e vender a partir da internet.

O plano da companhia é espalhar por terminais de ônibus e estações de metrô painéis com imagens de produtos para serem capturadas pelas câmeras dos clientes.

Alexandre Boneto, sócio da companhia, diz que esse serviço será usado por quem não tem tempo ou não gosta de ir ao mercado.

Também favorecerá compras de impulso. O consumidor, de passagem pela estação, vai ver a imagem, lembrar que falta aquele produto em casa e já fazer a compra, diz.

A ideia é atender supermercados de bairro. Os painéis deverão ficar próximos às lojas e destacar produtos que são vendidos com frequência nelas.

Alexandre conta já ter três redes de supermercado clientes, que participaram do desenvolvimento do serviço. Os primeiros painéis devem ser instalados ainda neste semestre, segundo Alexandre.

Futuro

A compra a partir de fotos é apenas o primeiro passo para o projeto de Alexandre de fazer as compras serem baseadas em realidade aumentada, ou seja, misturando elementos da realidade com imagens e informações projetadas virtualmente.

Ele conta querer usar a tecnologia para criar supermercados em realidade aumentada em locais abertos, em especial parques.

A partir da tela do celular ou de óculos inteligentes, as pessoas verão, sobrepostas ao cenário real, gôndolas de um supermercado no qual poderão fazer suas compras sem precisar de carrinhos nem sacolas.

Alexandre diz acreditar que a iniciativa irá atrair clientes tanto pela comodidade como também pelo interesse deles por novidades.

A OnLayer foi criada há um ano e meio, com o objetivo de levar obras de arte digitalmente a partir da tecnologia de realidade aumentada. A companhia cria, por exemplo, exposições que só podem ser vistas pelo celular quando o espectador está em determinado lugar.

A empresa vem ampliando os segmentos com os quais trabalha. Hoje, tem projetos em áreas como medicina e educação, além do varejo.

26 de março de 2018

Facebook diz que coleta de ligações e SMS foi liberada por usuários

'Você está sempre no controle da informação que compartilha com o Facebook', diz a empresa.

Após muitas pessoas relatarem que o Facebook têm coletado por anos o histórico de chamadas telefônicas e de SMS, a rede social informou neste domingo (25) que os próprios usuários liberaram acesso a essas informações, mas que os dados estão “seguramente armazenados” e que a empresa “não vende essas informações a terceiros”.

“Você deve ter visto reportagens recentes de que o Facebook tem registrado o histórico de ligações de pessoas e SMS de texto sem a permissão das pessoas. Mas isso não é o caso”, informou o Facebook.

A tentativa da empresa de amenizar a situação ocorre depois de usuários baixarem os dados que a rede social armazenava sobre eles e se surpreenderem com a extensão das informações coletadas. Eles descobriram que o estoque continha não só histórico mas também metadados de mensagens enviadas e recebidas pelo celular. Essas não são informações do conteúdo da mensagem, mas dados adicionais, como:

- nomes de contatos;

- números de telefones;

- duração de cada ligação.

- dia e horários de ligações;

- darem conta de que havia.

Essas pessoas tomaram essa atitude após o escândalo envolvendo a forma como o Facebook vir à tona. Em sua manifestação, a empresa diz que a coleta dos dados foi autorizada pelos usuários quando entraram em aplicativos como Messenger e Facebook Lite para Android.

O recurso entrou em funcionamento em 2015 no Messenger e depois foi implantado na versão leve do Facebook.

Isso permite, diz o Facebook, uma melhor experiência em suas plataformas, já que essa é uma das formas de mostrar à pessoas sugestões de conhecidos na rede social.

“Quando esse recurso é habilitado, enviar seus contatos também nos permite usar informações como quando você fez uma ligação, enviou uma mensagem de texto ou recebeu uma das duas”, afirma a rede social.

Para afastar a sombra da polêmica que nasceu com a revelação de que a Cambridge Analytica obteve dados de mais de 50 milhões de usuários, o Facebook afirma ainda que não vende os históricos de SMS e ligações coletados.

“Sua informação está seguramente armazenada e nós não vendemos essas informações a terceiros. Você está sempre no controle da informação que compartilha com o Facebook.”

O escândalo do Facebook

Em 17 de março, os jornais "New York Times" e "Guardian" revelaram que os dados de mais de 50 milhões de usuários do Facebook foram usados sem o consentimento deles pela Cambridge Analytica. A empresa de análise de dados acessou esse grande volume de dados após um teste psicológico que circula na rede social coletar as informações. Os dados recolhidos não eram apenas os de usuários que fizeram o teste, mas também os de seus amigos.

O escândalo cria dúvidas quanto à transparência e à proteção de dados dos usuários do Facebook. A rede social comunicou que investigaria o caso. O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, reconheceu que a emprese cometeu erros.

