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Notícias Polícia

09 de maio de 2019

Filho do prefeito Firmino é preso pela PRF por dirigir alcoolizado

Filho do prefeito Firmino é preso pela PRF por dirigir alcoolizado

Após ser dada ordem para que o condutor desembarcasse do veículo, ele se evadiu do local, desobedecendo a determinação dos agentes.

O filho do prefeito Firmino Filho (PSDB) e da deputada Luci Soares (Progressistas) foi preso pela Polícia Rodoviária Federal pouco depois do meio-dia desta quinta-feira (9), no município de Piripiri, na altura do km 198 da BR 343.

Bruno Silveira, de 21 anos, estava num veículo modelo Jeep Renegade e foi abordado por agentes durante fiscalização de rotina. Segundo informou a PRF, por meio de nota, após ser dada ordem para que o condutor desembarcasse do veículo, ele se evadiu do local, desobedecendo a determinação dos agentes.

A PRF, então, fez o acompanhamento tático do veículo até a devida abordagem. Ainda de acordo com a PRF, o condutor apresentava indícios de ingestão de bebida alcoólica e se recusou a realizar o teste do etilômetro.

Por conta da negativa em realizar o teste, os policiais rodoviários confeccionaram um termo de constatação, e um laudo médico indicou o uso de bebidas alcoólicas.

Bruno foi enquadrado no artigo 330 do Código Penal (desobediência a ordem legal de funcionário público) e no artigo 306 do Código de Trânsito Brasileiro (conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência). 

A pena para o primeiro crime é de detenção de 15 dias a seis meses, e multa. Enquanto para o crime de trânsito citado a pena é de detenção de seis meses a três anos, multa e suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor.

Bruno Silveira foi conduzido à delegacia de Polícia Civil da cidade de Piripiri.

Somente em 2019, 19.702 pessoas foram submetidas ao teste do etilômetro nas rodovias federais do estado do Piauí, sendo que 385 foram autuadas e 80 foram detidas por estar conduzindo veiculo automotor sob a influência de álcool.

Prefeito diz que não vai se manifestar

Por meio de nota, a assessoria do prefeito Firmino Filho informou que "ele não vai se pronunciar sobre o ocorrido, pois trata-se de uma questão pessoal e familiar”.

Polícia confirma mais uma morte de suspeito de roubo a bancos

Polícia confirma mais uma morte de suspeito de roubo a bancos

Identificado apenas como Raimundo, ele foi morto pela polícia durante abordagem em um sítio na BR-343. Ao todo já são seis presos e nove mortos na operação.

A Secretaria de Segurança confirmou mais uma morte de suspeito do assalto às agências bancárias de Campo Maior durante a manhã de hoje (09). Com esse óbito, sobe para nove o número de mortos na operação para desarticular a quadrilha responsável pelo crime. Em uma semana de ação, já foram presas seis pessoas acusadas de participar direta e indiretamente do roubo ocorrido no dia 29 de abril.

O suspeito que morreu na manhã de hoje foi atingido por tiros durante abordagem da Polícia Militar e da Polícia Civil ocorrida na localidade do sítio Mangaratiba, na rodovia BR-343, entre Altos e a capital Teresina.  Ele foi identificado apenas como Raimundo. Com ele, foi apreendida uma arma de fogo e uma quantia em dinheiro.

De acordo com o secretário de segurança, capitão Fábio Abreu, com todos os suspeitos mortos nas abordagens, a polícia apreendeu pelo menos R$ 10 mil. “Nós acreditamos que eles tenham dividido o montante do roubo, mas que a maior parte possa estar enterrada ou escondida em outro local”, explicou.

Ainda ontem, a polícia estava no encalço de três foragidos. Dois deles furaram uma barreira da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na BR-343, próximo a Campo Maior e levavam reféns dentro do veículo. Os cinco passageiros foram libertados, mas os suspeitos conseguiram escapar e no meio da fuga, abandonaram o veículo em que estavam e roubaram outro carro. As buscas estavam sendo feitas próximo ao povoado Cacimba Velha, na zona Rural de Teresina. 

Além destes dois, um terceiro suspeito estava sendo perseguido na região de Cocal, onde, na semana passada, a polícia atingiu e matou seis suspeitos  de participação nos roubos de Campo Maior.

08 de maio de 2019

Campo Maior: foragidos com reféns estavam vindo para Teresina

Campo Maior: foragidos com reféns estavam vindo para Teresina

Segundo o delegado-geral, a família de um deles chegou a procurar a polícia, afirmando que o suspeito estava debilitado e tinha a intenção de se entregar.

Atualizada às 12h57min

Em conversa com a reportagem de O Dia, o delegado geral de Polícia Civil, Lucci Keikko, disse que o foragido identificado como Marcelo Negão é considerado um criminoso de alta periculosidade. Marcelo, segundo o delegado, é piauiense e teria sido quem arregimentou os participantes de outros estados para participarem dos ataques às agências bancárias de Campo Maior. A polícia pediu inclusive a ajuda da população para se souber onde Marcelo Negão possa estar, que informe por denúncia que a identidade será mantida em sigilo.

Ainda segundo Lucci Keikko, ontem, a família de Marcelo chegou a procurar a Delegacia Geral, pedindo que a polícia aliviasse mais o cerco, alegando que o suspeito estaria escondido em um matagal, debilitado e que queria se entregar. "Na verdade não foi isso que aconteceu. Ele roubou um veículo, manteve reféns e rompeu uma barreira da polícia. Daí você percebe o perigo que ele representa para a sociedade", explica o delegado.


Delegado geral Lucci Keikko - Foto: Assis Fernandes/O Dia

Quem também comentou a ação de hoje com os foragidos de Campo Maior foi secretário Fábio Abreu, que afirmou que eles estariam fugindo em direção a Teresina, quando foram abordados na barreira da PRF. "Não conseguiram entrar na cidade e agora estão cercados na região da Expoapi e na região da Cacimba Velha fechando esse cerco. Há informação também de que eles tenham se divido e um tenha descido do veículo. Estamos nos dividindo para cobrir um perímetro e impedir que esses suspeitos cheguem mais perto da cidade", explica o secretário.

Iniciada às 09h33min

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) libertou cinco pessoas que estavam sendo feitas de reféns por dois suspeitos de envolvimento com o assalto aos bancos da cidade de Campo Maior, que ocorreu no último dia (30). A liberação ocorreu durante uma abordagem no Km 333, da BR-343, em Teresina, nas primeiras horas desta quarta-feira (08). 

De acordo com a PRF, havia sete pessoas dentro do veículo. Ao serem abordados, os suspeitos pararam o carro e logo após os cinco ocupantes descerem, o condutor e o passageiro fugiram do local. Na tentativa de pará-los, os agentes chegaram a atirar contra o veículo. 

Os fugitivos foram identificados como Marcelo Pimentel Cunha Nery, piauiense, também conhecido como Marcelo Negão, e um outro passageiro identificado Raimundo, do estado de Minas Gerais. 

O Inspetor da PRF, Alexsandro Lima, conta que durante a perseguição os suspeitos se separaram. "Um deles fugiu conduzindo o veículo, que foi tomado de assalto e o outro fugiu a pé pelo matagal. No momento, os reféns estão prestando depoimentos à Polícia Civil", disse. 

A PRF, em conjunto com a Polícia Civil, perseguiu os suspeitos, porém, minutos depois eles roubaram outro veículo e conseguiram empreender fuga. A polícia conseguiu recuperar o primeiro carro, que foi roubado no município de Barras, localizado na região Norte do Piauí. 




Wellington Dias destaca principais metas do governo

Wellington Dias destaca principais metas do governo

O chefe do Executivo também cobrou metas dos novos gestores e defendeu investimentos privados para projetos.

Um dia após a posse da sua nova equipe administrativa, o governador Wellington Dias (PT) realizou, na manhã desta terça-feira (7) a primeira reunião com os gestores para apresentar os principais eixos do plano de governo, bem como as metas e os desafios deste que é o seu quarto mandato à frente do Estado.

A intenção é, a partir de sete eixos estratégicos de atuação estabelecidos, agir dentro da legalidade, seguir com a capacidade de investimentos, controlar despesas e de contratação de pessoal para, ao término da sua gestão, fazer com que o Piauí alcance um melhor patamar no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).

“Ao completar essas medidas, teremos como resultado as condições de equilíbrio do Estado, de olhar para frente e trabalhar as condições de investimento, tendo a perspectiva de seguir avançando com vista nesse equilíbrio. Assim, no futuro poderemos conseguir parcerias com a União, além de fazer convênios, tomar um financiamento ou um crédito e, garantir condições de investimentos com receita própria”, disse o governador.

Diante da situação financeira do governo, Wellington Dias afirmou que deve continuar apostando nas Parceria Público-Privadas (PPP) para garantir os investimentos necessários que possibilitem uma melhor qualidade de vida aos piauienses.

“Continuar atraindo investimentos puramente privados para as áreas que temos grande potencial. Então, o tom daqui para a frente é muito trabalho, gerar atividade econômica, gerar emprego e renda, fazer com que um conjunto de ações do Estado possam impactar em desenvolvimento”, destacou Wellington.

07 de maio de 2019

Motorista por aplicativo sofre abordagem truculenta de policiais à paisana

Motorista por aplicativo sofre abordagem truculenta de policiais à paisana

Com receio de estar sendo alvo de bandidos, motorista tentou fugir e foi perseguida pelos policiais, que estavam num carro descaracterizado.

