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Prejuízo com venda de fios irregulares chega a R$ 3 milhões

Produtos sem certificação também representam um risco para as famílias, pois suas residências podem sofrer incêndios

27/02/2020 08:25h

Os fios e cabos elétricos são produtos importantes para a construção civil e para a segurança das residências. Por isso, para comercializar esses produtos, os fabricantes precisam ter certificação do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

Apesar da obrigatoriedade da certificação, algumas irregularidades são encontradas no mercado, o que gera prejuízos tanto para o Estado como para as famílias. Para o Estado porque os produtos irregulares são vendidos a preços mais baixos que o valor de mercado, e para as famílias que ficam à mercê de possíveis incêndios.

Para mudar essa realidade, o Instituto de Metrologia do Estado do Piauí (Imepi) terá um laboratório para fiscalizações regulares. Um fio que não tem a certificação está vulnerável por ser fabricado com menos cobre e PVC que o recomendado, como explica Maycon Danyllo Araújo, presidente do órgão.


Igor Neri destaca que o laboratório para fiscalização custou em média R$ 80 mil - Foto: Assis Fernandes/O Dia

“Estudos mostram que o Estado tem um prejuízo de mais de R$ 3 milhões com a venda de fios irregulares, isso gera prejuízo financeiro como também na questão de emprego e renda. Assim, fizemos uma parceria com o público e privado e conseguimos um laboratório que nos dará a oportunidade de fazermos fiscalização de cabos e fios mais rebuscada, com maior qualidade”, diz Maycon Danyllo Araújo.

O secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico (SDE), Igor Neri, destaca que o laboratório para fiscalização custou em média R$ 80 mil. “A falsificação desses fios estava causando muito problemas e danos. Disponibilizamos a equipe e os espaços, fizemos uma parceria público e privada no valor de R$ 80 mil para o laboratório, e o Piauí sai na frente de outros estados”, fala Igor Neri.

Por: Sandy Swamy, do Jornal O Dia

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