Comissões da Alepi devem aprovar hoje as mensagens da reforma administrativa

Com o resultado das comissões, os projetos serão apreciados pelo Plenário da Casa.

26/03/2019 06:59h

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As comissões de Constituição e Justiça (CCJ), de Fiscalização e Controle, Finanças e Tributação e a de Administração Pública e Política Social da Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi) se reúnem conjuntamente nesta terça-feira (25), para agilizar a aprovação das mensagens da reforma administrativa, encaminhada pelo governador Wellington Dias à Casa. 

“Queremos votar todas as mensagens nessa reunião conjunta para no mesmo dia colocá-las em Plenário, para que a gente possa votar na quarta e na quinta todas essas matérias em segunda discussão e encerrar tudo no dia 28”, informou à imprensa local o deputado Wilson Brandão (PP), presidente da CCJ. 

A estratégia visa dar mais agilidade na tramitação das mensagens, para que elas pos sam ser aprovadas de acordo com cronograma estipulado, que é até o final de março. Após a reforma ser aprovada, o governador Wellington Dias deve iniciar a discussão sobre a montagem da equipe administrativa. 


Em reunião conjunta, deputados vão tratar especificamente o projeto da reforma - Foto: Assis Fernandes/O Dia

Apesar de ter sido o primeiro item da reforma a ser aprovada na CCJ, a mensagem n° 4 deve ser a única a não entrar nesse ritmo acelerado de tramitação. “Como ela é uma matéria que exige um aprofundamento e um debate maior, achamos por bem ela não entrar no regime de urgência”, pontuou o deputado Francisco Limma (PT). 

Cargos 

A divisão de espaços no governo sempre esteve em pauta entre os aliados de Wellington Dias, que por sua vez, sempre afirmou que só trataria disso após a aprovação da Reforma Administrativa. Como a tramitação desta pauta está próxima de ser concluída, Wilson Brandão acredita que a divisão de cargos já está sendo discutida. 

“Acredito que o governador já está tratando disso com os presidentes de partidos, e depois do dia 28 não tem mais prazo, é cuidar na formatação na sua equipe de governo em definitivo e naturalmente privilegiar os partidos que foram da sua base aliada nas eleições de 2018”, defende o parlamentar.

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Por: Breno Cavalcante - Jornal O Dia

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