Uma mulher que trabalha como motorista de transporte privado individual por aplicativo foi abordada na noite da última segunda-feira (6) de forma truculenta por policiais à paisana.

Segundo a motorista, que pediu para não ter a identidade revelada, ela começou a ser perseguida por um veículo descaracterizado modelo Gol de cor branca e sem placa, no qual estariam os policiais à paisana.

Tudo ocorreu por volta das 23 horas, quando a mulher estava trafegando pela Rua Dr. Josué Moura Santos, na altura do Residencial Nova Teresina, na região da Grande Santa Maria, zona norte da capital.

A motorista relata que pensou que os homens que estavam no Gol seriam bandidos e, por esta razão, passou por uma rotatória três vezes seguidas, para tentar despistá-los. 

Perseguição a motorista por aplicativo teve início em rotatória situada próximo ao Residencial Nova Teresina (Imagem: Google Maps)

Logo após, os policiais à paisana efetuaram um disparo, possivelmente por terem suspeitado que no carro da motorista havia criminosos, não uma trabalhadora.

Assustada com o disparo, a motorista começou a trafegar em alta velocidade, e a pedir ajuda para outros motoristas de aplicativo. Um deles, inclusive, estava nas imediações no momento do incidente, e começou a acompanhar a colega, quando eles ainda suspeitavam que havia bandidos dentro do Gol branco.

Os policiais à paisana iniciaram, então, uma perseguição aos dois motoristas, que se estendeu por cerca de oito quilômetros, e só teve fim no bairro Poti Velho, quando os motoristas encontraram uma equipe do Batalhão de Rondas Ostensivas de Natureza Especial (BPRone), esta sim num veículo caracterizado da Polícia Militar.

No trajeto entre o Residencial Nova Teresina e o bairro Poti Velho os dois motoristas por aplicativo, bem como os policiais que os perseguiram no carro descaracterizado, chegaram a trafegar acima dos 100 km/hora. Todo o trajeto foi percorrido em menos de dez minutos.

Depois de pararem seus carros, a mulher e seu colega identificaram-se como motoristas de aplicativo e, mesmo assim, receberam ordens dos policiais da BPRone para se deitarem ao chão com as mãos para trás.

A motorista relata que os policiais que estavam no carro descaracterizado ainda efetuaram um segundo disparo, que atingiu um dos pneus do seu veículo.

"Nós pensávamos que eles eram bandidos e eles pensavam que nós éramos bandidos. Mas nada justifica a forma como eles nos abordaram. Quando encontramos a outra viatura, do BPRone, achávamos que seríamos auxiliados, mas fizeram foi mandar que deitássemos no chão, mesmo depois de termos nos identificado como motoristas de aplicativo. É como irmos a um hospital porque estamos doentes e, em vez de receber cuidados, sermos agredidos", afirma a motorista, que diz estar com medo de continuar trabalhando neste tipo de serviço. "Quem é para nos proteger, ameaça!", acrescenta.

A motorista considera que a abordagem feita pelos policiais foi completamente equivocada. Ela afirma que qualquer pessoa teria medo ao trafegar numa região isolada e perceber que está sendo seguida por um veículo com vários homens em seu interior. "Eu, sozinha dentro do carro, ainda mais sendo mulher, claro que só pensei em fugir. E a sorte é que havia um colega por perto, senão meu pânico teria sido maior", afirma a trabalhadora, acrescentando que seu pavor aumentou depois que os policiais efetuaram um disparo.

Anthero Nunes, que é diretor da Associação dos Motoristas Autônomos para Transporte Privado Individual e Passageiros no Piauí (Amatepi), pondera que em casos como este os trabalhadores só podem recorrer à imprensa e á própria sociedade. "Como nós vamos registrar queixa na Polícia contra a própria Polícia?", questiona. 

Policiais à paisana deixaram local sem pedir desculpas

A mulher revela que, depois de terem constatado que ela e seu colega não eram criminosos, os policiais à paisana deixaram rapidamente o local, sem sequer pedir desculpas pela abordagem inapropriada que fizeram.

A motorista afirma que um motorista da equipe do BPRone foi quem trocou se pneu, que havia sido furado pelo disparo efetuado por um dos policiais à paisana. "Ao final de tudo, um dos policiais da Rone pediu desculpas, me cumprimentou, apertando minha mão, e foram embora", conclui.

Nave espacial da Nasa colidirá com pequena lua em 2022

Nave espacial da Nasa colidirá com pequena lua em 2022

Uma campanha internacional está agora fazendo observações, usando telescópios poderosos em todo o mundo para entender o estado do sistema de asteroide..

A agência espacial norte-americana (Nasa) revelou, nessa segunda-feira (6), detalhes sobre seu plano de atingir, com uma nave espacial, em 2022, um pequeno alvo lunar em um sistema de duplo asteroide - sua primeira missão de demonstrar uma técnica de defesa planetária.O Didymoon, ou Didymos B, é um asteroide lunar com cerca de 150 metros de altura orbitando um corpo maior, o Didymos A, o asteroide mais acessível de seu tamanho.

Uma campanha internacional está agora fazendo observações, usando telescópios poderosos em todo o mundo para entender o estado do sistema de asteroide.

"O sistema Didymos é muito pequeno e muito longe para ser visto como algo maior que um ponto de luz, mas podemos obter os dados que precisamos, medindo o brilho desse ponto de luz, que muda conforme Didymos A gira e Didymos B em órbita", disse Andy Rivkin, um dos coordenadores da equipe de investigação.

Os pesquisadores ainda não têm certeza sobre a composição do alvo: se é composto de rocha sólida, entulho solto ou areia "mais macia". Uma superfície mais macia absorveria grande parte da força de impacto e não pode ser empurrada tão drasticamente como uma nave espacial que atingisse uma superfície mais dura.


Foto: Divulgação/Nasa

A equipe da Nasa verá de perto o sistema de asteróides graças a um gerador de imagens italiano. O satélite cubo, do tamanho de uma caixa de sapatos, registrará o impacto da nave espacial e suas consequências.

A nave, chamada Teste de Redirecionamento de Asteroide Duplo (Dart, na sigla em inglês) levará um sistema de navegação ótica para capturar imagens que ajudarão a nave espacial a atingir seu alvo.

Em seu projeto mais recente, a Dart poderá se mover com o auxílio de pequenos propulsores de hidrazina, enquanto utiliza o sistema de propulsão elétrica, que empurrará o início da janela de lançamento principal para julho de 2021, encurtando o tempo de voo da missão. A previsão anterior de lançamento era dezembro de 2020.

A nave espacial Dart se chocará contra o asteroide a uma velocidade de aproximadamente seis quilômetros por segundo. A colisão mudará a velocidade da lua em sua órbita ao redor do corpo principal em uma fração de 1%, o suficiente para ser medida usando telescópios na Terra.

Campo Maior: sexto suspeito de roubo é preso com identidade falsa

Campo Maior: sexto suspeito de roubo é preso com identidade falsa

Segundo a polícia, o homem estava armado com um fuzil e fez uma família refém enquanto tentava fugir para o Ceará.

A polícia prendeu na noite desta segunda-feira (06), o sexto suspeito de envolvimento no assalto as agências bancárias do município de Campo Maior, que ocorreu na última terça-feira (30). O homem foi identificado como Pedro Henrique Oliveira Moura, que no momento da abordagem estava usando uma identidade falsa de nome Silas Teixeira. Ele foi localizado na divisa entre os estados do Piauí e Ceará.

De acordo com a Secretária de Segurança do Piauí (SSP), o suspeito que é natural de Minas Gerais, estava em posse de um fuzil e fez uma família refém enquanto tentava fugir para o estado cearense. Na operação policial, até o momento, oito pessoas morreram e seis foram presas suspeitos de assaltar o Bradesco, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica no município do Campo Maior, localizado a 83 km da capital.

Além deste, outras cinco pessoas foram presas por envolvimento no crime, um deles foi reconhecido como Hassan Rufino Borges Prado Aguiar, filho de um ex-coronel e ex-comandante da Polícia Militar do Piauí. Junto com ele estavam, Dyego Harmando Cardoso Rocha, Emerson Souza da Silva, Vinícius Pereira da Silva Júnior e Josenverton dos Santos Sousa.  Os presos foram pegos no município maranhense de Chapadinha.

Os outros seis suspeitos foram mortos durante a operação policial  nas proximidades de Cocal dos Alves, município que fica no norte do Estado, na madrugada deste domingo (05).  As outras duas mortes só foram confirmadas na manha desta segunda-feira (06). Na manhã desta terça-feira, a Secretária de Segurança do Piauí (SSP) retificou a informação anterior de que nove pessoas teriam sido mortas durante a operação policial. A SSP confirmou oito mortes até o momento. 

Ataque a outros bancos

De acordo com o coronel Márcio Oliveira, a suspeita de que os criminosos tinham outro ataque a banco em mente,  que se confirmou pela quantidade de explosivos que o grupo tinha montada e preparada para ser usada. “Haviam pelo menos oito explosivos prontos para serem detonados, tinha também dinamites com metalon, geralmente usados em caixas eletrônicos, e explosivos com ímãs, que são usados para explodir cofre fortes.  Eles estavam também fortemente armados, todos com coletes balísticos e fuzis”, explica o coronel.

