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"Episódio envolvendo Ciro não prejudica PP nas eleições"

Declaração foi dada pelo presidente estadual do Progressistas, deputado Júlio Arcoverde, um dia aós o STF tornar o senador réu na Lava Jato.

13/06/2019 07:07h

O deputado Júlio Arcoverde, presidente do Progressistas (PP) no Piauí, descartou nesta quarta-feira (12), um dia após o Supremo Tribunal Federal tornar o senador Ciro Nogueira e outros membros partido réus no processo da Lava Jato, que haja um complô contra a sigla.

“Ninguém pode dizer que é perseguição. Vivemos em um país que hoje, de tantas confissões. Não acreditamos que pessoas do nível de procuradores federais possam perseguir ninguém. É uma oportunidade que se dá para passar a limpo a classe política”, declarou o parlamentar.

Arcoverde afirma que Ciro Nogueira está tranquilo em relação a decisão da Justiça e acredita que, assim como em outras oportunidades, o senador irá provar sua inocência.  “Como eu disse, já tiveram outros processos e denúncias e o senador foi absolvido”, frisou.


Deputado Júlio Arcoverde - Foto: Poliana Oliveira/O Dia

Questionado se o novo episódio pode prejudicar o planejamento do PP para as eleições municipais do ano que vem, o presidente foi enfático ao descartar essa possibilidade. Ele usou como exemplo a própria reeleição de Ciro Nogueira no ano passado, quando alvo de operação da Polícia Federal e foi o mais votado no pleito.

Intervenção do governo

O Progressistas espera uma posição de neutralidade do governador Wellington Dias (PT) nas eleições do próximo ano, pelo menos no interior do estado. O presidente da legenda lembrou que nas últimas eleições municipais, alguns candidatos foram beneficiados com obras e disse esperar um outro comportamento no ano que vem.

“A questão dos asfaltos estão ajuizadas nos Tribunais Eleitorais, não foi só falácia [...] Não acredito que o governo vá fazer isso, ele sabe do que passou dos limites na eleição passada e acredito que todo mundo vai ter que agir com responsabilidade nessa eleição de 2020, até porque os órgãos de controle estão muito mais fortes e eficazes nessa fiscalização”, concluiu.

Edição: João Magalhães
Por: Breno Cavalcante - Jornal O Dia

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