A empresa Cambridge Analytica trabalhou ainda com a equipe responsável pela campanha de Donald Trump à Presidência dos Estados Unidos, nas eleições de 2016. Também foi contratada pelo grupo que promovia a saída do Reino Unido da União Europeia.

Nesta sexta-feira (23), uma revista na sede da Cambridge Analytica durou cerca de sete horas. A batida foi do órgão regulador encarregado da proteção de dados privados na Grã-Bretanha. Nos Estados Unidos, usuários estão processando o Facebook e a Cambridge Analytica.

O Ministério Público do Distrito Federal comunicou na terça-feira passada (20) que abriu um inquérito para apurar se o Facebook compartilhou dados de usuários brasileiros com a Cambridge Analytica. O ex-sócio da Cambridge Analytica no Brasil disse que a empresa não tinha banco de dados de brasileiros.

O escândalo que envolve o Facebook foi prejudicial para os ativos da empresa na Bolsa de Valores. Os papéis da empresa chegaram a cair 9,15%. A empresa perdeu mais de US$ 50 bilhões em valor de mercado em apenas dois dias.

Facebook vai priorizar notícias locais no feed de usuários em todos os países

A empresa afirma que as notícias locais ajudam as pessoas a se conectarem sobre os problemas mais próximos e descobrirem o que está acontecendo em sua região

O Facebook anunciou nesta segunda-feira (26) que vai expandir globalmente a iniciativa de priorizar notícias locais no feed (página inicial) dos usuários da rede social. A mudança vigora desde o início do ano nos Estados Unidos.  "Hoje, estamos expandindo essa atualização para pessoas de todos os países, em todos os idiomas. Agora, pessoas de todo o mundo verão mais notícias no Facebook de fontes locais cobrindo sua cidade atual e outras cidades com as quais possam se preocupar", escreveu a empresa em comunicado.

O Facebook afirma que as notícias locais ajudam as pessoas a se conectarem sobre os problemas mais próximos e descobrirem o que está acontecendo em sua região, mostrando assuntos que têm impacto direto na comunidade.

Segundo a empresa, com a atualização, publicações locais que cobrem múltiplas cidades próximas terão mais facilidade para atingir uma audiência de moradores da região.

"Consideraremos uma publicação como local para várias cidades se as pessoas nessas cidades tiverem maior probabilidade do que as pessoas de fora dessas cidades de ler artigos do domínio da publicação. Ao expandir o escopo do que pode ser considerado local para as pessoas, estamos incluindo outras cidades com as quais as pessoas podem se interessar e conectando pessoas a editores locais dessas cidades."


Foto: Reprodução

O Facebook tem recebido duras críticas por falhar no controle de disseminação de notícias falsas em sua rede, e a empresa enfrenta atualmente a pior crise desde sua criação, após revelações de que a Cambridge Analytica, consultoria de dados que prestou serviços à campanha de Donald Trump, teria obtido dados de 50 milhões de usuários do Facebook e usado as informações para direcionar mensagens políticas aos eleitores americanos.

"Continuaremos nosso trabalho para priorizar notícias de alta qualidade no feed de notícias, incluindo notícias de fontes amplamente confiáveis, informativas e relevantes para as comunidades locais", afirmou o Facebook.

Na contramão da iniciativa, porém, o Facebook anunciou no início do ano que seu algoritmo passaria a privilegiar no feed de notícias conteúdo publicado por amigos e familiares do usuário, em detrimento ao distribuído por empresas, como as que produzem jornalismo profissional.

Pesquisa revela que 49% da Geração Z têm o celular como “melhor amigo

Comportamento pode acarretar dependência emocional e graves prejuízos na convivência com os outros

Um estudo realizado no Brasil e em mais três países revelou que dados importantes sobre o comportamento da 'Geração Z'  brasileira, que considera pessoa nascidas entre os anos de 1998 e 2002, em relação ao aparelho. De acordo com o levantamento em 2017, 49% desse público considera o smartphone “seu melhor amigo”.

 Realizado entre os dias 30 de novembro e 26 de dezembro do ano passado, a pesquisa ouviu 4.418 usuários com idade entre 16 e 65 anos e também investigou comportamentos e hábitos de utilização de celulares entre diferentes gerações para compreender o impacto do smartphone nas relações com o usuário, com outras pessoas e com o ambiente físico e social. O que se constatou é que 36% dos entrevistados brasileiros afirmaram priorizar o smartphone em vez de passar mais tempo com amigos, família ou pessoas importantes.

A psicóloga Denisdeia Sotero que o comportamento é considerado “problemático”, e que pode ser superado com a ajuda tanto com um profissional quanto com o auxílio da família e dos amigos. “Isso implica cada vez mais em um distanciamento social, que também é uma consequência do grau de união familiar, o cultivo do afeto é fundamental nesse processo. Implica também em situações de solidão, que pode levar a um quadro depressivo”.


