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'Estamos fazendo o possível', diz Regina Sousa sobre insatisfações na base

"Não temos como satisfazer todo mundo, sempre tem insatisfação, mas depois se acomoda e as coisas andam", avalia a vice-governadora.

06/05/2019 16:23h - Atualizado em 07/05/2019 08:19h

A vice-governador Regina Sousa (PT) reconheceu a dificuldade de o governador Wellington Dias (PT) conseguir agradar todos os partidos da base na estrutura administrativa do estado. Mas, apesar de admitir insatisfação entre alguns aliados, ressaltou que foi feito o possível para atender a todos.

“Sempre tem, não temos como satisfazer todo mundo, sempre tem insatisfação, mas depois se acomoda e as coisas andam. Nunca dá para caber todo mundo. Digo sempre que existe o ideal, o necessário e o possível. Estamos conseguindo fazer o possível”, declarou a petista.

Posse do novo secretariado de Wellington Dias ocorreu na manhã desta segunda-feira (Foto: Assis Fernandes / O DIA)

Antes de iniciar o processo de composição da sua nova equipe, Wellington Dias aprovou na Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi) algumas mensagens que reorganizaram a estrutura administrativa do estado, com a extinção de algumas pastas, por exemplo.

Diante da dificuldade de alocar aliados em uma menor estrutura, Regina Sousa reforçou que o critério adotado na escolha destes novos gestores foi técnico, embora muitos parlamentares tenham indicado filhos, irmãos, primo, sobrinho e até o pai para ocupar o primeiro escalão do governo - fora os deputados que deixaram a cadeira na Assembleia para comandar secretarias.

“Creio que as pessoas que foram indicadas têm um perfil técnico, e a gente espera que realmente tenha a questão do compromisso de gestão, que vai ser elaborado e assinado com cada um e que a gente tenha uma governança melhor nesta gestão”, pontuou Regina.

Reforma da Previdência

A vice-governadora ainda participou, nesta segunda-feira (6), de uma audiência pública na Alepi para tratar de alguns pontos da proposta de modificações no sistema previdenciário brasileiro, que tramita na Câmara Federal. Apesar de apontar aspectos negativos da matéria, reconheceu que este é um tema que também deve ser tratado a nível de estado. O serviço público estadual tem a sua previdência, e precisa discutir isso, adaptar suas regras às do regime geral”, disse.

Por: Breno Cavalcante

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