Piauí inclui trabalhadores da segurança e da educação na prioridade de vacinação

O governador Wellington Dias ainda solicitou ao Ministério da Saúde que a regra seja aplicada nacionalmente

30/03/2021 13:51h - Atualizado em 30/03/2021 15:56h

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O governador Wellington Dias (PT) anunciou, na tarde desta terça-feira (30), a inclusão dos serviços de segurança e de educação como essenciais e prioritários na campanha de vacinação contra o novo coronavírus (Covid-19) em todo o estado. O decreto com a decisão será publicado no Diário Oficial do Estado (DOE).

(Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil)

“O fato é que havia um pleito com nossos gestores na área de segurança, líderes da bancada federal e estadual [...] para que a gente tenha condições de iniciar a vacinação por aqueles que têm aquela ligação direta com a saúde, até que a gente possa ter uma regulamentação nacional”, explicou o governador.

A previsão é que policiais e bombeiros, que trabalham diretamente no combate à doença, sobretudo em hospitais e barreiras sanitárias, sejam os primeiros a receber as suas doses.  “São policiais que estão atuando diariamente, fiscalizando o cumprimento dos decretos do estado, auxiliando a vigilância sanitária, trabalhando nos hospitais e barreiras sanitárias. É uma missão que não pode ser feita de casa, portanto é de constante risco e é essencial a garantia da vacinação”, pontua o coronel Lindomar Castilho, comandante da Policia Militar do Piauí. 

Logo na sequencia, será a vez de professores e demais profissionais da educação. “É importante essa garantia de que o setor educacional se encontre reconhecido pelo governo como prioritário, garantir que tão logo passe pelos grupos com comorbidades, a educação entre em vacinação. Temos um público muito grande tanto na educação básica quanto na superior, além dos estudantes. Só assim poderemos retomar o trabalho nas escolas com segurança”, disse Ellen Gera, secretário estadual de Educação.

Como presidente do Consórcio Nordeste e representante do Fórum dos Governadores na discussão sobre a vacina, Dias defende que a medida seja incluída no Plano Nacional de Imunização. Para tanto, solicitou ao Ministério da Saúde que a Comissão Intergestores Tripartite aprove a regra.


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