36% dos entrevistados afirmaram priorizar o mundo virtual, em vez de ficar com os amigos. Foto: Moura Alves/ODIA

Também foi avaliado o reconhecimento da Geração Z sobre a necessidade de equilibrar o uso o do smartphone, concluindo que 60% dessa faixa de jovens brasileiros têm essa consciência mas querem ao mesmo tempo aproveitar de um convívio social. Além disso, somente 48% dos mesmos entrevistados afirmaram ser importante ter uma vida separada do celular. “O uso de smartphone precisa ser de maneira equilibrada, sem que a pessoa não esqueça que o mundo virtual não condiz a toda realidade”, alerta a psicóloga.

Outras dados

A pesquisa ainda identificou outros comportamentos ligado ao uso do smartphone que impactam nas relações interpessoais da Geração Z. Um deles é a verificação compulsiva, quando o usuário sente a necessidade de visualizar o celular constantemente, sendo que 48% dos entrevistados afirmaram fazer isso com mais frequência do que gostariam e 42% concordam que se sentem forçados a ter esse comportamento.

Considerando o mesmo público, avaliou-se também que 33% concordam que passam tempo demais utilizando o smartphone, 30% respondeu que estaria mais feliz se gastasse menos tempo com o aparelho. Outro problema detectado foi a superdependência emocional: ao perder o celular muitas pessoas entram m pânico. Sessenta e nove por cento dos entrevistados brasileiros declararam se preocupar com a possível perda do dispositivo.


24 de março de 2018

Novo método para buscar vida extraterrestre é desenvolvido por cientistas

Um astrofísico espanhol desenvolveu um método para buscar sinais que permitiriam verificar se existem seres inteligentes como os humanos em outros sistemas solares

Será que existe vida inteligente em outros planetas? Esta questão, que tem servido de inspiração para filmes e novelas, pode já ter uma resposta. Um astrofísico espanhol desenvolveu um método para buscar sinais que permitiriam verificar se existem seres inteligentes como os humanos em outros sistemas solares.

Há décadas que a humanidade quer saber se existe vida inteligente em outros planetas. As missões a Marte organizadas pela NASA fazem parte desse caminho. Entretanto, até hoje só foram encontrados indícios e estamos longe de encontrar vida inteligente semelhante ao ser humano.  Assumindo a dificuldade desta tarefa, um cientista espanhol do Instituto Astrofísico das Ilhas Canárias desenvolveu um método para buscar sinais que permitam verificar se existe vida inteligente em outros sistemas solares.


Segundo o cientista a humanidade está perto de descobrir se existe vida inteligente em outro planeta. Foto: Reprodução/projetotelescópio

Em seu estudo, publicado na revista The Astrohpysical Journal, o cientista mostrou diferentes simulações para determinar qual seriam as marcas que um desenvolvimento tecnológico sofisticado deixariam em um sistema solar com vida inteligente.

"A ideia do artigo é mostrar quais seriam os vestígios que um planeta com muitos satélites artificiais em seu redor deixaria. O artigo revela diferentes simulações desses vestígios em diferentes cenários", explicou à Sputnik Mundo o pesquisador Héctor Socas, do Instituto de Astrofísica das Ilhas Canárias. 

Segundo ele, os cientistas que procuram outros planetas habitáveis devem prestar atenção a esses vestígios.  Socas propôs analisar as informações coletadas por meio das tecnologias que já existem, como os satélites encarregados de buscar planetas fora do Sistema Solar. A única dúvida é que se tomam os seres humanos como referência, mas estes seres, se existirem, não serão necessariamente como nós.

De acordo com o cientista, hoje a humanidade está "à beira de encontrar vida extraterrestre" através de futuros grandes telescópios, que permitirão analisar a atmosfera de outros planetas. 

"Na composição química de outros planetas há determinados elementos que chamamos de biomarcadores, que podem revelar com absoluta certeza a existência de vida", explicou ele.  Para o cientista, nas próximas décadas esses telescópios permitirão encontrar vida extraterrestre.

23 de março de 2018

Após alerta do FBI e CIA, Best Buy deixa de vender aparelhos da Huawei

Decisão da rede varejista deverá dificultar ainda mais a atuação da marca chinesa no mercado norte-americano

A rede varejista Best Buy anunciou nesta semana que não irá mais vender smartphones da fabricante chinesa Huawei nos EUA. Como revelado inicialmente pela CNET e depois confirmado pelo Wall Street Journal, a Best Buy planeja parar de vender o Mate 10 Pro nas suas lojas físicas e também no seu site uma vez que o estoque atual acabar. Segundo os jornais, a rede varejista parou de encomendar novos dispositivos da fabricantes e interromperá as vendas nas próximas semanas. 