Márcio Oliveira se refere ao grupo que foi desarticulado na região de Barras e Batalha. Com eles, a polícia apreendeu dois fuzis, sendo um AK47 Russo e um MK Americano, além de seis pistolas, sendo cinco nove milímetros e uma Ponto 40 e armas que disparavam automaticamente. O possível ataque que eles fariam em cidades próximas a Piracuruca foi frustrado pela ação da polícia ainda no final de semana. 


06 de maio de 2019

Polícia do Ceará enviou helicóptero e guarnições para ajudar nas buscas

Polícia do Ceará enviou helicóptero e guarnições para ajudar nas buscas

Policiais do Comando Tático Rural foram acionados para auxiliar nas prisões ocorridas na região de Cocal.

A Polícia Militar do Ceará deu apoio à Polícia Piauiense nas buscas aos suspeitos de terem explodido três agências bancárias em Campo Maior na última terça-feira (29). O estado vizinho enviou ao Piauí uma aeronave e três guarnições do COTAR (Comando Tático Rural), que é especializado em fazer incursões na mata. Os policiais cearenses auxiliaram na ação deflagrada em Cocal, quando seis criminosos acabaram mortos.

O coronel Márcio Oliveira, comandante de operações especiais da Polícia Militar do Piauí, deu detalhes da participação das forças de segurança cearenses: “Eles reforçaram a estrutura de contenção e cerco. O Comando Tático Rural trabalhou bem próximo das nossas unidades do BPE e do RONE. Enquanto as Forças Táticas faziam as contenções, quando tínhamos um local para fazer incursão na mata, entrava em ação as equipes do BOPE, do RONE e do COTAR, com apoio da aeronave que eles nos enviaram também”, explica.


Foto: Divulgação/SSP-PI

O secretário de segurança Fábio Abreu lembra que com o envio de suas guarnições, o Ceará retribuiu a ajuda dada pelo Piauí para combater a onda de violência que se abateu sobre o estado vizinho no início deste ano. É que em janeiro passado, o Governo do Estado autorizou o envio de 20 policiais militares e 20 agentes penitenciários para atuarem no reforço da segurança no Ceará. Os militares ficaram lá por 15 dias em um acordo firmado por meio de convênio entre os dois estados.

“Numa situação de precisar, fomos retribuídos. Com esse reforço, integração das instituições, conseguimos trabalhar também a inteligência pra chegar nesse grupo criminoso e desequilibrar esta organização criminosa”, finalizou o secretário.

Além do COTAR e da aeronave cearense, também atuam nas buscas aos criminosos os Batalhões de Polícia Militar de Piripiri, Campo Maior, Piracuruca, Barras e Batalha.

Campo Maior: filho de ex-comandante da PM está entre os presos

Campo Maior: filho de ex-comandante da PM está entre os presos

Hassan Borges Prado é filho do ex-coronel Francisco Prado e teria traçado as rotas de fuga para a quadrilha. Ele foi preso com armas e drogas em Chapadinha-MA.

Os ataques às agências do Banco do Brasil, Banco Bradesco e Caixa Econômica de Campo Maior tiveram a participação de pelo menos 15 pessoas, segundo o que apontam as investigações da Polícia Civil. Dessas 15, oito morreram nos confrontos com a PM, cinco foram presos e pelo menos dois seguem foragidos.

Os presos foram pegos no município maranhense de Chapadinha e dentre eles está Hassan Rufino Borges Prado Aguiar, filho do ex-coronel e ex-comandante da Polícia Militar do Piauí, Francisco Prado. Junto com ele, foram detidos também Dyego Harmando Cardoso Rocha, Emerson Souza da Silva, Vinícius Pereira da Silva Júnior e Josenverton dos Santos Sousa. Na abordagem dos cinco foram apreendidas armas, munições e aparelhos celulares, além de entorpecentes.


Foto: Divulgação/Secretaria de Segurança Pública do Piauí

Hassan Prado, segundo a polícia, não atuou diretamente nos ataques aos bancos, mas deu apoio logístico aos criminosos traçando as rotas de fuga pelo estado. Questionado a respeito do envolvimento do filho de um PM na ação, o secretário de segurança, Fábio Abreu, falou em “não isentá-lo da responsabilidade”. 

“É cumprimento da lei. Nós temos que ser isentos e imparciais nas nossas ações. A participação dela não era direta na ação criminosa, mas ele participou do resgate e da fuga e não iremos isentá-lo de suas responsabilidades enquanto cúmplice da ação criminosa”, afirmou o secretário.

Hassan já tinha ficha policial antes mesmo de sua prisão por envolvimento na fuga dos criminosos que explodiram as agências de Campo Maior. Segundo a Polícia Civil, ele já foi preso em 2013,  suspeito de ter cometido um homicídio no município de Nazária.


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Informação foi confirmada pelo secretário de segurança e pela Polícia Militar. Cinco já foram presos, dentre eles o filho de um ex-coronel da PM. Pelo menos três seguem foragidos.

O grupo criminoso que explodiu três agências bancárias na cidade de Campo Maior na última terça-feira (29) estava se preparando para fazer pelo menos mais dois assaltos a instituições financeiras em cidade de Norte do Piauí, mais precisamente na região de Piracuruca. A informação foi repassada pelo secretário de Segurança, Fábio Abreu, e confirmada pelo Comando de Operações Especiais da PM, por meio do coronel Márcio Oliveira.

De acordo com o coronel Márcio, a suspeita de que os criminosos tinham outro ataque a banco em mente se confirmou pela quantidade de explosivos que o grupo tinha montada e preparada para ser usada. “Haviam pelo menos oito explosivos prontos para serem detonados, tinha também dinamites com metalon, geralmente usados em caixas eletrônicos, e explosivos com ímãs, que são usados para explodir cofre fortes.  Eles estavam também fortemente armados, todos com coletes balísticos e fuzis”, explica o coronel.

Márcio Oliveira se refere ao grupo que foi desarticulado na região de Barras e Batalha. Com eles, a polícia apreendeu dois fuzis, sendo um AK47 Russo e um MK Americano, além de seis pistolas, sendo cinco nove milímetros e uma Ponto 40 e armas que disparavam automaticamente.


Coronel Márcio Oliveira, comandante de operações especiais da PM-PI - Foto: Assis Fernandes/O Dia

O possível ataque que eles fariam em cidades próximas a Piracuruca foi frustrado pela ação da polícia ainda no final de semana. Segundo a Secretaria de Segurança, o grupo estaria retornado de Cocal na tarde do sábado quando foi interceptada pelas barreiras policiais. No confronto, eles perderam um veículo e se dividiram: um grupo retornou para Cocal e o outro seguiu para Barras e Batalha. Na ação, eles perderam ainda dois veículos de fuga: um, que retornava para Cocal, ficou sem combustível, e o outro, que levava o grupo para Barras e Batalha, atolou em uma estrada vicinal.

Os suspeitos, então adentraram no matagal. Pelo menos seis do grupo que seguia para Cocal foram mortos durante a abordagem. Do grupo que seguia para Batalha, dois foram mortos na madrugada desta segunda-feira (06). Com cada um dos que morreram no confronto, a polícia encontrou a quantia de R$ 10 mil.

“Em média cada um tinha R$ 10 mil, o que nos leva a crer que eles pegaram e dividiram o dinheiro total do roubo. Entendemos também que quem ficou em Batalha estava com a quantia maior, porque em nenhum dos veículos apreendidos com o outro grupo havia o montante. Não podemos descartar, no entanto, a possibilidade de eles terem enterrado parte do dinheiro”, explica o secretário Fábio Abreu.


Secretário de Segurança, capitão Fábio Abreu - Foto: Assis Fernandes/O Dia

Filho de ex-PM está entre os presos

No total, havia pelo menos 15 pessoas envolvidas na ação: os oito que morreram, cinco presos e mais dois que seguem foragidos. Entre os presos está o filho do ex-coronel da PM, Francisco Prado. Hassan Prado, segundo a polícia, não atuou diretamente nos ataques aos bancos, mas deu apoio logístico aos criminosos traçando as rotas de fuga pelo estado. Questionado a respeito do envolvimento do filho de um PM na ação, o secretário Fábio Abreu falou em “não isentá-lo da responsabilidade”.


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Segundo a Polícia Militar, suspeitos de realizar assaltos a agências bancárias em Campo Maior já tinham antecedentes.

Atualização às 14h30

Por volta das 14 horas desta segunda-feira, a Secretaria de Segurança Pública confirmou que mais um suspeito de participação nos assaltos a agências bancárias de Campo Maior foi morto em confronto com a Polícia Militar.

No total, o número de suspeitos assassinados já chega a nove. 

Atualizada às 12h22min

A Secretaria de Segurança Pública divulgou, ao meio dia desta segunda (6) os nomes dos integrantes da quadrilha que foram mortos pela polícia durante ação de abordagem. São oito pessoas ao todo.

Confira as identificações: Antônio Paulo de França, vulgo Paulo Madruga, Weverson de Oliveira Marçal, Anderson Freitas Barazão, Jean Gustavo Silva, Tiago Luiz Alves, Maicon Humberto de Sousa Nascimento, Igor da Silva Lima e Lucas Oliveira de Brito.

Desses oito, um é de Teresina (Paulo César dos Santos), seis são naturais de Uberlândia-MG (Weverson, Anderson, Jean, Tiago, Maicon e Igor) e um não teve a naturalidade divulgada (Lucas).

Eles foram mortos nas abordagens ocorridas na madrugada do domingo (05) em Cocal, e na madrugada de hoje (06) em Batalha.

