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Deputado sugere desapropriar terreno que causou enxurrada no Parque Rodoviário

Francisco Limma quer que medida seja adotada em todos os terrenos que colocam em risco famílias mais vulneráveis.

08/04/2019 17:36h - Atualizado em 08/04/2019 18:04h

O deputado estadual Francisco Limma (PT), líder do Governo na Assembleia Legislativa do Piauí, apresentou um requerimento solicitando que seja encaminhado expediente ao prefeito de Teresina, Firmino Filho (PSDB), solicitando a desapropriação do terreno do clube da antiga Telepisa, situado no Parque Rodoviário, zona sul de Teresina, para a construção de casas para os moradores atingidos pela enxurrada na noite de quinta-feira (4), causada pelo rompimento de uma lagoa que se formou no terreno.

Ao defender o requerimento, Limma destacou que a empresa não fazia a manutenção do local, tampouco a prefeitura realizava vistorias.

"É uma área enorme, de cerca de 3,5 hectares, um terreno que pertence a uma empresa de telefonia. E foi uma lagoa que se formou dentro desse terreno a responsável pela enchente. Portanto, estou propondo a desapropriação, para instalar essas quarenta famílias que tiveram suas casas destruídas, além de construir uma área de lazer para atender as famílias ali do Parque Rodoviário e adjacências. Mais do que isso. Eu acho que deveríamos tomar medidas similares em todos esses terrenos que colocam em risco essa população mais vulnerável. No final das contas, as grandes penalizadas são as famílias que moram em encostas, embaixo de áreas como essa, que nos períodos de chuvas acumulam água e terminam dizimando famílias e destruindo patrimônios que levaram anos para serem construídos", pontua Francisco Limma.

O requerimento aprovado pelo petista foi aprovado de forma unânime pelos parlamentares que estavam presentes na sessão desta segunda-feira na Alepi.


O deputado estadual Francisco Limma, do PT (Foto: Divulgação)

Contraponto

A reportagem do O DIA entrou em contato com a operadora Oi, atual empresa responsável pelo terreno, para solicitar um posicionamento acerca do ocorrido. No entanto, a empresa informou, por meio de nota, que não irá se pronunciar.

Por: Cícero Portela e Nathalia Amaral

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