Isso deixa poucas lojas como opções para quem quiser comprar aparelhos da Huawei nos EUA – e nenhuma delas permite que os usuários testem os dispositivos antes de comprá-los. Como a Huawei é uma marca relativamente desconhecida no mercado americano, uma presença nas prateleiras da Best Buy era algo importante, no sentido de ganhar maior visibilidade junto aos consumidores locais.


Foto: Divulgação

A Bloomberg ainda revelou que a linha de smartphones mais baratos Honor também faz parte da decisão da Best Buy, assim como os smartwatches e laptops da Huawei. 

Ano difícil

Esse é apenas mais um percalço para a Huawei nos EUA neste ano.  Pouco antes de um anúncio na CES 2018, em janeiro, a operadora AT&T retirou uma oferta para vender os aparelhos Mate 10 Pro nas suas lojas - o que foi seguido pela rival Verizon. 

Depois, em fevereiro, oficiais da FBI, CIA e NSA, pediram para os americanos não comprarem aparelhos da companhia asiática – e também da conterrânea ZTE. No alerta, as agências afirmam que a Huawei poderia estar usando dados sensíveis para o governo chinês – o que foi negado pela companhia.

Mas não é de hoje que os EUA veem a Huawei com preocupação. Fundada por um ex-engenheiro do Exército Popular de Libertação da China, a Huawei já foi descrita pelos políticos americanos como "um braço do governo chinês". Em 2014, a empresa, que também desenvolve hardware de infraestrutura de comunicações, foi proibida de fazer ofertas para contratos do governo. 

Vale notar que a Huawei deverá apresentar o seu novo smartphone top de linha P20 no próximo dia 27 de março. Após as notícias desta semana, no entanto, é difícil pensar que o dispositivo será lançado nos EUA.

Por que isso importa

A Huawei vem lutando para conseguir entrar no mercado dos EUA há anos, mas isso parece praticamente impossível agora. Já é difícil o bastante fazer isso sem o suporte das operadoras, mas a Best Buy é uma das maiores redes de lojas daquele país. Agora a Huawei terá de se basear na Amazon e em outras plataformas on-line para vender os seus smartphones no mercado americano.

22 de março de 2018

Novas regras do Facebook incluem auditorias em aplicativos suspeitos

O comunicado da empresa explica que a rede social colabora na criação de apps, para ampliar a conexão com amigos e familiares

O Facebook anunciou nesta quarta-feira (21) seis mudanças nas regras dos usos de aplicativos. "Essas medidas incluem agir sobre potencial abuso que tenha acontecido no passado e colocar fortes proteções em vigor para prevenir abusos no futuro", diz o Facebook.

As modificações surgem após o aplicativo "thisisyourdigitallife" ter capturado dados de 50 milhões de pessoas, que foram usados para favorecer a eleição de Donald Trump para presidência dos Estados Unidos. Os dados foram manipulados pela consultoria Cambridge Analytica.

A rede social diz que terá um padrão mais rigoroso para que os desenvolvedores criem apps e lista seis medidas:

1. Investigação de todos os apps que tiveram acesso a grandes quantidades de informações antes da mudança feita em 2014 para reduzir o acesso a dados, além de auditoria nos apps de atividade suspeita.

2. Informar as pessoas que foram afetadas por apps que fizeram mau uso de seus dados, como o "thisisyourdigitallife".

3. Se alguém não usar um app por três meses o acesso será desabilitado.

4. Mudança nos dados que um app pode pedir para logar a partir do Facebook. Apenas nome, foto de perfil e endereço de email serão fornecidos.

5. Destacar na página da rede social quais são os apps usados pelas pessoas.

6. Recompensar quem identificar vulnerabilidades no apps.

O comunicado da empresa explica que a rede social colabora na criação de apps, para ampliar a conexão com amigos e familiares.  "Mesmo com essas mudanças, temos visto uso abusivo de nossa plataforma e uso indevido de dados das pessoas, e nós sabemos que precisamos fazer mais", diz o comunicado.

Queremos garantir a integridade das eleições, diz Zuckerberg citando o Brasil

O executivo previu ainda que haverá uma "versão 2.0" daquilo que ocorreu na eleição de Donald Trump e que as redes sociais precisam estar atentas a esses movimentos

O presidente executivo e cofundador do Facebook, Mark Zuckerberg, disse na noite desta quarta-feira (21) em entrevista à rede CNN que está comprometido em fazer tudo que for preciso para garantir a integridades das eleições de 2018.  Zuckerberg citou as eleições do Brasil e da Índia, como desafios.

