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Marina Santos defende que Fundo Eleitoral seja sancionado

A proposta, aprovada por deputados e senadores, prevê a destinação de R$ 2 bilhões no Orçamento de 2020 para dar aporte aos partidos nas eleições municipais deste ano.

08/01/2020 13:01h

Exercendo seu primeiro mandato como deputada federal, Marina Santos (SD) avalia positivamente seu primeiro ano legislativo, marcado pela apreciação de diversas pautas polêmicas, como a ampliação dos recursos públicos destinados ao Fundo Eleitoral para financiamento das campanhas dos partidos, proposta aprovada pelo Congresso e na qual ela votou favoravelmente. 

No entendimento da parlamentar, é preciso evitar a participação de empresas privadas no custeio das despesas dos candidatos, sob o risco destas influenciarem o mandato dos políticos. Ela entende que este processo deve subsidiado pelo poder público. “Acho que devemos satisfação à população em geral, por isso que sou favorável ao Fundo Eleitoral como está”, afirma.

A proposta, aprovada por deputados e senadores, prevê a destinação de R$ 2 bilhões no Orçamento de 2020 para dar aporte aos partidos nas eleições municipais deste ano, para isso, precisa ainda ser ratificada pelo presidente Jair Bolsonaro, que apesar de já ter se manifestado contrário ao texto, vem dando sinais de que pode sancionar o projeto.

Por se tratar de um tema polêmico, Marina Santos entende o impasse e a demora quanto à sanção presidencial, mas lembra que muitos parlamentares, inclusive ela, votaram pela aprovação da matéria atendendo a um pedido do próprio governo. “Foi ele (Bolsonaro) quem mandou essa pauta, e isso ficou muito claro no dia da votação, inclusive a orientação do governo era que se votasse pelo sim”, pontua.


“Acho pouco provável, mas não me furto de participar de qualquer desafio”

Em Teresina, o Solidariedade (SD) é um dos partidos da base de Firmino Filho (PSDB) que deseja indicar o vice na chapa majoritária deste grupo político para disputar a prefeitura, um dos nomes cotados para a vaga é o da deputada federal Marina Santos, que desconversou sobre a possibilidade.

A parlamentar avalia ser muito improvável ser a opção do partido para o pleito, dado o exercício do seu primeiro mandato político, porém, ressalta que não declinaria da oportunidade, caso assim determinasse a direção da agremiação, comandada a nível estadual pelo deputado Evaldo Gomes. 

“Se tiver de ser e o partido entrar em consenso que seja eu, serei, mas acho pouco provável, pois estou me desenrolando agora na Câmara, e sair de um projeto onde estou me ambientando e ir para outro, que também seria totalmente novo… Acredito que esse desafio, no momento, não será para mim, mas aceitaria”, declarou a deputada.

Outro partido que também já manifestou desejo pela vaga de vice é o Progressistas (PP). Por conta disso, especula-se que o SD poderia desembarcar da base tucana caso fosse preterido neste processo, hipótese rechaçada por Marina Santos. “Acredito que vamos continuar juntos com Firmino Filho”, finalizou.


Fonte: Marina, Santos, Firmino,
Edição: João Magalhães
Por: Breno Cavalcante

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