Iniciada às 08h40min

Dois homens, suspeitos de envolvimento com o roubo a agências bancárias em Campo Maior, foram mortos no município de Batalha.

Com eles, sobe para oito o número de suspeitos assassinados em diligências da Polícia Militar do Piauí destinadas a capturar os suspeitos de assaltar o Bradesco, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica no município que fica a 83 km da capital.

A informação foi confirmada pela Secretária Estadual de Segurança Pública (SSP). O assalto ocorreu na última terça-feira (30). Além destes, outras cinco pessoas foram presas por dar apoio ao grupo criminoso. Entre os detidos está o filho de um ex-coronel. 


Material apreendido neste domingo (05). Foto: Reprodução/SSP

Os outros seis suspeitos foram mortos durante a operação policial  nas proximidades de Cocal dos Alves, município que fica no norte do Estado, na madrugada deste domingo (05).  As outras duas mortes só foram confirmadas na manha desta segunda-feira (06). 

De acordo com o secretário de segurança,Fábio Abreu, os suspeitos reagiram a abordagem da polícia. "Mediante ao poder de fogo que eles tinham, não havia outra resposta a ser dada ao não ser reagir", conta. 

Com o bando, os policiais apreenderam  uma grande quantidade de armamento, munições e explosivos. As investigações continuam para identificar se há mais pessoas envolvidas com o crime e para localizá-los. A identidade dos envolvidos no crime não foi divulgada. 

05 de maio de 2019

Seis suspeitos de assaltos a agências de Campo Maior são mortos

Seis suspeitos de assaltos a agências de Campo Maior são mortos

Elementos foram cercados pela Polícia Militar na proximidades de Cocal dos Alves e morreram após uma troca de tiro com policiais

Suspeitos de invadirem e explodirem três agências bancárias do município de Campo Maior, na última terça-feira (30), foram mortos na madrugada deste domingo (05) durante um confronto com a Polícia Militar. O grupo foi encontrado nas proximidades Cocal dos Alves, cidade ao Norte do Estado.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública confirmou a morte de seis suspeitos e informou que outros envolvidos no crime seguem sendo procurados. A informação é que o restante no grupo está escondido na mata entre os municípios de Batalha e Barras.

Com o bando foram encontrados e apreendidos uma grande quantidade de armamentos, carros e explosivos. Segundo o secretário de segurança, Fábio Abreu, as diligências continuam em várias regiões para que seja feita a captura dos demais membros do grupo criminoso.

“Estamos trabalhando intensamente nessa semana na região na captura dos criminosos, policiais fecharam o cerco, tem mais homens na mata, recebemos mais reforço policial e só iremos deixar a região quando todos forem encontrados”, afirma.

Participam da ação policiais do GRECO, Diretoria de Inteligência da SSP-PI, Polícias Civil e Militar de Campo Maior, Piracuruca, Piripiri, Barras, Batalha, RONE, BOPE, Divisão de Operações Especiais da PC-PI e COTAR do Ceará com apoio aéreo.

Bando explode três agências bancárias simultaneamente em Campo Maior 

Na madrugada de terça-feira (30) criminosos fortemente armados invadiram a cidade de Campo Maior e assaltaram três agências bancárias simultaneamente. A ação aconteceu por volta de uma hora da madrugada e, segundo a polícia, o bando era formado por pelo menos 12 pessoas armadas de fuzis. Eles instalaram dinamites e explodiram caixas eletrônicos do Banco do Brasil, da Caixa Econômica e do Banco Bradesco.

04 de maio de 2019

Jovem esfaqueia mulher dentro da Uespi; alunos relatam momentos de tensão

Jovem esfaqueia mulher dentro da Uespi; alunos relatam momentos de tensão

Segundo relatos, o homem chegou a esfaquear a vítima no braço e a manteve como refém dentro de uma sala de aula.

Um jovem agrediu e manteve a ex-companheira como refém dentro do campus da Universidade Estadual do Piauí (Uespi). O caso ocorreu na noite desta sexta-feira (03), na cidade de Parnaíba. Ambos os alunos, que não tiveram a identidade revelada, eram estudantes de História na instituição. Até o momento, não se sabe o que motivou a briga, que resultou na agressão. Testemunhas afirmam que os dois tinham começado um relacionamento recentemente e que o jovem estava armado com uma faca, com a qual feriu sua companheira e a manteve refém dentro de uma sala de aula. Ao O Dia, estudantes relatam os momentos de tensão no campus. 

Gabriela Teixeira, que também é aluna do curso de História, conta que estava no momento do intervalo quando foram ouvidos gritos de socorro. “Todo mundo começou a ficar com medo. Em seguida veio a notícia de que tinha um homem armado no campus. Quando a polícia chegou pediu para que os alunos voltassem para as salas de aulas e foram negociar a liberação da menina. Eles estavam juntos a pouco tempo, mas não sabemos o que aconteceu”, disse. 

Outra aluna, do curso de Ciências Sociais, que não quis se identificar, relatou que quando a notícia de que alguém estava armado se espalhou, várias pessoas pensaram se tratar de um arrastão. “Uns se trancaram na sala, colocando armários para fechar as portas. Outros fugiram. Eu e uns amigos fomos ver o que de fato era, quando avistamos a menina com os braços machucados e a polícia prendendo o rapaz”, comenta. 


O Samu foi acionado e prestou os primeiros socorros a vítima. Foto: Reprodução/Whatsapp

Outro lado

O Portal O Dia entrou em contato com a Universidade Estadual do Piauí (Uespi), que por meio de nota se pronunciou sobre o acontecimento dentro das instalações da instituição. Diante do ocorrido, será aberto um processo disciplinar e o aluno poderá ser expulso do curso. 

Segundo a nota, ao notar o que estava acontecendo o vigilante da universidade interviu até que a Polícia Militar chegasse ao local e prendesse o acusado. A vítima foi encaminhada para o Hospital Dirceu Arcoverde (HEDA). Após a saída do hospital, a estudante de história compareceu a Central de Flagrantes, onde prestou queixas contra o agressor. 

O Portal o Dia também tentou contato com a Polícia Militar da região, mas, até a publicação desta matéria não obteve resposta. 

Confira a nota da Uespi na íntegra: 

A Universidade Estadual do Piauí, através da Direção do Campus de Parnaíba, esclarece que não houve invasão no campus nesta última sexta-feira, 03 de maio de 2019.

Na data citada, ocorreu um episódio envolvendo dois estudantes. Na ocasião, um dos estudantes envolvidos tentou manter a colega de classe como refém, ameaçando-a com uma faca. Alertado por gritos da estudante, o vigilante da universidade interviu. A Polícia Militar foi acionada, e chegou ao local rapidamente, assumindo o controle da situação. O aluno foi detido pela PM, enquanto que a jovem estudante foi levada prontamente para o Hospital Estadual Dirceu Arcoverde, onde foi atendida e passa bem, apesar de bastante abalada. Ainda ontem, a vítima se dirigiu para a Central de Flagrantes de Parnaíba para prestar queixa contra o agressor.

A Direção do Campus de Parnaíba informa ainda que, diante do ocorrido, a Universidade irá abrir processo disciplinar contra o agressor, que poderá culminar com sua expulsão, conforme determina o Regimento Geral da UESPI.

03 de maio de 2019

Casa de Custódia tem 2º assassinato na semana e Sinpoljuspi faz alerta

Casa de Custódia tem 2º assassinato na semana e Sinpoljuspi faz alerta

Isaías Gonçalves Rodrigues, 25 anos, foi encontrado com marcas de enfocamento no pescoço.

Um detento identificado como Isaías Gonçalves Rodrigues, 25 anos, foi encontrado morto na Casa de Custódia, na manhã desta sexta-feira (3). Segundo os agentes penitenciários que encontraram o corpo, a vítima tinha marcas de enforcamento no pescoço.

O crime ocorreu na cela 19 do pavilhão C. Segundo Kleiton Holanda, presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Piauí (Sinpoljuspi), o espaço tem capacidade para receber apenas dois detentos, no entanto, havia 12 presos na cela. Com o assassinato de um, ficaram 11.

Isaías Rodrigues estava preso desde agosto de 2017, tendo sido condenado pelos crimes de homicídio e roubo.

Só esta semana este já é o segundo homicídio que ocorre no presídio. Na última terça-feira, o corpo de Clemilton Alves Pereira, de 20 anos, foi encontrado dentro de uma lixeira do pavilhão B da Casa de Custódia Professor José Ribamar Leite.

Só este ano, já ocorreram quatro assassinatos no sistema prisional piauiense, três deles na Casa de Custódia. 

É o segundo homicídio que ocorre na Casa de Custódia em três dias (Foto: Elias Fontinele / Arquivo O DIA)

O Sinpoljuspi denuncia que os problemas de superlotação, escassez de servidores e precariedade estrutural dos presídios formam um tripé que torna o sistema prisional piauienses um dos mais caóticos do Brasil.

A Casa de Custódia tem capacidade para 330 presos, mas possui hoje 1.150 internos. Só no pavilhão C, onde ocorreu o homicídio desta sexta-feira, a capacidade é para 66 presos, abrigando atualmente 184 detentos. 

"Enquanto isso, há um corpo funcional de apenas 12 agentes por plantão. É humanamente impossível que esse efetivo de servidores consiga fiscalizar um presídio do tamanho da Casa de Custódia, com essa quantidade de presos", denuncia o presidente do sindicato.