Ao responder a pergunta sobre como o Facebook está lutando conta a intromissão eleitoral o cofundador da rede social destacou a atividade de robôs russos nas eleições francesas também a proliferação de notícias falsas na eleição pelo Senado americano no estado do Alabama. 

"Implantamos algumas novas ferramentas de inteligência artificial que construímos para detectar contas falsas que tentavam espalhar fake news e encontramos muitas contas diferentes vindo da Macedônia", disse.

Zuckerberg disse que muito trabalho precisa ser feito para evitar que países, como a Rússia, possam interferir nas eleições. O executivo também destacou as fake news como um problema a ser combatido.  "Há uma grande eleição na Índia este ano, há uma grande eleição no Brasil, há grandes eleições em todo o mundo. Você pode apostar que estamos realmente comprometidos em fazer tudo o que precisamos para garantir que a integridade dessas eleições no Facebook seja garantida".

O executivo reconheceu o erro de sua empresa ao acreditar na Cambridge Analytica, a consultoria política que desviou dados de usuários. Zuckerberg previu ainda que haverá uma "versão 2.0" daquilo que ocorreu na eleição de Donald Trump e que as redes sociais precisam estar atentas a esses movimentos, admitindo que em 2016 ele e sua equipe não estavam preparados.

21 de março de 2018

Cofundador do WhatsApp incentiva usuários a deletarem Facebook

The New York Times revelou que a Cambridge Analytica, consultoria que participou da campanha de Donald Trump, obteve dados sigilosos de 50 milhões de usuários do Facebook

O cofundador do aplicativo de mensagens WhatsApp Brian Acton incentivou os usuários do Facebook a deletarem suas contas na plataforma, em meio à pior crise vivida pela rede social desde sua criação. Em postagem no Twitter na terça-feira (20), Acton escreveu: "It is time. #deletefacebook" ("É hora. #deletefacebook").

A hashtag circulou pelo Twitter nos últimos dias, após o jornal The New York Times revelar que a Cambridge Analytica, consultoria que participou da campanha de Donald Trump, obteve dados sigilosos de 50 milhões de usuários do Facebook e usou as informações para ajudar a eleger o presidente americano em 2016.

A manifestação de Acton tem peso porque ele e Jan Koum, fundador do WhatsApp, venderam o aplicativo para o Facebook em 2014 por cerca de US$ 20 bilhões. Mesmo depois da venda, Acton trabalhou até 2017 no WhatsApp.

Segundo o jornal, o acesso às informações no Facebook era feito através do aplicativo thisisyourdigitallife, da empresa GSR (Global Science Research), que pagava usuários para responderem uma série de perguntas e, em troca, a pessoa consentia que o programa tivesse acesso às suas informações no Facebook, como localização e likes.

O aplicativo, porém, não avisava que além dos dados dos usuários, também captava as informações de todos os amigos, chegando ao total de 50 milhões de pessoas. Esses dados foram vendidos então pela GSR para a Cambridge Analytica.

Os detalhes do esquema foram revelados por um ex-funcionário da Cambridge Analytica, e o roubo de dados teria acontecido entre 2014 e 2015. O governo dos EUA, de acordo com a Bloomberg e o Wall Street Journal, questiona o Facebook sobre a legalidade do repasse de dados.

19 de março de 2018

Como as robôs Alice, Sofia e Monica ajudam o TCU a caçar irregularidades

Robôs analisam editais, atas de preços e até relatórios dos auditores do tribunal

Os auditores do Tribunal de Contas da União recebem pontualmente às 19h um e-mail de Alice. São os resumos das centenas de contratações federais publicadas naquele dia. Prestativa, ela já indica quais podem conter irregularidades. Diferente do que seria de esperar, Alice não é um servidor público megaprodutivo. Ela é um robô, usado pelo TCU para caçar fraudes e outras irregularidades em licitações.

“Esse tipo de trabalho poderia ser feito por humanos, mas seria muito custoso porque são, em média, 200 editais por dia”, diz Wesley Vaz Silva, diretor da Secretaria de Fiscalização de Tecnologia da Informação do TCU.

“A gente precisa saber o que está acontecendo, saber o que está sendo contratado, saber que obras estão sendo feitas, saber como a política pública está sendo contratada.”

Sede do Tribunal de cotnas da União (TCU), em Brasília.Foto: Divulgação/TCU

Alice trabalha ainda com Sofia e Monica, outras duas companheiras robóticas que como ela não têm braços, pernas ou corpos de metal. São um conjunto de linhas de código que “vivem” nos sistemas do TCU. Elas “leem” o grande volume de texto produzido e analisado pelo tribunal para encontrar incongruências, organizar melhor as informações e apontar correlações.

