Taxista é encontrado morto; segundo assassinato em duas semanas

vítima trabalhava para a companhia Rádio Táxi há 11 anos.

29/08/2014 07:15h - Atualizado em 29/08/2014 12:36h

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Populares encontraram, nas primeiras horas da manhã de hoje (29), o corpo do taxista Carlos Alberto de Souza, conhecido como Carlinhos, na rua Anísio de Abreu, no centro de Teresina. A vítima trabalhava para a companhia Rádio Táxi há 11 anos e foi assassinada com pelo menos um tiro na cabeça. 

Fotos: Marcela Pachêco/ODIA

Segundo os taxistas da Rádio Táxi, a última corrida da vítima foi na manhã de hoje. Carlinhos já estava encerrando o trabalho e ia para o seu ponto, que fica no bairro Aeroporto. Quando ele estaria passando pelas proximidades da ponte Estaiada pegou dois passageiros. Este teria sido o último contato com a Central.


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A partir de então, existem duas versões. Uma repassada pela polícia, de que o taxista teria sido morto dentro do carro e o corpo deixado na Anísio de Abreu. A segunda versão, dos taxistas, é a de que os assassinos, ao chegarem ao centro, mandaram a vítima correr e atiraram nas costas e na cabeça.

Após o crime, o carro do taxista, um Sandero, foi abandonado na Ponte Estaiada. A movimentação nos locais onde o corpo e o táxi foram encontrados é grande. A Delegacia de Homicídios acompanha a perícia, e o delegado Bareta está comandando as investigações.

De acordo com o soldado Monteiro, do 1º BPM, a carteira do taxista foi encontrada e que nada teria sido foi roubado. “Assim, a principal hipótese é que tenha sido execução", diz o policial. 

Este já é o segundo assassinato a taxistas registrado este mês em Teresina. No último dia 16, populares também encontraram o corpo de Raimundo Francisco do Carmo, no bairro Nova Teresina. A vítima foi assassinada brutalmente a tiros e teve os olhos arrancados. Até o momento, a polícia ainda não apresentou nenhuma conclusão do caso e a categoria cobra mais agilidade e eficiência nas investigações, além da garantia de mais segurança no trabalho.


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Edição: Nayara Felizardo
Por: Maria Clara Estrêla (do local) e Maria Luiza Moreira (redação)

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