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Projeto ensina estudantes sobre o respeito às leis de trânsito

O projeto “Escolinha de Trânsito” é voltado para estudantes de até 11 anos de idade. Na ocasião, os alunos participam de uma bate papo descontraído com um agente de trânsito.

19/06/2019 08:52h

Parar em cima da faixa de pedestre, estacionar em faixa dupla e nas vagas reservadas as pessoas com deficiência e idosos são infrações comuns próximo as escolas. Estas atitudes, muitas vezes cometidas pelos pais dos alunos, prejudicam não só pedestres e outros condutores, como também servem de mau exemplo para os filhos, que no futuro serão motoristas.  Para ensinar as crianças sobre a importância de se respeitar as leis de trânsito e alertá-las sobre os perigos nas vias, a Superintendência Municipal de Transportes e Trânsitos (STRANS) promove palestras lúdicas em colégios públicos e particulares de Teresina. 


O projeto “Escolinha de Trânsito” é voltado para estudantes de até 11 anos de idade - Foto: Divulgação

O projeto “Escolinha de Trânsito” é voltado para estudantes de até 11 anos de idade. Na ocasião, os alunos participam de uma bate papo descontraído com um agente de trânsito e depois colocam em prática o que aprenderam de forma lúdica. São utilizados equipamentos infantis como faixa de pedestre, semáforo e placas de trânsito que contribuem no aprendizado.

Para a professora Aline Diniz, a conscientização sobre os direitos e deveres no trânsito começa desde pequeno. Com as palestras, as crianças começam a perceber os erros dos pais, chamam a atenção e passam a cobrar mais respeito às leis de trânsito. “A conscientização começa desde cedo porque eles vão vendo no dia a dia alguns costumes errados. Infelizmente alguns pais, tios, avós, não respeitam as leis de trânsito e as crianças podem acabar achando que é normal falar ao celular, passar no sinal vermelho quando não tiver movimento na rua. Então, se eles começarem a entender tudo isso desde já, vão começar a chamar atenção dos pais quando cometerem infrações”, afirmou a docente que recebeu o projeto na escola em que trabalha.

Fonte: Jornal O Dia

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