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Wellington Dias minimiza disputa entre aliados na eleição municipal

Dias acredita que o confronto entre candidatos de partidos da base é positivo para garantir que aliados continuem no poder nesses municípios.

16/01/2020 08:38h

Ao comentar as articulações sobre o processo eleitoral do próximo mês de outubro, o governador Wellington Dias (PT) minimizou a possibilidade de disputas serem travadas entre partidos da base aliada, à exemplo do que ocorreu em 2016. Apesar de defender que o entendimento é o melhor caminho para manter a unificação, Dias acredita que o confronto entre candidatos de partidos da base é positivo para garantir que aliados continuem no poder nesses municípios. 

“Destaco ainda o fato de termos nesse processo disputa dentro da própria base. Tem problema? Não. Vamos pensar no lado bom, o que sair vencedor será da base do governo”, afirmou o chefe do executivo estadual.

Wellington Dias minimiza disputa entre aliados na eleição municipal. (Foto: Arquivo O Dia)

A disputa em Picos, entre PT e Progressistas, é o caso mais emblemático de confrontos eleitorais entre partidos da base aliada. Em 2016, a reeleição do atual prefeito, Padre Walmir Lima (PT), chegou a ser questionada na justiça pelo grupo do segundo colocado, Gil Paraibano(Progressistas). 

A tendência é que o acirramento se repita em 2020. De acordo com Wellington Dias, a eleição de 2018 será utilizada como parâmetro para definir o comportamento da base aliada estadual durante as disputas municipais. 

“Somos 11 partidos, com os quais temos aqui um compromisso de projeto de estado, como campo político. Nós vamos ter como referência a eleição de 2018. É claro que em alguns lugares onde há um entendimento é possível ter uma modificação. Estou animado porque em vários municípios já temos o entendimento antes de começar o processo eleitoral. O caminho vai ser o diálogo”, disse. 

Teresina 

Sobre a disputa eleitoral em Teresina, Wellington também mantém o discurso de cautela e prega o diálogo entre os partidos da base que pretendem lançar candidaturas próprias. “Devemos ter pelo menos três candidatos da base do governo. Como teremos segundo turno, são os partidos que, até a convenção, vão decidir a estratégia”, pontuou. 

Por: Natanael Souza

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