Kleiton afirma que o governo precisa nomear imediatamente os 50 classificados que já fizeram o curso de formação, além de convocar outros 166 aprovados para iniciar o curso.

"Essas nomeações devem ocorrer para, pelo menos, minimizar essa crise no sistema prisional do estado, onde ocorrem fugas, assassinatos e outros crimes com frequência", argumenta Kleiton Holanda.

O Sinpoljuspi ressalta que o orçamento da Secretaria de Justiça aumentou quatro vezes na comparação entre 2018 e 2015. No entanto, segundo Kleiton Holanda, esse salto não refletiu no aumento dos investimentos realizados no sistema. 

"Não é falta de recursos financeiros. Está faltando mesmo é vontade por parte do estado para resolver essa crise, que coloca o Piauí sempre na lanterna das políticas públicas deste setor no país", opina o dirigente sindical.

Superlotação seria causa de homicídios

O Sinpoljuspi acredita que alguns dos assassinatos que têm ocorrido em penitenciárias do estado não têm como motivação um acerto de contas ou brigas entre os detentos, mas sim o fato de as unidades estarem superlotadas. Os presos que estão há mais tempo nas unidades estariam assassinando os que entraram mais recentemente, como forma de reduzir a superlotação. 

Kleiton Holanda também critica a impunidade nos casos de homicídios que ocorrem dentro dos presídios do Piauí. "É preciso que a Polícia Civil investigue esses crimes, os culpados sejam identificados, denunciados pelo Ministério Público, julgados pela Justiça e devidamente punidos. Mas isso nunca acontece", denuncia o presidente do Sinpoljuspi. 

Quatro pessoas são presas por estelionato e associação criminosa

Quatro pessoas são presas por estelionato e associação criminosa

Entre os suspeitos, há uma mulher cadeirante. Segundo a Polícia, eles realizavam empréstimos consignados em nome de outras pessoas, sobretudo idosos.

A Polícia Civil do Piauí efetuou a prisão de quatro pessoas que foram flagradas tentando sacar uma quantia em dinheiro na agência da Caixa Econômica Federal situada na Praça Rio Branco, centro de Teresina. 

De acordo com Odilio Sena, delegado titular do 21º Distrito Policial, o grupo é suspeito de aplicar golpes em inúmeras pessoas, sobretudo idosos, realizando empréstimos consignados em nomes das vítimas.

“A investigação desse caso teve início depois que recebemos denúncias de vários trabalhadores celetistas e estatutários, principalmente aposentados, que estavam tendo, em seus vencimentos, descontos de contratos [de empréstimos] que não foram feitos pelas respectivas vítimas”, detalha o delegado.

O titular do 21º DP afirma que, a partir de informações obtidas junto a instituições bancárias, foi possível identificar os integrantes da quadrilha.

 

Entre os presos há uma mulher cadeirante, que, segundo as apurações feitas até agora, teria a função de realizar os saques dos valores obtidos ilicitamente, de maneira a despertar menos suspeitas entre os funcionários das agências bancárias.

Com os suspeitos, os policiais civis apreendeu cartões, cédulas de identidade e outros documentos - possivelmente falsificados.

De acordo com o delegado Odilio Sena, a Polícia vinha investigando o grupo há aproximadamente 40 dias. E os quatro podem ser indiciados por estelionato e associação criminosa.

02 de maio de 2019

Campo Maior: localizada caminhonete utilizada em fuga de assaltantes

Campo Maior: localizada caminhonete utilizada em fuga de assaltantes

Segundo a PM, o bando que invadiu e explodiu as agências bancárias estejam nas proximidade da cidade de Batalha, onde o veículo foi encontrado.

Caminhonete utilizada nos assaltos as agências bancárias em Campo Maior,  foi localizada pela Polícia Militar na noite desta quarta-feira (01). O veículo estava em um matagal no povoado Lages, nas proximidades do município de Batalha, que fica a cerca de 110 km de distância da cidade onde a ação do bando foi realizada. 

O major Etevaldo Alves, comandante da PM de Campo Maior, conta que populares encontraram a caminhonete e acionaram a polícia. “O veículo estava atolado. Dentro, estavam miguelitos, roupas e ainda alguns explosivos, dos mesmo utilizados no assalto as agências”, disse. 

De acordo com o comandante, a suspeita é de que os assaltantes ainda estejam na região. “A caminhonete foi encontrada ontem (01), durante a noite. Devido ao tempo, consideramos que eles ainda estejam na cidade. Contamos agora com uma aeronave vinda da PM do Ceará que nos ajudará nas buscas e logo menos teremos informações dos suspeitos”, conta o major Etevaldo. 


Bandidos atacaram as agências do Bradesco, da Caixa Econômica e do Banco do Brasil em Campo Maior - Foto: Reprodução/Portal De Olho

Entenda o caso 

Na última terça-feira (30), criminosos fortemente armados invadiram e atacaram três agências bancárias no município de Campo Maior, localizado a 85 Km de Teresina.  Segundo a PM, pelo menos 12 pessoas estariam envolvidas na ação, que ocorreu durante a madrugada. Munidos de fuzis, o bando instalou dinamites e explodiram caixas eletrônicos do Banco do Brasil, Caixa Econômica e Bradesco.

Os assaltantes estavam divididos em dois carros, um deles foi abandonado pelo bando, enquanto fugiam da polícia. Pelas imagens de segurança, notou-se que eles seguiram em direção à região Norte do Estado, pela BR-343. Na fuga, um dos carros foi abandonado. 

01 de maio de 2019

Viaturas da PM tem pneus furados durante perseguição a quadrilha

Viaturas da PM tem pneus furados durante perseguição a quadrilha

Tiroteio entre policiais e quadrilha suspeita de explodir bancos em Campo Maior ocorreu por volta das 19h desta terça-feira (30).

Atualizada às 10h30

Segundo o coronel Márcio, coordenador geral de Operações da PM, cinco viaturas tiveram os pneus furados durante a perseguição ao bando suspeito de explodir e roubar agências do Banco do Brasil e da Caixa Econômica da cidade de Campo Maior. Após avistarem os suspeitos e iniciarem a perseguição, equipes do BOPE e da PM tiveram os pneus furados por pregos miguelitos lançados na pista pelos criminosos.

"Tivemos a informação de que os marginais, em dois carros, estariam saindo de Batalha em direção de Piracuruca. Nós montamos uma barreira na estrada cerca de 200 metros antes de chegar na cidade de Piracuruca. No momento em que os dois carros se aproximaram, eles dispararam contra os policiais que estavam abrigados, os policiais revidaram e atiraram contra os veículos. Eles adentraram a cidade atirando para o alto e um dos veículos perdeu o controle numa rotatória e bateu", relata o coronel.

Após a colisão, dois dos indivíduos que estavam dentro da caminhonete Frontier adentraram o outro carro utilizado na fuga, um Toyota RAV4, e outros dois comparsas tomaram de assalto a moto de um dos moradores e se evadiram do local. 

Matéria original

A Polícia Militar do Piauí confirmou na manhã desta quarta-feira (1º) que houve troca tiros entre policiais e os suspeitos de explodir as agências do Banco do Brasil e da Caixa Econômica da cidade de Campo Maior, crime ocorrido na madrugada desta terça-feira (30). Segundo a PM, o tiroteio ocorreu por volta das 22h na cidade de Piracuruca, localizada a 208 km de Teresina.

Polícia fecha cerco e troca tiros contra assaltantes em Piracuruca. (Foto: Divulgação/PM)

A abordagem resultou na apreensão de diversos armamentos de grande potencial ofensivo. Entre as armas e munições apreendidas estão: 02 pistolas Glock G17 calibre 9mm com seletor de rajadas, 02 carregadores Glock capacidade de 17 tiros, 02 carregadores Glock capacidade de 32 tiros, uma pistola de fabricação Turca calibre 9 mm com 02 carregadores capacidade de 15 tiros, 01 carregador de fuzil AK-47 capacidade 20 tiros, 05 explosivos tipo metalon. 

Além das armas, a Polícia também conseguiu apreender uma caminhonete do modelo Frontier que teria sido usada pelos criminosos durante o assalto, 02 coletes táticos com placas balísticas e 02 Coletes balísticos de seguranças da Caixa Econômica de Campo Maior.

Polícia fecha cerco e troca tiros contra assaltantes em Piracuruca. (Foto: Divulgação/PM)

Segundo a PM, não há confirmação se algum dos assaltantes foi atingido durante a troca de tiros. Até o momento ninguém foi preso. A PM informou ainda que não efetuou disparos dentro da cidade de Piracuruca. Contudo, informações de moradores do município dão conta de que houve intensa troca de tiros no Centro da cidade.

Equipes da Polícia Federal, Polícia Militar e Polícia Civil fecharam o cerco em torno da região e continuam em diligências em busca dos assaltantes.

30 de abril de 2019

Campo Maior: BB ficou com estrutura comprometida e pode ser demolido

Campo Maior: BB ficou com estrutura comprometida e pode ser demolido

De acordo com a perícia, o impacto da explosão dos caixas eletrônicos foi muito grande e para evitar riscos para quem use o loca, o prédio sofrerá intervenção.

A Polícia Civil está trabalhando com a possibilidade de precisar demolir o prédio onde funciona a agência do Banco do Brasil de Campo Maior, que foi alvo da ação de criminosos na madrugada desta terça-feira (30). Segundo a Gerência de Policiamento do Interior, a perícia confirmou que há a estrutura física da construção está seriamente comprometida e que representa riscos para as pessoas que precisarem usar o espaço.

