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Em visita a Bolsonaro, Fábio Ramalho destaca reforma da Previdência

O parlamentar reiterou que as negociações devem ser feitas de forma transparente, direta e sem “toma-lá-dá-cá”.

08/01/2019 09:14h - Atualizado em 08/01/2019 09:17h

Candidato à presidência da Câmara, o primeiro-vice-presidente, deputado federal Fábio Ramalho (MDB-MG) defendeu a reforma da Previdência como prioridade de votações na Casa. Em visita ao presidente Jair Bolsonaro, no Palácio do Planalto, o parlamentar reiterou que as negociações devem ser feitas de forma transparente, direta e sem “toma-lá-dá-cá”.


Fonte: Wilson Dias/Agência Brasil

“Ele [Bolsonaro] está muito preocupado, sabe que o Brasil precisa da reforma [da Previdência]. A reforma tem que ser feita, mas precisa ser discutida pelo parlamento. Eu vim fazer uma visita de cortesia e falar com ele que sou favorável às reformas. Mas sou favorável à reforma de graça. ‘Não tem toma-lá-dá-cá.”

Na conversa com Bolsonaro, Ramalho disse que, se eleito presidente da Câmara, vai trabalhar em favor das reformas propostas pelo governo, a começar pela da Previdência.


Disputa

Afirmando ser amigo do presidente da República, o parlamentar disse ter ouvido que não vai haver “interferência” do Palácio do Planalto na eleição pelo comando da Câmara. “A gente é muito amigo. E essa questão da nossa amizade é muito forte e demonstra que não haverá interferência nenhuma na Câmara. [Ele disse] que não fará nenhuma interferência, que esse apoio do PSL não é o apoio dele”.

No último dia 3, o presidente nacional do PSL,  Luciano Bivar (PE), declarou que o partido vai apoiar a reeleição do deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) para a presidência da Câmara. A decisão foi tomada durante reunião da bancada. 

Segundo Ramalho, seu estilo de conversar diretamente com os colegas contribui no processo eleitoral. “Da outra vez, quando fui candidato a vice-presidente, nenhum partido me apoiou. E eu venci porque eu procurei cada parlamentar. Não subestime a minha candidatura. É independente e é uma candidatura dos deputados. Passa por acordo e por conversa. Mas é um acordo de graça, sem toma lá, dá cá”, disse.

Fonte: Agência Brasil

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