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“Candidatura própria não impede PSL de ficar na base de Firmino”

Segundo o vereador Luís André, os parlamentares do partido vão continuar votando em matérias que sejam de interesse da população.

02/10/2019 07:10h - Atualizado em 02/10/2019 11:59h

Apesar de já trabalhar uma pré-candidatura própria à prefeitura de Teresina, o PSL não deve romper oficialmente com o grupo do prefeito Firmino Filho (PSDB). A informação é do presidente estadual da sigla, vereador Luís André, que minimiza a necessidade da formalização de um afastamento político. Segundo ele, os parlamentares do PSL vão continuar votando em matérias que sejam de interesse da população. 

“Todos os partidos estão procurando se fortalecer, e o PSL tem esse direcionamento [lançar candidatura própria] a nível nacional. Somos da base do prefeito, o ajudamos na eleição de 2016, mas lá nada impede do partido ter candidato em 2020. A conjuntura é diferente, o momento é diferente. O mandato é quatro anos, só se acaba no final de 2020. Ninguém vai deixar de fazer parte da base, e muito menos ficar contra os projetos de interesse da cidade. O mandato parlamentar continua”, explicou. 


Vereador quer conciliar crescimento do PSL com aliança a Firmino - Foto: Elias Fontinele/O Dia

Além de Luís André, atualmente, o PSL também conta com outros dois vereadores: Ricardo Bandeira, que comanda a Secretaria Municipal de Economia Solidária, e Teresinha Medeiros, que está no exercício do mandato na Câmara Municipal. 

O partido trabalha a possibilidade de lançar uma candidatura majoritária em 2020. Os nomes do ex-comandante do 25 BC, coronel Nixon Frota, e o médico Ricardo Lobo, são alguns dos lembrados pelo PSL para uma disputa pelo comando do Palácio da Cidade.

Por: Natanael Souza, do Jornal O Dia

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