A informação foi repassada pelo delegado Marcelo Leal. “a magnitude da explosão foi muito grande, porque, ao que consta, foram instaladas dinamites em vários terminais e eles explodiram quase que ao mesmo tempo. Então a perícia constatou que a estrutura física está sim bastante comprometida e por essa razão haverá intervenção para não causar mais riscos, inclusive com a possibilidade de demolir o prédio”, foi o que disse o delegado.


Delegado Marcelo Leal, gerente de policiamento do interior - Foto: Poliana Oliveira/O Dia

Marcelo Leal não deu detalhes de valores levados do Banco do Brasil, nem das quantias subtraídas dos outros bancos atacados – o Banco Bradesco e a Caixa Econômica Federal. A identidade dos integrantes do bando também ainda é desconhecida, mas, de acordo com a polícia, eles usaram três veículos e os automóveis teriam sido roubados. Homens do BOPE dão reforço no policiamento das estradas que levam a Campo Maior, bem como no entorno do município, e equipes do GRECO (Grupo de Repressão ao Crime Organizado) já estão na cidade para iniciar as investigações. A Polícia Federal deverá ser acionada para cuidar do que diz respeito à Caixa Econômica Federal, já que se trata de um banco público.


A agência do Banco do Brasil de Campo Maior, junto com a Caixa Econômica e o Banco Bradesco, foram alvo da ação de criminosos - Foto: Reprodução/Whatsapp

“A ação toda foi praticada por um grupo criminoso especializado e formado por 10 a 20 pessoas, ainda não temos o número certo. Mas o fato é que nos últimos anos nossa polícia tem se notabilizado pela captura desses indivíduos e vamos trabalhar para conseguir dar uma resposta a contento e em tempo hábil mais uma vez”, finalizou o delegado.

Este ataque às três agências bancárias de Campo Maior já o segundo crime contra instituições financeiras registrado no Piauí em 2019. O primeiro caso ocorreu em Castelo do Piauí, na madrugada do dia 19 de fevereiro, quando homens fortemente armados abriram fogo contra a sede da PM da cidade, enquanto dinamitavam caixas eletrônicos e a sala do cofre do Banco Bradesco.

O grupo criminoso foi preso dois dias depois do crime, em uma operação do GRECO com apoio da Polícia Militar. 12 pessoas foram presas e um dos suspeitos acabou morrendo em confronto com a polícia.

Mulheres são presas por envolvimento com o tráfico drogas no Piauí

Mulheres são presas por envolvimento com o tráfico drogas no Piauí

Um caso foi registrados na cidade de Altos e outro, quarenta minutos depois, em Picos.

Em menos de uma hora, a Polícia Militar do Piauí efetuou quatro prisões por envolvimento com tráfico de drogas no Estado. O primeiro caso foi registrado no município de Altos, cidade vizinha a Teresina. Duas mulheres foram detidas, após denúncias anônimas. O caso ocorreu por volta das 20h30, desta segunda-feira (29).

De acordo com a PM, as duas mulheres são irmãs, identificadas como Maria Thais Carvalho de Sousa e Maria Tatiele Carvalho de Sousa. As suspeitas foram flagradas pela polícia na residência onde moravam e funcionava como ponto de venda do entorpecente. Com elas, a polícia aprendeu quatro trouxas e quatro porções grandes de maconha, dez trouxas de cocaína, dois aparelhos celulares, um revólver calibre 38 e R$ 30 em dinheiro trocado. 


Material apreendido na residência das duas irmãs. Foto: Reprodução

O outro caso foi registrado cerca de 40 minutos depois, mas dessa vez na região sudeste do Piauí. Duas mulheres foram presas dentro de um ônibus que faz a rota Teresina-Picos. A prisão se deu em uma ação conjunta da Polícia Civil e Militar. 

Segundo a PM, denúncias apontaram que dentro do veículo duas mulheres estavam em posse de drogas para entregá-la a um traficante da cidade de Picos. As suspeitas foram identificadas como Adrielly Leal Sousa e Ana Caroline dos Santos Saraiva. 

Após uma revista dentro do ônibus, as duas mulheres e o entorpecente foram localizadas. As suspeitas foram autuadas e conduzidas para Centras de Flagrantes para as providências cabíveis. 

Bando explode três agências bancárias simultaneamente em Campo Maior

Bando explode três agências bancárias simultaneamente em Campo Maior

Armados com fuzis, os criminosos chegaram à cidade atirando e fugiram pela rodovia BR-343, em direção à Região Norte do Estado.

A população de Campo Maior, a 85 Km de Teresina, viveu momentos de terror na madrugada desta terça-feira (30) após criminosos fortemente armados terem invadido a cidade e atacado três agências bancárias simultaneamente. A ação aconteceu por volta de uma hora da madrugada e, segundo a polícia, o bando era formado por pelo menos 12 pessoas armadas de fuzis. Eles instalaram dinamites e explodiram caixas eletrônicos do Banco do Brasil, da Caixa Econômica e do Banco Bradesco.


De acordo com o coronel Raimundo Sousa, comandante de policiamento do Norte do Piauí, foi solicitado reforço de viaturas de Piripiri, Barras e Castelo do Piauí para tentar conter os criminosos, mas eles conseguiram fugir em direção à Região Norte do Estado, pela BR-343.


Bandidos atacaram as agências do Bradesco, da Caixa Econômica e do Banco do Brasil em Campo Maior - Foto: Portal De Olho

“Lá em Boqueirão, o frentista de um posto viu dois carros semelhantes à descrição repassada pelos nossos policiais: uma Hilux SW4 e outra caminhonete. Estamos aguardando a confirmação pelas câmeras de segurança, mas já fechando o cerco nas principais vias de acesso á cidade e contatando as polícias dos estados vizinhos”, explicou o coronel.


Foto: PortalDeOlho

Além dos Batalhões de Campo Maior e das cidades vizinhas, também foram acionados o BOPE e o RONE, além da Polícia Civil. A PM disse ainda não ter a identificação de nenhum dos suspeitos, mas, segundo o coronel Raimundo Sousa, a ação deles foi muito bem coordenada, o que leva a crer que eles já estariam na cidade ou pelas cercanias de Campo Maior há algum tempo, observando o movimento e planejando os ataques.


A polícia não informou valores levados pelos criminosos das agências bancárias.

29 de abril de 2019

Ônibus de cantor de forró é depredado após show ser cancelado no PI

Ônibus de cantor de forró é depredado após show ser cancelado no PI

O público ficou revoltado porque a apresentação do cantor Caio Costta, que estava marcada para a noite do último sábado em Manoel Emídio, não aconteceu. PM foi acionada.

A noite do último sábado (27), que deveria de animação e festa na cidade de Manoel Emídio, a 450 Km de Teresina, terminou em um tumulto e com o ônibus depredado. Trata-se do veículo do cantor de forró Caio Costta, que teve sua apresentação cancelada, causando revolta no público pagante. A Polícia Militar chegou a ser acionada.

Em um vídeo publicado na internet, o contratante do show, que não teve o nome divulgado, aparece em cima do palco, informando ao público que o show não aconteceria e que a apresentação estava cancelada porque Caio Costta teria se recusado a cantar para um público pequeno.

Ele, que é proprietário do clube onde aconteceria o show, afirma “Estava até agora conversando com o Caio Costta e expliquei para ele o público que tinha e infelizmente ele disse que não toca para cinquenta, sessenta pessoas. Infelizmente eu não tenho como devolver o dinheiro de vocês”, diz.


Por meio de nota, a produtora que gere a carreira de Caio Costta, a RS Produções, rebateu a versão apresentada pelo contratante do show e disse que ele não cumpriu as exigências estabelecidas em contrato, não pagando os valores acordados. A produtora diz ainda que pediu o reembolso dos valores aos pagantes e que fosse fechada uma nova data para o show.

A RS Produções destacou ainda que o posicionamento do contratante do show, em dizer que Caio Costta teria se recusado a cantar para um reduzido número de pessoas, acabou por incentivar a revolta do público. A produtora lamentou o ocorrido.

Em contato com o Grupamento de Polícia Militar de Manoela Emídio, a reportagem foi informada que ninguém chegou a ser conduzido para a delegacia, porque quando a guarnição chegou ao local, não encontrou mais ninguém, apenas o ônibus depredado. O comando do GPM acrescentou que para que a polícia possa agir a partir de agora, é preciso que a equipe do cantos apresente queixa formal.

 Veja a nota da produtora do cantor na íntegra:

A RS PRODUÇÕES vem por meio desta nota esclarecer os fatos ocorridos na noite de sábado (27) na cidade de Manoel Emídio-PI ao qual aconteceria o show do artista Caio Costta onde o responsável pela produção do mesmo não cumpriu as exigências estabelecidas em contrato, assim não pagando os valores acordados, para uma solução e satisfação do público ao qual já teria adquirido ingressos, pedimos ao contratante que reembolsasse os valores e que fechássemos uma nova data para o show, assim não sendo acatada a nossa alternativa sugerida, onde o posicionamento do contratante veio a incentivar e revoltar o público que se retirou do clube e iniciou uma série de ataques, depreciações e furtos ao nosso ônibus.

Lamentamos profundamente o ocorrido e agradecemos a compreensão de todos.

