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Estratégia visa mobilizar gestores para aprovar reforma, diz Firmino

Para ele, a não inclusão de estados e municípios nas novas regras previdenciárias é estratégia política

15/06/2019 09:17h - Atualizado em 15/06/2019 09:31h

Quem também se posicionou sobre o relatório final da Reforma da Previdência, apresentado pelo deputado Samuel Moreira (PSDB-SP) em comissão especial da Câmara Federal na última quinta-feira (13), foi o prefeito de Teresina, Firmino Filho (PSDB). Para ele, a não inclusão de estados e municípios nas novas regras previdenciárias é estratégia política.

“Nossa desconfiança é que a retirada de estados e municípios se trata de alguma estratégia política. Aparentemente existe a retirada para que os governadores e prefeitos possam se mobilizar para a aprovação desta inclusão em plenário. Vamos esperar que de fato isso seja verdade”, afirmou o gestor em entrevista à imprensa nesta sexta-feira (14).

O gestor  considera que, mesmo sem a inclusão destes entes da federação no texto da reforma, a União poderá ser afetada por eventuais problemas nos diversos regimes próprios dos estados e municípios (Foto: Elias Fontinele/ODIA)

O gestor tucano considera que, mesmo sem a inclusão destes entes da federação no texto da reforma, a União poderá ser afetada por eventuais problemas nos diversos regimes próprios dos estados e municípios, que de alguma forma, ainda precisarão recorrer àquela para suprir déficits.

“A retirada de estados e municípios cria sim uma irracionalidade [...] Vamos ter milhares de regimes previdenciários no Brasil. Cá entre nós, eventualmente se qualquer um desses regimes quebrarem, todo mundo sabe que essa conta vai acabar chegando para União, de uma forma ou de outra. Se o estado do Piauí quebrar, através de um empréstimo aqui e outro acolá, vai bater na porta da União”, avaliou Firmino.

Por: Breno Cavalcante e João Magalhães – Jornal O DIA

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