As três robôs já são usadas por servidores da Controladoria Geral da União, Ministério Público Federal, Polícia Federal e tribunais de contas dos Estados. Depois de dicas delas, licitações com falhas já foram canceladas e compras públicas enviesadas tiveram que ser refeitas.

Alice

No ar desde fevereiro de 2017, Alice é um acrônimo para Análise de Licitações e Editais. O robozinho lê editais de licitações e atas de registro de preços publicados pela administração federal, além de alguns órgãos públicos estaduais e estatais. Para isso, coleta informações do Diário Oficial e do Comprasnet, o sistema que registra as compras governamentais. A partir daí, ela elabora uma prévia do documento e aponta aos auditores se há indícios de desvios. Verifica, por exemplo:

  • se um edital exige dos participantes certidões que o TCU não considera pré-requisitos, como documentos de regularidade junto ao CREA;
  • se a licitação está prestes a entregar uma contratação para alguma empresa impedida de contratar junto à administração pública;
  • se as empresas concorrentes têm sócios em comum.

“Esses dados não são em si irregularidades, mas indícios que apontam para o auditor olhar o edital de maneira mais detalhada”, diz Silva.

A auditora federal Tania Lopes Pimenta Cioato foi uma das primeiras a ter contato com Alice, ainda em sua fase de piloto, em novembro de 2016. "Eu recebo por dia entre 30 e 40 editais e entre 15 e 20 atas”, diz.

Marcelo Rodrigo Braz, o titular da Secretaria de Fiscalização de Tecnologia da Informação do TCU, responsável pelos robôs, diz que o principal trunfo é "evitar que a irregularidade ocorra". "O maior ganho que a gente tem é que os órgãos retiram, anulam ou cancelam os editais e fazem outro da forma correta", diz Braz.

A Alice já ajudou auditores a frear contratações públicas irregulares pelo país. Em Goiás, dois editais de uma obra foram suspensos no ano passado. Em Roraima, o órgão público foi obrigado a refazer o edital. Ela também já constatou editais irregulares do Itamaraty e de reformas com recursos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Há também exemplos dos parceiros do TCU. O Ministério Público da Paraíba começou a ter contato com as plataformas em junho de 2017. “A gente usa a Alice como indicador. Ele cruza os editais diários e identifica a potencialidade”, diz Octávio Celso Gondim Paulo Neto, promotor do MP-PB.

Sofia e Monica

Enquanto Alice faz sugestões do que investigar, Sofia não é tão contida. Ela aponta erros nos textos dos auditores, sugere correlações de informações e indica outras fontes de referência.

“A Sofia é um robozinho que vai no texto do auditor e tenta achar algo que pode ser alguma coisinha que ele deixou passar ou alguma informação que ele devia saber”, comenta o diretor sobre o trabalho do robô, cujo nome é uma abreviação para Sistema de Orientação sobre Fatos e Indícios para o Auditor.

Por exemplo: em um texto que propõe punição a uma empresa, ela pode indicar se há sanções contra a companhia ou se ela consta em processos no tribunal. Ou ainda apontar se a empresa possui outros contratos com a administração pública.


Um dos robôs usados pelo TCU, a Alice lê todos os editais publicados no dia e avisa quais possuem indício de irregularidade. Foto: Divulgação/TCU

"A Sofia é um botãozinho no Word", explica Cioato. Ao apertá-lo, ela lista informações associadas aos números de CNPJ, do processo e de CPF incluídos no texto. Diz até se algum dos envolvidos já morreu.

Trabalhando há 10 anos no TCU, a auditora diz que os dois robozinhos ajudam. “Se fosse alguma burocracia, mais um processo obrigatório de trabalho, alguém poderia dizer que dificulta, mas não. Facilita muito”, diz ela.

Já Monica é um painel que mostra todas as compras públicas, incluindo as que a Alice deixa passar, como contratações diretas e aquelas feitas por meio de inexigibilidade de licitação (quando um serviço ou produto possui apenas um fornecedor).

‘Cérebro’

Alice, Sofia e Monica são interfaces de um sistema maior, chamado de Laboratório de Informações de Controle (Labcontas). Ele funciona como o “cérebro” das robôs e é de onde elas tiram as informações em que baseiam suas sugestões e pitacos. Ele reúne 77 bases de dados, como:

  1. Registro de contas governamentais;
  2. Lista de políticas públicas;
  3. Composição societária de empresas;
  4. Contratações que possuem recursos públicos;
  5. Servidores públicos processados por instâncias de controle.

“No Labconta, essas informações estão colocadas em um local único e de forma integrada. Isso nos permite ver em perspectiva o impacto de uma coisa sobre a outra”, explica Silva. Além disso, o sistema possui tecnologias que permitem o cruzamento da informação de uma base com os dados de outra.