Colisão entre caminhão e van de passageiros deixa sete mortos em Caxias

Colisão entre caminhão e van de passageiros deixa sete mortos em Caxias

Acidente aconteceu na BR-226 e o veículo de transporte interestadual de passageiros vinha da cidade de Mirador, no Maranhão, com destino a Teresina.

Um grave acidente ocorrido na tarde deste domingo (28) deixou pelo menos sete pessoas mortas e mais quatro gravemente feridas na BR-226, município de Caxias, a 80 Km de Teresina. Uma carreta colidiu transversalmente com uma van de transporte interestadual de passageiros, placa OXY-9278, que seguia da cidade maranhense de Mirador com destino a Teresina.


Foto: Divulgação/PRF-PI

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF-PI), o veículo de passageiros teria invadido a preferencial ao entrar na BR-226 e o motorista da carreta ainda chegou a fazer várias manobras no sentido de tentar desviar da van. “A princípio, haviam 15 passageiros dentro da van, sendo que seis das vítimas fatais eram da cidade de Sucupira do Norte e uma era uma professora da cidade de Mirador”, explica o inspetor Alexandro Lima, porta-voz da PRF-PI.

Ainda, segundo a perícia da PRF, o impacto da colisão foi tão forte que os sete óbitos constatados na van ocorreram imediatamente após a batida. Os feridos graves foram encaminhados para o hospital da cidade de Caxias. A PRF não informou os nomes das vítimas nem do motorista da carreta. O trânsito na altura do Km 75 da BR-226 ainda segue um pouco lento na manhã de hoje devido à realização dos trabalhos pelas equipes.

28 de abril de 2019

PRF resgata caminhoneiro amarrado após sequestro na BR-316

PRF resgata caminhoneiro amarrado após sequestro na BR-316

A vítima havia sido sequestrada em um posto de combustível às margens da BR-316, no município de Picos.

Um caminhoneiro foi resgatado por agentes da Polícia Rodoviária Federal na noite deste sábado (27), no km 322 da BR 316, após ter sido vítima de sequestro por um bando de homens armados. Segundo a PRF, a vítima de 58 anos havia sido sequestrada em um posto de combustíveis às margens da BR-316 na região do Picos.

PRF resgata caminhoneiro amarrado após sequestro na BR-316. (Foto: Divulgação/PRF)

O caminhoneiro foi encontrado por agentes rodoviários ainda amarrado pelas mãos após denúncia de roubo para o veículo, que transportava cerca de 30 toneladas de carne. Ao localizarem o veículo, os agentes foram informados pelo condutor que a carga havia saído de Cuiabá (MT) com destino a Fortaleza (CE), sendo interceptado em território piauiense. Em imagens divulgadas pela PRF, é possível ver o momento do resgate da vítima.

PRF resgata caminhoneiro amarrado após sequestro na BR-316. (Foto: Divulgação/PRF)

De posse das informações, os agentes passaram a realizar diligências no sentido de encontrar os suspeitos do cometimento do crimes. Durante a ação, os criminosos roubaram apenas pertences pessoais do motorista e danificaram todo o painel do veículo no intuito de desativar o sistema de monitoramento. 

Até o momento, os suspeitos não foram identificados, porém a PRF ainda realiza levantamentos no sentido de identificar e prender os responsáveis pelo crime.

Diante dessa situação, os agentes encaminharam o caminhoneiro, o veículo e a carga para a Polícia Civil do município de Picos para os procedimentos legais cabíveis.

27 de abril de 2019

Homem é morto a tiros e mulher fica ferida no bairro Pedrinhas em Picos

Homem é morto a tiros e mulher fica ferida no bairro Pedrinhas em Picos

Segundo a polícia, Hélio Ferreira da Silva já tinha passagens por assalto a uma casa lotérica. Sua esposa ficou ferida. PM acredita que autor seja líder de quadrilha.

Um homem identificado como Hélio Ferreira da Silva, mais conhecido como Hélio Sapato, foi assassinado a tiros no bairro Pedrinhas, em Picos, na manhã deste sábado (27). Segundo a Polícia Militar, ele teria sido morto em um certo de contas com o chefe de uma quadrilha que atual na região do município. Hélio Ferreira faria parte do grupo criminoso e teria se recusado a obedecer uma ordem.

“Esse atual chefe da quadrilha, da qual o Hélio fazia parte, foi solto há poucos dias. Eles atuavam como comparsas e teria tido um desentendimento. Não sabemos ainda se foi ele quem cometeu o crime, mas há indícios que levam à participação dele no acontecido. A vítima, o Hélio, tinha um extensa ficha criminal, inclusive por assalto a uma lotérica, e passou um bom tempo preso. Ele respondia também por homicídio e já vinha sendo monitorado pelo nosso grupo de inteligência”, discorreu o coronel Edwaldo Viana, comandante do 4º BPM de Picos.


Foto: Divulgação/Polícia Militar

Quando Hélio foi assassinado, ele estava na companhia de sua esposa, que não teve o nome informado pela polícia. A mulher acabou ficando ferida e foi socorrida pela Samu, sendo encaminhada para o Hospital Regional Justino Luz. O crime, de acordo com a PM, teria sido praticado por duas pessoas em uma motocicleta, mas até o momento não se tem a identificação de quem seria. Quando os policiais chegaram ao local, encontraram apenas o corpo de Hélio em uma rede.

“Ele provavelmente estava deitado quando foi abordado pelos seus executores e assassinado”, foi o que disse o coronel Edwaldo Viana. A Polícia Civil já foi acionada, através da Delegacia Regional de Picos, para fazer a perícia e colher as primeiras informações. De acordo com o balanço do 4º BPM, este já é o quinto homicídio ocorrido em Picos só em 2019.

26 de abril de 2019

Mulher é morta a facadas pelo próprio companheiro na zona Sul de THE

A vítima e o autor do crime são de Floriano e teriam chegado a Teresina há apenas três dias. O autor das facadas também estava ferido e foi encaminhado ao HUT.

Depois de nove dias sem o registro de mortes, Teresina teve a madrugada desta sexta-feira (26) um registro de feminicídios. Uma mulher, identificada como Mônica Valéria Messias da Costa, 51 anos, foi brutalmente assassinada pelo companheiro, de nome Gil Carlos Moreira Rodrigues, 42 anos, em um apartamento no Condomínio Riviera, localizado no bairro Cristo Rei.

Mônica foi morta a golpes de facada e, segundo a perícia, foi atingida uma vez na garganta e pelo menos quatro vezes na região do abdome. Ela não resistiu aos ferimentos e veio a óbito ainda no local do crime. A informação é do coronel Maurício de Lacerda, comandante do 1º BPM. De acordo com ele, o autor do crime, Gil Carlos, também estava ferido.

“Ele tinha uma perfuração na garganta, mas não sabemos dizer se foi causada por uma luta corporal entre a vítima e o executor ou se ele teria atentado contra a própria vida após matar a mulher. O fato é que ele foi encaminhado para hospital, recebeu os cuidados necessários e de lá já seguiu para a Central de Flagrantes”, relatou o coronel.

A PM não soube informar o que teria acontecido entre o casal antes de Gil Carlos tirar a vida de Mônica. Os detalhes ficarão por conta da investigação do Núcleo de Feminicídio. Gil deverá responder por crime de homicídio, com a qualificadora de feminicídio.

Polícia prende suspeitos de participar de incêndios a ônibus em Teresina

Dois ônibus coletivos foram queimados na zona Sul de Teresina em março deste ano. Polícia cumpre mandados e já prendeu 10 pessoas.

A Polícia Civil, por meio do Grupo de Repressão ao Crime Organizado (Greco), prendeu na madrugada desta sexta-feira (26) dez pessoas suspeitas de envolvimento nos incêndios a ônibus coletivos de Teresina ocorridos no último mês de março. A ação faz parte da Operação Ignis, deflagrada em conjunto com a Diretoria de Inteligência, a Delegacia de Entorpecentes, a Polinter e a DNARC de Timon. Estão sendo cumpridos 11 mandados de busca e apreensão.

Dos 10 alvos dos mandados de prisão, cinco estavam em liberdade e cinco já estavam recolhidos ao sistema carcerário. Foram detidos durante a madrugada: Leonardo Oliveira da Costa, conhecido como Léo Gordinho; Alandilson Cardoso Passos; Jardielson dos Santos Souza, conhecido como Dielsin do Afegão; John Pablo Ferreira de Araújo e um adolescente de iniciais W.M.C.G.


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Os cinco mandados a serem cumpridos dentro do sistema prisional são contra Marcos Willian da Silva, conhecido como Butiê; Gregório Rodrigues de Sousa, conhecido como Psico; Matheus Pierre dos Santos, o Guerreirinho; Tiago Henrique Portela Gomes, conhecido como Fantasma; e Antoniel Kelson dos Santos, o Toniel.

O que chama a atenção é que um dos alvos de mandado, Leonardo Oliveira da Costa, o Léo Gordinho, já havia sido preso pelo Greco há dois anos. Foi o que informou o delegado Thales Gomes, coordenador da delegacia. De acordo com ele, Léo Gordinho foi o mentor do sequestro à família de uma tesoureira do Banco do Brasil na zona Sul de Teresina. O crime aconteceu no começo de 2017 e ele foi preso um mês depois enquanto participava de uma orgia em um balneário em Timon.

