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Elmano: indicação de cargos não deve se sobrepor aos interesses do país

Senador disse que o momento é de dedicação total a questões como a reforma da Previdência.

15/03/2019 13:47h

Escolhido para ser um dos vice-líderes do governo de Jair Bolsonaro (PSL) no Senado Federal, o senador Elmano Férrer (Podemos) afirmou nesta sexta-feira (15), em entrevista ao telejornal O DIA News 1ª edição, que não está preocupado com as indicações para os cargos federais existentes no estado.

Segundo o parlamentar, o momento é de dedicação total às questões mais importantes para o país, como a reforma da Previdência Social, e não se pode colocar interesses políticos pessoais á frente dos interesses de todos os brasileiros.

Elmano criticou a indicação política para postos como os de superintendentes da Polícia Federal, dos Correios e do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Para o senador, o ideal é que estes cargos sejam ocupados por servidores de carreira das próprias instituições.

"Acho um absurdo políticos fazerem indicações para órgãos como a Polícia Federal, o INSS ou os Correios. Mas, realmente, há cargos estratégicos que o governo tem que ter a liberdade de escolher", afirmou Elmano.

O senador Elmano Férrer é um dos vice-líderes do governo Bolsonaro no Congresso (Foto: Assis Fernandes / O DIA)

O parlamentar também comentou a permanência de Ribamar Bastos como superintendente do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). O cargo é uma indicação de Elmano desde o início de 2015, quando ele assumiu uma cadeira no Senado Federal.

Elmano observa que Ribamar Bastos tem feito um trabalho exemplar, o que é comprovado pelo fato de a malha rodoviária federal do estado ser apontada como uma das melhores do país.

Reforma da Previdência

O senador do Podemos avalia que há uma "consciência coletiva" no Congresso Nacional de que é preciso aprovar com urgência uma reforma da Previdência, de maneira a evitar o colapso do sistema nos próximos anos.

Ele enfatizou que o Piauí é um dos estados mais interessados na realização de reformas no país, ressaltando que o estado acumula déficits que chegam a R$ 1 bilhão por ano.

Por: Cícero Portela

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