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Diabéticos e hipertensos devem cuidar da alimentação nas festas de fim de ano

Aproximadamente 2 milhões de pessoas estiveram expostas a doenças transmitidas por alimentos entre 2012 e 2018, no Brasil.

13/12/2019 10:12h

Fim de ano é tempo de comemorações e se alimentar bem faz parte da festa. Para garantir um Natal e um Ano Novo sem surpresas indesejadas, a nutricionista Vólia Evangelista faz alguns alertas para pessoas com diabetes, hipertensão e para quem fez cirurgia bariátrica

Segundo dados do Ministério da Saúde, nesse período do ano, os casos de intoxicação alimentar são muito comuns. Aproximadamente 2 milhões de pessoas estiveram expostas a doenças transmitidas por alimentos entre 2012 e 2018, no Brasil. 

De acordo com a nutricionista, o exagero com guloseimas, iguarias e drinks pode levar ao desequilíbrio do metabolismo, como a elevação da pressão sanguínea, das taxas do diabetes e do aumento de peso. “Devemos usar algumas estratégias para tentar minimizar os excessos cometidos. Uma das principais e mais efetivas atitudes é a de se alimentar com a sua dieta regular antes de sair de casa; a fome pode ser um grande incentivador para a gula. Outro cuidado é consumir saladas e frutas como entrada e dar preferência às proteínas, que saciam mais rápido. Comer devagar e evitar as famosas entradinhas, muitas vezes, cheias de calorias”, comenta Vólia Evangelista. 

A nutricionista ainda faz uma ressalva para pessoas hipertensas e com diabetes. “No caso dos diabéticos, é mais importante o consumo das frutas na sobremesa, como uma forma de evitar os doces. E para os hipertensos seria uma boa estratégia manter distância dos embutidos, defumados, carnes maturadas e salgadas, que têm uma quantidade de sódio bastante alta. No caso da bebida alcoólica, sugiro o consumo de água intercalada, pois diminui as perdas orgânicas com o aumento da diurese e ajuda a reduzir o consumo final da bebida”, pontua a nutricionista.

“Para os indivíduos que fizeram cirurgia bariátrica, sugiro os mesmos cuidados. Mas, o mais importante é ficar atento aos sinais do seu corpo, pois ele é o principal sinalizador dos seus limites”, conclui Vólia Evangelista.


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