Entenda o que motivou as prisões

Os presos na Operação Ignis são suspeitos de envolvimento nos incêndios a ônibus coletivos ocorridos em Teresina no mês de março deste ano. Os episódios aconteceram em dois dias seguidos na zona Sul e na zona Leste da Capital. O primeiro veículo queimado era da empresa Transcol e o ataque aconteceu na Avenida Principal do Residencial Betinho, no bairro Angelim. Já o segundo caso envolveu um ônibus também da empresa Transcol que fazia linha para o Terminal do Parque Piauí.

25 de abril de 2019

Oito veículos foram roubados por dia em THE nos dois primeiros meses do ano

Oito veículos foram roubados por dia em THE nos dois primeiros meses do ano

Foram 506 registros em janeiro e fevereiro. Já são 70 ocorrências a mais que o contabilizado no mesmo período do ano passado.

A Capital piauiense tem contabilizado um dado preocupante no que diz respeito à segurança pública nos primeiros meses de 2019. As ocorrências de roubos de veículos registraram um aumento de 13,8% em relação a 2018 nos dois primeiros meses deste ano. Foram 506 veículos roubados de seus donos em Teresina somente em janeiro e fevereiro, uma média de oito ocorrências por dia. Os dados são da Secretaria de Segurança Pública do Piauí.

Os 506 roubos registrados no primeiro bimestre deste ano já ultrapassam os índices de 2016, quando foram roubados 457 veículos, e os índices de 2017, quando foram roubados 328. As zonas Sul, Norte, Leste, Centro e Sudeste aparecem no mapa das zonas com os maiores registros ou que demandam maior atenção por parte dos órgãos da segurança. E foi na zona Leste que, no intervalo de um ano, a professora *Marina Santos teve dois carros roubados.

Em conversa com o Portal O Dia, ela conta que o primeiro caso aconteceu em março de 2018, no bairro São Cristóvão. Ela retornava de um sítio com a família, quando foi abordada pelos criminosos na porta do condomínio de seus pais. “Era um domingo, por volta das 17h30. Eu deixei meu pai na porta, ele já estava com a chave na mão, quando vi pelo retrovisor que vinha um carro. Pensei inclusive em sair do meio, achando que ele quisesse entrar no condomínio, mas o veículo me fechou e saíram dois homens armados, um no banco do passageiro e outro de trás. Me mandaram descer com minhas filhas e levaram o carro com tudo que tinha dentro”, relata.


Foto: Arquivo O Dia

O carro roubado de Marina nesta ocasião era um Fiat Uno branco que foi recuperado ainda no passado após o veículo ser usado por uma quadrilha para roubar um banco na cidade Inhúma. Na ocasião, o veículo foi abandonado na estrada e a polícia conseguiu reavê-lo. Já o segundo carro que foi levado da professora era um Sandero de cor branca. Este roubo aconteceu na Morada do Sol, na porta de um condomínio aonde ela havia ido pegar a filha.

“Eu nem cheguei a desligar o carro. Minha filha estava na aula de canto com uma professora particular e ela foi deixa-la na calçada. Na hora que minha menina entrou, uma pessoa abriu a porta do meu lado, armada e anunciou o assalto. Eles estavam em uma moto e o garupa desceu e levou o veículo”, conta. Marina conseguiu recuperar o Sandero na mesma noite do roubo, após ter acionado a Polícia Militar. O carro foi encontrado na Avenida Presidente Kennedy, em uma barreira policial e, segundo a professora, também já tinha sido usado para prática de outros crimes.

Esse fato de os criminosos usarem os veículos roubados para fazerem assaltos logo em seguida é bastante comum. Segundo o titular da Polinter, delegado Everton Ferrer, os roubos de carros e motos na verdade puxam outros índices de criminalidade como assaltos e tráfico de drogas, por exemplo.

“Geralmente quando esses suspeitos roubam um veículo, eles buscam mais agilidade para cometer outros delitos, então eles fazem arrastões e depois abrem mão do carro ou da moto subtraídos. Outro crime que tem uma ligação bem íntima com o roubo de veículos é a clonagem e o tráfico, porque ninguém vai roubar um carro zero para transportar droga, então eles clonam a placa e usam o veículo em favor de traficantes. Então tudo isso passa indiretamente pelo roubo de carros e motos”, explica o delegado.


Foto: Arquivo O Dia

Índice de resolutividade dos casos de roubo de veículos passa de 70%

A primeira orientação que a polícia dá para quem tiver um carro ou moto roubados é contatar a Polícia Militar por meio do 190. A PM desloca viaturas para a região onde o crime foi registrado para fazer diligências em busca do veículo com as descrições apontadas. O caso segue imediatamente para a Polinter, onde a Polícia Civil abre o inquérito e dá início ao diálogo com as demais forças de segurança e, se necessário, com as seguradoras e órgãos de trânsito.

E geralmente os inquéritos abertos dão resultado a contento. De acordo com dados fornecidos pela Polinter, o grau de resolutividade dos casos de roubos de veículos em Teresina chega a 73%. Somente em 2019, a delegacia já cumpriu 72 mandados de prisão relacionados a este tipo de crime na Capital e tirou de circulação criminosos especializados em roubar carros e motos.

O número de inquéritos abertos é proporcional ao aumento na quantidade de roubos registrados, segundo o que explica o delegado Everton. “Houve mais roubos este ano, mas nós também subimos consideravelmente a quantidade de investigações. Caso o veículo não seja recuperado pela PM, nós diligenciamos, checamos câmeras de segurança que possam ter registrado o crime e normalmente com isso, identificamos o autor. As investigações mais complicadas são as que dizem respeito ao furto de veículo, porque nós temos que nos valer de outros meios que não o depoimento da vítima, já que não existiu contato entre ela e o suspeito”.

 O mapeamento feito pela Polícia Civil aponta que cada zona de Teresina tem suas particularidades. Por exemplo, as zonas Sul, Norte e o extremo Leste têm os principais registros de roubo de moto. Já o Centro e zona Sudeste registram os maiores índices de roubos de carros. A Polinter tem procurado seguir esses índices para traçar estratégias e direcionar suas ações.


Foto: Arquivo O Dia

Evitar distrações e redobrar a atenção são essenciais para evitar ser vítima

A Polícia Civil alerta que pequenos gestos e precauções tomadas por parte dos motoristas podem às vezes impedir o roubo do veículo. Evitar estacionar em locais isolados e escuros é a principal delas. Mas também evitar distrações é essencial. O titular da Polinter pede atenção redobrada, sobretudo nas paradas, chegadas e saídas.

“O momento em que o carro está parado é quando o criminoso aproveita para concretizar o roubo. Evitar ficar parado em locais de pouca movimentação é importante e ficar atento aos veículos próximos e ás pessoas nas cercanias quando se está estacionando ou parando”, finaliza o delegado.

*A vítima não quis se identificar e a reportagem usou um nome fictício.

Operação #PC27 termina com 60 prisões no Piauí e 11 veículos apreendidos

Operação #PC27 termina com 60 prisões no Piauí e 11 veículos apreendidos

A ação aconteceu simultaneamente em todo o país para combater crimes de homicídio, estupro e roubos. No Piauí, prisões foram efetuadas em 16 cidades.

A Polícia Civil apresentou na manhã desta quinta-feira (25) o balanço final da Operação #PC27, deflagrada ontem (24) para cumprir mais de mil mandados em todo o país contra crimes de homicídio, estupro e roubo. Aqui no Piauí, a ação se encerrou com um saldo de 60 prisões, sendo que 31 foram feitas no interior e 29 em Teresina; 14 armas de fogo apreendidas e 11 veículos recuperados.

Em 25 estados e no Distrito Federal, a ação se encerrou no final da tarde de ontem. No entanto aqui no Piauí, a Polícia Civil resolveu continuar até o fim do dia e conseguiu prender mais 14 pessoas – além das 46 que já havia sido detidas até as 17 horas – nas cidades de Luís Correia, Parnaíba, Corrente e União. “Nesse tempo a mais, cumprimos mais um mandado e as outras prisões aconteceram em flagrante. Inclusive nessas cidades, conseguimos também apreender uma quantidade expressiva de armas”, explicou o delegado Matheus Zanatta, gerente de polícia especializada.


Delegado Matheus Zanatta - Foto: Arquivo O Dia

 Além das prisões e apreensões de armas, a polícia apreendeu também 100 gramas de crack e meio quilo de maconha pronta para o consumo nas cidades do litoral piauiense. Em todo o estado, foram cumpridos mandados em 16 municípios.  O efetivo do Piauí envolvido na Operação #PC27 contou com cerca de cem policiais de Distritos Policiais de Teresina, Delegacias Regionais do interior e Divisões Especializadas como a Delegacia de Entorpecentes e a Polinter. Mais de 30 viaturas foram empregadas na ação.

A Polícia Civil prevê mais ações para os próximos dias em desdobramento à Operação #PC27. São cumprimentos de mais mandados de prisão e mais apreensões de armas e drogas.

Em âmbito nacional

A Operação #PC27 foi deflagrada simultaneamente nos 26 estados brasileiros e no Distrito Federal e teve como objetivo cumprir centenas de mandados de prisão e tirar de circulação foragidos da Justiça que cometeram crimes graves contra a vida e o patrimônio. A ação foi coordenada pelo Conselho Nacional de Chefes da Polícia Civil (CONPC). Em estados como Santa Catarina, a operação terminou com um saldo de 181 presos; no Mato Grosso foram cumpridos pelo menos 207 mandados; no Maranhão, 14 e no Ceará, pelo menos 202 detidos.