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CCJ começa hoje a analisar reforma administrativa na Alepi

Pelo menos duas mensagens que compõem o pacote de medidas do governo serão discutidas nesta terça-feira pelos deputados estaduais.

12/03/2019 06:51h

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Piauí começa a analisar nessa terça-feira (12) os primeiros pareceres das mensagens da reforma administrativa. De acordo com o presidente da comissão, deputado Wilson Brandão (Progressistas), a expectativa é que pelo menos duas das mensagens sejam aprovadas no encontro de hoje. 

“Vamos começar a analisar, de fato, as mensagens da reforma administrativa. A expectativa é que duas mensagens já sejam aprovadas pela comissão, nessa terça-feira. Acredito que, no máximo, em duas semanas a gente resolve tudo na CCJ”, pontuou Wilson Brandão. 

Na Comissão de Constituição e Justiça, as mensagens da reforma administrativa têm como relatores os deputados Zé Santana (MDB), Francisco Limma (PT), Hélio Isaías (Progressistas), e Henrique Pires(MDB). Somente após a análise da CCJ, as mensagens podem tramitar nas outras comissões e no plenário da Alepi. 


Wilson Brandão confirmou a pauta de reunião na CCJ - Foto: Poliana Oliveira/O Dia

João de Deus aprova decisão de não convocar deputados 

O ex-deputado João de Deus (PT) avaliou como positiva a proposta de Reforma Administrativa encaminhada pelo governador Wellington Dias (PT) à Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi). Ele também elogiou a decisão de não convocar deputados para compor a nova equipe de secretários. O petista é suplente e poderia ser beneficiado com a medida. 

“Estou muito tranquilo em relação a isso, é uma medida correta. Acho que nesse primeiro momento o governador agiu de forma correta, com todo cuidado necessário para evitar uma contradição. Como você vai cortar de determinados setores e vai exagerar em alguns outros?”, argumenta o petista. 

Apesar disso, João de Deus acredita que após a aprovação da Reforma o governador pode, em algum momento, precisar que algum parlamentar exerça uma função no Executivo, principalmente se os resultados forem positivos. Ainda assim, ele afirma não ter expectativas sobre uma possível convocação para a Alepi nem para alguma pasta no governo. 

“Se for conveniente e, logicamente, se ele achar que deve lançar mão de algum colega, pela experiência que têm, trazer para o Executivo, isso é uma coisa muito normal (...) Vamos aguardar um tempo para ver como as receitas do Estado vão se comportar e os efeitos da reforma”, finaliza o ex-deputado. 

Para que João de Deus assuma uma cadeira na Alepi, Wellington Dias (PT) precisaria interferir consideravelmente na composição da bancada governista, já que para isso teria que convocar ao menos seis deputados titulares do legislativo.

Por: Natanael Souza - Jornal O Dia

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