É ao Labconta que os promotores mais recorrem. Extraíram de lá, por exemplo, informações usadas para identificar no ano passado 320 pessoas que recebiam benefícios indevidos do Instituto de Previdência do Município de João Pessoa (IMP/JP).

A partir de uma denúncia, o MP-PB garimpou no sistema dados a partir das matrículas de todos os 5 mil servidores do órgão. Descobriu que alguns deles não tinham vínculo com o IPM, mas recebiam contribuições previdenciárias mesmo assim.

“Se a gente fosse fazer isso na mão, certamente iria enlouquecer”, diz Paulo Neto, promotor do MP-PB. “Eu acho que esse é o futuro do combate à corrupção.”

Dentro do TCU, o uso do Labconta é considerado uma revolução. Na área que investiga benefícios previdenciários e trabalhistas, por exemplo, conseguir dados como o de aposentadorias era uma maratona que demorava alguns dias. Até quatro meses já foram consumidos nesse tipo de análise.

"O que mudou foi a tempestividade. Antes, a gente fazia um trabalho desses a cada dois anos. Agora, a gente recebe as bases atualizadas mês a mês", diz Rodrigo Hildebrand, auditor federal do TCU.

A quantidade de dados também aumentou. Até a implantação do Labcontas, há quatro anos, o TCU analisava com mais frequência três tipos de benefícios previdenciários: pensão por morte, benefícios rurais e aposentadoria por idade. O sistema permitiu a análise de todos os 96 benefícios.

Com isso, diz Hildebrand, conseguem detectar mais facilmente pagamentos irregulares de seguro-defeso (uma espécie de seguro-desemprego para pescadores artesanais) e de Bolsa Família.

"Na administração pública, toda informação que é trabalhada está em base de dados. Se o auditor não tiver acesso a essa informação para que ele possa trabalhar, o trabalho de auditoria é completamente inviabilizado", diz o secretário Marcelo Rodrigo Braz.

Futuro

Silva diz que nenhuma das plataformas estão concluídas e melhorias ainda estão nos planos. A Alice, por exemplo, ainda deve ganhar habilidade para observar outros detalhes. Os técnicos chamam isso de “regras”. Hoje a Alice não olha dispensa de licitação, mas isso já está no radar.

Outras melhorias são tornar os apontamentos do robô mais precisos, incluir mais bases de dados e levar todas as aplicações a outros órgãos públicos.

Cheio de novidades, Fitbit OS 2.0 começa a ser liberado para o smartwatch Ionic

É importante ressaltar que, como a própria Fitbit explica, a atualização está sendo liberada de forma progressiva e, por enquanto, só atenderá 10% dos dispositivos Ionic disponíveis no mercado

Recentemente, a Fitbit anunciou o Versa, seu mais novo smartwatch focado em atividades físicas. Uma das maiores novidades do produto é seu software — ele sairá de fábrica equipado com o Fitbit OS 2.0, nova versão do sistema operacional próprio da marca. Porém, caso você seja dono de um relógio mais antigo da fabricante, não há motivos para se preocupar: a Fitbit começou a liberar tal atualização para usuários do Ionic, que é um de seus modelos mais populares.

Foto: Reprodução/Canal Tech

O update traz uma série de novidades bacanas, incluindo uma interface completamente remodelada e gestos simplificados para acessar menus importantes. O novo painel Today, por exemplo, agrupa uma série de informações sobre sua saúde, incluindo histórico de exercícios, gráficos de desempenho e orientações automatizadas sobre o que fazer para atingir seus objetivos. Além disso, atendendo aos pedidos, o Fitbit OS 2.0 finalmente traz integração com o Deezer para reproduzir músicas via streaming.

É importante ressaltar que, como a própria Fitbit explica, a atualização está sendo liberada de forma progressiva e, por enquanto, só atenderá 10% dos dispositivos Ionic disponíveis no mercado. Sendo assim, caso você seja dono de um desses smartwatches, mantenha a calma e aguarde: a compilação deve chegar à sua unidade ao longo das próximas semanas.

18 de março de 2018

Curso para renovar CNH será revogado, diz Ministério das Cidades

norma iria entrar em vigor a partir do dia 5 de julho, mas foi revista pelo ministério e deverá ser formalmente revogada nos próximos dias.

O Ministério das Cidades divulgou nota na noite desse sábado em que determinou a revogação, de uma norma que tornava obrigatória a realização de um curso de aperfeiçoamento e a realização de uma prova para se renovar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A norma iria entrar em vigor a partir do dia 5 de julho, mas foi revista pelo ministério e deverá ser formalmente revogada nos próximos dias.

"A diretriz da atual gestão da Pasta tem por objetivo implementar ações e legislações que atendam às expectativas da população, no sentido de simplificar a rotina e levar conforto e praticidade a seu dia a dia. Esta ação acontece em conformidade com os objetivos do Governo Federal, de reduzir custos e facilitar a vida do brasileiro", disse a nota das Cidades.

