“Abdiquei da minha vaga mas não irei me abster”, diz Fernanda Gomes sobre CPI

Inicialmente cotada para uma cadeira titular na comissão, a vereadora cedeu a vaga para Aluísio Sampaio

07/05/2021 16:56h

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Mesmo fora da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), instalada pela Câmara Municipal de Teresina (CMT) na semana passada (3) para investigar o edital e os contratos do transporte público da capital, a vereadora Fernanda Gomes (Solidariedade) afirma que será ativa nas discussões e deliberações acerca do tema.

“Abdiquei da minha vaga na CPI mas isso não significa que irei me abster de saber o que vai acontecer. Estarei sempre fiscalizando, junto com os outros colegas, passando as devidas informações para a sociedade teresinense”, disse a jovem parlamentar em entrevista ao O Dia News nesta sexta-feira (7).

Fernanda Gomes (Foto: Elias Fontenele/ODIA)

Inicialmente cotada para uma cadeira titular no colegiado investigativo, Gomes cedeu a vaga ao vereador Aluísio Sampaio (Progressistas). Além dele, o grupo ainda conta com a participação dos vereadores Edilberto Borges, o Dudu (PT), na condição de presidente, Bruno Vilarinho (PTB), Enzo Samuel (PDT) e Luís André (PSL).


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Mesmo fora, a vereadora diz torcer para que os trabalhos da comissão sejam capazes de fiscalizar e encontrar soluções para  a situação “caótica” do transporte público teresinense. “Deve-se procurar uma solução e passar, o que de fato acontece, para a população. Somos parlamentares e essa é nossa obrigação”, pontua.

A CPI do Transporte Coletivo de Teresina também contará com a participação de técnicos do Tribunal de Contas do Estado do Piauí (TCE-PI) e do Ministério Público do Piauí (MP-PI), além de representantes do Sindicato das Empresas de Transporte Urbano de Teresina (SETUT). 

Cronograma dos trabalhos da comissão devem ser divulgados na próxima semana

Após uma semana da sua instalação na Câmara Municipal de Teresina (CMT), a  Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do transporte público da capital deve divulgar o seu cronograma das atividades, na próxima segunda-feira (10). 


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Essa é a previsão do vereador Edilberto Borges, o Dudu (PT), presidente do grupo. Segundo o petista, a intenção é dar mais celeridade ao funcionamento da comissão para evitar que ela ultrapasse o seu prazo institucional, que é de até 180 dias.

“Queremos começar as oitivas na próxima semana. Não queremos extrapolar o prazo, por isso daremos mais celeridade para que todas as oitivas sejam realizadas e possamos apresentar uma saída o quanto antes”, disse o petista.

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