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Carreira & Negocios

Piauí tem 2ª melhor taxa de sobrevivência das empresas do NE

Segundo a Jucepi, o poder público tem buscado estar ao lado do empresário, facilitando a regularização

28/10/2019 08:09h - Atualizado em 30/10/2019 15:13h

Piauí apresentou a segunda melhor taxa de sobrevivência das empresas do Nordeste - chegando a 84% em 2017, isso significa que das 44 646 empresas ativas, 37 501 sobreviveram. Estes dados divulgados pelo IBGE mostram ainda que Parnaíba alcançou o índice de 84,3%, ficando em primeiro lugar na região. 

Segundo Alzenir Porto, presidente da Junta Comercial do Piauí (Jucepi), o Estado atingiu esses índices por que existem políticas públicas para facilitar o registro de novas empresas. E que um parceiro das grandes e medias empresas é o SEBRAE

“Além do comprometimento dos órgãos, o que favores é a conjuntura do povo do Piauí. Um povo forte que não tem a questão de desacreditar. Então é só você escolher aquilo que faz de melhor e ter a perseverança. Não pode no primeiro obstáculo achar que tudo acabou, cada problema tem uma solução”, fala Alzenir Porto. 

Outro fator determinante é que muitas empresas são familiares. Com isso é possível conhecer melhor o empreendimento, e consequentemente os pontos fracos e fortes. Alzenir Porto, lembra que nesse cenário muita coisa mudou também. Antigamente as pessoas viam uma empresa que estava dando certo e abria o seu negócio.  Porém isso fragilizava o seguimento. 

“Mas nós tivemos uma quebra de paradigma. Nas redes sociais temos uma inovação imensa, por que as pessoas conseguem ter uma visão de um serviço novo, que nem se imaginava que dava dinheiro e traz sucesso. E assim descobre um talento que nem imaginava que seria lucrativo”, diz Alzenir Porto.

Todavia, o poder público tem buscado estar ao lado do empresário, facilitando a regularização e oferecendo valores justos de impostos. Desta forma, a empresa cresce, gera economia e facilita para o jovem arrumar um emprego, pois terá a possibilidade de atender os recém-formados. 

“A gente precisa acreditar mais no jovem, ele está chegando com ideias fantásticas, o governo tem vários projetos. Mas é necessário que tenhamos mais confianças, o jovem não é incapaz. Ele muda o segmento como dono do próprio negócio. Se observarmos os melhores aplicativos são desenvolvidos por meninos”, alerta Alzenir Porto. 

O funcionário também tem um papel importante na sobrevivência dessas empresas. Ele deve ver a empresa como sua esperança de crescimento, mantendo um ambiente amigável. Pois a empresa só cresce se todos colaborarem. 


Edição: Adriana Magalhães
Por: Sandy Swamy

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