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Disputas internas no PT são normais, afirma Regina Sousa

Em Teresina, a disputa pela presidência do partido é entre um grupo ligado ao deputado estadual Cícero Magalhães e outro a Gilberto Paixão.

02/07/2019 07:50h

A vice-governadora do Piauí, Regina Sousa, minimizou o clima de disputa interna que antecede a eleição dos diretórios municipal e estadual do Partido dos Trabalhadores (PT). Segundo ela, que já comandou a sigla no estado, as divergências são naturais e importantes para mobilizar a militância petista.

"Vocês parecem que não conhecem o PT. O PT é isso, discussão e disputa, não há impasse nenhum. Estranho é quando não tem disputa. A única vez em que não houve disputa foi quando fui eleita, mas toda vez havia duas ou três chapas. É natural a disputa, pois mobiliza a militância, isso é que importa, o partido tem vida”, explicou Regina Sousa.

Em Teresina, a disputa pela presidência do partido é entre um grupo ligado ao deputado estadual Cícero Magalhães e outro a Gilberto Paixão, que busca a reeleição e conta com o apoio do vereador Edilberto Borges. Por sua vez, este também enfrentará o deputado Assis Carvalho pelo comando do diretório estadual da sigla.


Foto: Elias Fontinele/O Dia

A vice-governadora ressaltou que este cenário é comum em todos os processos eleitorais internos do PT, que ocorrem há cada três anos. Ela descartou a possibilidade do partido chegar dividido nas eleições municipais de 2020, quando terá candidato próprio à Prefeitura de Teresina. “Depois das eleições internas volta-se a ser um partido normal, não haverá problema nenhum”, enfatizou.

Cotado para o nome do partido na capital nas eleições do próximo ano, o deputado estadual Franzé Silva já alertou para este cenário de divisão interna, segundo ele, foi um dos principais erros petistas em pleitos anteriores.

Por: Breno Cavalcante - Jornal O Dia

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