"Esclarecemos que a medida é tomada com todo respeito ao trabalho da Câmara Temática de Educação, Habilitação e Formação de Condutores, ao trabalho realizado pelo Contran e todos os profissionais envolvidos. Neste sentido, informa-se que os técnicos do Denatran, do Ministério das Cidades, seguirão na busca de alcançar o objetivo de promover a cada vez mais a segurança dos usuários de trânsito, mas sempre com absoluto foco na simplificação da vida dos brasileiros e na constante busca pela redução de custos de forma a não afetar a rotina dos condutores que precisam renovar suas carteiras de habilitação/CNHs por todo o Brasil", completou.

13 de março de 2018

Microsoft é processada por discriminação de gênero

Apesar de a corporação ter mostrado interesse em tornar público os casos e processos judiciais envolvendo discriminação de gênero, muitas das denúncias não foram divulgadas com a devida transparência

A Microsoft foi processada por 238 casos diferentes envolvendo situações de discriminação de gênero e assédio sexual. As acusações foram feitas por funcionárias da área técnica da companhia, com queixas registradas entre 2010 e 2016, e também envolvem casos de recusas sistemáticas de aumento de salário e promoções de cargo para mulheres.

Como era de se esperar, a gigante de Redmond negou boa parte dos pedidos de indenização, reconhecendo apenas um único caso como legítimo. Além disso, a Microsoft alega que investe mais de US$ 55 milhões por ano para promover campanhas que favoreçam a diversidade e a inclusão em seus escritórios.

Apesar de a corporação ter mostrado interesse em tornar público os casos e processos judiciais envolvendo discriminação de gênero, muitas das denúncias não foram divulgadas com a devida transparência, algo que a companhia justificou alegando que o número de casos deve ser mantido em segredo para que a informação não venha a dissuadir outras pessoas a relatarem problemas futuros em relação à empresa.

Em função do grande número de processos, os advogados responsáveis pelos casos decidiram mover uma ação coletiva contra a empresa, que deve cobrir mais de 8 mil funcionárias da Microsoft, mas que só seguirá adiante com a aprovação do juiz distrital James Robart. A Microsoft, por sua vez, acredita que a quantidade processos e pessoas envolvidas não seriam o suficiente para justificar uma possível ação coletiva.

09 de março de 2018

Brasil sobe quatro posições no ranking de computação em nuvem

No topo, está Alemanha como a melhor avaliação por conta de políticas recentes de segurança cibernética e motivação do livre comércio

O Brasil é o 18º país com as melhores políticas de computação em nuvem entre um ranking de 24 nações. O estudo Tabela de Desempenho Global sobre Computação em Nuvem avalia as política relacionadas à computação em nuvem em regiões líderes no mercado de TI. A pesquisa foi feita pelo BSA | The Software Alliance, defensora global do setor de software perante governos e no mercado internacional. Neste ano, o Brasil subiu quatro posições, mas ainda figura atrás de outros países emergentes como África do Sul, Argentina e México.

Foto: Reprodução

No topo, está Alemanha como a melhor avaliação por conta de políticas recentes de segurança cibernética e motivação do livre comércio. Na outra ponta, figuram Rússia, China, Indonésia e Vietnã, onde a limitação de livre circulação de dados ainda freia o avanço destes países na área de TI.

O levantamento da BSA leva em conta as políticas que contribuem para ao crescimento da computação em nuvem nos últimos cinco anos. Ou seja, traz uma análise mais social e de infraestrutura que de número diretos.

"O objetivo deste ranking é fornecer uma plataforma de discussão entre formuladores de políticas e provedores de serviços em nuvem. Este diálogo pode ajudar a desenvolver um regime internacional comum de leis e regulamentações que facilitem a computação em nuvem", explica Antonio Eduardo Mendes da Silva, conhecido no mercado como Pitanga, em comunicado oficial da BSA.

O estudo ainda traz uma análise qualitativa do mercado como um todo. Ao que diz respeito ao Brasil, ele mostra que os mercados emergentes continuam atrasando a adoção de políticas pró nuvem, sobretudo por conta de falta de segurança cibernética. O estudo completo pode ser visto no site oficial da BSA.

Veja ranking completo:

  • Alemanha
  • Japão
  • Estados Unidos
  • Reino Unido
  • Austrália
  • Singapura
  • Canadá
  • França
  • Itália
  • Espanha
  • Polônia
  • Coreia do Sul
  • México
  • Malásia
  • África do Sul
  • Turquia
  • Argentina
  • Brasil
  • Tailândia
  • Índia
  • Rússia
  • China
  • Indonésia
  • Vietnã





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