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VII Marcha pela Humanização do Parto acontece em Teresina

Evento visa apresentar à sociedade o que é a maternidade e o que é ser mãe, além de abordar os tipos de parto.

22/10/2019 07:03h - Atualizado em 22/10/2019 10:10h

A humanização do parto ganhou espaço de discussão em várias esferas da sociedade nos últimos anos. E para chamar a atenção para o tema, o Conselho Regional de Enfermagem do Piauí (Coren-PI) organiza a VII Marcha pela Humanização do Parto. O evento acontecerá no dia 9 de novembro, a partir das 16h, com concentração na Ponte Estaiada. A temática deste ano será a “Maternidade com informação é parto consciente”.


I Marcha pela Humanização do Parto. Arquivo pessoal

De acordo com a coordenadora da Marcha e presidente do Coren-PI, Tatiana Melo, o evento visa apresentar à sociedade o que é a maternidade e o que é ser mãe, além de abordar os tipos de parto, sobretudo aquele que vai trazer melhor benefício para o corpo da mulher, além da importância de tornar o nascimento do bebê um momento respeitoso.


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“Nós queremos informar a população sobre o que é o parto humanizado, os benefícios da informação que traz autonomia de escolha, pois não existe parto melhor. Assim, a mulher entende o que é ter um parto consciente”, conta Tatiana Melo.

Durante o dia de mobilização, grupos de gestante irão fazer pinturas de barrigas e ensaios fotográficos em Unidades Básica de Saúde da Capital. Na Marcha, casais que tiveram atendimento humanizado no parto vaginal levarão seus bebês para participar da caminhada.


Foto: Reprodução

Apesar da data, durante todo o ano são realizadas várias atividades com as gestantes e as famílias. Atualmente, o Piauí possui nove Centros de Partos Normais, além de equipes multifuncionais, com doulas, enfermeiras obstétricas, médico obstetra, fisioterapeuta. Tanto na rede pública quanto nos hospitais privados. 

“Trabalhamos com o pré-natal da família, a gente evita que a mulher vá sozinha aos postos de saúde. Temos também o pré-natal do parceiro, pois o homem deve acompanhar a mulher. Mas essa não é a realidade. Por isso, temos que trabalhar políticas públicas para que o homem seja liberado da empresa para acompanhar a esposa. A mulher tem o direito por lei, e cadê o direito do homem? Temos que fazer esses questionamentos para que o bebê e mãe fiquem saudáveis”, alerta Tatiana Melo.

Por: Sandy Swamy, do Jornal O Dia

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