Projeto de minifranquias sociais do babaçu receberá incentivo da SDR

Projeto de minifranquias sociais do babaçu receberá incentivo da SDR

13/06/2017 09:48h

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O projeto “Minifranquias sociais na cadeia produtiva do coco babaçu” foi apresentado, nessa segunda-feira (12), pelo professor do curso de Administração da Universidade Federal do Piauí (UFPI) Tiago Patrício, em enconto que teve  a participação do diretor do Crédito Fundiário Secretaria de Estado do Desenvolvimento Rural, Adalberto Pereira, do reitor da UFPI, Arimatéia Dantas; do reitor da Universidade Estadual do Piauí (Uespi), Nouga Cardoso Batista; senadora Regina Sousa; presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (Fapepi), Francisco Guedes, e representantes de outros órgãos estaduais, entidades e associações de quebradeiras de coco.

Adriana Maria Alves Carneiro, presidente do Conselho do Povoado Lagoa de Dentro, onde aproximadamente 40 famílias vivem ou complementam o orçamento com a produção de derivados do coco babaçu, disse que o projeto vai ajudar a comunidade a melhorar a renda. “Da amêndoa tiramos o azeite, da casca o carvão, da palha abano e muitas outras coisas. No povoado, a maioria vive do que apura quebrando o coco. O trabalho foi desvalorizando com o tempo e acho que esta será uma forma da gente melhorar nossa renda”, avalia a presidente.

Adalberto Pereira, que representou o secretário de Estado do Desenvolvimento Rural, Francisco Limma, na reunião, avalia que este é um projeto de interesse do governo e que a SDR irá apoiar. “Até porque a secretaria já desenvolve várias ações nesta cadeia produtiva por meio do Compra Direta (PAA), que adquire produtos como o azeite e o mesocarpo do coco babaçu, do Progere, programa de geração de renda na área de planos de negócio, e o Programa Viva o Semiárido (PVSA), atendendo a um público que inclui as quebradeiras de coco”, pontuou o diretor.

Pereira frisou que o projeto é resultado de uma emenda parlamentar da senadora Regina Sousa (PT) e tem como foco a preservação do coco babaçu e que uma das formas das pessoas preservarem é estimular a comercialização. “Essa cadeia produtiva tem uma diversidade muito grande de utilidades que permite uma geração de trabalho e renda extraordinária. A UFPI, com apoio das parcerias, pretende tornar o projeto atraente, do ponto de vista econômico e social, e, com isso incentivar as pessoas a terem um compromisso maior com a preservação do babaçu”, concluiu Adalberto.

A Universidade Federal do Piauí irá confirmar nova agenda para os próximos dias a fim de assinar parcerias para o início da implantação do projeto piloto na área rural de Teresina.

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Fonte: Ascom

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Tags: sdr, babaçu,