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Wellington Dias critica quebra de acordo com os estados

No parecer do relator, foram retirados alguns pontos, como mudanças na aposentadoria rural, no Benefício de Prestação Continuada (BPC) e a criação do regime de capitalização.

14/06/2019 10:08h

O governador Wellington Dias questiona o ponto da Reforma da Previdência relatada nesta quinta-feira (13), pelo deputado Samuel Moreira, na comissão especial na Câmara. 

Na proposta de emenda à Constituição (PEC), foram apresentadas mudanças na aposentadoria rural, no Benefício de Prestação Continuada (BPC) e a criação do regime de capitalização. E ainda ficaram de fora do relatório estados e municípios.

Dias lembrou que na terça-feira (11), no Fórum dos Governadores havia tido o entendimento com a posição de retirada de 4 pontos apresentados. “Já no dia seguinte tivemos a 'quarta feira do estrago'. Fomos pegos de surpresa com o anúncio pela imprensa que os Estados e Municípios estavam de fora da Reforma da Previdência. Em bom português: rompido o acordo”, comentou o chefe do executivo piauiense.

Wellington Dias, explica que mesmo sabendo do embate que enfrentaria seu posicionamento é importante junto com os outros governos “Sei que dificilmente membros da base do atual governo, quanto da oposição jamais assumiriam a posição governadores do nosso campo político, mas nós assumimos pelo bem do Brasil. Com a quebra do acordo parte dos governadores sairão da posição de defesa de um texto com modificações”, comentou. 

o governante enxerga esse momento como algo negativo para a nação. “Deixou de ser a grande proposta da previdência para União, Estados e Municípios, setor público e setor privado. Espero que quem teve esta bela ideia garanta mesmo os 308 votos ou mais prometidos. Faltou responsabilidade com o Brasil”, declarou Wellington Dias.

O relatório modifica alguns dos principais pontos da matéria. Antes de seguir para análise do plenário, o parecer do relator ainda precisa ser votado na comissão. As datas de votação não foram definidas. Depois de passar pela Câmara, o texto vai ao Senado.

Fonte: Ascom
Edição: Maria Clara Estrêla
Por: Sandy Swamy

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