‘Rafael Fonteles oxigena o PT’, defende João de Deus

O parlamentar enalteceu a atuação de Rafael Fonteles na Secretaria de Fazenda do Estado e na coordenação do programa Pró-Piauí

23/09/2021 16:20h - Atualizado em 23/09/2021 16:31h

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A pretensa candidatura de Rafael Fonteles ao Palácio de Karnak nas eleições do próximo ano é uma estratégia do Partido dos Trabalhadores para oxigenar a sigla no Piauí, revelou o deputado estadual João de Deus durante entrevista nesta quinta-feira (23) ao programa O Dia News, da O Dia Tv.


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“Se você olhar hoje o PT do Piauí, nossa geração do Wellington (Dias) e que me incluo, vem da época de 1980 quando fundamos e militamos no partido e até hoje estamos militando. O partido precisa se oxigenar. O partido faz um trabalho de base, de formação política. E o Rafael tão logo começou a votar se filiou ao PT”, afirmou João de Deus.

Foto: Jailson Soares / O Dia 

O parlamentar enalteceu a atuação de Rafael Fonteles na Secretaria de Fazenda do Estado e na coordenação do programa Pró-Piauí. Para João de Deus, desde que Fonteles iniciou conversas visando a disputa para o governo tem demostrado uma capacidade de diálogo com prefeitos municipais e com lideranças de outros partidos. 

Com o nome do candidato praticamente definido dentro da sigla, o deputado preferiu suavizar a antecipação da escolha e declarou que a definição do nome só acontece no próximo ano. “O partido levou em consideração que seu nome é um grande quadro. Essa discussão vamos fazer ano que vem, no momento das convenções. Sem dúvida, o PT tem grande consideração pelo nome do Rafael Fonteles”, disse. 

Reforma Eleitoral

João de Deus concordou com a decisão do Senado em barrar o retorno das coligações partidárias para os cargos proporcionais. Para o parlamentar, o país precisa reduzir a quantidade de partidos para que haja uma conscientização política mais eficiente e, consequentemente, melhores escolhas no processo eleitoral.

“O Brasil tem hoje mais de 40 partidos políticos. Se perguntar para as pessoas com qual partido elas se identificam, vão dizer que não sabem, porque elas não escolhem partidos, elas escolhem pessoas. O ideal para a gente a avançar na conscientização política é que as pessoas conheçam o que defende cada agremiação política”, finalizou. 

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