Trabalhadores de várias categorias organizam greve-geral nesta sexta-feira

Concentração da será às 8h na Praça Rio Branco, no centro de Teresina. São esperados milhares de manifestantes que também se opõem a Lei da Terceirização.

30/06/2017 07:20h - Atualizado em 30/06/2017 10:00h

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Mais categorias de trabalhadores decidiram paralisar as atividades nesta sexta-feira (30). Motoristas, cobradores, professores, bancários, urbanitários, construção civil, docentes e servidores da Uespi e da UFPI, além de servidores estaduais e municipais de Teresina decidiram cruzar os braços em protesto contra as reformas trabalhista, da Previdência, e pedindo a saída do presidente Michel Temer (PMDB), entre outras reivindicações. 

Até o fechamento desta reportagem, apenas os comerciários ainda não tinham decidido sobre a paralisação. No entanto, os dirigentes lojistas optaram por abrir as portas do comercio e do centro de Teresina. De acordo com Paulo Bezerra, presidente da Central Única dos Trabalhadores no Piauí, a concentração da mobilização está marcada para às 8h na Praça Rio Branco, no centro de Teresina. São esperados milhares de manifestantes que também se posicionam contra a Lei da Terceirização. 

O ato será realizado em todo o Brasil. Em Brasília os atos devem acontecer na Esplanada dos Ministérios. Na Universidade Federal do Piauí, docentes, técnicos efetivos, terceirizados, discentes da Universidade Federal do Piauí e funcionários da EBSERH irão paralisar as atividades na instituição. Com exceção do Hospital Universitário, toda a instituição terá as vias de acesso bloqueadas para quaisquer atividades dentro dos campi da universidade em Teresina. 

O presidente da Associação dos Docentes da UFPI, Jurandir Lima, ressaltou a importância da participação dos docentes e envolvidos nas atividades do ato. “Devemos nos unir contra os golpes que o governo Temer quer aplicar em nosso país, através da Greve Geral estamos fortalecendo a luta contra a retirada de direitos, expressa hoje nas contrarreformas da previdência e trabalhista e na lei da terceirização ampla e irrestrita, juntos seremos mais fortes”, ressaltou o professor

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Por: João Magalhães

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